Inquérito Sorológico estima 40% de infectados e baixa taxa de letalidade por Covid-19 no Maranhão

O Governo do Maranhão, através da Secretaria de Estado da Saúde (SES), divulgou nesta terça-feira (25), durante entrevista coletiva, o resultado do Inquérito Sorológico realizado em parceria com a Universidade…

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Revista Piauí: “Vou Intervir” bastidores palacianos do governo revelam intenção de mandar tropas ao STF

A temperatura em Brasília não passou de 27ºC naquela sexta-feira, mas o ambiente estava tórrido no gabinete presidencial, no Palácio do Planalto. Ainda pela manhã, Jair Bolsonaro fora informado que…

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Presidente do TSE participa no Senado de debate que trata do adiamento das Eleições Municipais. Sessão é presidida por Weverton Rocha (PDT_MA

Participaram do debate, além de Barroso, juristas, cientistas e médicos. Senadores votarão a proposta nesta terça-->> O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, participou da sessão plenária virtual do Senado Federal desta segunda-feira (22) para – ao lado de médicos, cientistas e especialistas em Direito Eleitoral – debater com os parlamentares da Casa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que permite o adiamento das Eleições Municipais de 2020, em virtude da pandemia de Covid-19. A sessão foi presidida pelo senador Weverton Rocha (PDT-MA), relator da PEC, que será votada na sessão plenária do Senado desta terça-feira (23). Após a abertura dos trabalhos, o ministro Luís Roberto Barroso afirmou que há um consenso médico no sentido do adiamento das Eleições Municipais deste ano por algumas semanas. Com base no posicionamento desses especialistas, ele informou que o TSE propôs aos presidentes do Senado Federal, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e da Câmara dos Deputados, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), e ao relator da PEC o adiamento do pleito de 4 de outubro para uma "janela", sugerida pelo médicos para o período de 15 de novembro a 20 de dezembro. A data de realização das eleições seria uma escolha política do Congresso Nacional, enfatizou Barroso ao explicar o motivo pelo qual a Corte não sugeriu um dia específico. "Portanto, o TSE endossa o consenso médico da conveniência de se adiarem as eleições por algumas semanas para dentro dessa janela que está sendo considerada", disse. O presidente do TSE ressaltou que não convém aproveitar a emergência da pandemia para fazer mudanças estruturais no sistema eleitoral em vigor ou em datas de posse de cargos eletivos, devendo as mudanças ser concentradas em questões relacionadas à pandemia causada pelo novo coronavírus. Barroso solicitou que, ao apreciar a PEC, os senadores considerem a possibilidade de permitir ao TSE adiar, por ainda mais algumas semanas, as eleições, eventualmente já transferidas para novembro – embora sempre dentro do ano de 2020 –, em municípios em que isso precise ocorrer.

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Coronavírus: as estratégias e desafios dos países que estão reabrindo suas escolas

Em Cingapura, alunos limpam as próprias carteiras escolares e fazem um caminho pré-determinado até suas salas de aula. Na França e na Coreia do Sul, algumas escolas reabertas tiveram Getty Images Image caption -de fechar, por conta de novos focos de covid-19. No Reino Unido, um dos países que reabriu as escolas recentemente, menos da metade dos alunos esperados apareceram na volta às aulas em algumas delas. A expectativa de retorno à escola traz sensações mistas de alívio e preocupação a muitos pais - prenunciando uma possível volta à rotina, mas também o medo de expor as crianças (e suas famílias) ao contágio pelo coronavírus. No Brasil, as secretarias estaduais de educação ainda não têm previsão de quando as aulas presenciais retornarão. Estados como Maranhão e Rio Grande do Sul adiaram seus anúncios de abertura de escolas. Mas o Conselho de Secretários Estaduais da Educação (Consed) afirmou que "está trabalhando com suas equipes nas estratégias sanitárias, financeiras e pedagógicas que serão colocadas em prática a partir do momento em que as datas forem definidas".

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Cerco contra Queiroz empareda Bolsonaro, que teme delação de aliado
Live semanal Bolsonaro, 18.06.2020

Cerco contra Queiroz empareda Bolsonaro, que teme delação de aliado

Abatido, presidente diz que ex-assessor da família não era foragido e critica prisão "espetaculosa". Nas redes, bolsonarismo ensaia reação--->>> (ELPAÌS)   A pergunta "onde está Queiroz", que mobilizou por um…

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Reviravolta no caso da morte do sobrinho de Sarney: Ayrton Campos seria inocente e deve ser solto!

Ayrton Campos Pestana, o jovem inicialmente suspeito de matar o Diogo Adriano Costa Campos, a vítima Ayrton Campos Pestana seria inocente e  deve ser libertado publicitário Diogo Adriano Costa Campos, 41 anos,  sobrinho do ex-presidente José Sarney,  apresentou-se à polícia, ainda à noite de terça-feira, dia do crime,  mas negou que tenha sido o autor. E parece que Ayrton tem razão. Crime de grande repercussão em todo o Maranhão, o fato ocorreu por volta das 11:30 da manhã de terça-feira (16), na Lagoa da Jansen. O publicicitário Diogo Adriano Costa Campos. terminara de sair do seu apartamento, ali perto,  dirigindo o automóvel Kwid PTB-2970, e se envolveu numa discussão de trânsito  com o condutor de um Argo vermelho que, num primeiro momento, acreditava-se ser do pai de Ayrton. Só que o Instituto de Criminalística (Icrim) informou hoje à tarde que o laudo, fruto da perícia realizada  no veículo Fiat Argo vermelho, de placas PTJ-2844,  pertencente ao pai de Ayrton Campos Pestana, não é o mesmo  conduzido pelo criminoso que atirou em Diogo. Um dos veículos é um Argo comum, o outro, um Argo drive. Um tem para-brisa traseiro, o outro, não. Assim, Airton deve ser solto, e a Superintendência de Homicídios terá que localizar o veículo do criminoso, e prender o assassino.

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Entrevista – Sergio Moro: “A popularidade é irrelevante, com o tempo a verdade prevalece”

Ex-ministro, que teve imagem desgastada pela Vaza Jato e por sair do Governo, encara resistência em manifestos pró-democracia. Para ele, não há risco de ruptura no Brasil Carla Jiménez/Naiara Galarraga Gortázar/Afonso Benites Quando o ex-juiz Sergio Moro (Maringá, 1972) aceitou seguir o ultradireitista Jair Bolsonaro no Governo fez uma aposta arriscada. Entregava o seu capital político como símbolo anticorrupção a um deputado veterano e incendiário, um nostálgico da ditadura. A lua de mel acabou no fim de abril, como um divórcio ruim, não consensual e uma acusação bomba contra o mandatário: ele queria trocar o diretor-geral da Polícia Federal e interferir na corporação por interesses pessoais. O Supremo Tribunal Federal abriu uma investigação contra Bolsonaro e contra o próprio Moro. Em uma entrevista por videoconferência desde Curitiba, onde está confinado com a família, por conta da pandemia de coronavírus, Moro critica os arroubos autoritários de Bolsonaro mas diz que não vê riscos de uma ruptura democrática. Perguntado se o vídeo podia ser exibido, negou o pedido, embora tenha feito Lives para outros veículos, e para o movimento Vem pra Rua. Ele, que já teve bonecos infláveis gigantes com seu rosto exibidos em todo o país, diz que não se importa com sua queda de popularidade. Saiu de uma imagem positiva entre 60% dos entrevistados em maio de 2019 para 42% no mês passado, segundo o Atlas Político. A série de reportagens da Vaza Jato, que revelou bastidores da Lava Jato, e sua saída do Governo, contribuíram para essa mudança de percepção. Moro não vê relação entre a sua atuação como juiz da Lava Jato e o Estado de Direito fragilizado atualmente, como apontam seus críticos. “Ao contrário, o combate à corrupção fortalece o Estado de Direito”, defende. Também revela que depois de quase 24 anos como servidor público, sendo 22 na magistratura federal, terá de se reinventar profissionalmente, provavelmente no setor privado. Já começou a assinar uma coluna na revista Crusoé, ferrenha defensora da Lava Jato. Pergunta. O senhor saiu do governo 16 meses após assumir o ministério com ataques ao presidente. Ele o enganou ou o senhor cometeu um erro de avaliação? (Siga lendo...)

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Suspeito de matar sobrinho do ex-presidente Sarney apresenta-se à polícia, nega o crime, mas fica preso

Suspeito de matar o publicitário Diogo Adriano Costa Campos, 41 anos,  sobrinho do ex-presidente José Sarney,  apresentou-se à polícia, ainda à noite de ontem,   mas negou o crime. Trata-se de Airton Campos Pestana. Acompanhado de advogado e do pai, dono de uma oficina na Venceslau Brás, na Camboa, e verdadeiro dono do Fiat Argo vermelho, Airton  garantiu ao delegado que passou a manhã na oficina e que ao meio dia foi almoçar com o pai, no Monte Castelo. Disse, ainda, que soube do caso depois que já estava sendo acusado pelo crime. E informou que desconfia de que o carro do pai teve as placas clonadas Antes mesmo do suspeito ir à Superintendência de Homicídios, Katia Campos, tia dele, procurou o blog do jornalista Gilberto Leda para dizer que o sobrinho era inocente, e que tudo seria esclarecido. Mesmo assim, ele ficou preso.

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