Waldir Maranhão marca eleição do novo presidente da Câmara para a próxima quinta-feira
Waldir e o ato que marca eleição para a sucvessão de Eduardo Cunha e a dele próprio

Waldir Maranhão marca eleição do novo presidente da Câmara para a próxima quinta-feira

O presidente em exercício da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), marcou para a próxima quinta-feira (14), às 16h, a eleição do substituto de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) no comando da Casa, informou a Secretaria-Geral da Mesa Diretora. A eleição será secreta e ocorrerá por meio do sistema eletrônico. Os deputados que irão concorrer à sucessão de Cunha terão até as 12h da próxima quarta (13) para formalizar suas candidaturas. O eleito ocupará um mandato tampão até 31 de janeiro de 2017 – quando se encerraria originalmente o mandato do deputado do PMDB – e não poderá tentar a reeleição em fevereiro. Eduardo Cunha renunciou a presidência da Câmara, no início da tarde desta quinta, por meio de um pronunciamento no salão nobre da Casa. Ele estava afastado do comando da Casa e do mandato de deputado federal desde 5 de maio por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). O comunicado que oficializou para a próxima quinta a eleição do novo presidente da Câmara foi lido nesta tarde, no plenário da Casa, pela deputada Erika Kokay (PT-DF), que presidia a sessão. Os líderes partidários da Câmara irão se reunir ainda nesta quinta-feira para discutir sobre a eleição para o comando da Casa. Líder do PSD e um dos pré-candidatos à sucessão de Cunha, o deputado Rogério Rosso (DF) quer antecipar a eleição. O parlamentar do PSD, que presidiu a comissão especial do impeachment na Câmara, está pressionando para que a votação ocorra já na segunda-feira (11). No entanto, o primeiro-secretário da Câmara, deputado Beto Mansur (PRB-SP), defende que a eleição aconteça na quarta (13). A partir da oficialização da renúncia de Cunha, Waldir Maranhão tinha até cinco sessões da Câmara para promover a eleição que escolherá o presidente para o mandato tampão. A eleição do substituto Qualquer deputado federal em exercício, à exceção de Eduardo Cunha, poderá participar da disputa que escolherá o novo presidente da Câmara.

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MP abre inquérito que pode cassar direitos políticos de Waldir Maranhão

O Ministério Público do Maranhão vai propor a suspensão dos direitos políticos do presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), por conta do recebimento ilegal de salários como professor da Universidade Estadual do Maranhão (Uema). A decisão faz parte de um inquérito civil público instaurado pelo MP para apurar irregularidades da atuação de Maranhão como “professor fantasma” da universidade. O caso foi revelado na semana passada pelo jornal "O Estado de S. Paulo". No período de fevereiro de 2014 a dezembro de 2015, Waldir Maranhão recebeu indevidamente a quantia de R$ 368 mil, o equivalente a R$ 16 mil por mês. Por lei, ele não poderia ter recebido nenhum pagamento, já que exercia cargo como parlamentar. Maranhão, no entanto, não fez qualquer comunicação sobre o assunto aos órgãos responsáveis e continuou a receber os recursos. Agora, os promotores investigam se mais alguém está envolvido na fraude dentro da Uema. A ação civil pública vai exigir não só o ressarcimento do valor recebido, como também a aplicação da Lei 8.429, da improbidade administrativa, que prevê as sanções jurídicas, civis e administrativas, que é a suspensão dos direitos políticos, conforme informou o promotor João Leonardo Leal. A atuação de Waldir Maranhão como “professor fantasma” da Uema também foi levada à Comissão de Ética da Câmara.

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Mais uma traquinagem de Maranhão vira notícia nacional – receber da Uema sem trabalhar

Os salários só deixaram de ser pagos em dezembro, após uma auditoria interna da universidade Waldir Maranhão saiu do meio acadêmico para se tornar deputado federal, mas o meio acadêmico não saiu dele. Ao menos de sua conta bancária. Nos dois últimos anos o presidente interino da Câmara atuou paralelamente como “professor fantasma” da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), recebendo salários mensais de cerca de R$ 16 mil, tudo de forma absolutamente irregular. Os pagamentos, realizados entre fevereiro de 2014 e dezembro de 2015, somaram R$ 368.140,09. Por lei, qualquer servidor público que assume mandato de deputado tem que pedir o afastamento imediato de sua função inicial para, então, exercer seu cargo e ser remunerado exclusivamente por ele. O deputado Waldir Maranhão (PP-MA) sabia disso. Tanto que, em 2006, quando foi eleito pela primeira vez, deixou a universidade estadual, onde foi professor e reitor por 21 anos, e teve salário automaticamente cortado. A situação permaneceu assim durante sua primeira legislatura, mas não chegaria ao fim da segunda, iniciada em 2010, quando foi reeleito: Maranhão voltou a figurar na lista de professores ativos da Uema. Em fevereiro de 2014, o hoje presidente interino da Câmara voltou a receber seus vencimentos por serviços acadêmicos que não prestava. Quando foi eleito para o terceiro mandato, iniciado em janeiro de 2015, o deputado teve nova oportunidade de esclarecer que estava recebendo salários de forma irregular, mas não o fez. Os salários só deixaram de ser pagos em dezembro, após uma auditoria interna da universidade.

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Senado não respeita decisão de Waldir Maranhão e dá seguimento ao processo de impeachment de Dilma Roussef

O presidente do Senado, Renan Calheiros, decidiu, agora há pouco, dar seguimento ao processo de impeachment no Senado. Ele classificou como "absolutamente intempestiva" e "brincadeira com a democracia" a decisão do presidente em exercício da Câmara, Waldir Maranhão, de anular a sessão em que foi aceita a admissibilidade do processo. Ao anunciar sua decisão ao Plenário, Renan explicou que não poderia interferir nos discursos proferidos pelos deputados, antes da votação do dia 17 de abril. O anúncio de votos e a orientação partidária foram argumentos citados por Waldir Maranhão para anular a sessão. Renan também rejeitou a alegação de que a decisão da Câmara pela admissibilidade não poderia ter sido encaminhada por ofício. Maranhão argumentou que o documento adequado seria uma resolução. Com esses argumentos, Renan deixou de conhecer do ofício de Maranhão. Em seguida, ele deve ler o resultado do trabalho da Comissão Especial de Impeachment, que na semana passada aprovou por 15 votos a 5 parecer pela admissibilidade do processo.

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Que rolo! Deputado Waldir Maranhão, presidente em exercício da Câmara,  anula votação do impeachmentt
Bem que ele avisou que ía aprontar....

Que rolo! Deputado Waldir Maranhão, presidente em exercício da Câmara, anula votação do impeachmentt

Waldir Maranhão (PP-MA) assumiu presidência da Câmara com afastamento de Cunha. Acolheu pedido da Advocacia-Geral da União O presidente interino da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), decidiu nesta segunda-feira (9) anular a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff realizada na Casa no dia 17 de abril. Ele acolheu pedido feito pelo advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo. A decisão de Waldir é considerada estafúrdia, sendo provável que o Supremo Tribunal Federal, provocado pelo Senado, onde o processo de impeachment ocorre, depois da decisão da Câmara, manifeste-se ainda hoje e derrube o ato do presidente em exercíco da Câmara. No meio político, a decisão do maranhense Waldir Maranhão caiu como uma bomba. Nos meios econômicos. fez cair a Bolsa de Valores e subir o dólar americano. Waldir Maranhão substituiu Eduardo Cunha na presidência da Câmara na semana passada depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu afastar o peemedebista do comando da casa legislativa. O deputado do PP votou contra a continuidade do processo de impeachment na votação da Câmara, descumprindo decisão de seu partido, que havia fechado questão a favor do afastamento da presidente da República.

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Estadão: Afilhado da família Sarney, novo presidente da Câmara é visto como “fraco” por colegas
Maranhão só saiu do ostracismo ao conceder recursos a favor de Cunha

Estadão: Afilhado da família Sarney, novo presidente da Câmara é visto como “fraco” por colegas

Muitos estão atribuindo o pouco caso que a mídia e parlamentares estão fazendo do deputado maranhense Waldir Maranhão (PP-MA) ao fato de ser maranhense e nordestino, o que seria uma avaliação preconceituosa à atuação dele. Hoje (06), o Jornal O Estado de São Paulo publicou matéria tachando-o de "afilhado da família Sarney", e que ele é visto como "fraco" pelos colegas da Câmara dos Deputados. Cheio de idas e vindas, Maranhão é conhecido como político que tira ao máximo proveito do seu mandato: em 2014, compôs a coligação que elegeu Flávio Dino governador e Roberto Rocha senador. O texto: filhado político da família Sarney, o deputado Waldir Maranhão (PP-MA) atuou até o momento à sombra de Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Alçado à vice-presidência da Casa por um acordo com o PP em troca de apoio para eleger Cunha presidente, Maranhão é visto pelos colegas como um político hesitante, fraco, sem capacidade de decisão e que se submete à pressão. De perfil discreto e avesso a entrevistas, Maranhão só saiu do ostracismo ao conceder recursos a favor de Cunha. Suas decisões tumultuaram o andamento no Conselho de Ética do processo por quebra de decoro parlamentar contra o peemedebista. Com sua caneta, Maranhão destituiu o relator do caso, depois exigiu que o parecer prévio fosse votado mais uma vez para que os aliados de Cunha pudessem pedir vista. Recentemente, restringiu o escopo da investigação. A única vez que Maranhão não seguiu o aliado foi na votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff, quando fez um discurso reforçando sua fidelidade a Cunha, mas votou contra o afastamento. O voto em apoio ao governo petista se deve ao fato de atualmente Maranhão ser próximo do governador de seu Estado, Flávio Dino (PC do B), e de ter esperança de disputar uma vaga no Senado. O deputado começou sua carreira política sob as bênçãos da família Sarney. Em uma gestão criticada, foi reitor da Universidade Estadual do Maranhão e, mais tarde, secretário de Ciência e Tecnologia no governo Roseana Sarney (PMDB), de 2009 a 2010. A ascensão de Maranhão não agrada a boa parte da Casa. Parlamentares dizem que sua fraqueza política tornará a Câmara ingovernável. "Ele será um Severino 2", prevê um líder partidário, comparando Maranhão ao ex-presidente da Câmara Severino Cavalcanti (PP-PE).

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Youssef volta a declarar que entregou propina a Waldir Maranhão. Planalto e Lula saberiam de tudo
Waldir Maranhão: cada vez mais encalacrado na Lava Jato

Youssef volta a declarar que entregou propina a Waldir Maranhão. Planalto e Lula saberiam de tudo

Em depoimento à CPI da Petrobras, doleiro afirma que Planalto sabia de esquema investigado pela Lava Jato Mais uma vez o doleiro Alberto Youssef disse na CPI que o vice-presidente da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), recebeu dinheiro oriundo de propinas pagas por empresas contratadas pela Petrobras. “Não dá para dizer que esse dinheiro vinha do contrato A ou B. Era um somatório dos contratos”, disse. O doleiro informou, ainda, que em algumas vezes o dinheitro teria sido entregue pelo próprio delator Além disso, Youssef disse à CPI da Petrobras, nesta segunda-feira (11), o doleiro Alberto Youssef disse que o Palácio do Planalto sabia do esquema de financiamento de campanha investigado na Operação Lava Jato. Acusado de ser o principal operador de esquema de lavagem de dinheiro de propina da Petrobras, Youssef é um dos delatores do esquema. Em mais de 50 depoimentos à Justiça Federal, ele disse que a propina era paga a diretores da estatal e a partidos políticos por empresas contratadas pela petrolífera.

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Operação Lava Jato: Contas de 2010 ameaçam Waldir Maranhão, vice da Câmara

Apontado pelo doleiro Alberto Youssef – um dos alvos centrais da Operação Lava Jato – como beneficiário do esquema de corrupção na Petrobrás, o deputado Waldir Maranhão (PP-MA), vice-presidente da Câmara, não consegue explicar a origem de R$ 426 mil que entraram no caixa de sua campanha em 2010. A afirmação é do Ministério Público Federal no processo em que pediu a cassação do mandato obtido pelo político naquele ano. Se for condenado, ficará inelegível por oito anos. O Ministério Público no Maranhão disse que a inconsistência nas contas eleitorais do vice da Câmara pode ter ligação com o esquema investigado na Lava Jato – segundo os investigadores, recursos desviados da estatal abasteceram campanhas eleitorais. Mas o órgão ressalva que ainda não possui dados para comprovar a relação. O Estado teve acesso à íntegra da ação, que corre em segredo de Justiça. Os documentos mostram que o deputado foi instado a retificar sua prestação de contas pela Justiça Eleitoral maranhense. Mesmo após as correções, o Tribunal Regional Eleitoral decidiu reprovar suas contas e aprovar a quebra de seus sigilos bancário e fiscal.

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Waldir Maranhão será ouvido pela CPI da Petrobrás na próxima semana

O primeiro vice-presidente da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA), será ouvido pela CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Petrobras na próxima terça-feira (24). O presidente da comissão, Hugo Motta (PMDB-PB), comunicou ao colegiado que, a exemplo do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Maranhão se dispôs a comparecer à comissão de forma espontânea. — Como adotamos esse procedimento para o presidente Eduardo Cunha nós iremos adotá-lo para todo aquele que quiser vir à comissão espontaneamente ao mesmo tratamento. Maranhão é um dos políticos que teve abertura de inquérito aberta pelo STF (Supremo Tribunal Federal) a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Ele é suspeito de ter sido beneficiado pelo esquema de corrupção investigado pela operação Lava Jato, da Polícia Federal.

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Presidente da Câmara dos Deputados faz visita de cortesia ao Legislativo Municipal
Vereador Astro de Ogum (PMN) e o Deputado Federal Waldir Maranhão (PP)

Presidente da Câmara dos Deputados faz visita de cortesia ao Legislativo Municipal

Durante uma visita institucional do deputado federal Waldir Maranhão (PP), vice-presidente e presidente em exercício da Câmara dos Deputados, a Câmara Municipal de São Luís, na manhã desta sexta-feira, (20), realizou um seminário sobre Reforma Política e as futuras instalações do Legislativo Ludovicense, sendo um dos temas da conversa mantida com o presidente da Casa, vereador Astro de Ogum (PMN). “Apesar de espontânea, estamos aqui nesta visita institucional de cordialidade para estabelecer o diálogo entre os poderes e, assim, discutir temas de grande pertinência para a política nacional e local, entre eles, a tão sonhada reforma política”, informou o deputado Waldir Maranhão.

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