Comunidades quilombolas no MA se recusam a pagar taxa de uso a fazendeiros

Capatazes chegam com chicotes em punho para cobrar o foro: uma espécie de imposto pago pelos quilombolas aos fazendeiros para poder viver nas terras e plantar. Sem muita conversa, recolhem a maior e melhor parte da produção da lavoura, fruto de meses de trabalho. Mandioca, milho, arroz, maxixe, abóbora. Quando julgam que a colheita não foi suficientemente farta, exigem dinheiro e confiscam tudo o que encontram. Carregam até pratos, panelas e cavalos. Botam fogo em casa de farinha para retaliar. Ameaçam de expulsão e morte quem se atreve a resistir. Deixam famílias inteiras para trás passando fome. Embora pareçam saídos de um livro de história do século 19, os relatos são de fatos recentes e acontecem ainda hoje em quilombos do Maranhão --comunidades formadas pelos descendentes de quem viveu a escravidão naquela época. Em comunidades da Baixada Maranhense, é comum fazendeiros que se dizem donos das terras, muitas vezes sem ter nenhum documento de comprovação, obrigarem os moradores a repartir o que cultivam. É um sistema que se repete há décadas e, durante longo tempo, foi seguido sem questionamentos pelos quilombolas. Mas, à medida que eles foram tomando consciência de seus direitos, passaram a resistir e os conflitos se acirraram. "Houve um fenômeno esquisito no Estado, as fazendas eram vendidas com as pessoas dentro, como se fossem coisas", pontua Sandra Araújo dos Santos, advogada da CPT (Comissão Pastoral da Terra). "Os negros não entendiam dessas questões de documentação, então iam sendo submetidos ao que os novos donos queriam, como ao pagamento de taxas absurdas... CONTINUE LENDO. A MATÉRIA DA REPÓRTER BRASIL.. ACESSE LEIA MAIS...

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Comissão aprova PEC que impossibilita todas as formas de aborto

Deputada contrária ao projeto discursa: 'Aqui se aplaude a morte de muitas mulheres vítimas de violência' A Comissão Especial da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, 8, uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que põe em risco as formas de aborto previstas atualmente pelo Código Penal. Tão logo os votos necessários foram alcançados, a votação do texto principal foi interrompida e integrantes da comissão que atuam contra todas as formas de interrupção da gravidez comemoraram e cercaram a mesa de votação para uma sessão de fotos. Enquanto isso, a deputada Erika Kokay (PT-DF), contrária ao projeto, discursava: "Aqui se aplaude a morte de muitas mulheres vítimas de violência", dizia. O desfecho ocorreu depois de tensa sessão, iniciada às 11h e interrompida no meio da tarde. Originalmente, a PEC tratava da extensão da licença maternidade para a trabalhadora que tiver bebê prematuro. Pela proposta, a licença à gestante com duração de 120 dias pode ser estendida, sem prejuízo de emprego e salário, à quantidade de dias que o recém-nascido ficar internado, não podendo ultrapassar os 240 dias. Sob influência da bancada evangélica, o relatório final do deputado Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP) incluiu uma mudança no artigo primeiro da Constituição - que versa sobre os princípios fundamentais - enfatizando no texto "a dignidade da pessoa humana desde a sua concepção". "Cabe-nos observar que, se protegemos, de forma justíssima, aquele que já vivia e prematuramente deixou a proteção materna, concedendo uma ampliação da licença maternidade à sua genitora, não podemos deixar de explicitar, ainda mais, a sua proteção no âmbito uterino, desde o seu início, isto é, desde a concepção", pregou o relator.

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Traficante, ‘primeira-dama’ e ex-guarda-costas em guerra por poder na Rocinha: a visão de biógrafo de Nem

De um lado, o antigo guarda-costas e atual desafeto, que assumiu o poder do morro depois da prisão do mentor. De outro, a mulher do ex-chefe, condenada por tráfico, foragida, mas que, nas redes sociais, ostenta os cabelos pintados bem louros, o corpo bronzeado com biquínis e decotes, óculos escuros de grife e colares de ouro com pingente de coroa. (BBC Brasil) Glenny diz que Danúbia não é muito popular na Rocinha, sendo uma "forasteira" que veio da Maré, complexo de favelas na zona norte do Rio. Teria autoridade na favela não por sua personalidade, mas por ser mulher de Nem, tornando-se uma rara liderança feminina no mundo do tráfico - que lhe rendeu a alcunha de "Xerife da Rocinha". Ela é a quarta esposa de Nem - que, segundo Glenny, sempre se mostrou "muito apaixonado" por ela. Antes, foi mulher de dois traficantes na Maré, ambos mortos pela polícia. Daí também o apelido de "viúva negra" No domingo, a Rocinha foi invadida por dezenas de traficantes de morros como o São Carlos e o Vila Vintém, favelas controladas, assim como a Rocinha, pela facção criminosa conhecida como Amigos dos Amigos (ADA). O bando estaria, a pedido de Nem - segundo os jornais -, tentando tomar o controle das mãos de Rogério 157, em uma disputa interna da favela por integrantes da mesma organização. Glenny, que se encontra em Londres, diz que segue acompanhando de perto a escalada de violência no Rio e considera que os governos estadual e federal tem sido "incapazes" de lidar com a guerra de facções no Rio, que as Unidades de Polícia Pacificadora só continuam existindo "no papel" e que o envio do Exército para o Rio "não teve qualquer impacto na redução da criminalidade". Leia abaixo os principais trechos da entrevista. BBC Brasil - O seu livro narra desde a ascensão de Nem a "dono do morro" à sua prisão em 2011. Ele agora está em um presídio de segurança máxima em Rondônia - que papel você acha que ele desempenhou nessa disputa? Misha Glenny - Citando fontes da polícia e do sistema prisional, os jornais dos últimos dias têm dado como certo que Nem comandou a invasão da Rocinha através da Danúbia (Rangel, sua mulher). Para mim, isso ainda é uma questão em aberto. Não digo que não aconteceu, mas não está comprovado. O Nem continua sendo uma figura incrivelmente influente e popular na Rocinha, e as pessoas o ouvem muito, mas não sabemos ainda até que ponto ele está envolvido. Se a ordem partiu dele, para quem teria dado a mensagem? Desde o início do mês ele não teve visitas da família, e só na terça desta semana foi visitado por seu advogado.

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ENTREVISTA – Ciro Gomes: Lula racha país em bases odientas, rancorosas e violentas

Fernanda Odilla - Da BBC Brasil em Londres Paulista de nascimento e cearense de criação, Ciro Gomes já foi prefeito, deputado estadual, deputado federal, governador e ministro dos governos Itamar Franco e Lula. Hoje ele enche a boca para dizer que tem 37 anos de vida pública e é a pessoa mais preparada para ser presidente do Brasil. "Mais que todos", afirma, sem modéstia, dizendo que o fato de aparecer estacionado em torno de 5% nas pesquisas de intenção de votos, é "provisório". Hoje no PDT, ele já passou por sete diferentes partidos. Defende-se dizendo que falta identidade partidária a "100% dos políticos brasileiros", inclusive ao ex-presidente Lula. Dono de um estilo franco e impulsivo que há anos lhe rende a fama de "destemperado", ele admite que tem medido mais as palavras. Ao falar do deputado federal Jair Bolsonaro lembra que este lhe deu um voto na disputa presidencial de 2002 e diz que atualmente ele cumpre um papel importante ao atrair os antipetistas, afastando-os dos tucanos. Mas Ciro Gomes continua sem poupar adjetivos mais contundentes quando se refere a nomes como o do presidente Michel Temer, do ex-presidente Lula, e do prefeito de São Paulo, João Doria. Diz que não sabe ao certo "se Temer chefia uma quadrilha ou um bando de patetas". Doria, por sua vez, é um "farsante". E Lula, para ele, "é o grande responsável por este momento político trágico que o Brasil está vivendo". Questionado se tem medo de "bater" em Bolsonaro, Ciro dispara: "Eu tenho medo de quê, mulher? Eu tenho coragem de mamar em onça. A guerra entre a turma dele e a minha na internet é uma coisa selvagem. Mas eu não. Tu achas que vou me preocupar com isso? Estou preocupado é com o Brasil", disse à BBC Brasil, em Londres. Na Inglaterra, o ex-governador participa do Brazil Forum UK, evento que reúne neste fim de semana acadêmicos, políticos e economistas para falar do Brasil. Ele diz que não quer se encontrar com o juiz Sérgio Moro, um "garoto" deformado pelo "aplauso e pela juventude" que "sucumbiu" e foi arrastado por Lula para a arena política. Ele afirma estar mais interessado na palestra do economista André Lara Resende, um dos criadores do Plano Real. Leia a seguir trechos da entrevista concedida por Ciro Gomes à BBC Brasil em Londres.

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CPT: Maranhão é o segundo colocado no ranking da violência no campo

Com base em um balanço anual, com dados da questão agrária, a Comissão Pastoral da Terra (CPT) no Maranhão divulgou, nesta quarta-feira (10), que o número de assassinatos registrados no campo, no Estado, de janeiro a novembro de 2016, foi o segundo maior no Brasil, com 12 mortes. Segundo o balanço, 54 homicídios foram registrados em 2016, em todo o Brasil, número considerado o maior no campo desde 2003, quando 71 pessoas foram assassinadas. Segundo o levantamento, o Maranhão só está atrás do estado de Rondônia, que registrou 17 mortes em 11 meses de 2016. A Pastoral da Terra também registrou assassinatos na Bahia (4), em Tocantins (3), Alagoas (2), Amazonas (2), Paraná (2), Mato Grosso (1), Mato Grosso do Sul (1), Paraíba (1), Pernambuco (1), Rio de Janeiro (1) e Rio Grande do Sul (1). A maioria das mortes foi motivada por conflitos por água ou terra. As vítimas são, principalmente, camponeses, posseiros, líderes quilombolas, indígenas e pequenos proprietários de terra. Ainda de acordo com a CPT, vários fatores explicam a violência no campo, inclusive a instabilidade política no país. A impunidade é apontada como uma das principais causas das ações violentas.

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Do Maranhão a Mato Grosso, a violência no campo virou regra

Perseguição aos defensores da floresta se intensifica; membros do povo Gamela são baleados, surrados e têm partes do corpo mutiladas por fazendeiros locais Após a chacina de Colniza (MT), em 19 de abril, ficou claro que o Brasil caminha para tempos sombrios, tamanha foi a violência que massacrou nove trabalhadores rurais. “O agrobanditismo nacional não abrirá mão de um palmo de terra, mesmo que estas sejam públicas ou mesmo terras tradicionalmente ocupadas por povos indígenas do país”, defende Danicley de Aguiar, da campanha da Amazônia do Greenpeace Brasil. Recorde-se que a madrugada de domingo para segunda (1° de maio) foi marcada por mais um triste e revoltante caso de violência aos povos indígenas do Brasil. Em um ataque organizado por fazendeiros da região do município de Viana, no Maranhão, e seus capangas, treze indígenas sofreram tentativa de homicídio e foram agredidos com golpes de facão, pauladas e tiros. Além de cinco baleados, duas pessoas tiveram membros do corpo mutilados. Casos semelhantes foram denunciados durante todo o Acampamento Terra Livre (ATL) 2017, que levou à Brasília cerca de quatro mil lideranças indígenas de todo o Brasil, na semana passada. Durante a marcha de abertura do ATL, no dia 25, as lideranças foram duramente reprimidas com balas de borracha e bombas de gás por ousarem protestar contra a paralisação dos processos de demarcação das terras indígenas e denunciar o Congresso Nacional como principal foco da ação anti-indígena no país. Em comum aos três atos de barbárie, está a omissão do Estado brasileiro, que permite o avanço da violência e ao mesmo tempo protagoniza a imposição de uma agenda que viola os direitos dos mais pobres, e nos conduz a uma espécie de terrorismo de Estado, via a criminalização dos movimentos sociais que resistem a tais violações.

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Mais armas com os cidadãos, menos criminalidade, afirma estudo de Havard

Um estudo publicado por pesquisadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, afirma que porte de arma reduz a criminalidade. Conforme o levantamento, quanto mais armas há entre os habitantes de um país, menores são os índices de criminalidade. Ou seja, existe uma relação direta entre a redução de crimes e o aumento da quantidade de cidadãos com porte. O estudo, publicado no Volume 30, Número 2 do Harvard Journal of Law & Public Policy, pretendeu responder à seguinte pergunta: "Banir armas de fogo reduziria os assassinatos e suicídios? Os pesquisadores chegaram à conclusão que não. As descobertas são de dois criminologistas - o professor Don Kates e o professor Gary Mauser. Em resumo eles dizem: “nações com rigorosas leis anti-armas geralmente têm taxas de homicídio substancialmente mais altas do que as que não têm. O estudo concluiu que as nove nações europeias com as menores taxas de posse de armas (5.000 ou menos armas por 100.000 habitantes) têm uma taxa combinada de homicídios três vezes maior do que a das nove nações com as maiores taxas de posse de armas (pelo menos 15.000 armas por 100.000 habitantes). Por exemplo, a Noruega tem a maior taxa de posse de armas na Europa Ocidental, mas possui a menor taxa de homicídios. Em contraste, a taxa de homicídio da Holanda é quase a pior, apesar de ter a menor taxa de detenção de armas na Europa Ocidental. Suécia e Dinamarca são mais dois exemplos de nações com altas taxas de homicídio, mas poucas armas. Veja 20 argumentos utilizados por essa linha de raciocínio...

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Adolescente estuprada por bando fala à TV, narra violência sofrida e critica delegado
Adolescente de 16 anos deixa o hospital Souza Aguiar com a mãe após estupro coletivo no Rio (Foto: Gabriel de Paiva/Agência O Globo)

Adolescente estuprada por bando fala à TV, narra violência sofrida e critica delegado

A menopr vítima de estupro em uma comunidade da Zona Oeste do Rio deu uma entrevista para o Fantástico, exibida neste domingo (29). A jovem contou que sofre ameaças e que se sentiu desrespeitada na delegacia onde prestou depoimento. "O próprio delegado me culpou", afirmou, ressaltando que pediu para que o depoimento ao delegado-titular da Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI), Alessandro Thiers, fosse interrompido. - "Tinha trinta e três homens dentro de uma sala. A sala era de vidro, todo mundo que passava via. Ele colocou na mesa as fotos e o vídeo. Expôs e falou: ‘me conta aí’. Só falou isso. Não me perguntou se eu estava bem, se eu tinha proteção, como eu estava. Só falou: ‘me conta aí’”, relatou a adolescente sobre seu encontro com o delegado. Ela dá detalhes sobre os motivos pelos quais considerou o ambiente no qual seu depoimento foi tomado como inadequado. Mas não foi apenas a Rede Globo quem entrevistou a menor com excluswividade. Os principais programas jornalístico da televisão brasileira, dedicaram, neste domingo, 29, grande espaço ao estupro coletivo da menina por 33 homens no Rio de Janeiro. A adolescente cujo nome a polícia solicitou que não seja divulgado conversou com as três maiores redes de televisão do país: Fantástico, da TV Globo, Domingo Espetacular da TV Record e para o jornalista Roberto Cabrini que apresenta o Conexão Repórter no SBT. Este último anunciou em sua página que visitou a casa onde o crime violento teria acontecido. A menor falou sobre outros motivos pelos quais considerou a conduta do delegado como inadequada: “Ele perguntou se eu tinha o costume de fazer isso, se eu gostava de fazer isso [sexo com vários homens]”, detalhou a jovem, que conta que interrompeu o depoimento e disse que não ia mais responder as perguntas a partir daí. A adolescente deixa claro que se sentiu desrespeitada. Questionado sobre a postura de Alessandro Thiers, o chefe de Polícia Civil, Fernando Veloso, afirmou que a conduta do delegado no caso será investigada, mas que a prioridade é definir a ordem dos fatos no caso. “Isso será apurado. E se, realmente, o delegado teve alguma conduta inadequada, ele vai responder por isso. Mas a prioridade agora é descobrir as circunstâncias que o crime aconteceu”, explicou Veloso. Momentos de terror Ela disse, ainda, que não pode sair de casa e relata detalhes sobre os momentos de horror que viveu. “Eu estou com medo. Bastante. Eu me sinto praticamente em cárcere privado. Eu não posso sair de casa para nada. Eu entrei no Facebook, quando eu entrei, tinham 900 mil mensagens. Tinha gente de Minas Gerais falando que ia me matar. Gente falando que se eu fosse em alguma comunidade eu ia morrer”, afirmou a menor. A jovem conta que tinha ido outras vezes à comunidade onde o crime ocorreu, mas nunca tinha sofrido violência sexual. Ela revela qual foi a cena que viu quando acordou em uma casa desconhecida dentro da favela:

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Mais de 30 pessoas são presas pelas polícias Civil e Militar em repressão a incêndios criminosos

“As forças de Segurança estão a postos para combater estas organizações criminosas que merecem sentir a ação forte do Estado. E isto está sendo feito”, enfatizou o secretário de Estado de Segurança Pública (SSP-MA), Jefferson Portela, durante coletiva de imprensa, na tarde desta sexta-feira (20), na sede da secretaria, na Vila Palmeira. Na ocasião, o secretário relatou os primeiros resultados da série de ações realizadas pelas polícias Civil e Militar para identificar e prender envolvidos nos episódios de incêndios criminosos a ônibus. Doze pessoas foram apresentadas na coletiva – cinco já cumpriam pena no sistema e são apontados como mandante dos ataques. Desde o início das operações, na madrugada de quinta-feira (19), até o fim do dia desta sexta-feira, foram 33 presos. Destes, 12 são ligados a organizações criminosas; ainda duas mulheres; e dois adolescentes que foram apreendidos. As prisões são fruto da série de operações realizadas pelas polícias no Coroadinho, Liberdade, Bequimão, Raposa, Forquilha e São José de Ribamar. “Vamos permanecer nas ruas, sem cessar, para coibir, com rigor, a ação destes criminosos. São operações que iniciaram assim que soubemos dos ataques e não têm hora para terminar”, garantiu Portela.

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