Brasileiro de Goiás é condenado a 8 anos de prisão na Espanha acusado de terrorismo

Goiano Kayke Luan Ribeiro Guimarães foi preso tentando atravessar fronteira da Bulgária com a Turquia em 2014. Outros nove foram condenados em Madri. Dez membros de uma célula jihadista ligada ao Estado Islâmico foram condenados pela Justiça da Espanha a até 12 anos de prisão nesta terça-feira (10). Dentre os condenados está o goiano Kayke Luan Ribeiro Guimarães. Três dos réus receberam penas de 12 anos de prisão pelo crime de formar uma organização terrorista na condição de dirigentes, enquanto os outros sete, entre eles o brasileiro, têm pena de 8 anos, por serem considerados apenas participantes. O goiano foi preso em 2014 ao tentar atravessar a fronteira da Bulgária com a Turquia por suspeita de união com o grupo extremista. À correspondente da GloboNews em Madri, Luisa Belchior, a mãe do brasileiro disse que vai recorrer e que acredita na versão do filho, de que ele estava de férias na Turquia. A mãe do brasileiro afirmou ainda que Kayke é um cidadão de bem.

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Câmara tipifica crime de terrorismo e prevê pena de até 30 anos em regime fechado

O Plenário da Câmara dos Deputados concluiu, nesta quinta-feira (13), a votação do projeto de lei que tipifica o crime de terrorismo (PL 2016/15, do Executivo). O texto aprovado, um substitutivo do relator, deputado Arthur Oliveira Maia (SD-BA), prevê pena de reclusão de 12 a 30 anos em regime fechado, sem prejuízo das penas relativas a outras infrações decorrentes desse crime. A matéria será enviada ao Senado. Segundo o parecer, o terrorismo é tipificado como a prática, por um ou mais indivíduos, de atos por razões de xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia ou religião, com a finalidade de provocar terror social ou generalizado, expondo a perigo pessoa, patrimônio, a paz pública ou a incolumidade pública. Nas votações desta quinta, todas as emendas e destaques propostos foram rejeitados. Com a aprovação de uma emenda aglutinativa proposta pelo relator e aprovada na quarta-feira, foi retirada do texto, na tipificação do terrorismo, a caracterização desses atos com a finalidade de intimidar Estado, organização internacional ou pessoa jurídica, nacional ou estrangeira, ou representações internacionais, ou de coagi-los a agir ou a se omitir. Atos Para o enquadramento como terrorismo, com a finalidade explicitada, o projeto define atos terroristas o uso ou a ameaça de usar explosivos, seu transporte, guarda ou porte. Isso se aplica ainda a gases tóxicos, venenos, conteúdos biológicos, químicos, nucleares ou outros meios capazes de causar danos ou promover destruição em massa. Também estarão sujeitos a pena de 12 a 30 anos os seguintes atos se qualificados pela Justiça como terroristas: - incendiar, depredar, saquear, destruir ou explodir meios de transporte ou qualquer bem público ou privado; - interferir, sabotar ou danificar sistemas de informática ou bancos de dados; - sabotar o funcionamento ou apoderar-se, com violência, de meio de comunicação ou de transporte; de portos; aeroportos; estações ferroviárias ou rodoviárias; hospitais; casas de saúde; escolas; estádios esportivos; instalações de geração ou transmissão de energia; instalações militares e instalações de exploração, refino e processamento de petróleo e gás; e instituições bancárias e sua rede de atendimento; e - atentar contra a vida ou a integridade física de pessoa

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Terroristas confirmam morte do líder da Al-Qaeda no Iêmen após ataque dos EUA

al-Wahishi era tido como braço direito de Osama Bin Laden; organização tem realizado inúmeros atentados nos EUA Um ataque aéreo dos EUA matou o líder número 2 da Al-Qaeda, que comandava sua poderosa filial iemenita, no que é consid erado o maior golpe contra o grupo terrorista desde a morte de Osama bin Laden. A ação elimina um líder carismático em um momento em que a organização disputa com o Estado Islâmico o título de fundador da jihad global. Em uma declaração em vídeo datada de 14 de junho e divulgada nesta terça-feira (16) pela filial iemenita da organização terrorista, um agente sênior anunciou a morte de Nasir al-Wahishi, um jihadista veterano que já foi apontado como braço direito de Bin Laden e disse que seu vice, Qassim al-Raimi, havia sido escolhido para substituí-lo.

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