Como as medidas contra o coronavírus estão fazendo a Terra vibrar menos

BBC News Mundo A Terra está em pausa. Enquanto nós, humanos, enfrentamos o medo e o caos da pandemia de coronavírus, o planeta apresenta uma quietude incomum. As medidas de confinamento que se espalharam pelo mundo fizeram bilhões de pessoas ficarem em casa. É um acontecimento sem precedentes, cujas consequências os cientistas estão começando a medir. As ruas estão vazias, as lojas fechadas, os carros estacionados. Tudo isso reduziu o que os geólogos chamam de "ruído sísmico" gerado pelos seres humanos. É o termo usado para descrever as vibrações que nossas atividades diárias causam na crosta terrestre. O que está ocorrendo? O que acontece pode ser comparado a várias pessoas pulando em um colchão ao mesmo tempo... e, de repente, todos param. O fenômeno foi registrado por Thomas Lecocq, um sismólogo no Observatório Real da Bélgica. Há três semanas, quando as medidas de contenção foram implementadas, Lecocq começou a perceber que seus equipamentos indicavam uma drástica diminuição nas vibrações. "Tudo está calmo e as estações sísmicas também sentem essa tranquilidade", diz Lecocq à BBC News Mundo, o serviço em espanhol da BBC. O sismólogo observou o efeito em Bruxelas, mas desde que publicou suas medições, ele começou a receber relatos de que algo semelhante está acontecendo em várias partes do mundo.

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Tempestade solar pode deixar a Terra na escuridão total
Digital Illustration of Planet Venus

Tempestade solar pode deixar a Terra na escuridão total

Fenômeno não pode ser previsto pelos meteorologistas, que só saberiam o que está por vir cerca de 15 minutos antes Uma tempestade solar pode causar escuridão total em nosso planeta, ocasionando o corte do fornecimento de eletricidade em todo o mundo. O fenômeno não pode ser previsto pelos meteorologistas, que só saberiam o que está por vir cerca de 15 minutos antes. A meteorologista britânica Catherine Burnett informou ao jornal "The Daily Mirror" que as ejeções de massa coronal (EMC) do Sol podem viajar em qualquer direção e, caso tomem o rumo da Terra, poderiam envolver o nosso planeta completamente. “Uma ejeção de massa coronal significativa demora 19 horas para chegar à Terra“, diz a especialista, acrescentando que “assim que víssemos uma ejeção a abandonar a estrela, saberíamos dela apenas 15 minutos antes da chegada ao nosso planeta, bem como os dados restantes sobre a direção magnética ou o seu impacto”.

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Cientistas descobrem planeta parecido com a Terra e de maior dimensão

A super-Terra tem características que a colocam na "zona habitável" de sua estrela, isto é, o novo planeta teria as condições necessárias para a existência de água em estado líquido Na órbita de uma estrela "vizinha", cientistas descobriram um novo planeta rochoso como a Terra, mas de dimensões maiores - um tipo de astro apelidado pelos astrônomos de "super-Terra". A descoberta foi publicada na última quarta-feira, (19), na revista Nature. Segundo os autores do artigo científico, a super-Terra tem características que a colocam na "zona habitável" de sua estrela, isto é, o novo planeta teria as condições necessárias para a existência de água em estado líquido. A presença de água líquida, segundo os cientistas, é o critério indispensável para a potencial existência de vida em um planeta. Com isso, a nova super-Terra é considerada uma candidata às pesquisas em busca de vida extraterrestre. O artigo revela que a estrela LHS 1140, em cuja órbita foi descoberto o novo planeta, está a 39 anos-luz do nosso Sol. Embora a distância seja imensa, a estrela pode ser considerada "vizinha" em relação à extensão da nossa galáxia, a Via Láctea, que abrange cerca de 100 mil anos-luz. "É o exoplaneta mais emocionante que vi na última década. Dificilmente poderíamos esperar um alvo melhor para realizar uma das maiores buscas da ciência: evidências de vida fora da Terra", declarou o autor principal do estudo, Jason Dittmann, do Centro Smithsonian de Astrofísica, em Cambridge (Estados Unidos). De acordo com Dittmann, a LHS 1140 é uma estrela anã, como são chamadas as estrelas cuja massa equivale a menos de 60% da massa do Sol. As estrelas anãs são a classe de estrelas mais comuns na Via Láctea.

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Astrônomos encontram planeta parecido com a Terra e que pode ser habitável
Reprodução/Twitter Com característica semelhantes à Terra e a Vênus, o planeta Kepler-1649 orbita estrela anã e pode ser habitável

Astrônomos encontram planeta parecido com a Terra e que pode ser habitável

Novo planeta será candidato primário à busca por vida extraterrestre na próxima geração de missões espaciais; planeta é pouco maior que a Terra Astrônomos descobriram um planeta parecido com a Terra a 219 anos-luz de distância, o que pode significar um grande avanço na busca por vida extraterrestre. O novo planeta é um pouco maior que o nosso e orbita uma estrela de baixa temperatura que tem um quinto do diâmetro do nosso sol. Cientistas acreditam que esse planeta, que pode ser considerado um parente próximo de Vênus, será um candidato primário na busca por vida fora da Terra na próxima geração de missões espaciais. O novo planeta foi batizado Kepler-1649, porque foi encontrado por astrônomos usando o telescópio espacial Kepler, da Nasa. A órbita próxima à estrela faz com que a incidência solar seja 2.3 vezes maior do que em nosso planeta. Planetas em órbita próxima à estrela, como o Kepler-1649, teoricamente podem se encaixar na categoria habitável, na qual é possível viver. A descoberta possibilitará um novo olhar para a natureza de planetas orbitando estrelas anãs de categoria M, que são pequenas, de baixa temperatura e relativamente comuns em nosso universo.

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Fim dos Tempos? Humanidade pode entrar em colapso nas próximas décadas, diz Nasa

A humanidade está na iminência de um colapso por conta da instabilidade econômica e do esgotamento dos recursos naturais. Essa foi a conclusão de um estudo financiado pela Nasa, a agência espacial norte-americana. Com o uso de modelos matemáticos a agência norte-americana previu o colapso do planeta Terra mesmo quando eram feitas estimativas otimistas segundo o jornal britânico Independent. Usando como modelo o colapso de antigas civilizações, como Roma, Gupta (indiana) e Han (chinesa), a Nasa concluiu que a elite da atual sociedade elevou o padrão de consumo a níveis preocupantes, disparando um alerta de colapso da nossa civilização baseada em cidades e na industrialização. "Esse ciclo de crescimento-colapso é recorrente na história da humanidade", explica o matemático Safa Motesharri. Motesharri e sua equipe exploraram diversos fatores capazes de causar a extinção da sociedade, como as mudanças climáticas, o crescimento populacional, por exemplo. Os pesquisadores descobriram que a junção desses fatores, aliada à escassez de recursos e a divisão da sociedade entre elite e massas termina por destruir esse arranjo social. Assim aconteceu em todos os impérios da Antiguidade, explica o cientista.

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Alerta geral! Mundo corre o risco de ficar 3,6° mais quente
O alerta de preservação do clima da terra está lançado...

Alerta geral! Mundo corre o risco de ficar 3,6° mais quente

Da Agência Lusa Paris - O mundo ficará, a longo prazo, 3,6 graus Celsius (ºC) mais quente se os governos simplesmente mantiverem os seus objetivos atuais, alertou, nesta terça-feira (12), a Agência Internacional de Energia (AIE). Os representantes da agência participam em Varsóvia (Polônia) das discussões sobre as alterações climáticas. No cenário estabelecido pela AIE para os países desenvolvidos, as emissões de gases que provocam o efeito estufa relacionados com a energia, que representam cerca de dois terços do total das emissões, sofrerão um aumento de 20% até 2035, mesmo com os esforços já anunciados pelos países comprometidos com as preocupações ambientais. Este cenário " leva em conta o impacto das medidas anunciadas pelos governos para melhorar a eficiência energética, o apoio às energias renováveis, a redução dos subsídios aos combustíveis fósseis e, em alguns casos, a colocação de um preço nas emissões de gás carbônico", disse a AIE no relatório anual de referência, apresentado ontem em Londres.

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Cientistas descobrem planeta parecido com a Terra
Irmão gêmeo" é uma ova! O planeta descoberto é mais quente do que Teresina!

Cientistas descobrem planeta parecido com a Terra

Cientistas apresentaram, esta semana, o “retrato falado” do planeta mais parecido com a Terra já identificado fora do sistema solar. Chamado Kepler-78b, ele é apenas 20% maior e tem uma composição muito parecida com a terrestre, feita de ferro e rocha. “É o mais próximo que já chegamos de um gêmeo da Terra. Só falta ser habitável”, disse o astrônomo Jorge Melendez, do Instituto de Astronomia (IAG) da Universidade de São Paulo, que também trabalha com a busca por planetas extrassolares. Apesar de ser rochoso, o Kepler-78b está a apenas 1,5 milhão de quilômetros de sua estrela-mãe - cem vezes mais próximo do que a Terra está do Sol -, o que faz com que sua superfície seja extremamente quente, podendo chegar a “infernais” 2,8 mil °C. “A possibilidade de vida é zero”, decreta Adriana Válio, presidente da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e professora do Centro de Radio Astronomia e Astrofísica Mackenzie.

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