Carteirada! Juiz é expulso de voo com destino a São Luís após causar tumulto

TAM teve de acionar a Polícia Federal, no Ceará, para controlar a situação; por causa da confusão, o voo JJ3324 partiu com atraso Um passageiro foi expulso nesta sexta-feira (12) do voo JJ3324, com saída do Aeroporto Internacional Pinto Martins, em Fortaleza, com destino ao Aeroporto Marechal Hugo da Cunha Machado, em São Luís, após causar tumulto dentro de uma aeronave. A informação foi confirmada pela TAM, que precisou acionar a Polícia Federal para controlar a situação. Segundo o jornalista Antonio Júnior, maranhense que estava a bordo da aeronave, um homem, que se identificou como juiz federal, quis trocar de assento, ocupando o de outro passageiro. Ele, porém, foi impedido por um comissário de bordo, o que causou a sua revolta. Depois de tumultuar o voo e agredir verbalmente o comissário de bordo, o comandante decidiu expulsá-lo. A Polícia Federal foi acionada e o juiz foi retirado da aeronave, ainda no aeroporto de Fortaleza. Por causa da confusão, a aeronave que deveria decolar 2h15, só partiu da capital cearense, com destino à São Luís, às 2h51, o que causou chateação dos outros passageiros.

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Juiz que deu voz de prisão ao não entrar em voo é acusado de usar escravos duas vezes
Baldocchi: voz de prisão a funcionários da TAM...

Juiz que deu voz de prisão ao não entrar em voo é acusado de usar escravos duas vezes

Por Leonardo Sakamoto http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br Atendentes da TAM receberam voz de prisão do juiz Marcelo Baldochi e dois deles foram conduzidos à Polícia Civil, em Imperatriz (MA), na noite deste sábado (6). O motivo: após chegar atrasado, o juiz não foi autorizado a embarcar em um voo que partia para Ribeirão Preto (SP). De acordo com depoimento de funcionários do aeroporto a este blog e com um vídeo que está circulando na rede, inconformado com o que seria um desrespeito ao seu “direito de consumidor'', o juiz mandou prender os trabalhadores. A TAM disse, em nota, que segue os procedimentos de embarque previsto na legislação. O blog não conseguiu contato com o juiz ou com o delegado até o momento de publicação deste post. Os funcionários foram liberados. Mesmo tendo sido formalmente abolida, a escravidão está tão enraizada em nossas fundações que ainda rege as relações sociais por aqui. No mundo do trabalho, sabemos quem manda e quem obedece. E as consequências de não seguir à risca os papeis atribuídos a cada um. Mas, um momento: eu disse “formalmente abolida''. Pois há quem continue sendo flagrado utilizando-se de formas contemporâneas de trabalho escravo. Como o próprio juiz Marcelo Baldochi.

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