Suspeito de matar sobrinho do ex-presidente Sarney apresenta-se à polícia, nega o crime, mas fica preso

Suspeito de matar o publicitário Diogo Adriano Costa Campos, 41 anos,  sobrinho do ex-presidente José Sarney,  apresentou-se à polícia, ainda à noite de ontem,   mas negou o crime. Trata-se de Airton Campos Pestana. Acompanhado de advogado e do pai, dono de uma oficina na Venceslau Brás, na Camboa, e verdadeiro dono do Fiat Argo vermelho, Airton  garantiu ao delegado que passou a manhã na oficina e que ao meio dia foi almoçar com o pai, no Monte Castelo. Disse, ainda, que soube do caso depois que já estava sendo acusado pelo crime. E informou que desconfia de que o carro do pai teve as placas clonadas Antes mesmo do suspeito ir à Superintendência de Homicídios, Katia Campos, tia dele, procurou o blog do jornalista Gilberto Leda para dizer que o sobrinho era inocente, e que tudo seria esclarecido. Mesmo assim, ele ficou preso.

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Morte de Alanna: dor coletiva pela perda de um sorriso meigo e contagiante

Alanna Ludmilla sumiu do convívio da mãe e de todos que a amavam  no dia 1º de novembro, consagrado a Todos os Santos pela Igreja Católica, no fulgor dos seus dez anos de idade. Ficamos  em silêncio e nada publicamos.  O alarme já havia sido dado por todo tipo de mídia. A indignação e a comoção tomaram conta de todos quantos tiveram conhecimento do fato.. Vimos jovens e adultos de todas as idades, pais e mães chorando,  toda a vez que ouviam algo sobre o indefinido paradeiro da criança. Era como se esperássemos pelo melhor, o que não aconteceu, infelizmente... Alanna Ludmilla tornou-se, de repente, a filha, a irmã, a amiguinha de escola de todos  que têm um coração batendo no peito. Uma menina linda cujo sorriso encantava todos à sua volta. Nos dias recentes, vários casos de violência e morte contra menores encheram as mídias por este Brasil a fora. Claro que todos chamaram a atenção. Mas, pela proximidade, o sumiço de Allana e o consequente medo de que o pior estaria por vir causaram mais aflição e dor, no coletivo das pessoas... Com o desfecho já conhecido nesta manhã (03), cada um reagiu a seu modo. Uns gritaram, outros choraram e  houve quem sofresse em silêncio... Dona Bernarda, minha sábia e saudosa mãe, costumava dizer que suportaria tudo, menos a dor da perda de um de seus filhos. “Que Deus me dê a morte para que eu não possa enterrar nenhum deles”, costumava dizer. Imagine a dor da mãe e dos famíliares de Alanna... Nós todos, que agora nos tornamos parentes próximos dela,  vamos ter de enterrá-la, dando adeus para sempre a esse sorriso lindo, mágico, eterno que, em apenas dois dias, correu o mundo, em especial o Estado do Maranhão, como a querer amortecer em nós o peso das lágrimas e da revolta. “Agora sei que é daquele sorriso que minha alma precisava”, disse Tati Bernardi ao perder um ente querido. Todos nós precisamos do sorriso de pureza, inocência e de esperança de Allana. E só agora começamos a  nos dar conta disso... No momento em que essa certeza nos desce goela abaixo e, feito  faca afiada, perfura o nosso ventre, já que  amamos  igualmente outras Allanas – nominadas de Valentinas,  Marias, Mônicas, Mayaras, Isabelas, Brunas. Micheles; ou Josés,  Isacs, Eduardos, Gabriéis, Lucas, Pedros, e Antonios... – voltemo-nos  para a brutalidade do gesto de quem pecou contra a Humanidade, o infanticida covarde, desalmado e cruel que se aproveitou da fragilidade e da inocência de Allana para consumar sua aberração. Espera-se que seja punido de acordo com a Lei. Vamos dispensar Talião, apesar da vontade que temos de imprimir no assassino a dor proporcional que causara à sua vítima. Neste momento, e com o semblante de Allana na cabeça, melhor lembrarmo-nos de Charles Chaplin: “Creio no sorriso e nas lágrimas como antídotos contra o ódio e o terror”. Uma maneira de termos conforto espiritual, cultivando a crença de que,  apesar de monstros e monstruosidades, há esperança de um futuro melhor, para nós e nossos filhos,  mesmo ainda vivendo esse terrível pesadelo. Enquanto isso não ocorre, protejamos, vigilantes,  nossos pequenos tesouros.

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Comoção geral: Alana é encontrada morta no quintal da casa dela

Um vizinho da casa em que a menina Alanna Ludmila Borges Pereira, 10 anos, morava com a mãe Jaciene Borges Pereira e um irmão de 4 anos, foi quem descobriu o corpo da garotinha, na manhã desta sexta (3). Ele estava sentado com outros moradores da Avenida Oito (Paço do Lumiar), diante da residência da garotinha, quando sentiu um forte odor, vindo da casa. Ele pulou o muro e percebeu que o cheiro vinha de uma pilha de telhas e entulho, localizado no quintal da casa. Retirou algumas telhas da pilha, pegou um caco e começou a escavar, achando logo um pé humano. Após o achado, o vizinho relatou o fato a outros moradores e um deles se comunicou com a delegada do Maiobão, Eunice Rubem. Quando a polícia chegou, o corpo (que estava enrolado num saco transparente, sendo que a cabeça foi coberta com um saco preto) foi totalmente desenterrado da cova rasa. O principal suspeito de cometer o assassinato – identificado como Robert Serejo Oliveira, de 32 anos, ex-namorado da mãe de Alanna, Jaciene Borges Pereira, de quem era vizinho – chegou a ajudar um tio da menina a fazer uma busca na casa, na tarde da quarta (1º), dia em que a garotinha desapareceu.

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Suspeito de disparar rojão afirma que não agiu sozinho: tatuador teria acendido o artefato
Estadão Conteúdo - Caio Silva, de 23 anos, Suspeito de soltar o rojão que matou o cinegrafista Santiago Andrade, da Rede Bandeirantes, chega ao Rio de Janeiro, depois de ser preso em Feira de Santana,

Suspeito de disparar rojão afirma que não agiu sozinho: tatuador teria acendido o artefato

Suspeito de disparar o rojão que matou o cinegrafista Santiago Andrade, da TV Bandeirantes, o jovem Caio Silva de Souza afirmou em depoimento que o responsável por ter acender o artefato foi o tatuador Fábio Raposo, conhecido como Fox. De acordo com seu depoimento, divulgado pelo jornal Extra, Caio afirma que recebeu o rojão já aceso das mãos de Fábio. O tatuador ainda teria gritado "Solta, solta" no momento da entrega. O depoimento contradiz entrevista do própria Caio à TV Globo, na qual afirmou que teria acendido o rojão pensando se tratar de uma bombinha "cabeção de nego". Ainda em relação ao tatuador Fox, depoimentos obtidos pelo jornal Folha de S.Paulo afirmam que ele era adepto da tática "black bloc" de destruição dos patrimônios em protesto. Ainda de acordo com a reportagem, o tatuador é considerado "muito influente" dentro do grupo de black blocs do Rio de Janeiro.

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