EUA – Jovem é julgada por encorajar namorado depressivo a se matar

Acusação considera que Michelle Carter matou seu companheiro. Mas a defesa recorre a histórico com tendências suicidas para argumentar que foi suicídio Ocorreu numa noite do verão de 2014. Conrad Roy, que sofria de depressão havia anos, hesitava se tiraria a própria vida. Enquanto enchia seu carro de monóxido de carbono, a namorada respondeu uma mensagem a respeito: “Volte para dentro do carro. Faça isso logo”. No dia seguinte, as autoridades encontraram o corpo sem vida do jovem dentro do veículo. Ela, que não alertou as autoridades, foi acusada de homicídio culposo. Três anos depois, um tribunal de Massachusetts decide se a jovem receberá punição penal. Pode uma pessoa ser condenada por homicídio apesar de não estar presente quando a vítima faleceu? As palavras de uma pessoa são suficientes para condená-la por homicídio? Essas são algumas das questões que o polêmico julgamento, que começou nesta terça-feira, levantará durante os próximos dias. Em Massachusetts, auxiliar alguém a suicidar-se não é crime. A acusação, liderada por Maryclare Flynn, argumentou que Michelle Carter brincou com a vida de seu namorado e a acusou de buscar protagonismo e atenção com a morte dele. Queria ser ‘a namorada do menino que se matou’.

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Delegada caça responsável por jogo virtual “Baleia Azul”, que pode levar jovens ao suicídio

O polêmico jogo virtual Baleia Azul, que tenta induzir virtualmente deus participantes ao suicídio através de 50 desafios, já tem pelo menos dois casos investigados pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Internet (DRCI). A delegada responsável pelo caso, Fernanda Fernandes, explicou sobre como deu início as investigações e diz que o maior objetivo no momento é evitar mortes por causa do jogo e identificar a autoria dos crimes. Em outros estados do Brasil, como Minas Gerais e Paraíba, já há casos confirmados e em investigação relacionados ao jogo. "Em outros estados, eles estão investigando como induzimento ao suicídio. Aqui, pretendemos, assim que identificá-los, indiciar por associação criminosa é por todos os crimes cometidos durante a participação no jogo", explicou ela, dando um exemplo prático: muitos participantes, que tem entre 12 e 14 anos de idade, precisam marcar uma baleia azul na pele com uma faca. " "Se isso for apurado, já entra o crime de lesão corporal para ser investigado", afirmou.

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A DOR QUE NILSON MATOS SENTIU E A SAUDADE QUE NOS DEIXOU!

Alguém já me disse que “o suicídio não é querer morrer, é querer desaparecer”. Isso ameniza a dor da perda do meu amigo Nilson Amorim Matos, amigo de longas jornadas, depositário de muitas confidências. Hoje, ele resolveu saltar do oitavo andar de um prédio, como a querer voar para a eternidade. Não consigo imaginá-lo tendo como decisão final abreviar a sua existência. Logo Nilson, que como professor na Universidade Federal do Maranhão, curso de Jornalismo, deu a todos os alunos aulas de resistência e de luta. Era um humanista que nos fazia acreditar na igualdade e fraternidade entre irmãos e entre povos. Avesso a conteúdos programáticos, na maioria das vezes largava o plano de aula para dar lições de vida. Intelectual, tinha um pé na Universidade e outro no mundo, ajudando-nos a compreender e interpretar os fatos do quotidiano. Pouco atuou na mídia, mas fez Jornalismo como poucos, e muito repassou da sua experiência para seus discípulos. Bebia moderadamente, o que já nem fazia nos últimos anos. Mas era nas mesas de bar que reunia a turma para dar cursos de extensão sobre liberdade e inconformismo com este mundo cão. “Tenham cuidado com pratos feitos”, costumava alertar. Nunca vi alguém com tantos planos e idéias inovadoras, dentro e fora do seu espectro profissional. Pouco realizava deles. Porém, se você os tomasse para executá-los, estava feito vida. A inconstância do seu coração de homem para com o sexo oposto sempre o acompanhou. Estava sempre à procura da felicidade, embora, muitas vezes, tenha me confessado que ela ainda não teria batido à sua porta, da forma como sonhara. A dificuldade pela sobrevivência nossa e de nossos filhos terminou nos afastando da convivência diária. Por último, raramente nos encontrávamos. Falávamos pelas redes sociais. Seu texto pouco mudou, denotando que os ideais ainda se sustentavam. Mas percebíamos, eu e ele, que o glamour das grandes inquietações com a Humanidade, como na época da “Greve pela Meia Passagem”, já se esvaía com o tempo. Um médico teria lhe informado, hoje pela manhã, que estaria com câncer e que precisaria se tratar. Imagino que Nilson convenceu a si mesmo de que não tinha disposição para encontrar a cura. E decidiu fugir da vida e da morte de uma maneira que só os suicidas acreditam. Isso faz sentido... “O suicida, na verdade, não quer se matar , mas quer matar a sua dor”, disse-me certa vez Jorge Cury, em uma palestra. O professor Nilson Amorim Matos matou a sua dor. Que não foi de todo com ele. Deixou, em forma de saudade eterna, pedaços espalhados em centenas e centenas de corações, aos quais ele ajudou tanto a amolecer. Deus te leve, Nilson, para onde tu fores merecedor.

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Tragédia em Pedreiras: juíza solta maníaco que mata a tiros ex-namorada, mototaxista e se suicida
Antônio Carlos, assassino e suicida, deixou chocada a comunidade de Pedreiras

Tragédia em Pedreiras: juíza solta maníaco que mata a tiros ex-namorada, mototaxista e se suicida

Uma tragédia ocorrida na madrugada de hoje (13), na cidade maranhense de Pedreiras, a 260 quilômetros de São Luís, na região do Médio Mearim, chocou o Estado e, com certeza, vai chocar o Brasil: inconformado com o fim de um relacionamento, Antônio Carlos da Conceição, 27 anos, natural de Coroatá-MA, matou a tiros a ex-namorada Maria Nilde e se suicidou em seguida, depois de sequestrá-la. Antes atirou e matou um mototaxista e feriu outro cidadão. Os dois tentaram ajudar a vítima a se livrar do assassino. O mais grave é que o homicida e suicida já havia sequestrado e levado a ex-namorada para cárcere privado no dia 3 de julho passado, pelo que foi preso, mas libertado 30 dias depois pela juíza de Direito Larissa Tupinambá. Era o que ele precisava para concluir seu projeto macabro. Solto, voltou a sequestrar a moça, desta vez matando-a e suicidando-se em seguida. Agora, quem vai ter que se explicar é a juíza de Direito Larissa Tupunambá - dizer das razões jurídicas que teve para libertar um cidadão sabidamente perturbado, que já havia se mostrado capaz de praticar a trajédia que chocou Pedreiras, o Maranhão e o Brasil

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PF do Piauí vai investigar venda do vídeo da adolescente que se matou em Parnaíba
Houve venda do video? Pelo menos o anúncio existiu. A PF vai investigar.

PF do Piauí vai investigar venda do vídeo da adolescente que se matou em Parnaíba

Site publicou anúncio vendendo vídeo íntimo da jovem por R$ 4,90. Advogado diz que família quer responsabilização criminal e civil. G1 Piauí A Polícia Civil do Piauí informou nesta quarta-feira (20) que irá acionar a Polícia Federal para investigar a venda do vídeo íntimo em que a adolescente Júlia Rebeca aparece com mais dois jovens. De acordo com o delegado geral James Guerra, a página é hospedada fora do Brasil e por esta razão solicitará para a PF que também avalie o conteúdo do anúncio publicado no dia 18. A garota foi encontrada morta e a hipótese é que ela tenha se matado após a divulgação do vídeo. “Tomamos conhecimento desse anúncio hoje e vamos avaliar, mas a Polícia Federal será acionada para que também verifique o conteúdo que foi publicado em um site que está hospedado fora do Brasil”, disse o delegado geral James Guerra.

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Deu no Fantástico -Mãe de jovem achada morta após vídeo íntimo reclama de ‘violação’
A bonita Júlia Rebeca, vítima da intimidade exposta no Whatsap

Deu no Fantástico -Mãe de jovem achada morta após vídeo íntimo reclama de ‘violação’

Em entrevista ao Fantástico, ela diz que não sabia o que estava ocorrendo. Outras jovens relatam vidas destruídas após intimidade exposta na web. A mãe da garota Júlia Rebeca, de 17 anos, encontrada morta em seu quarto após ter um vídeo íntimo compartilhado na internet, diz que a exposição das imagens da filha configuram uma “violação”. Rebeca morou no bairro do Vinhais, em São Luís, e foi estudante do Liceu, há dois anos, depois voltando a morar no Paiauí, na cidade de Parnaíba, onde tudo aconteceu. Em entrevista ao Fantástico, por telefone, Ivânia Salia diz que não sabia o que estava acontecendo com a filha. “Ela não demonstrou nada, nada. Todo adolescente tem o direito de ser adolescente. Eles são inconsequentes mesmo. Essa exposição toda, do vídeo, da imagem da minha filha, é uma violação.” Júlia Rebeca gravou um vídeo de sexo com uma garota e um rapaz, ambos menores de idade. As imagens foram distribuídas por celulares na cidade. Envergonhada após o compartilhamento do vídeo, ela se despediu da mãe em uma rede social. “Eu te amo, desculpa, eu n ser a filha perfeita, mas eu tentei... desculpa desculpa eu te amo muito”, postou a garota. Antes, Julia havia publicado a seguinte mensagem: “É daqui a pouco que tudo acaba”. A última mensagem deixada na rede foi: “Tô com medo, mas acho que é tchau pra sempre”. O fato chocou a população de Parnaíba. Por meio das redes sociais, vários amigos deixaram mensagens tentando confortar a família da adolescente. Uma pessoa identificada como primo de Julia passou a alimentar a página um dia após a morte da garota dando detalhes do velório. Outros casos O caso de Júlia não é único. Várias mulheres também sofreram com a intimidade exposta na internet. Normalmente, quando um vídeo como esse é disponibilizado na rede perde-se o controle.

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