Segundo a Europol, o ataque cibernético tem um nível de alcance inédito

Site do Tribunal de Justiça do Maranhão também foi a nocaute, nesta sexta-feira, 12 O ciberataque global de ransomware, um tipo de programa malicioso que codifica os arquivos de computador, tornando-os reféns para pedir resgate financeiro, já atinge quase uma centena de países, 99, segundo a empresa de segurança computacional Avast. O vírus infectou desde os equipamentos de 16 hospitais e centros de saúde no Reino Unido, sites de tribunais no Brasil, até os da Renault, que foi obrigada a interromper a produção de várias fábricas na França. Também afetou máquinas do Ministério do Interior na Rússia. O serviço europeu de polícia Europol declarou neste sábado que o ataque cibernético tem “nível inédito”. Os especialistas apontam centenas de milhares de ocorrências. Os portais de internet de várias instituições brasileiras foram desconectados ontem, sexta-feira (12)m como medida de prevenção ao ciberataque. “Não temos informações de que a segurança de nossa rede tenha sido comprometida”, informou a assessoria do Ministério Público. Mas, alguns Tribunais de Justiça e o Ministério do Trabalho e do Planejamento confirmaram que alguns de seus equipamentos foram afetados. O Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) precisou desligar seus servidores após o ataque e suspendeu o atendimento ao público na tarde da sexta-feira, segundo o jornal O Globo. A empresa de telecomunicações Vivo, do grupo da Telefônica anunciou ter ativado o protocolo de segurança, mesmo não tendo sido atingida. Algumas empresas, como Petrobras, também trabalharam uma política de prevenção para evitar danos do ciberataque.

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Guerra na Síria: entenda a escalada do conflito, até que os Estados Unidos resolveram disparar mísseis…

A guerra na Síria, que começou como um levante pacífico contra o presidente Bashar al-Assad, se converteu em um conflito brutal e sangrento que não apenas afeta a população local, mas arrasta potências regionais e internacionais. A ONU estima que a guerra tenha deixado cerca de 400 mil mortos e provocado um êxodo de mais de 4,5 milhões de pessoas do país - o maior da história recente. Na madrugada desta sexta-feira (horário sírio), a guerra ganhou novos contornos. Os Estados Unidos lançaram 59 mísseis contra uma base militar na Síria, em retaliação ao suposto ataque químico, atribuído ao governo de Bashar al-Assad, que matou ao menos 80 pessoas, entre elas 27 crianças na última terça-feira. O bombardeio foi ordenado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, que até então citava Assad como um aliado na guerra contra o terror. Os mísseis Tomahawk foram disparados de dois navios de guerra americanos estacionados no mar Mediterrâneo. Em pronunciamento, o presidente Trump classificou o ocorrido como uma "afronta à humanidade", acrescentando: "Quando você mata crianças inocentes, bebês inocentes, bebês pequenos (...) isso passa dos limites". Questionado pelo jornal The New York Times sobre o papel da Rússia, aliada de Assad, no caso, Trump afirmou que é "muito decepcionante". "Nós temos a informação de que isso (o ataque) foi feito apenas pela Síria. Mas qualquer um alinhado com a Síria... é decepcionante." O governo sírio nega ter usado armas químicas no conflito. A Rússia, por sua vez, diz que um ataque aéreo teria atingido um depósito no qual rebeldes armazenavam tais substâncias. Confira a seguir o que se sabe sobre a tragédia e entenda como a grave situação no país chegou até esse ponto:

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Preocupado, chanceler britânico pede para Rússia se retirar da Crimeia
O ministro das Relações Exteriores do Reino Unido

Preocupado, chanceler britânico pede para Rússia se retirar da Crimeia

Londres, 3 mar (EFE).- O ministro das Relações Exteriores do Reino Unido, William Hague, declarou nesta segunda-feira que está "profundamente preocupado" com a crise na Ucrânia e pediu à Rússia evitar uma intervenção na república autônoma ucraniana da Crimeia. Em declarações à "BBC" desde Kiev, Hague advertiu que Moscou pode enfrentar "custos significativos" e considerou o comportamento da Rússia como "inaceitável", ao argumentar que o governo russo "tomou o controle" da Crimeia. O ministro, que se encontra na Ucrânia para se reunir com autoridades do governo interino, disse que a situação possui um "risco constante", já que, segundo ele, a situação pode ficar de controle. Hague destacou a resposta moderada do governo interino ucraniano diante das "provocações" do governo russo, mas disse se sentir muito "muito preocupado" com a atitude da Rússia. "Se a Rússia continuar nesta direção, teremos que ser claros ao dizer que esta não é uma maneira aceitável de dirigir as relações internacionais. Isto é algo que a Rússia deve reconhecer", disse o chanceler britânico. "Certamente, haverá custos significativos", especificou Hague, que não descartou a possibilidades de sanções econômicas.

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