Venda da TV Mirante continua complicada. Agora, seria Fernando Sarney o comprador, mas Roseana vira pedra no sapato
Roseana teria virado "pedra" no "sapato" de Fernando Sarney

Venda da TV Mirante continua complicada. Agora, seria Fernando Sarney o comprador, mas Roseana vira pedra no sapato

Um novo componente na novela de compra e vende da TV Mirante de São Luís e Imperatriz teria surgido. Por isso, o processo teria empacado, segundo noticiou O Informante. blog do JP, dando conta de que a ex-governadora Roseana Sarney teria sido a "pedra no sapato" na negociação. Que toma novos contornos... Roseana – uma das sócias das TVs, junto com os irmãos Fernando e Zequinha (José Sarney Filho, ministro do Meio Ambiente) – teria pedido uma parte bem maior do que tanto os irmãos como o comprador (Rede Integração, de Minas Gerais) esperavam. Em meio ao impasse, uma nova informação surge em relação ao caso. Segundo uma fonte ouvida pelo blog, Fernando Sarney já trabalha em outra frente para Roseana teria virado "pedra" no "sapato" de Fernando Sarney concretizar a venda da Mirante. Ele estaria recrutando alguns amigos empresários de fora para comprar a emissora. O negócio funcionaria da seguinte forma: Fernando seria o único dono das duas principais TVs do grupo Mirante (São Luís e Imperatriz). Os sócios convidados por ele funcionariam apenas como testa de ferro do filho de Sarney. Entre os motivos para que Fernando compre a parte dos irmãos e assuma o controle total das emissoras seria acabar com a briga criada na família Sarney. Tanto Roseana quanto Sarney Filho colocaram familiares dentro da TV Mirante alocados em cargos de diretoria. Como todos querem mandar na emissora, isto estaria gerando uma série de conflitos no clã. O grande problema reside agora em encontrar uma solução para o valor alto pedido por Roseana para vender sua parte na Mirante. Fernando tenta dissuadir a irmã a fim de que a venda seja concretizada.

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Pé no freio no Sistema Mirante. Venda é abortada e o novo comandante é Maurício Macedo
Com venda "melada", Maurício Macedo passa a ser o todo-poderoso do Sistema Mirante de Comunicação.

Pé no freio no Sistema Mirante. Venda é abortada e o novo comandante é Maurício Macedo

O ex-secretário de Indústria e Comércio do Maranhão Maurício Macedo é quem assumirá o comando das emissoras de televisão de São Luís e Imperatriz pertencentes ao Sistema Mirante de Comunicação. A posse de Macedo será formalizada nos próximos dias. Uma fonte consultada por O INFORMANTE, na manhã desta segunda-feira, 3, confirmou a reviravolta no comando da Mirante. “O Maurício Macedo foi chamado por Jorge Murad para assumir formalmente o comando da Mirante e fará uma gestão independente, com o objetivo de recuperar a empresa financeiramente. Terá total liberdade, sem precisar consultar Fernando, Roseana, Sarney Filho, Tereza nem ninguém; esse foi o acordo”, revelou a fonte. Conforme revelou O INFORMANTE, neste domingo, a venda da TV Mirante para um grupo de Minas Gerais estava praticamente fechada, mas foi suspensa por causa da insegurança jurídica que os compradores identificaram com a decretação da indisponibilidade dos bens, pela Justiça, da sócia Roseana Sarney. A decisão provocou uma reviravolta no comando do conglomerado de empresas que compõem o Sistema Mirante. Na nota deste domingo, O INFORMANTE disse que a direção do grupo, hoje de responsabilidade do empresário Fernando Sarney, passaria a ser de Jorge Murad, esposo de Roseana, com o aval de Sarney Filho. A adesão de Zequinha a Jorge Murad dar-se-ia ao fato de o hoje Ministro do Meio Ambiente ter recebido a garantia do cunhado de que Roseana não será candidata a senadora, deixando o caminho livre para o irmão tentar realizar o sonho de ser senador pelo Maranhão. Formalmente, porém, quem assume o comando é Maurício Macedo, chamado por Jorge para a missão. Com isso, Fernando Sarney, que hoje é muito mais presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) que presidente do Sistema Mirante, encargo que destinou à esposa Tereza Murad, passa a ter papel secundário na gestão dos negócios da empresa.

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Demissão de Gastão do FNDE pode refletir perda de força de Sarney com Temer

A exoneração de Gastão Vieira da presidência do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) – perdeu o lugar para Sie Sousa Pinheiro, da Bahia, indicação do prefeito de Salvador ACM Neto – sinaliza que a relação do ex-senador José Sarney com o presidente Michel Temer não é das melhores. Em entrevista ao programa ‘Ponto e Vírgula’, da rádio Difusora FM, Gastão Vieira (PROS), aliado de muitos anos da família Sarney, disse que foi pego de surpresa com a decisão de Temer de demiti-lo. É que apesar das investidas para derrubá-lo, Gastão recebeu a garantia de José Sarney de que continuaria no cargo. O deputado federal Hildo Rocha, homem de recados do grupo Sarney, chegou a conversar com Gastão dando-lhe certeza de que continuaria no comando do FNDE. No FNDE, Gastão Vieira chegou a prestar favores à família Sarney. Antes, o órgão reprovou parcialmente as contas do Projovem Urbano no exercício de 2010, durante o Governo Roseana Sarney, responsabilizando-a pelo prejuízo aos cofres públicos de mais de meio milhão de reais (R$ 559 mil), por pagamentos superiores ao devido e ausência de comprovação das despesas, conforme autoria realizada em 2013. Para se defender, Roseana alegou que o Termo de Adesão ao programa foi assinado em 2010 pelo então vice-governador João Alberto, e por isso seria ele o responsável pelo ressarcimento ao erário. Inicialmente, o FNDE não acatou a defesa da ex-governadora. Mas, em um surpreendente reexame, o FNDE, então presidido por Gastão Vieira por obra, graça e indicação do ex-senador José Sarney, acabou voltando atrás e aceitou a tese da defesa da ex-governadora, mantendo apenas o ex-vice-governador João Alberto e os ex-secretários, como responsáveis pelos recursos desviados. A informação foi publicada pelo blog do jornalista Raimundo Garrone. Com os favores prestados ao clã, Gastão Vieira, que na entrevista à Difusora fez duras críticas ao governo Flávio Dino, contava com a proteção de José Sarney para continuar no FNDE. Só não esperava o distanciamento de Temer e Sarney. Entre os vários motivos, como a falta de cargos e espaços importantes no governo Michel Temer, José Sarney reclama do degaste de Sarney Filho no ministério do Meio Ambiente. Sarney entende que Temer não tem dado o apoio necessário ao filho, que pode cair a qualquer momento, diante das críticas e da forte oposição que vem recebendo. Magoado, o oligarca maranhense chegou a declarar recentemente que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso poderia assumir a Presidência da República numa eleição indireta, decidida no Congresso Nacional.

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Justiça aceita denúncia contra Roseana Sarney e mais 15 por fraude na saúde do Maranhão
Roseana Sarney e Ricardo Murad, seu cunhado, alvos de processo por suspeitas de fraude

Justiça aceita denúncia contra Roseana Sarney e mais 15 por fraude na saúde do Maranhão

A Justiça do Maranhão aceitou denúncia contra a ex-senadora e ex-governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB); contra o cunhado dela, Ricardo Murad (PMDB); e mais 14 pessoas. Todos se tornaram réus de ação proposta pelo MPE (Ministério Público Estadual), em fevereiro, denunciando organização criminosa para fraude em licitação e desvio de recursos para construção e reforma de hospitais no Maranhão. Além de possível enriquecimento ilícito, Sarney e aliados teriam recebido doações generosas das empresas vencedoras da licitação em campanhas eleitorais. Segundo a denúncia --aceita segunda-feira (2) pelo juiz Fernando Luiz Mendes Cruz, da 7ª Vara Criminal de São Luís--, houve superfaturamento no preço de obras em 64 hospitais. Cinco empreiteiras e seus proprietários foram alvo da denúncia. As fraudes teriam ocorrido em 2009 e 2010. A concorrência para as obras dos hospitais ocorreu por meio edital de dispensa de licitação publicado em setembro de 2009. O cunhado de Roseana, Ricardo Jorge Murad, era secretário de saúde e ordenador de despesa. O promotor cita que os valores iniciais das obras, de R$ 115 milhões, ganharam oito aditivos aos contratos, alcançando o valor de R$ 151 milhões. "É evidente o superfaturamento dos preços das obras, pois os aditivos não tiveram nenhuma justificativa, senão expandir artificialmente as despesas com as obras dos hospitais", afirmou.

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Delator da ‘Lava Jato’ aponta ‘fluxo de propina’ no governo de Roseana Sarney
Youssef: ainda sendo motivo para o pesadelo dos Sarney...

Delator da ‘Lava Jato’ aponta ‘fluxo de propina’ no governo de Roseana Sarney

O novo delator da Operação 'Lava Jato' Carlos Alexandre de Souza Rocha, o Ceará, afirmou à Procuradoria-Geral da República que o doleiro Alberto Youssef - peça central da operação - lhe mostrou no final de 2013 um rascunho indicando "fluxo de propina" dividido em vários níveis, um deles identificado pela palavra 'Leão' - suposta referência ao Palácio dos Leões, sede do Governo do Maranhão. Os investigadores trabalham com a hipótese de que a propina seria referente a um precatório de R$ 134 milhões da gestão Roseana Sarney (PMDB), filha do senador José Sarney (PMDB/AP), em favor da UTC Engenharia. Apontada como líder do club vip de empreiteiras que formaram cartel para fraudar licitações bilionárias na Petrobras entre 2004 e 2014, a UTC Engenharia tem em seu presidente, o empresário Ricardo Pessoa, um dos alvos da 'Lava Jato'. O relato de Ceará reforça a denúncia do próprio doleiro Youssef, que afirmou à força-tarefa da 'Lava Jato' que pagou R$ 3 milhões em propinas para o então secretário-chefe da Casa Civil de Roseana, João Abreu, em troca da liberação do precatório milionário da empreiteira. Ceará fez dezenove depoimentos à Procuradoria-Geral da República entre 29 de junho e 2 de julho de 2015. O Termo de Declaração número 13 trata especificamente do precatório. O procurador-geral Rodrigo Janot mandou encaminhar ao Ministério Público do Maranhão cópia desse depoimento do delator. Nele, Ceará disse que "no final de 2013" pegou uma carona de carro com Youssef e ambos passaram na sede da UTC em São Paulo. Ele contou que ficou aguardando em uma sala de reunião. "Youssef se dirigiu às salas dos diretores, não sabendo o declarante com quem ele foi falar. Ao retornar, Youssef mostrou ao declarante um papel rascunhado, dizendo que tinha recebido autorização para fechar um negócio sobre um precatório no Maranhão de cerca de R$ 100 milhões. Youssef estava bastante entusiasmado com o negócio, que, por isso, o declarante acredita que seria bastante rentável", diz o texto da declaração.

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Doleiros falam de propina da Petrobras a Roseana Sarney, mas não revelam quem entregou
Paulo Roberto e Alberto Youssef confirmam propina, mas quem entregou?

Doleiros falam de propina da Petrobras a Roseana Sarney, mas não revelam quem entregou

Operação Lava Jato: novos depoimentos foram marcados para esta terça-feira (23) na Justiça Federal em Curitiba. A Justiça Federal vai ouvir cinco testemunhas de acusação convocadas pelo Ministério Público Federal. São réus neste processo os ex-deputados federais Pedro Corrêa, que era do Partido Progressista, e Luiz Argolo, afastado do Solidariedade. As audiências começam às 14h em Curitiba. Na segunda, a Polícia Federal fez uma acareação entre os dois principais delatores do escândalo na Petrobras. Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef mantiveram os depoimentos que já tinham prestado. A acareação na Polícia Federal em Curitiba durou mais de oito horas. O ex-diretor de abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef ficaram frente a frente para esclarecer divergências nos depoimentos. Os delatores falaram sobre o repasse, de R$ 2 milhões, para a campanha de Roseana Sarney, do PMDB, ao governo do Maranhão e mantiveram as versões dos depoimentos anteriores: Paulo Roberto Costa falou que Alberto Youssef entregou o dinheiro. Já o doleiro disse que o pagamento existiu, mas que não foi ele que fez. “O que o Alberto contesta não é a existência ou não da operação, foi quem realizou a operação em si, quem foi que efetivou a entrega do dinheiro”, disse o advogado de Youssef, Tracy Reinaldet.

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Lava Jato – Roseana já prestou depoimento à Polícia Federal, no DF
Lava Jato: Roseana passou quase duas horas prestando depoimento na PF, em Brasília

Lava Jato – Roseana já prestou depoimento à Polícia Federal, no DF

A ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney (PMDB) prestou depoimento na sede da Polícia Federal, em Brasília, nesta terça-feira, 19. As declarações duraram cerca de 1h50. No início de março, o Supremo Tribunal Federal abriu inquérito para investigar a ex-governadora, após ela ser citada em delação premiada na Operação Lava Jato. O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa afirmou em sua colaboração que ?reuniu-se pessoalmente com Roseana em 2010 para tratar de propina?. As revelações de Costa e do doleiro Alberto Youssef, personagem central da Lava Jato, motivaram a abertura de inquéritos para investigar deputados, senadores, governadores e ex-governadores por ordem do STF. Segundo o delator, o senador Edison Lobão (PMDB-MA), ex-ministro de Minas e Energia, foi quem solicitou R$ 2 milhões, destinados à campanha de Roseana ao governo do Estado em 2010. O valor, afirma Costa, foi pago em espécie via Youssef. Lobão também é investigado pelo STF. O dinheiro, diz o delator, teria saído de contratos da Petrobras. O ex-diretor não indicou de maneira específica o contrato do qual saíram os valores. Segundo ele, existia uma espécie de caixa de propina, administrada por Youssef, de onde o dinheiro supostamente entregue à ex-governadora teria sido retirado.

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De “Olho” na prefeitura, Eliziane usa a CPI da Petrobrás em seu benefício quando convoca Erenice, mas poupa Lobão e Roseana Sarney

Com as eleições municipais de 2016 já despontando no calendário político do País, as CPIs são o palco dos sonhos de nove entre dez parlamentares, que aproveitam os holofotes da imprensa para ganhar doses extras de visibilidade, a exemplo da Deputada federal pelo PPS do Maranhão, que está de olho na prefeitura de São Luís, Eliziane Gama parece que desconhece o significado da palavra coerência, quando convoca Erenice Guerra, mas poupa o senador Edison Lobão (PMDB) e Ex-governadora Roseana Sarney (PMDB), envolvidos na investigação do Supremo Tribunal Federal na Operação Lava-Jato. Integrante da CPI da Petrobras, onde vem atuando à sombra de um binômio que mescla desenvoltura parlamentar com ambição política, Eliziane apresentou requerimento de convocação de Erenice Guerra, ex-chefe da Casa Civil, que integrou o Conselho Fiscal da companhia petrolífera entre 2006 e 2008.

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Sarney sai em defesa da sua filha Roseana: “Injustiça e vingança”

O ex-senador José Sarney saiu em defesa da filha, Roseana, e acusou o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de agir por "vingança" ao listar a ex-governadora entre os envolvidos com suspeitas de desvios da Petrobras. "Como vem fazendo desde a última eleição, quando pediu intervenção federal no Maranhão e perseguiu a governadora Roseana Sarney no episódio de Pedrinhas, resolve vingar-se de mim, atribuindo-me a culpa pela recusa do amigo".

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Complicou! juiz libera informações da Lava-Jato ao governo do Maranhão

O juiz federal Sérgio Moro acatou o pedido da Secretaria de Transparência e Controle do Maranhão e liberou as informações sobre o pagamento feito pelo governo do estado à Constran, alvo da investigação da Operação Lava-Jato. Para o juiz há indícios de que teria havido ajuste de pagamento de vantagem indevida a servidores públicos, ou seja, pagamento de propina para a liberação dos precatórios da Constran e que existe a “possível participação nos fatos da então Governadora Roseana Sarney”.

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