Sumiço de Priscila. Vejam só a responsabilidade do Estado!

Embora sejam poucos os detalhes sobre o desaparecimento da jovem advogada Priscila Guimarães Pinheiro, que saiu de casa na terça-feira passada (dia 9), para ir ao fórum do Calhau, e sumindo, misteriosamente, a angústia e torcida para que tudo termine bem e ela possa retornar sã e salva ao convívio da família já contaminam praticamente toda a São Luís e todo o Maranhão, começando pelos parentes, amigos, colegas de profissão e chegando à sociedade em geral. No episódio, todos se perguntam como é possível alguém deixar a sua residência com o nobre propósito de ir ao trabalho e ter o seu direito de ir e vir cerceado, sem que tenha ao menos a chance de se despedir daqueles que ama e deve satisfação. E logo todos remetem o fato para a sensação de insegurança que vivem os habitantes de São Luís e de algumas tantas cidades maranhenses. Há muito tempo, poucos se sentem seguros: em casa, na parada de ônibus, nas estaões, dentro dos coletivos ou até mesmo dentro do seu automóvel. O novo governo do Maranhão – que não é o responsável por esse caos chamado insegurança coletiva da população, e todos sabem disso – também é o responsável por ela, no momento em que assumiu o comando do Estado. Ao votar em Flávio Dino e seu grupo político, a população maranhense, mais que o sufrágio, colocou em suas mãos essa grande responsabilidade de restaurar nos cidadãos a sensação de segurança, bem como muitas outras. O desaparecimento de Priscila é emblemático. E Deus sabe como torcemos para que reapareça, sã e salva e volte ao convívio de quem está chorando por ela. Mas se a fatalidade for inevitável e essa bela, jovem e promissora advogada tiver sido vítima de um latrocínio, estupro ou coisas do gênero, a coisa pode se complicar. Embora sejam poucos os detalhes sobre o desaparecimento da jovem advogada Priscila Guimarães Pinheiro, que saiu de casa na segunda-feira passada (dia 8), para ir ao fórum do Calhau, e sumindo, misteriosamente, a angústia e torcida para que tudo termine bem e ela possa retornar sã e salva ao convívio da família já contaminam praticamente toda a São Luís, começando pelos parentes, amigos, colegas de profissão e a sociedade em geral. No episódio, todos se perguntam como é possível alguém deixar a sua residência com o nobre propósito de ir ao trabalho e ter o seu direito de ir e vir cerceado, sem que tenha ao menos o direito de se despedir daqueles que ama e deve satisfação. E logo todos remetem o fato para a sensação de insegurança que vivem os habitantes de São Luís. Há muito tempo ninguém se sente mais segura: em casa, na parada de ônibus, dentro do coletivo ou até mesmo dentro do seu automóvel. O novo governo do Maranhão – que não é o responsável por esse caos chamado insegurança coletiva da população, e todos sabem disso – também é o responsável por ela, no momento em que assumiu o comando do Estado. Ao votar em Flávio Dino e seu grupo político, a população maranhense, mais que i sufrágio, colocou em suas mãos essa responsabilidade de restaurar nos cidadão a sensação de segurança, bem como muitas outras. O desaparecimento de Priscila é emblemático. E Deus sabe como torcemos para que ela reapareça, são e salva. Mas se a fatalidade for inevitável e essa bela e promissora jovem profissional tiver sido vítima de um latrocínio, estupro ou coisas do gênero, a coisa pode se complicar. Deus queira que não. Do contrário, as instituições estão à prova, catalogadas comoincapazes de nos proteger do mau cada vez mais latente que ronda a cabeça e ameaça a vida de todos nós. Deus queira que não. Do contrário, as instituições estão à prova, catalogadas como incapazes de nos proteger do mau cada vez mais latente que ronda as nossas cabeças e ameaça a vida de todos nós. Governador, pense na gravidade dessa situação....

Continuar lendo Sumiço de Priscila. Vejam só a responsabilidade do Estado!