Vetado por Sarney para ministério, Pedro Fernandes renuncia à vice-liderança do governo na Câmara

Parlamentar do PTB havia sido indicado pelo partido para assumir comando do Ministério do Trabalho. Ao pedir para deixar a função, Fernandes alegou que quer 'evitar embaraços' a Temer. Após ser barrado para o comando do Ministério do Trabalho, o deputado Pedro Fernandes (PTB-MA) pediu nesta terça-feira (9) para deixar de ocupar o posto de vice-líder do governo na Câmara. O parlamentar maranhense foi indicado pelo PTB para assumir o Ministério do Trabalho, mas afirmou que teve o seu nome vetado pelo ex-presidente José Sarney, um dos políticos mais influentes do PMDB e do Maranhão, base eleitoral de Pedro Fernandes. Em uma carta enviada ao líder do governo na Câmara, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), Fernandes pediu para ser destituído da função de vice-líder para, segundo ele, “evitar embaraços” para o presidente Michel Temer. “Diante das circunstâncias e para evitar embaraços do sr. presidente Michel Temer com o sr. ex-presidente José Sarney, notifico meu desinteresse de continuar como vice-líder”, escreveu o deputado do PTB no pedido para se desincompatibilizar do posto. Pedro Fernandes fez questão de ressaltar na carta que acompanhou “todas as orientações do governo nas votações em plenário e nas comissões permanentes e especiais”. Ao G1, o deputado do PTB explicou que a solicitação para deixar a vice-liderança ainda depende de um ato formal do líder do governo na Câmara. Embora ainda esteja à espera da confirmação do líder do governo, Pedro Fernandes afirmou que já se sente ex-vice-líder.

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Pressão! Robert Mugabe renuncia à presidência do Zimbábue

O ditador de 93 anos de idade governava o país desde 1980 O presidente do Zimbábue, Robert Mugabe, renunciou ao seu cargo nesta terça-feira. A informação foi divulgada pelo porta-voz do Parlamento local, Jacob Mudenda.  Em uma carta endereçada aos parlamentares, o agora ex-presidente afirmou que sua decisão foi totalmente voluntária. Mugabe também disse que decidiu renunciar para garantir uma transferência de poder sem grandes impactos na política e segurança do país, segundo a agência de notícias Reuters. O anúncio acontece no momento em que os legisladores do país debatiam um pedido de impeachment contra o ditador de 93 anos. Mugabe governava o Zimbábue desde 1980. Ele havia se recusado a deixar a Presidência na semana passada, durante uma série de negociações com as Forças Armadas, que tomaram o poder durante uma intervenção. No último domingo, o próprio partido de Mugabe, a União Nacional Africana do Zimbábue – Frente Patriótica (Zanu-PF, na sigla em inglês), deu-lhe um ultimato, exigindo a renúncia do ditador até o meio-dia de segunda-feira.

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‘Se quiserem, me derrubem’, diz Temer em entrevista ao negar renúncia

Questionado sobre qual seria sua culpa, Temer diz que foi a ingenuidade. O presidente Michel Temer (PMDB) voltou a negar que irá renunciar ao cargo. Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, publicada nesta segunda-feira, ele diz que não renuncia porque isso seria um atestado de culpa. “Se quiserem, me derrubem, porque, se eu renuncio, é uma declaração de culpa”, afirmou. Temer foi jogado na mais grave crise política de seu governo pela revelação das gravações feitas pelo empresário Joesley Batista, dono do grupo JBS. Em delação premiada, Joesley afirma que Temer concordou com os pagamentos para silenciar o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Sobre esse episódio, Temer afirma que sua frase foi dada quando Joesley afirmava: “Olhe, tenho mantido boa relação com o Cunha”. “[E eu disse]: “Mantenha isso”. Além do que, ontem mesmo o Eduardo Cunha lançou uma carta em que diz que jamais pediu [dinheiro] a ele [Joesley] e muito menos a mim.” Questionado sobre qual seria sua culpa, Temer diz que foi a ingenuidade. “Fui ingênuo ao receber uma pessoa naquele momento.” O presidente afirma desconhecer que Joesley era investigado e minimizou o fato de receber o empresário tarde da noite, em um encontro que não constava da agenda oficial. “Você sabe que muitas vezes eu marco cinco audiências e recebo 15 pessoas. Às vezes à noite, portanto inteiramente fora da agenda.”

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Temer ganha fôlego com permanência de PSDB, DEM e PPS na base aliada

emonstração de força ao reunir importantes aliados no Palácio da Alvorada no domingo à noite. Depois do encontro, que reuniu 17 ministros, 23 deputados e 6 senadores de diversos partidos, alguns dos participantes afastaram o risco de debandada da base aliada. Mais cedo, PSDB, DEM e PPS já haviam cancelado uma reunião, prevista para domingo de tarde, em que discutiriam a possível saída do governo. Investidores dos EUA manterão distância da JBS, diz analista americana Líder do DEM diz que acusações são graves, mas que partido vai esperar para decidir se sai do governo Temer Participaram do encontro com Temer no Alvorada, por exemplo, os ministros tucanos Aloysio Nunes (Relações Exteriores), Bruno Araújo (Cidades) e Antônio Imbassahy (Secretaria de Governo), assim como o novo presidente do PSDB, senador Tasso Jereissati. Do PPS, esteve presente o ministro da Defesa, Raul Jungmann. Já o DEM foi representado pelo presidente do partido, senador Agripino Maia, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, o líder da bancada na Câmara, deputado Efraim Filho, e o ministro da educação, Mendonça Filho. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB) também participou e, junto com Rodrigo Maia, manifestou lealdade e compromisso com a pauta do governo no Congresso. Já Temer voltou a repetir no encontro que não pretende renunciar.

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Michel Temer taxativo: “Não renunciarei!” E agora?

Presidente afirmou que não teme delação. Segundo 'O Globo', empresário entregou à PGR gravação de conversa com Temer sobre a compra do silêncio de Eduardo Cunha. O presidente Michel Temer afirmou na tarde desta quinta-feira (18) no Palácio do Planalto que não teme delação e que não renunciará. Ele fez um pronunciamento motivado pela delação premiada dos empresários Joesley e Wesley Batista, donos da JBS. As delações já foram homologadas pelo Supremo Tribunal Federal. Nesta quinta, o ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no STF, autorizou a abertura de inquérito para investigar o presidente. "No Supremo, mostrarei que não tenho nenhum envolvimento com esses fatos. Não renunciarei. Repito: não renunciarei. Sei o que fiz e sei a correção dos meus atos. Exijo investigação plena e muito rápida para os esclarecimentos ao povo brasileiro. Essa situação de dubiedade e de dúvida não pode persistir por muito tempo", declarou. Reportagem publicada no site do jornal "O Globo" nesta quarta (17) informou que Joesley Batista entregou à Procuradoria Geral da República (PGR) gravação de conversa na qual ele e Temer falaram sobre a compra do silêncio do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso na Operação Lava Jato. "Não temo nenhuma delação, nada tenho a esconder", disse Temer. "Nunca autorizei que se utilizasse meu nome", declarou o presidente. Houve, realmente, o relato de um empresário que, por ter relações com um ex-deputado, auxiliava a família do ex-parlamentar. Não solicitei que isso acontecesse. E somente tive conhecimento desse fato nessa conversa pedida pelo empresário", disse. Ele afirmou que nunca autorizou que se pagasse a alguém para ficar calado. "Em nenhum momento autorizei que pagasse a quem quer que seja para ficar calado. Não comprei o silêncio de ninguém", declarou. Temer disse que pediu oficialmente ao Supremo acesso ao conteúdo das delações, mas não conseguiu. "Meu governo viveu nesta semana seu melhor e seu pior momento", disse Temer, em referência a indicadores de inflação, emprego e desempenho da economia e à revelação da delação dos donos da JBS. "Todo o esforço para tirar o país da recessão pode se tornar inútil", afirmou. Segundo o presidente, "a revelação de conversas gravadas clandestinamente trouxe fantasmas de crise politica de proporção ainda não dimensionada". O presidente Michel Temer afirmou na tarde desta quinta-feira (18) no Palácio do Planalto que não teme delação e que não renunciará. Ele fez um pronunciamento motivado pela delação premiada dos empresários Joesley e Wesley Batista, donos da JBS. As delações já foram homologadas pelo Supremo Tribunal Federal. Nesta quinta, o ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no STF, autorizou a abertura de inquérito para investigar o presidente. "No Supremo, mostrarei que não tenho nenhum envolvimento com esses fatos. Não renunciarei. Repito: não renunciarei. Sei o que fiz e sei a correção dos meus atos. Exijo investigação plena e muito rápida para os esclarecimentos ao povo brasileiro. Essa situação de dubiedade e de dúvida não pode persistir por muito tempo", declarou. Reportagem publicada no site do jornal "O Globo" nesta quarta (17) informou que Joesley Batista entregou à Procuradoria Geral da República (PGR) gravação de conversa na qual ele e Temer falaram sobre a compra do silêncio do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso na Operação Lava Jato. "Não temo nenhuma delação, nada tenho a esconder", disse Temer. "Nunca autorizei que se utilizasse meu nome", declarou o presidente. Houve, realmente, o relato de um empresário que, por ter relações com um ex-deputado, auxiliava a família do ex-parlamentar. Não solicitei que isso acontecesse. E somente tive conhecimento desse fato nessa conversa pedida pelo empresário", disse. Ele afirmou que nunca autorizou que se pagasse a alguém para ficar calado. "Em nenhum momento autorizei que pagasse a quem quer que seja para ficar calado. Não comprei o silêncio de ninguém", declarou. Temer disse que pediu oficialmente ao Supremo acesso ao conteúdo das delações, mas não conseguiu. "Meu governo viveu nesta semana seu melhor e seu pior momento", disse Temer, em referência a indicadores de inflação, emprego e desempenho da economia e à revelação da delação dos donos da JBS. "Todo o esforço para tirar o país da recessão pode se tornar inútil", afirmou. Segundo o presidente, "a revelação de conversas gravadas clandestinamente trouxe fantasmas de crise politica de proporção ainda não dimensionada". Íntegra do pronunciamento Leia abaixo a íntegra do pronunciamento de Michel Temer:

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Planalto é avisado que até base aliada quer renúncia de Temer
Temer em maus lençõis: renúncia à vista...

Planalto é avisado que até base aliada quer renúncia de Temer

Articuladores políticos do governo foram avisados no fim da noite desta quarta-feira (17) que vários grupos de parlamentares que integram o núcleo duro da base aliada querem a renúncia do presidente Michel Temer. Segundo o jornal "O Globo", o dono da JBS, Joesley Batista, entregou gravação ao Ministério Público com uma conversa entre ele e Temer na qual eles discutiram a compra do silêncio do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Em uma reunião com conselheiros políticos, na noite desta quarta, o presidente já disse que não tem disposição em renunciar. Além disso, segundo auxiliares, o presidente se defendeu e ressaltou que, em nenhum momento, falou sobre o silêncio de Cunha. Várias reuniões aconteceram dentro e fora da Câmara durante a noite. Segundo relatos feitos ao Blog por parlamentares da base, o clima é de velório. O Planalto foi avisado que, se Temer não der sinalização rápida de solução para a crise política, através da renúncia, haverá forte movimento nesse sentido pelos próprios aliados, o que deixaria a situação do presidente insustentável. Já há parlamentares que avaliam que, se Temer não tomar essa posição, será atropelado e perderá qualquer tipo de influência sobre o processo de sucessão.

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Finalmente! Eduardo Cunha renuncia à presidência da Câmara tentando salvar o mandato
Lágrimas de crocodilo? Cunha chora ao anunciar renúncia à presidência da Câmara. Quer salvar o mandato...

Finalmente! Eduardo Cunha renuncia à presidência da Câmara tentando salvar o mandato

Chorando, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) renunciou à presidência da Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (7) na tentativa de salvar o mandato: “Continuarei a defender a minha inocência de que falei a verdade. Sofro da seletividade do órgão acusador [Procuradoria Geral da República] que atua em relação a mim diferentemente de outros investigados com o mesmo foro.” Cunha agradeceu a Deus pela oportunidade de presidir a Câmara e aos partidos que o apoiaram. “É público e notório que a Casa está acéfala, fruto de uma interinidade bizarra. Somente a minha renúncia poderá por fim a essa instabilidade sem prazo. A Câmara não suportará esperar indefinidamente”, ressaltou. Cunha reclamou do tratamento dado à família dele, especialmente à esposa Cláudia Cruz e à filha mais velha. As duas são beneficiárias de trustes na Suíça. Para ele, este é o preço pago por ter aberto o processo de impeachment. Apesar da emoção, a estratégia de Cunha é evitar que seu mandato seja cassado. Caso isso ocorra, os processos contra ele seguem para a primeira instância na Justiça do Paraná, para as mãos do juiz Sérgio Moro. A decisão foi tomada após encontro com advogados e aliados. Nos bastidores, ele articula indicar o próximo presidente da Casa. O prazo para novas eleições é de cinco sessões, e a previsão é de que a Casa já as convoque para a próxima segunda-feira (11). O predsidente interino, o maranhense Waldir Maranhão, já está tratando daprovidência. O principal nome é do deputado Rogério Rosso (PSDB-DF). O nome agrada a Cunha e ao Planalto. Há, entretanto, mais de dez parlamentares que articulam candidatura para o posto. "Desejo sucesso ao presidente Michel Temer e ao futuro presidente da Câmara dos Deputados. Que Deus abençoe esta nação", concluiu Cunha.

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Carta na manga! Jornal afirma que Dilma vai renunciar e convocar novas eleições!
Dilma pode pregar uma peça em Temer

Carta na manga! Jornal afirma que Dilma vai renunciar e convocar novas eleições!

Por essa, o vice-presidente da República, Michel Temer, não esperava, a se confirmar matéria do jornal O Globo, desta segunda-feira: a presidente Dilma Rousseff deverá tomar uma atitude em relação ao processo de impeachment que ela mesma e seu partido, o PT, definem como um golpe de Estado, e renunciaria ao cargo e convocaria novas eleições gerais. Segundo a publicação, a presidente irá enviar ao Congresso uma PEC (proposta de emenda constitucional) para que o processo seja realizado ainda neste ano. No aguardo da conclusão a respeito do processo de afastamento de Dilma, o vice Michel Temer (PMDB) teria sido informado de que um pronunciamento nas redes de TV e rádio nacionais informaria à população sobre a renúncia e ainda solicitaria que o peemedebista fizesse o mesmo. A propaganda seria veiculada na próxima sexta (6).

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Milionário indiano doa fortuna e larga tudo para virar monge

Um dos homens mais ricos da Índia renunciou a sua fortuna para seguir uma vida espiritual de total austeridade. Bhanwarlal Doshi, que criou um império do plástico avaliado em US$ 600 milhões (R$ 1,8 bilhão) pela revista Forbes, tornou-se monge do jainismo, uma das religiões mais rigorosas e tradicionais da Ásia. O jainismo não só exige a renúncia a bens materiais, como também professa uma vida de profundo respeito à vida, em que se evita violência até contra insetos ou mesmo micróbios. De milionário a monge A busca de um caminho espiritual é algo comum na Índia, mas a mudança radical na vida de Doshi para alcançar seu moksha – ou salvação – não tem precedentes, segundo Amresh Dwivedi, do serviço hindu da BBC. Tampouco foi uma decisão tomada repentinamente, por causa de alguma crise mental ou moral que o empresário teria sofrido. Bhanwarlal Doshi, na verdade, passou décadas pensando em abandonar sua riqueza e entregar-se à espiritualidade. Ele discutiu seus planos com sua família que, no início, rejeitou a ideia. Doshi queria receber a diksha, cerimônia de consagração, há três anos, mas seus familiares não permitiram. Ele levou todo esse tempo para convencê-los, mas, no fim, foi iniciado como monge em uma cerimônia em três dias na cidade de Ahmedabad, no oeste da Índia.

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Fifa: renúncia de Blatter coloca em xeque Copas de 2018 e 2022
Blater não segurou a pressão e renunciou

Fifa: renúncia de Blatter coloca em xeque Copas de 2018 e 2022

Futuro dos Mundiais estaria no centro da agenda de encontro da Uefa, no fim de semana, numa reunião que poderia começar a desenhar a nova Fifa A renúncia de Joseph Blatter da presidência da Fifa promete abrir uma verdadeira guerra pelo poder no futebol e vai jogar toda a estrutura do esporte em um clima de incerteza, inclusive sobre as sedes das próximas duas edições da Copas do Mundo. O futuro dos Mundiais estaria no centro da agenda de encontro da Uefa, no fim de semana, numa reunião que poderia começar a desenhar a nova Fifa. Porém, o encontro foi cancelada pelo fato de a entidade considerar o debate ainda "prematuro". Fora da entidade desde que João Havelange assumiu o poder em 1974, os europeus estão comprometidos a recuperar a direção do futebol mundial. Blatter, apesar de suíço, jamais foi considerado como um europeu. O cartola era um dos maiores defensores do Mundial da Rússia em 2018 e chegou a comprar a versão de que a campanha contra ele era uma forma de o Ocidente derrubar a Copa promovida pelo Kremlin. Vladimir Putin passou a ser um de seus aliados, denunciando os Estados Unidos. Agora, sem Blatter, a pressão por uma investigação sobre a compra de votos da Rússia para ser escolhida a sede do Mundial de 2018 deve aumentar. O Ministério Público da Suíça já apura o caso e deve interrogar cerca de dez cartolas nas próximas semanas. Não por acaso, a única patrocinadora da Fifa que não emitiu um comunicado comemorando a renúncia foi o Gazprom, de Moscou.

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