Epa! PF conclui inquérito e não vê crime de obstrução de Renan, Jucá e Sarney

PF enviou relatório nesta sexta-feira ao STF. Investigação tinha por base delação de Sérgio Machado. ex-presidente da Transpetro. Para PF, eventual intenção não configura crime - G1 A Polícia Federal enviou nesta sexta-feira (21) ao Supremo Tribunal Federal relatório conclusivo da investigação sobre suposta tentativa de obstrução da Operação Lava Jato pelos senadores Renan Calheiros (PMDB-AL), Romero Jucá (PMDB-RR) e pelo ex-senador e ex-presidente da República José Sarney (PMDB-AP) na Operação Lava Jato. No relatório, a Polícia Federal conclui que não houve crime de obstrução. Para a PF, a simples intenção não pode ser considerada crime, e os políticos não cometeram atos de obstrução. O inquérito foi aberto pelo ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com base na delação de Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro. "Não compreendemos existir elementos indiciários de materialidade do crime (...) haja vista que no espectro cognitivo próprio desta sede indiciaria, o conteúdo dos diálogos gravados e a atividade parlamentar dos envolvidos ou no período em comento não nos pareceu configurar as condutas típicas de impedir ou embaraçar as investigações decorrentes da Lava Jato", diz o texto do relatório. Janot pediu a investigação por entender que houve tentativa de comprometer a operação, em razão de fatos revelados na delação premiada de Sérgio Machado, que gravou conversas com os políticos. Numa das gravações, Jucá sugere um "pacto" para barrar a Lava Jato. Em fevereiro, quando o inquérito foi autorizado, os políticos contestaram a acusação da PGR de que atuaram para obstruir as investigações da Lava Jato

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Fachin autoriza a 1ª investigação contra Sarney na Lava-Jato. Senadores Renan Calheiros e Romero Jucá também serão investigados, além de Sérgio Machado, ex-diretor da Transpetro.

Senadores Renan Calheiros e Romero Jucá também serão investigados, além de Sérgio Machado, ex-diretor da Transpetro. Foi o primeiro inquérito aberto pelo novo relator da Lava Jato no Supremo – ele substituiu Teori. Políticos negam acusação da Procuradoria-Geral da República de que tentaram obstruir operação. G1 - Por Mariana Oliveira, TV Globo, Brasília O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, atendeu a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e autorizou abertura de inquérito para investigar os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Romero Jucá (PMDB-RR), o ex-senador José Sarney (PMDB-AP) e o ex-diretor da Transpetro Sérgio Machado por tentativa de obstrução da Operação Lava Jato. Todos os políticos negam ter cometido crime. Janot pediu aval para investigar os quatro por entender que houve embaraço à investigação de organização criminosa em razão dos fatos revelados na delação premiada de Sérgio Machado, que gravou conversas com os políticos. Numa das gravações, Jucá sugere "pacto" para barrar a Lava Jato. Foi o primeiro inquérito aberto pelo novo relator da Lava Jato após a morte do ministro Teori Zavascki – Fachin substituiu Zavascki na relatoria. Depois da investigação, que não tem prazo para terminar, o procurador-geral tem que decidir se denuncia os suspeitos ou se pede arquivamento do caso. Com a abertura do inquérito desta quinta-feira, Renan Calheiros responde agora a uma ação penal e a 12 inquéritos no Supremo, dos quais nove da Operação Lava Jato. Jucá é investigado em oito inquéritos no Supremo, dos quais três da Lava Jato. Sérgio Machado agora é investigado em dois inquéritos da Lava Jato, e Sarney é alvo de uma apuração (a que foi aberta nesta quinta).

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Acesso a toda a delação de Sérgio Machado que revela como os políticos-figurões roubam a Nação

JOSÉ SARNEY, EDISON LOBÃO, RENAN CALHEIROS, ROMERO JUCÁ E MAIS DUAS DEZENAS DE POLÍTICOS SÃO CITADOS COMO PROPINEIROS PELO EX-PRESIDENTE DA TRANSPETRO, SÉRGIO MACHADO, EM DELAÇÃO PREMIADA FEITA À JUSTIÇA. SÃO MAIS DE 100 MILHÕES DE REAIS ROUBADOS DA NAÇÃO SÓ NA SUBSIDIÁRIA DA PETROBRAS. tODOS OS CITADOS NEGAM OS CRIMES. Um dos delatores mais importantes da Lava Jato, o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado não só gravou interlocutores peemedebistas - como o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o senador Romero Jucá (PMDB-RR), o ex-presidente José Sarney e o senador Edison Lobão -, mas também revelou um esquema de corrupção na subsidiária da Petrobras para enriquecer políticos e influir no resultado de eleições por meio de doações oficiais. Em 13 anexos, Machado diz ter repassado propina mais de 20 políticos de 6 partidos (VEJA O MAPA). Além do PMDB, ele cita PT, PP, PC do B, PSDB e DEM. O blog disponibiliza a íntegra da delação, com 400 páginas. É só acessar o link "LEIA MAIS", a seguir e ter paciência para essa laagem de roupa suja qwue é a delação premiada do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado

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Sérgio Machado diz que pagou mais de R$ 70 milhões de reais a Renan, Jucá e Sarney
Sarney: O ex-presidente José Sarney: fazendo de conta que não é com ele...

Sérgio Machado diz que pagou mais de R$ 70 milhões de reais a Renan, Jucá e Sarney

O ex-senador e ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado disse que repassou aproximadamente R$ 20 milhões ao ex-presidente José Sarney O ex-senador e ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado afirmou em seus depoimentos na delação premiada que fechou com a Procuradoria-Geral da República na Lava Jato que arrecadou e pagou mais de R$ 70 milhões desviados da estatal para o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o senador Romero Jucá (PMDB-RR), para o ex-presidente da República José Sarney (PMDB-AP), entre outros líderes do PMDB. As informações foram reveladas pelo jornal "O Globo" nesta sexta-feira, 3. A reportagem afirma ainda que a soma mais expressiva, R$ 30 milhões, foi destinada a Renan, o principal responsável pela indicação de Machado para a presidência da Transpetro, subsidiária da Petrobrás e maior empresa de transporte de combustível do País. A delação foi homologada no dia 24 de maio pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki e, com isso, pode ser utilizada para novas investigações e até complementar as investigações já em curso da Lava Jato. Renan indicou Machado para a presidência da Transpetro em 2003, no início do primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e manteve apoio para a permanência dele no cargo até ano passado, mesmo depois de ter sido acusado por Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás, de receber propina. De acordo com a reportagem, Sarney também recebeu uma soma significativa, conforme a contabilidade do ex-presidente da Transpetro. Machado disse que repassou aproximadamente R$ 20 milhões para o ex-presidente durante o período que esteve à frente da estatal. Romero Jucá, que ficou uma semana como ministro do Planejamento do governo do presidente em exercício Michel Temer, teria sido destinatário de quantia similar a de Sarney, cerca de R$ 20 milhões. Machado disse ainda, segundo a reportagem, que abasteceu também contas dos senadores Edison Lobão (PMDB-MA) e Jader Barbalho (PMDB-PR). O ex-presidente da Transpetro também teria falado sobre as somas repassadas aos padrinhos políticos dele e, como se não bastasse, indicou os contratos e os caminhos percorridos pelo dinheiro até chegar aos destinatários finais.

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Senado não respeita decisão de Waldir Maranhão e dá seguimento ao processo de impeachment de Dilma Roussef

O presidente do Senado, Renan Calheiros, decidiu, agora há pouco, dar seguimento ao processo de impeachment no Senado. Ele classificou como "absolutamente intempestiva" e "brincadeira com a democracia" a decisão do presidente em exercício da Câmara, Waldir Maranhão, de anular a sessão em que foi aceita a admissibilidade do processo. Ao anunciar sua decisão ao Plenário, Renan explicou que não poderia interferir nos discursos proferidos pelos deputados, antes da votação do dia 17 de abril. O anúncio de votos e a orientação partidária foram argumentos citados por Waldir Maranhão para anular a sessão. Renan também rejeitou a alegação de que a decisão da Câmara pela admissibilidade não poderia ter sido encaminhada por ofício. Maranhão argumentou que o documento adequado seria uma resolução. Com esses argumentos, Renan deixou de conhecer do ofício de Maranhão. Em seguida, ele deve ler o resultado do trabalho da Comissão Especial de Impeachment, que na semana passada aprovou por 15 votos a 5 parecer pela admissibilidade do processo.

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Chegou a vez de Renan, o tetra-presidente do Senado, ser citado na Lava Jato. Ele nega tudo
O tetra-presidente dp Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), é citado na Lava Jato, mas o bicho nega e nega...

Chegou a vez de Renan, o tetra-presidente do Senado, ser citado na Lava Jato. Ele nega tudo

Presidente do Senado diz chance de ter-se reunido com qualquer dos envolvidos com esquema que operava na Petrobras é "praticamente, zero". Nome dele estaria na lista de políticos a serem denunciados ao STF O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), negou ontem ter mantido encontros com o doleiro Alberto Youssef, preso na Operação Lava Jato da Polícia Federal. Renan disse que não conhece “nenhum desses” envolvidos no esquema de corrupção da Petrobras. “Sinceramente, a chance de que eu possa ter tido encontro com essa gente é zero. Absolutamente zero. Nenhuma chance”, afirmou. O nome do peemedebista aparece na suposta lista de políticos envolvidos com o esquema de corrupção na Petrobras, mas Renan nega qualquer envolvimento com o esquema de desvio de recursos da estatal. Os nomes dos políticos surgiram em depoimentos prestados à Justiça por Youssef e o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, que firmaram acordos de delação premiada com a Justiça. Os dois estão presos desde o ano passado. Renan disse que não sabe quem é e “nunca ouviu falar” em Youssef, a não ser pelos jornais. “Não sei nem quem é. Não conheço nenhum desses”, disse o senador.

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