Reforma trabalhista encolhe festa de centrais sindicais no Dia do Trabalho
FR12 SÃO PAULO - SP - 30/04/2018 - ECONOMIA - FESTA 1° DE MAIO - Montagem do palanque onde será realizado a festa 1º de maio, amanhã na praça Campo de Bagatelle. FOTO: FELIPE RAU/ESTADÃO

Reforma trabalhista encolhe festa de centrais sindicais no Dia do Trabalho

Na primeira comemoração do Dia do Trabalho após a entrada em vigor da nova legislação trabalhista, a festa encolheu, um efeito principalmente do fim da contribuição sindical obrigatória. O evento que tradicionalmente reúne o maior público na data, realizado pela Força Sindical em São Paulo, perdeu R$ 500 mil em investimento. Na festa anterior foram gastos R$ 2,5 milhões, valor que, na média, vinha sendo mantido havia alguns anos. “Os sindicatos, que também bancam parte da festa, estão sem condições financeiras”, justificou o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna. Este ano, o número de carros a serem sorteados, um dos grandes atrativos do evento que já chegou a ter público de mais de 1 milhão de pessoas, também diminuiu, e haverá menos “estrelas” se apresentando no palco hoje. A Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) também sentiu a mudança de cenário. Depois de ter feito uma festa grandiosa no Sambódromo de São Paulo no ano passado, com cantores como Emicida e Fernando & Sorocaba, a central não programou evento para hoje. “A ideia era repetir o formato (da comemoração), mas a reforma afetou nossa estrutura”, disse Álvaro Egea, secretário-geral da CSB.

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Centrais sindicais farão paralisação na sexta contra reformas

Entidades planejam manifestações com a intenção é chamar a atenção para mudanças na lei trabalhista e na Previdência que afetam a vida dos trabalhadores Por Felipe Machado access_time 8 nov 2017, 10h14 - Publicado em 8 nov 2017, 10h09 more_horiz Fora Temer Manifestantes de centrais sindicais em Brasília (Paulo Whitaker/Reuters) As centrais sindicais farão paralisações e manifestações na sexta-feira em protesto contra as reformas trabalhista e da Previdência. A mobilização ocorrerá um dia antes de as mudanças na CLT entrarem em vigor. A ideia é chamar atenção para alterações das normas que interferem na vida dos trabalhadores. Poupa Tempo - Carteiras de trabalho - Desemprego - Emprego- Economia Economia Reforma: funcionário pode reduzir almoço e ‘guardar’ as horas? As entidades estão organizando atos – como passeatas – em todos os estados. A avaliação das instituições é de que as mudanças já aprovadas e as em discussão no Congresso são prejudiciais, porque retiram direitos conquistados. Estão previstas também assembleias e mobilizações em frente às empresas, no começo do dia, e interrupção de atividades por períodos curtos, de até uma hora. Em São Paulo, a estimativa das centrais é que o protesto reúna cerca de 20.000 pessoas. Está programada uma marcha da Praça da Sé até a Avenida Paulista. Segundo o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, a ideia é conscientizar sobre os prejuízos que as reformas trazem. “É um protesto geral. Acredito que a grande manifestação acontecerá quando a reforma da Previdência for colocada em votação, embora haja gente [das centrais] que pense de maneira diferente”, disse à VEJA. Além da Força Sindical, participam da organização CUT, UGT, Nova Central, , Intersindical, CTB, Conlutas.

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Euforia no mercado! Com reforma trabalhista e condenação de Lula, Bolsa ganha R$ 38 bi em um dia

O valor de mercado das empresas listadas na B3 fechou em 2,53 trilhões de reais A aprovação da reforma trabalhista na noite de ontem e a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva impactaram diretamente no pregão desta quarta-feira. O principal índice da Bolsa fechou em alta de 1,68%, ficando na casa dos 64 mil pontos. Só hoje, a Bolsa ganhou 38 bilhões de reais em valor de mercado. Segundo dados divulgado pela Economatica, provedora de informações financeiras, a pedido de EXAME.com, o valor de mercado das empresas listadas na B3 fechou em 2,53 trilhões de reais. Só a Petrobras, que liderou a alta dos papéis durante parte do dia, ganhou em valor de mercado 7,21 bilhões de reais, fechando em 173,55 bilhões de reais. Outro destaque foi o Bradesco. O banco viu seu valor de mercado passar de 172,51 bilhões de reais para 178,65 bilhões de reais, um aumento de 6,05 bilhões de reais. Mas nem todas as empresas foram impactadas positivamente pela decisão do juiz Sérgio Moro e pela aprovação da reforma trabalhista pelo Senado. Isso porque o dólar fechou em queda de mais de 1% sendo negociado em 3,20 reais. A desvalorização do dólar impacta diretamente as ações das exportadoras. A Fibria, Klabin e Embraer fecharam em queda de 2,05%, 1,70% e 2,32%, respectivamente.

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