Lista de resoluções: seis propósitos sexuais para melhorar as relações em 2018

Nossa lista de resoluções de Ano Novo está destinada a descobrir o tipo de animal erótico que temos dentro de nós, e a satisfazê-lo adequadamente. Por algum motivo chegamos à maioridade neste século 1. Planejar o lazer tanto quanto o trabalho Quando somos adolescentes ou estamos apaixonados nossos hormônios e órgão genitais têm um peso considerável nas atividades diárias, e eles mesmos encontram espaços em nossas agendas apertadas. No entanto, a coisa muda quando ficamos mais velhos ou passamos muito tempo com a mesma pessoa. O trabalho, as obrigações cotidianas, o estresse, a academia, as crianças, as compras, as redes sociais, a série de televisão do momento... Tudo fica à frente da sexualidade, essa maravilhosa e gratuita capacidade de passar bem que começamos a explorar cada vez menos, mesmo que evoquemos com verdadeiro fervor. Deixar as relações sexuais nas mãos da espontaneidade, se não se pertence aos grupos anteriores, é como esperar que nosso chefe nos chame e aumente o nosso salário. Planejar e reservar momentos de lascívia, seja sozinho/a ou acompanhado/a, e transformá-los em compromissos inadiáveis é uma boa maneira de o sexo não passar a ser uma recordação vintage. Aqui acontece como o exercício físico. Se não nos inscrevemos em uma academia ou atividade às segundas, quartas e sextas de 7h às 9h, será muito difícil que a gente faça atividade esportiva em casa. Marque um dia na semana para a bagunça, no meu caso as dirty fridays, e vai ver que a coisa tem outro swing. 2. Atrever-se a experimentar coisas novas Vejo as mães tentando que seus filhos pequenos experimentem receitas e alimentos novos, sempre com o mesmo argumento, “se não provar nunca vai saber se gosta ou não”. Enquanto isso, os filhos têm três listas separadas: aquilo que gostam, aquilo que não gostam e aquilo que ainda não experimentaram. “Gosta de bacalhau, Carlinhos?”, “Não sei, nunca comi”. “Quer um pouco?”. “Não, obrigado”. A vida sexual deveria ser parecida com essa etapa infantil em que estamos permanentemente em fase de experimentação e na qual, pouco a pouco, vamos reduzindo a lista de experiências desconhecidas. É claro que há coisas que à primeira vista não ativam nem de longe os nossos sucos gástricos; mas exceto esses exemplos extremos, talvez deveríamos ser mais propensos a nos deixar surpreender pelos sabores do mundo. Ideias preconcebidas, estereótipos ou regras autoimpostas são alguns dos principais obstáculos para provar coisas novas. “E o senso de ridículo”, afirma Francisca Molero, sexóloga e ginecologista, “é um grande inibidor sexual que nos impede de fazer muitas coisas. Porque além disso, o riso não cai muito bem com o sexo na nossa mentalidade, e não deveria ser assim”. Todos, cada um adaptado à sua personalidade sexual, temos coisas que gostaríamos de provar e que não nos atrevemos. É a hora de experimentar. VEJA AS DEMAIS. Acesse LEIA MAIS...

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