Pedrinhas – Nota da Sejap diz que 32 detentos fugiram, 6 foram recapturados e 2 morreram na troca de tiros com a polícia

A Secretaria de Administração Penitenciária divulgou nota fazendo um balanço do que acoantecera, por volta das 20 horas deste domingo (22), em Pedrinhas, quando um dos muros do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pedrinhas sofreu uma explosão, abrindo um rombo que facilitou a fuga de cerca de 32 presos, muito deles considerados de alta periculosidade. A Sejap não se referiu ao assunto, mas foi atribuída à facção criminosa Comando Vermelho a responsabilidade pela operação de fuga dos detentos. A NOTA DA SEJAP A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) informa que na noite deste domingo (21) houve uma fuga da Unidade Prisional de Ressocialização de São Luís 6 (UPSL 6), antigo CDP. Seis detentos foram recapturados, 24 permanecem foragidos e dois internos morreram, após imediata resposta do Grupo Especial de Operações Penitenciárias (Geop), que controlou a situação no local. A fuga se deu depois que parte do muro da unidade prisional foi explodido pelo lado de fora, por pessoas ainda não identificadas, e detentos de duas celas do Pavilhão Gama, que serraram as grades e conseguiram passar pelo buraco causado pela explosão. Após troca de tiros entre bandidos e agentes penitenciários do Geop de plantão, dois internos vieram a óbito, um no local e outro no hospital. Policiais civis e militares também foram acionados, e seguem no encalço dos evadidos. A gestão prisional ressalta que, por estar separada do Complexo Penitenciário de São Luís, a UPSL 6 é a única unidade prisional masculina que ainda não dispõe de Portaria Unificada e inspeção por BodyScan, a exemplo das demais que compõe o complexo carcerário. O caso é investigado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), por meio do Departamento de Combate ao Crime Organizado (DCCO) da Superintendência de Estado de Investigações Criminais (Seic), que terá 30 dias para a conclusão do inquérito policial. Nos últimos dois anos, o Governo do Estado investiu forte na segurança e na revitalização do complexo, e conseguiu zerar o número de homicídios intramuros, tirando o Maranhão do topo para último no ranking que mede a taxa de violência nos presídios do país.

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