Clima de tensão! Black Blocs prometem radicalizar na Copa do Mundo
Militantes dos Black Blocks prontos para radicalizar durante a Copa do Mundo no Brasil

Clima de tensão! Black Blocs prometem radicalizar na Copa do Mundo

Mesmo após o uso de um rojão causar a morte do cinegrafista Santiago Andrade em um protesto no Rio, os adeptos da tática black bloc, em São Paulo, prometem radicalizar durante as manifestações contra a Copa do Mundo e não descartam nem mesmo ataques contra delegações de times estrangeiros. “Nossa tática nunca foi ferir civis, mas, se não formos ouvidos, a gente vai dar susto em gringo. Não queremos machucar, mas se for preciso ‘tacar’ (coquetel) molotov em ônibus de delegação ou em hotel em que as seleções vão ficar, a gente vai fazer”, disse em entrevista ao Estado, o estudante Pedro (nome fictício), adepto da tática em São Paulo. Segundo ele, as ações são discutidas pelos black blocs, que estão organizados no que chamam de células - pequenos grupos de até 30 pessoas que participam dos protestos juntos. “A gente evita falar pelo Facebook. Essas estratégias combinamos pessoalmente ou pelo Whatsapp. Para te dar essa entrevista, eu tive de consultar os outros adeptos”, contou. Em São Paulo, são pelo menos dez células. “No total, devem ser uns 300 participantes que são realmente ativos, mas, na Copa, tenho certeza de que o número será maior. Acho que vão ser mais de mil”, afirma. De acordo com o manifestante, o objetivo é mostrar para os estrangeiros que o País não tem segurança e fazê-los desistir de ficar no Brasil

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