Boa notícia! Casos de dengue, zica e chikungunya caem 86,4% em 1 ano

Desde novembro de 2015, foram 2.698 casos de malformação confirmados. Primeiros meses de 2017 têm 86,4% menos casos de dengue, zika e chikungunya em comparação a 2016. Desde o início de 2017 até o dia 22 de abril, o Brasil teve a confirmação de 246 casos de microcefalia ou outras alterações de crescimento e desenvolvimento possivelmente relacionadas ao vírus da zika. Outros 936 casos notificados este ano continuam em investigação. As informações estão no boletim epidemiológico mais recente divulgado pelo Ministério da Saúde. No dia 11 de maio, o Ministério da Saúde anunciou o fim da emergência nacional em saúde pública por zika e microcefalia. O governo tinha declarado a situação de emergência em novembro de 2015, quando foi notado um aumento incomum dos casos de microcefalia no Nordeste. A malformação foi, posteriormente, relacionada à infecção pelo vírus da zika. Segundo o documento, houve 25 confirmações de mortes fetais e neonatais ligadas ao vírus e 33 confirmações de fetos com alterações no sistema nervoso central, abortos espontâneos e natimortos relacionados à infecção em 2017. Os dados do boletim incluem casos que ainda estavam em investigação na última semana de 2016 e podem ter sido confirmados no início de 2017. Desde o início da emergência por microcefalia e zika, em novembro de 2015, o Brasil registrou, ao todo, 13.603 casos suspeitos de microcefalia e outras alterações ligadas ao zika, das quais 2.698 foram confirmadas.

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Crise Política – Como o império político de Aécio Neves ruiu em Minas Gerais

Traições, alianças rompidas, censura e crise econômica minaram hegemonia local do ex-governador Há quatro anos, o maior líder político mineiro das últimas duas décadas dava sua primeira cartada para lançar-se à tão sonhada Presidência da República. Aécio Neves acabava de ser eleito presidente nacional do PSDB, com quase 100% dos votos. O ato simbólico de largada para assumir a cadeira que o avô Tancredo esteve prestes a ocupar no período da redemocratização encobria, no entanto, a incipiente perda de força do tucano em seu reduto eleitoral. A gravação de Joesley Batista, que flagra Aécio pedindo propina de 2 milhões de reais, é apenas o golpe de misericórdia sobre o corroído capital político que restava ao ex-presidenciável depois de ter sido engolido pelas delações da Odebrecht na Operação Lava Jato. Desde que iniciou o primeiro mandato como governador, em 2003, o neto de Tancredo adotou um perfil distinto do avô, que notabilizou-se pela liderança personalista. Embora tentasse se vender como estadista, Aécio tinha como virtude a repartição do poder em diversas frentes, sobretudo no interior de Minas Gerais. “Aécio é um facilitador, nunca foi protagonista”, afirma o cientista político Rudá Ricci. Com maioria na Assembleia Legislativa e o controle do orçamento, o governador conseguia direcionar recursos para núcleos sob sua influência no estado, que reuniam não só a base aliada, mas também políticos identificados com o governo federal. A afinidade com a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não demonstrava puramente o estilo pacificador, mas também uma estratégia para ampliar seu campo de atuação. “O aecismo, que se formou em torno de um quebra-cabeça, tinha a capacidade de aglutinar forças antagônicas. Dava poder a partidos de oposição e conciliava famílias rivais pelo interior. Depois de sua experiência como deputado federal, Aécio levou a pequena política do baixo clero do Congresso para o estado. Essa estrutura lhe garantiu por muitos anos um status de intocável”, analisa Ricci. A favor do tucano também pesava a juventude e a projeção nacional que ganhara como presidente da Câmara dos Deputados. “Depois de Tancredo, Aécio foi o primeiro representante do executivo mineiro com envergadura de presidenciável”, diz Bruno Reis, professor de ciências políticas da Universidade Federal de Minas Gerais. “Ele simbolizava as pretensões da elite e dos setores econômicos.”

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Prefeito Edivaldo garante reforma imediata da escola cujo telhado desabou com as chuvas

O prefeito Edivaldo determinou o imediato início das obras de reforma da Unidade de Educação Básica (U.E.B), Darcy Ribeiro, localizada no bairro do Sacavém. O anúncio foi feito na noite desta segunda-feira (27) durante vistoria realizada pelo prefeito Edivaldo à unidade de ensino. O prefeito vistoriou a situação da unidade e pediu celeridade nos trabalho de recuperação do prédio. A medida é parte do conjunto de providências adotadas pela Prefeitura de São Luís após o incidente ocorrido na tarde de ontem, quando parte do teto da escola não resistiu às fortes chuvas e desabou. De imediato, a Prefeitura de São Luís acionou o Corpo de Bombeiros, a Defesa Civil, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e a Polícia Militar. Uma equipe técnica da Secretaria Municipal de Educação (Semed) também foi deslocada para o prédio em caráter de urgência, com o objetivo de avaliar a situação e prestar esclarecimentos a familiares de estudantes. "Durante todo o dia tivemos uma chuva intensa na cidade. Tomamos todas as providências necessárias com a maior rapidez possível, no intuito de dar uma resposta rápida à população da nossa cidade, para solucionar esta questão. O prédio da escola vai passar por uma vistoria e, logo em seguida, iniciaremos as intervenções estruturais no prédio", explicou o prefeito Edivaldo. Durante a vistoria nas instalações da escola, ele estava acompanhado do vice-prefeito, Júlio Pinheiro; e dos secretários Lula Fylho (Governo), Moacir Feitosa (Educação) e Jota Pinto (Articulação Política).

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Brasil despenca 19 posições em ranking de desigualdade social da ONU
Desigualdade social cresce no Brasil, aponta a ONU. LALO DE ALMEIDA FOLHAPRESS

Brasil despenca 19 posições em ranking de desigualdade social da ONU

País aparece entre os 10 mais desiguais do mundo. Além da diferença entre ricos e pobres, levantamento ressalta desvalorização e baixa representatividade da mulher na sociedade brasileira As desigualdades social e de gênero se acentuaram no Brasil. Esse é o diagnóstico revelado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento(PNUD), o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), com dados de 2015, divulgado nesta terça-feira. O país ocupa o 79º lugar entre 188 nações no ranking de IDH, que leva em conta indicadores de educação, renda e saúde, mas despencou 19 posições na classificação correspondente à diferença entre ricos e pobres. Enquanto a nota de 0,754 do Brasil se mantém estagnada, preservando-o em um patamar considerado alto pela ONU, o número cai para 0,561 no indicador social. Analisando somente esse fator, o país seria rebaixado para a escala de países com índice médio. O IDH varia entre 0 (valor mínimo) e 1 (valor máximo). Quanto mais próximo de 1, maior é o índice de desenvolvimento do país. Pela primeira vez desde 1990, quando o levantamento começou a ser publicado anualmente, o Brasil não elevou sua nota no ranking. A Noruega permanece na primeira colocação e encabeça a lista das nações com IDH muito alto, com 0,949, seguida por Austrália e Suíça, ambas com 0,939. Ainda no cálculo ajustado pela desigualdade social, o Brasil, empatado com Coreia do Sul e Panamá, só não regrediu mais nesse quesito que Irã e Botsuana, que caíram 40 e 23 posições, respectivamente. Já o Coeficiente de Gini, que mede a concentração renda, aponta o país como o 10º mais desigual do mundo e o quarto da América Latina, à frente apenas de Haiti, Colômbia e Paraguai. Segundo o levantamento da ONU, o percentual de desigualdade de renda no Brasil (37%) é superior à média da América Latina, incluindo os países do Caribe (34,9%).

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Gênio forte, ‘sapos gordos’ e intrigas políticas podem derrubar Ester Marques na Cultura

POR JOSÉ MACHADO Ainda não é oficial. Porém, rumores fortes dão conta de que a jornalista e professora da UFMA, Ester Marques, atual secretária de Cultura do Estado, poderá deixar o cargo. Voltaria mais cedo para UFMA e receberia o convite para ser pró-reitora na administração do novo reitorado. Assim, depois de uma série de confusões provocadas ou não por Ester, na pasta da Cultura, o governador Flávio Dino vai colocar lá alguém que seja capaz de acalmar a efervescente área cultural, onde a secretária comprou brigas que assanharam importantes facções, digamos assim, bem postadas na política e na cultura. A primeira bronca foi com o seu secretário-adjunto, Gledson Brito. Ambos seriam indicações da deputada federal Eliziane Gama. De quem Ester perdeu a simpatia. Depois veio a tomada ou retomada do Parque Folclórico da Vila Palmeira –agora batizado “Humberto de Maracanã” – de ninguém mais emplumado que o presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Astro de Ogum. Astro se vingou. Desalojado da Vila, foi para o bairro da Cohama, onde instalou na área ao redor do Batuque Brasil o seu bem-sucedido Arraial da Cidade. “Secou” tanto o parque que, em algumas apresentações das brincadeiras juninas, o batuque de matracas e pandeirões fez eco por falta de espectadores. De quebra, Ogum ainda enviou um sapo gordo para a barriga da desafeta, que não conseguiu mais equilibrar-se no cargo. Sobre essa questão do parque, papagaio comeu milho e periquito levou fama. É verdade que Ester bancou a xerife para expulsar Astro. Mas há quem garanta que o autor intelectual ou intelectual autor da façanha foi alguém com tamanha influência no governo que ela nem ousou questionar a ordem. Helena Leite, a comunicadora-boieira mais famosa da Ilha, que se não bate tambor tem uma língua de tamanduá, também praguejou Ester, ao ter interesses de sua turma contrariados pela secretária. Agora, sejamos justos. Filha de uma lenda da cultura popular maranhense, a saudosa Lili Marques – ou Dona Lili do Boi do João Paulo -, estudiosa do folclore e de diversas manifestações culturais maranhenses, a professora e quase PHD Ester Marques era mesmo a pessoa talhada para o cargo de Secretária da Cultura. Pena que, pela falta de experiência política, tenha que voltar mais cedo para casa – a Universidade Federal do Maranhão, onde, comenta-se, poderá ser pro-reitora na futura administração da reitora Nair Portela Silva Coutinho.

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Em 1 ano, novos contratos do FIES cairam em quase 50 por cento, diz o próprio MEC

O Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) sofreu uma redução de quase 50% na quantidade de novos contratos firmados entre o primeiro semestre de 2014 e o primeiro semestre de 2015. Segundo o levantamento final da plataforma do Fies, divulgado pelo Ministério da Educação na tarde desta segunda-feira (4), a queda foi de 480 mil no ano passado, para 252 mil neste ano, o equivalente a 47,5%. O ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, afirmou que esses 252 mil contratos consumiram toda a verba do Fies para novos financiamentos em 2015, equivalentes a R$ 2,5 bilhões. Por isso, uma segunda edição do programa, no segundo semestre, ainda não está garantida. "Depende da disponibilidade orçamentária", disse ele, em entrevista coletiva em Brasília, quando questionado sobre a possibilidade. "Estamos trabalhando nisso, mas não podemos prometer algo que não temos certeza." Caso o MEC não abra uma nova edição do programa, o número de novos contratos do Fies em 2015 seria 65,6% menor que o total de novos financiamentos abertos em 2014 (cerca de 731 mil, segundo o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, FDNE). Trata-se do número mais baixo dos últimos quatro anos.

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Avaliação positiva do governo Dilma cai de 40% para 12%, aponta Ibope

O percentual da população que considera o governo da presidente Dilma Rousseff ótimo ou bom caiu de 40% em dezembro de 2014 para 12% em março, de acordo com pesquisa divulgada nesta quarta-feira (1) pela CNI-Ibope. A confiança na presidente também apresentou queda de 51% para 24% no mesmo período de três meses. A pesquisa da Confederação Nacional da Indústria ouviu 2.002 entrevistados entre os dias 21 e 25 de março em 142 municípios. Para 76% dos entrevistados, o segundo governo Dilma está sendo pior que o primeiro. O descontentamento é maior entre os residentes da região Sul, onde 85% consideram que o governo está sendo pior. Apenas 14% da população acreditam que o restante do segundo governo Dilma será ótimo ou bom. O otimismo é maior entre os entrevistados com até a quarta série da educação fundamental (20%), com renda familiar de até um salário mínimo (19%) e residentes na região Nordeste (19%).

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Pesquisa Datafolha: aprovação de Dilma despenca para 13%. Reprovação sobe para 62%

O governo da presidente Dilma Rousseff é avaliado positivamente por 13% dos entrevistados, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (18), considerado o ponto mais baixo desde o início de seu primeiro mandato, em janeiro de 2011. O índice de eleitores que avaliaram o governo da petista como "ruim" ou "péssimo" é de 62%. A última pesquisa divulgada pelo instituto, em 7 de fevereiro de 2015, apontava que Dilma tinha avaliação positiva de 23% dos entrevistados. À época, outros 44% disseram que o governo da presidente era "ruim" ou "péssimo". O resultado da pesquisa de avaliação do governo de Dilma feita neste mês é: - Ótimo/bom: 13% - Regular: 24% - Ruim/péssimo: 62% De acordo com o Datafolha, esta é a mais alta taxa de reprovação de um presidente da República desde setembro de 1992, véspera do impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello. Na ocasião, pouco antes de ser afastado do Palácio do Planalto, a reprovação de Collor era de 68%, destacou o instituto de pesquisa.

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Balanço fraudado faz ações da Petrobras despencarem 10% na Bolsa. Mais um rombo para o povo pagar
Os papeis da Petrobras, dirigida por Maria das Graças Foster, perderam 11,21% entre os preferenciais, e os ordinários caíram 10,48%.Foto: Ueslei Marcelino / Reuters Foto: Ueslei Marcelino / Reuters

Balanço fraudado faz ações da Petrobras despencarem 10% na Bolsa. Mais um rombo para o povo pagar

O Ibovespa fechou em queda de 1,85%, a 47.694 pontos. O giro financeiro do pregão foi de R$ 5,9 bilhões A frustração do mercado com o balanço trimestral da Petrobras, divulgado sem a esperada baixa contábil que daria a investidores uma orientação sobre o valor justo dos ativos da petroleira, derrubou as ações da estatal em mais de 10% e carregou para baixo o principal índice da bolsa paulista nesta quarta-feira (28). A estatal, cujas ações combinadas tiveram peso de 8,3% na composição do índice desta sessão, exerceu a maior influência de baixa sobre o Ibovespa, após a divulgação nesta madrugada dos números não auditados do terceiro trimestre. O Ibovespa fechou em queda de 1,85%, a 47.694 pontos. O giro financeiro do pregão foi de R$ 5,9 bilhões. Os papéis preferenciais da Petrobras perderam 11,21%, e os ordinários caíram 10,48%, tirando mais de 400 pontos do índice brasileiro. Mais um rombo do governo do PT no bolso do brasileiro.

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