“Temos duas mentiras: o petismo e o bolsonarismo”, diz Geraldo Alckmin

Na convenção do PSDB, Geraldo Alckmin, que deixa a cúpula do partido, fez um apelo para que o partido tenha a “coragem de criticar” o governo de Jair Bolsonaro, “pôr o dedo na ferida” e “não bajular os poderosos”. “Tenha minha solidariedade, Rodrigo Maia, destes oportunistas políticos por 30 anos, ele e a família inteira. E numa deslealdade, vem atacar a vida dos homens públicos, jogando a sociedade contra suas instituições”, afirmou. “Nós não temos duas verdades, a extrema-direita e a extrema-esquerda. Nós temos duas grandes mentiras: o petismo e o bolsonarismo. Duas mentiras que precisam ser enfrentadas.” Disse que o governo não tem projeto de reforma tributária nem agenda de competitividade, e criticou a possibilidade de volta de um tributo sobre transações financeiras, como foi a CPMF. Por fim, disse que distribuir armas é uma “irresponsabilidade” e que o governo deveria reforçar a polícia de fronteira para evitar a entrada delas.

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Começou a debandada! Ministro Bruno Araújo, do PSDB, entrega carta de demissão a Temer

Expectativa é que os outros três ministros tucanos do governo façam o mesmo nos próximos dias Programada para ocorrer até o próximo dia 9 de dezembro, data de início da convenção do PSDB, o desembarque tucano do governo teve início nesta segunda-feira (13). Segundo a jornalista Cristina Lôbo, do Grupo Globo, o ministro das Cidades, Bruno Araújo, acaba de enviar carta de demissão a Michel Temer. A expectativa é que os outros três ministros tucanos do governo façam o mesmo nos próximos dias. São eles: Antonio Imbassaby (Secretaria de Governo), Aloysio Nunes Ferreira (Relações Exteriores) e Luislinda Valois (Direitos Humanos). Com a saída dos tucanos e diante da demanda de sua base, o presidente deve anunciar uma reforma ministerial

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Aécio destitui Tasso da Presidência do PSDB e reassume o cargo
Brasília(DF), 25/08/2016 - Aécio Neves - Primeiro dia do julgamento do impeachment da presidente Dilma Roussef no Senado Federal. Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

Aécio destitui Tasso da Presidência do PSDB e reassume o cargo

Cearense estava interinamente no comando da legenda desde maio e havia anunciado nesta quarta (8) sua candidatura a presidente Um dia após anunciar sua pré-candidatura à Presidência do PSDB, o senador Tasso Jereissati (CE) foi destituído do comando interino da legenda pelo presidente nacional da sigla Aécio Neves (MG), que estava afastado desde maio por ter sido gravado pedindo R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista. Aécio teria sido pressionado por ministros tucanos para retirar Tasso do comando do PSDB. O mineiro foi pessoalmente ao gabinete do cearense para informá-lo da decisão. O senador argumentou que era preciso garantir isonomia na disputa pela Presidência do PSDB, e, liderando os tucanos, Tasso estaria em vantagem. Além do senador cearense, concorre ao cargo o governador do Goiás, Marconi Perillo.

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Apesar de Palocci, Lula lidera intenções de voto em todos os cenários, diz pesquisa da CNT
SÃO BERNARDO DO CAMPO 15/08/2017 - NACIONAL - LULA SINDICATO - Ex presidente Luiz Inacio Lula da Silva participa do lancamento do Instituto Futuro na sede do Sindicato dos Metalurgicos do ABC - Foto: NILTON FUKUDA/ESTADÃO

Apesar de Palocci, Lula lidera intenções de voto em todos os cenários, diz pesquisa da CNT

Levantamento mostra Bolsonaro (PSC-RJ) em segundo lugar, com 10,9%, seguido pelo prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB-SP) O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceria as eleições presidenciais em todos os cenários, mostra pesquisa CNT/MDA divulgada nesta terça-feira, 19, pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT). O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) aparece em segundo lugar em todos os cenários testados. Segundo o levantamento, Lula teria hoje com 20,2% das intenções de voto espontânea para presidente, ante 16,6% no levantamento CNT/MDA divulgado em fevereiro deste ano. Em seguida, aparecem Bolsonaro, com 10,9% (ante 6,5% em fevereiro); seguido pelo prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), com 2,4% (ante 0,3% em fevereiro). O resultado sai uma semana depois de o ex-presidente Lula prestar depoimento pela segunda vez ao juiz federal da Lava Jato, no âmbito da Operação Lava Jato, e dez dias depois das declarações do ex-ministro Antonio Palocci incriminando Lula. Também em depoimento a Moro, Palocci afirmou que Emílio Odebrecht e Lula tinham um "pacto de sangue" para propina.

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Eleições diretas ou indiretas? O que está por trás de cada proposta…

Minoria no Congresso, esquerda tenta fortalecer as ruas e busca nomes além de Lula. PMDB e PSDB querem que Parlamento eleja candidatos que concluam reformas de Temer Em Brasília, diante da crise política do Governo Michel Temer, cada lado trabalha para emplacar o cenário no qual pode ter mais vantagens. Enquanto a oposição ao Governo se articula nos bastidores para costurar a sucessão via eleições diretas, os governistas, incluindo o PSDB, se organizam para emplacar um próximo nome via eleições indiretas. Se o segundo lado tem a força política, com a maioria no Congresso capaz de garantir que sua vontade seja feita, o primeiro quer acordar as ruas, e começa a se mobilizar pelo grito de "Diretas Já". Mas quais são os cenários por trás de cada posição? Reunidos em uma frente única, que pede a saída imediata do presidente e eleições diretas, estão seis partidos, que em várias votações recentes atuaram em campos opostos: PT, PSOL, Rede, PDT, PSB e PCdoB tentam aprovar de forma relâmpago uma mudança constitucional que permita, caso Temer caia, que seu sucessor seja decidido por voto popular. Atualmente, a Constituição prevê que caso a vacância do cargo de presidente e vice-presidente aconteça nos dois últimos anos do mandato, as eleições sejam feitas pelo colégio eleitoral (513 deputados e 81 senadores). Atualmente, duas Propostas de Emenda à Constituição (PEC) que pretendem mudar isso tramitam no Congresso. Uma, na Câmara, quer que haja eleições diretas quando a vacância ocorre até seis meses antes do final do mandato e está sendo obstruída pelos governistas. A segunda, mais próxima da votação no Plenário, está no Senado, e permite eleições diretas nos três primeiros anos do mandato vago -este cenário, entretanto, só valeria para Temer se ele saísse ainda neste ano, algo difícil caso a queda se dê por um processo de impeachment, mais longo. Em ambos os casos, o eleito cumpriria um mandato-tampão até as eleições de 2018. Na PEC do Senado ainda há uma regra que prevê que, se aprovada, ela seria imediatamente válida, limando a necessidade de que se espere um ano para a aplicação da mudança, como prevê atualmente a legislação eleitoral. CONCLUA A LEITURA. ACESSE "LEIA MAIS"--->>

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Por sugestão do deputado Hildo Rocha (PSDB), Câmara debate penúria financeira de municípios brasileiros
Hildo Rocha; preocupação com o rombo dos municípios brasileiros

Por sugestão do deputado Hildo Rocha (PSDB), Câmara debate penúria financeira de municípios brasileiros

Prefeituras desses municípios estouraram a capacidade de pagar e de aumentar salários dos servidores. Também não podem mais se endividar A Secretaria do Tesouro Nacional identificou, ao final de 2016, que 164 prefeituras municipais do Brasil estouraram os limites máximo de despesas com pessoal da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF - Lei 101/00). Além disso, outras 109 prefeituras atingiram o limite prudencial, em que se veda o aumento desse tipo de despesa, salvo as exceções previstas na própria LRF. Ainda de acordo com o Tesouro, 23 municípios extrapolaram o limite de endividamento em função da Receita Corrente Líquida. Por conta dessa situação de penúria desses municípios, e por sugestão do deputado Hildo Rocha (PSDB-MA), a Câmara Federal vai debater, nesta segunda-feira (15), por meio da Comissão Geral, questões relacionadas à situação financeira dos municípios no Brasil. - “Da mesma forma que os estados estão sofrendo com dificuldades para pagar os seus servidores, como o Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais, temos municípios em todo o Brasil que estão com a mesma dificuldade”, afirma o deputado.

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FHC: ‘PSDB tem várias peças de substituição; PT só tem o Lula’ – diz em entrevista

O fato de ter muitos candidatos à Presidência já foi motivo de crítica para o PSDB, mas hoje é uma vantagem do partido em relação ao PT, avalia o tucano e ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1994-2002) em entrevista à BBC Brasil. "O PT só tem o Lula com expressão nacional", diz ele, agregando, mais adiante na conversa, que o PSDB tem "peça de substituição". FHC também elogia a estratégia de comunicação do prefeito de São Paulo, João Doria: "Ele hoje está na frente de todos que têm comunicação via rede social. Ele sabe que a linguagem é simbólica, não só racional". Sobre o primeiro ano de Michel Temer no comando do Brasil, o ex-presidente afirma que o governo fracassou em "levantar o ânimo do país", ainda que tenha havido "acertos na área econômica". Questionado se poderia vir a se reunir com Luiz Inácio Lula da Silva e Michel Temer, FHC ensaiou uma justifcativa de âmbito pessoal, mas agregou que "politicamente acho mais complicado, porque pode parecer que é para acabar com a Lava Jato. E isso eu sou contra". Ele também diz que as empresas continuarão a ter proximidade com os políticos porque isso é parte da democracia. "Você não pode imaginar que os políticos agora são freiras enclausuradas que não falam com ninguém", afirma. Leia a seguir os principais trechos da entrevista, concedida na sede do Instituto FHC, no centro de São Paulo.

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“Dinista”, deputado José Reinaldo Tavares vai deixar o PSB de Roberto Rocha
José Reinaldo Tavares anuncia saída do PSB

“Dinista”, deputado José Reinaldo Tavares vai deixar o PSB de Roberto Rocha

Embora há quem diga que divergências internas tenha sido o motivo, o deputado federal José Reinaldo Tavares, decidiu deixar o PSB, partido ao qual se filiara desde 2006, segundo ele , porque a agremiação se posicionara contra as reformas Trabalhista e da Previdência, propostas pelo Governo Federal. Zé Reinaldo e mais 13 deputados da bancada maranhense optaram em concordar com o texto proposto pelo Governo Federal em relação à legislação trabalhista. E o mesmo deve ocorrer, salvo melhor prognóstico, na hora de votar a Reforma da Previdência, na Câmara Federal Já o PSB, partido atual do ex-governador do Maranhão, anunciou que se posicionará contrário às reformas propostas pelo governo de Michel Temer. A ida para o DEM ou para o PSDB - faltaria pouco para decidir - é uma questão de tempo. “Eu estou saindo do PSB exatamente porque o partido resolveu fechar questão contra as reformas trabalhista e previdenciária sem ouvir as bancadas da Câmara e do Senado”, justificou ele. Semana passada, Zé Reinaldo se encontrou com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, o que aumentou as especulações de que o agora ex-socialista possa se abrigar no ninho tucano.

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Luís Fernando se filia ao PSDB com o aval de Flávio Dino, diz Carlos Brandão

A filiação do ex-prefeito de São José de Ribamar, Luís Fernando Silva, ao PSDB está definida para o dia 25 deste mês, às 10h, no Rio Poty Hotel. O presidente estadual do PSDB e vice-governador, Carlos Brandão, confirmou a filiação com a presença do governador Flávio Dino, que segundo ele, avalizou a filiação. Para o vice-governador, Carlos Brandão, além de quadro técnico, Luís Fernando tem hoje uma boa relação com a classe política, o que melhora as influências da legenda. “O Luís Fernando é um técnico de alto nível e um político que fez um grande trabalho em São José de Ribamar. Quando foi secretário de Infraestrutura melhorou bastante a relação com a classe política”

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Aécio diz que Dilma tem ‘interventor’ na economia e é ‘refém’ do Congresso

O senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), afirmou nesta quarta-feira (8) que a presidente Dilma Rousseff introduziu a "renúncia branca" na política brasileira e que ela desempenha hoje "praticamente nenhum papel". A afirmação foi feita após encontro da Executiva Nacional do PSDB, em Brasília. Na declaração, Aécio fez referência às ações do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e ao anúncio, ocorrido nesta terça-feira (7), de que o vice-presidente da República, Michel Temer, vai exercer o papel de articulação política do governo, que antes era executado pelo ministro Pepe Vargas, ex-comandante da pasta das Relações Institucionais.

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