Em Rosário, governo investe e retira 47% dos detentos da ociosidade

O trabalho com artesanato, cultivo de hortaliças, e a dedicação aos estudos já retirou da ociosidade pelo menos 47% dos detentos que cumprem pena na Unidade Prisional de Ressocialização (UPR) de Rosário. Segundo a Secretaria de Justiça e da Administração Penitenciária (Sejap), a conquista de ter quase metade dos internos trabalhando ou estudando tem sido a resposta das iniciativas que integram a política de ressocialização, adotada pelo governo Flávio Dino, dentro do projeto de humanização da execução penal. “Esse número de pessoas, que hoje estuda e trabalha na UPR de Rosário, é o reflexo do trabalho da direção e dos servidores daquela unidade prisional, que entenderam e absorveram como meta aquilo que o Governo do Estado deseja para o sistema prisional maranhense: que é mudar pessoas que ali estão privadas de liberdade. Essa mudança perpassa, é claro, pela qualificação, pelo trabalho compromissado e estudo, visando dar oportunidades a essas pessoas que sempre estiveram às margens da lei”, destacou o secretário Murilo Andrade de Oliveira. O projeto nasceu por iniciativa do interno Valdelício Xavier, de 30 anos, e teve, de imediato, o apoio do diretor da unidade, Paulo Adriano Abreu. “Antes de ser preso, o Valdelício já trabalhava com artesanato, e me pediu para ensinar a técnica a outros internos da unidade prisional, o que achei muito importante, já que o grande foco disso tudo é humanizar aqueles que, na maioria das vezes, estão alheios a todas as oportunidades de trabalho e renda digna, oferecidas pela sociedade”, contou o diretor da UPR de Rosário.

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