Tensão em Brasília! Temer vai parar no Hospital do Exército

Momentos antes de o plenário da Câmara dos Deputados conseguir quorum para aprovar ou rejeitar mais um pedido de licença para processar o presidente da República, Michel Temer foi levado às 13h desta quarta-feira (25) para o Hospital do Exército em Brasília, depois de sofrer uma “obstrução urológica”, que lhe causara um “desconforto”, informou em nota a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. De acordo com a nota da Presidência, no período da manhã, Temer inicialmente foi atendido no departamento médico do Palácio do Planalto. “O médico de plantão constatou uma obstrução urológica e recomendou que fosse avaliado no Hospital do Exército, onde se encontra para realização de exames e devido tratamento”, diz a nota. De acordo com fontes no governo, o presidente vinha sentindo dores nos últimos dias, que ficaram mais intensas durante a manhã desta quarta. O período coincide com o clima de tensão vivido no Distrito Federal, no momento em que a Câmara julga o pedido da Procuradoria Geral de Justiça para processar o chefe da Nação. Às 15h54, horário de Brasília (14h54 no Maranhão), Temer ainda passava por exames no hospital do Exército.

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Reforma trabalhista: seis mudanças que vão afetar a sua rotina de trabalho

O presidente Michel Temer sancionou, na semana passada, o projeto de lei da reforma trabalhista, que faz uma profunda mudança na legislação trabalhista e altera em mais de cem pontos a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), de 1943. As novas normas estão previstas para entrar em vigor em novembro (120 dias após a sanção), mas o Governo se comprometeu a enviar uma medida provisória para o Congresso Nacional alterando alguns pontos da nova legislação. No meio jurídico, a reforma tem dividido opiniões. Para a advogada Daniela Muradas, professora de direito do trabalho da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o projeto já nasce velho precisando de várias alterações. "Essa reforma foi executada sem o diálogo social necessário. E, apesar de ter como fundamento a modernização, utiliza fórmulas de flexibilizações trabalhistas já experimentadas em alguns países da Europa que não funcionaram", explica. Umas das principais críticas da professora está relacionada à criação de um novo tipo de contrato no Brasil: o trabalho intermitente, que, em outros países, é apelidado de "contratos de zero horas". Através dessa modalidade, será possível contratar trabalhadores por jornada ou hora de serviço.  "Esse tipo de contrato tende a substituir o de trabalho standard, precarizando os empregos. Na Europa, onde a modalidade foi experimentada em momentos de crise, houve uma aumento de trabalhadores pobres. Imagina em um país desigual como o Brasil", ressalta.

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Placar do Estadão sobre a denúncia contra Temer: 163 a favor e 57 contra. Por enquanto…

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou acusação formal contra o presidente da República por corrupção passiva ao Supremo Tribunal Federal. O Estado entrou em contato com os 513 deputados federais, por telefone, e-mail, mensagem ou pessoalmente. A atualização ocorre em tempo real. Os parlamentares podem entrar em contato para manifestar seu posicionamento. De acordo com o placar, 163 deputados são favoráveis à admissibilidade da denúncia por corrupção passiva contra o presidente Michel Temer e 57 são contrários. A maioria informou que não vai manifestar seu voto ou se declarou indecisa: 293. Na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa - o parecer do relator Sergio Zveiter (PMDB-RJ) deve ser divulgado na próxima semana - o placar mostra que, dos 66 parlamentares do colegiado, 19 são favoráveis à aceitação da denúncia, 7 são contrários, 32 não responderam e 8 se declaram indecisos. Para que o Supremo Tribunal Federal julgue a denúncia da Procuradoria-Geral da República contra Temer, a Câmara deve, antes, dar aval.

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PF conclui que não houve edição em áudio da conversa entre Temer e Joesley

Segundo peritos, laudo aponta que conversa gravada entre o presidente e empresário no Palácio do Jaburu tem mais de 100 interrupções, mas não sofreu nenhum tipo de adulteração A Polícia Federal concluiu que o áudio da conversa gravada pelo empresário Joesley Batista com o presidente Michel Temer, no dia 7 de março, no Palácio do Jaburu, não foi editado ou adulterado. O Estado apurou que o laudo sobre a gravação aponta para mais de cem interrupções, mas que nenhuma delas foi causada por agente externo ou realizada posteriormente à gravação. De acordo com fontes ouvidas pela reportagem, a perícia realizada no Instituto Nacional de Criminalística relaciona as interrupções ao gravador usado pelo empresário do Grupo J&F, do qual faz parte a JBS.

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Temer vive inferno astral: TSE, prisão de Henrique Alves e ter que dar respostas a 82 perguntas da PF. Veja!

Temer vive neste dia novo inferno astral, talvez o maior desde o início da sua carreira política. Não bastasse a retomada, hoje (6), do julgamento das irregularidades e crimes eleitorais cometidos pela chapa Dilma-Temer, com o pedido de cassação - no caso de Dilma já inócuo - da ex-presidente Dilma e do seu vice, no caso Michel Temer; a prisão, pela manhã, em Natal-RN, de seu ex-ministro do Turismo, ex-presidente da Câmara e um dos seus principais interlocutores, Henrique Eduardo Alves, a Polícia Federal (PF) entregou a ele uma lista de 82 perguntas sobre a delação de Joesley Batista, dono do frigorífico JBS, e de outros executivos da empresa. O questionário - substituindo a presença de Temer, em carne e osso, no Supremo- , tornou-se necessário depois que o presidente da República passou à condição de "investigado" pelo Supremo Tribunal Federal, por conta do diálogo gravado num encontro entre ele e Joesley Batista, da JBS, supostamente dando apoio à compra do silêncio do ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, já preso. A consequência disso é que o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, acolheu pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e autorizou depoimento do presidente Michel Temer , no caso das gravações da JBS. No áudio, o dono da JBS afirma que está "de bem" com o deputado cassado, preso em Curitiba. Temer responde com um incentivo: "Tem que manter isso, viu?" Por conta desta e outras declarações gravadas, o presidente é investigado no Supremo Tribunal Federal (STF) por corrupção passiva, obstrução à Justiça e organização criminosa. Temer tem 24 horas para prestar os esclarecimentos, mas não é obrigado a responder o questionário que a imprensa já teve acesso. VEJA AS PERGUNTAS, ACESSANDO "LEIA MAIS"...

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Dilma é flagrada andando de bicicleta ao redor do Palácio da Alvorada, em Brasília

Parece que a presidenta Dilma Rousseff está conseguindo manter a boa forma. Aparentemente mais magra, Dilma saiu para andar de bicicleta nos arredores do Palácio da Alvorada, neste sábado. Com capacete, calça legging e jaqueta esportiva pretas e blusa e tênis branco, ela pedalou cerca de meia hora sem ser reconhecida, apenas pela equipe da TV Record, que divulgou as imagens na noite deste sábado. Fontes próximas a presidenta disseram que ela costuma andar de bicicleta todos os dias e, neste sábado, resolveu sair dos limites de sua residência oficial. Em todo o percurso, Dilma estava acompanhada por dois seguranças, cada um de bicicleta, e um automóvel que os seguia de longe.

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Ator Ary Fontoura escreve carta de Natal e dá “lição de moral” em Dilma Rousseff
Ator Ary Fontoura e "conselhos de Natal" a Dilma

Ator Ary Fontoura escreve carta de Natal e dá “lição de moral” em Dilma Rousseff

Carta à Presidente da República Federativa do Brasil - Dilma Rousseff Meu nome é Ary Fontoura, sou brasileiro, tenho 81 anos, e exerço o ofício de ator. Acredito que, por também ser uma figura pública, Vossa Excelência tenha assistido algum dos meus trabalhos, seja no teatro, no cinema, ou na televisão. Visto que vivemos num país onde a liberdade de expressão é primazia, venho solicitar, através desta carta, me utilizando desta rede social, em nome de mais de duzentos milhões de brasileiros, a sua renúncia. Esforço-me, contudo, em explicar o meu pedido e, antes, permita-me algumas considerações. Já vivi o bastante e ao longo de todos esses anos pude ver um grande número de presidenciáveis que, desde a Proclamação da República, seja por indicação direta das Forças Armadas, por movimentos revolucionários, por Golpe Militar, ou por voto direto, governaram este país. Assim como a Senhora, sobrevivi aos duros Anos de Chumbo e, confesso, fui um admirador dos companheiros, cujos ideais socialistas lutaram contra o Regime Militar. Mas, depois de todo esse tempo, ainda aguardo um grande Presidente para o nosso país. E acrescento que continuaremos sem tê-lo, enquanto houver um “telefone vermelho” entre Brasília e o Guarujá ou São Bernardo do Campo. Em 24 de agosto de 1954, o Presidente Getúlio Vargas se matou em seu quarto com um tiro no peito. Na carta-testamento ele registrou: “Eu vos dei a minha vida. Agora ofereço a minha morte. Nada temo. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na história”, preferindo o suicídio a se submeter à humilhação que os adversários queriam com a sua renúncia. Em 1961, o então Presidente Jânio Quadros, alegando “forças ocultas”, renunciou e disse: “Desejei um Brasil para os brasileiros, afrontando, nesse sonho, a corrupção, a mentira e a covardia que subordinam os interesses gerais aos apetites e às ambições de grupos ou de indivíduos, inclusive do exterior. Sinto-me, porém, esmagado. Forças terríveis levantam-se contra mim e me intrigam ou infamam, até com a desculpa de colaboração”. No próximo dia 1º, Vossa Excelência subirá a Rampa do Planalto em direção à governança. No entanto, a subida será solitária, ainda que partidária e com bases aliadas. Mas saiba que duzentos milhões de brasileiros, mais uma vez, subirão com a Senhora, na esperança de se desenvolverem como cidadãos, e de ascenderem coletivamente num país melhor. Por isso, reforço o meu pedido inicial de “renúncia”. Como chefe maior dessa Nação, como Presidente ou Presidenta, renuncie à corrupção, aos corruptores, aos corrompíveis, aos corrompidos; renuncie à roubalheira política, aos escândalos na Petrobras; renuncie à falta de vergonha e aos salários elevados de muitos parlamentares; renuncie aos altos cargos tomados por ladrões; renuncie ao silêncio e ao “eu não sabia”; renuncie aos Mensaleiros; renuncie ao apadrinhamento político, aos parasitas, ao nepotismo; renuncie aos juros altos, aos impostos elevados, à volta da CPMF; renuncie à falta de planejamento, à economia estagnada; renuncie ao assistencialismo social eleitoreiro; renuncie à falta de saúde pública, de educação, de segurança (Unidade de Polícia Pacificadora não é orgulho para ninguém); renuncie ao desemprego; renuncie à miséria, à pobreza e à fome; renuncie aos companheiros políticos do passado, a velha forma de governar e, se necessário, renuncie ao PT. (SAIU AGORA)

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