O incrível negócio das bonecas sexuais hiper-realistas

Transformadas em produtos de luxo, custam entre 21.000 e 105.000 reais. Um mercado em expansão capitaneado por duas empresas californianas Os especialistas em robótica e inteligência artificial preveem que em 2050 os robôs sexuais já estarão disponíveis para invadir as nossas camas e, certamente, nos proporcionar orgasmos com duração e intensidade programadas. É provável, também, que, no futuro, muitas pessoas optem por ter esse humanoides como parceiros e até mesmo decidam se casar com eles. Pode ocorrer, inclusive, de a legislação, que sempre vem a reboque das demandas sociais, comece aos poucos, nos diferentes países, a se abrir no sentido de autorizar esse tipo de união, o que será comemorado — tal como agora comemoramos a admissão do casamento entre pessoas do mesmo sexo.  Atualmente, enquanto esse futuro — visto por alguns como alvissareiro e por outros como dantesco — não chega, muitas pessoas se satisfazem com as bonecas, manequins sexuais bem menos sofisticados do que os androides do futuro mas que vêm sendo cada vez mais aperfeiçoados. Seres de aparência quase real, com cílios e cabelos naturais, capazes de serem articulados para se acomodar à prática de uma considerável parcela das posições contidas no Kamasutra. Mulheres e homens que não envelhecem, com uma pele de tato muito similar ao da pele humana e com órgãos sexuais e corpos capazes de armazenar calor, para que a ausência de “calor humano” não se torne um problema na experiência e no desfrute desses sofisticados brinquedos sexuais. Produtos de luxo cujos preços variam de que oscilam entre 5.000 euros (25.000 reais), para os modelos mais simples, a 25.000 euros (105.000 reais).

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