“Simpósio de educação sexual transforma Universidade de Maringá em puteiro”

Seminário passa da teoria à prática do sexo. E isso chocou muita gente, especialmente os puritanos. blog do Eder Borges "Dia desses o filósofo Olavo de Carvalho disse em rede nacional para o programa do Danilo Gentili no SBT que as universidades brasileiras transformaram-se em puteiro. Na verdade, é pior do que isso. Um prostíbulo é o lugar que existe justamente para a prática da "sacanagem" e as pessoas que o frequentam são adultas e livres e lá vão para seus momentos de lazer. Já a universidade, existe para se adquirir conhecimento, para formar intelectuais, acadêmicos, profissionais e pessoas honradas que deveriam estar à frente em nossa sociedade. Todavia, está sendo utilizada para formar uma horda de tarados, degenerados morais escravos dos instintos mais animalescos do ser humano incapazes de pensar e de fazer algo útil por nossa civilização. "Importante firmar que quem promove esse tipo de degradação é a extrema esquerda, ligada a partidos como PSOL (principalmente), PT, PCB e PCdoB. Essas imagens são do Simpósio de Educação Sexual que ocorreu na UEM - Universidade Estadual de Maringá. Fique atento com a educação que seus filhos vêm recebendo na escola, para que amanhã você não tenha o desgosto de vê-los em fotos como essas."

Continuar lendo “Simpósio de educação sexual transforma Universidade de Maringá em puteiro”

Cultura ou selvageria? Todos os anos, 3 milhões de meninas sofrem mutilação genital no mundo!

Apesar de condenada pela ONU, países da África e no Oriente Médio mantêm a prática; a mutilação consiste em cortar partes do clitóris e dos pequenos e grandes lábios da vagina A gaze ao redor do tornozelo esquerdo da pequena Boche, de 10 anos, esconde o que seu olhar triste não consegue disfarçar. Após se recusar a ter as partes genitais mutiladas, a criança que mora em uma aldeia do norte da Tanzânia teve o pedaço da pele da perna arrancada à faca pelo próprio pai. Boche faz parte do contingente de milhões de meninas e mulheres que vivem em países da África e do Oriente Médio onde persiste a prática da mutilação genital feminina, uma tradição de ao menos cinco mil anos de história que consiste em cortar partes do clitóris e dos pequenos e grandes lábios da vagina. Em alguns locais o corte ainda é feito à navalha. O procedimento teria função sanitária – a mulher se tornaria mais limpa após o ato – e também atenderia a questões culturiais: o clitóris é visto por sociedades patriarcais como a falsa representação do pênis e, portanto, competiria com a virilidade masculina. Na maioria dos casos, a mutilação da vagina veta à mulher o direito ao prazer sexual.

Continuar lendo Cultura ou selvageria? Todos os anos, 3 milhões de meninas sofrem mutilação genital no mundo!