PGR pede prisão de Joesley, Ricardo Saud e ex-procurador Marcello Miller

BRASÍLIA - A Procuradoria-Geral da República pediu nesta sexta-feira ao Supremo Tribunal Federal (STF) a prisão preventiva do dono da JBS, Joesley Batista, do diretor da empresa Ricardo Saud, segundo a Globonews, e do ex-procurador Marcello Miller. O advogado é suspeito de fazer jogo duplo, ou seja, atuar como investigador do grupo de trabalho da Lava-Jato e, ao mesmo tempo, defender os interesses de executivos da J&F no início deste ano, conforme entendimento unânime da equipe de auxiliares mais próximos do procurador-geral Rodrigo Janot. Miller continua a prestar depoimento na noite desta sexta-feira na sede da Procuradoria Regional da República da 2ª Região, no Centro do Rio. O depoimento já dura mais de sete horas. Os pedidos de prisão serão encaminhados ao relator da Lava-Jato no STF, ministro Edson Fachin. Ele ainda não teve acesso aos pedidos. A tendência é que examine com cautela ao longo do fim de semana antes de tomar uma decisão. A equipe do procurador-geral considera que ao patrocinar a defesa do empresário Joesley Batista e outros delatores da J&F, controladora da JBS, o ex-procurador incorreu em crimes como envolvimento com organização criminosa, exploração de prestígio e obstrução de justiça. A tendência é de que seja pedida também a prisão dos executivos da JBS Joesley Batista e Ricardo Saud.Ministros do STF teriam se irritado com o conteúdo de uma conversa de quatro horas entre Batista e Saud. Na conversa, gravada involuntariamente, os dois falam sobre arrancar do ex-ministro José Eduardo Cardozo revelações comprometedoras sobre ministros do STF.

Continuar lendo PGR pede prisão de Joesley, Ricardo Saud e ex-procurador Marcello Miller

Propina leva Sarney, Lobão e toda a cúpula do PMDB no Senado ao STF

PGR aponta que atuais e ex-senadores receberam R$ 864,5 milhões em propina paga por fornecedores da Petrobras. Denunciados negam irregularidades. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira (8) denúncia contra políticos do PMDB do Senado. Foram denunciados os senadores Edison Lobão (MA), Jader Barbalho (PA), Renan Calheiros (AL), Romero Jucá (RR) e Valdir Raupp (RO), além do ex-senador e ex-presidente José Sarney. Também foi denunciado o ex-senador pelo PSDB e ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado. De acordo com as investigações, os sete políticos receberam R$ 864,5 milhões em propina paga por fornecedores da Petrobras e sua subsidiária Transpetro (veja mais abaixo nesta reportagem). A acusação aponta crime de organização criminosa, cuja pena varia entre 3 a 8 anos de prisão, além de multa. Todos os denunciados negaram participação no esquema de propina. O advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, que defende Romero Jucá, Edison Lobão e José Sarney, afirmou que recebe a denúncia "com perplexidade". Para ele, Janot demonstra que é contra políticos e partidos.

Continuar lendo Propina leva Sarney, Lobão e toda a cúpula do PMDB no Senado ao STF

Rejeição da denúncia é uma ‘conquista do estado democrático’, diz Temer

Presidente fez pronunciamento no Palácio do Planalto logo após Câmara rejeitar denúncia da PGR por corrupção passiva. Para Temer, 'erra' quem quer 'dividir' os brasileiros  O presidente Michel Temer afirmou nesta quarta-feira (2), em pronunciamento no Palácio do Planalto, que a rejeição da denúncia pela Câmara dos Deputados é uma "conquista do estado democrático". Temer convocou a imprensa para um pronunciamento logo após a Câmara rejeitar a denúncia da Procuradoria Geral da República por 263 votos a 227 (houve duas abstenções e 19 ausências). "Quero fazer um breve pronunciamento no dia em que a Câmara dos Deputados, que representa o povo brasileiro, manifestou-se de forma clara e incontestável. A decisão soberana do parlamento não é uma vitória pessoal de quem quer que seja, mas é uma conquista do estado democrático, da força das instituições e da própria Constituição", afirmou o presidente. Em seguida, Temer afirmou querer construir um Brasil "melhor, pacificado, justo, sem ódio ou rancor". Na avaliação do presidente, "erram" aqueles que, segundo ele, querem "dividir" os brasileiros. "Nosso destino é ser um grande país. É preciso acabar com os muros que nos separam", acrescentou.

Continuar lendo Rejeição da denúncia é uma ‘conquista do estado democrático’, diz Temer

Decidido: Raquel Dodge vai substituir o procurador-geral da República Rodrigo Janot. Na CCJ, Lobão mostra preocupação…

Entre os investigados que reclamaram da exposição estava o senador Edison Lobão (PMDB), investigado em vários inquéritos e delatado como beneficiário em diversos esquema de corrupção. Sua preocupação é a exposição pública dos alcançados pela Operação Lava Jato Por 74 votos favoráveis, um voto não e um abstenção, foi aprovada, nesta noite de quarta-feira, a indicação de Raquel Dodge para procuradora-geral da República. Será a primeira mulher no cargo, sucedendo Rodrigo Janot. Durante o dia, na CCJ, a sabatina seguiu o roteiro previsto.. Nenhum embate, divergência ou ataque de ninguém. Raquel Dodge, indicada pelo presidente Michel Temer para ser a nova procuradora-geral da República, foi aprovada por unanimidade (27 votos a 0) ao cargo pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado. É esperado que a aprovação de Dodge seja levada ao plenário do Senado ainda na sessão desta quarta-feira. A aprovação em regime de urgência foi proposta pelo senador José Agripino Maia (DEM) e aprovada pela comissão. A sessão durou de 10h52 até 18h14 desta quarta-feira. A procuradora não se comprometeu com nenhuma mudança em investigações ou ações do atual procurador-geral, Rodrigo Janot, mas falou genericamente em “fortalecer”, “melhorar” e “respeitar” a defesa da lei e o combate à criminalidade. Durante a sabatina, senadores aproveitaram para reclamar da exposição de nomes de investigados e réus em função de investigações conduzidas pelo Ministério Público, especialmente na Operação Lava Jato. Dodge já havia sinalizado publicamente que tomaria cuidado e já defendeu mudanças na transparência de acordos de delação premiada. Nesta quarta-feira, ela falou que a preocupação da Procuradoria-Geral da República com a comunicação deve ser com a “prestação de contas” das atividades. Como previsto, ela nem defendeu a transparência absoluta de quaisquer investigados nem criticou taxativamente a exposição dos nomes dos senadores investigados. Entre os investigados que reclamaram da exposição estava o senador Edison Lobão (PMDB), investigado em vários inquéritos e delatado como beneficiário em diversos esquema de corrupção. “A comunicação do que faz o Ministério Público deve ser sempre encarada como prestação de contas à sociedade. Precisamos comunicar adequadamente o que fazemos, como fazemos. E isso em absoluto não pode ser confundido com propaganda. De outro lado, é preciso preservar dignidade de pessoas investigadas”, afirmou Dodge. Ela também evitou criticar ou defender a prática do Ministério Público de pedir prisões preventivas de investigados, principalmente na Operação Lava Jato. “Prisão preventiva é realmente uma situação que não pode ser generalizada. E os casos concretos aqui referidos estão hoje em fase recursal e nós sabemos como o poder Judiciário tem sido cuidadoso no trato dessas questões”, afirmou Dodge.

Continuar lendo Decidido: Raquel Dodge vai substituir o procurador-geral da República Rodrigo Janot. Na CCJ, Lobão mostra preocupação…

“Enquanto houver bambu, vai ter flecha”, diz Janot, sobre ele na PGR até setembro

Autor da denúncia contra o presidente Temer, procurador celebra o fato de a sua sucessora ter sido escolhida dentro da lista tríplice e garante não ser inimigo de Raquel Dodge O procurador geral da República, Rodrigo Janot, bem que tenta se conter, mas não consegue fugir de uma certa sina que o persegue: fazer polêmica. Convidado do 12° Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), ele falou para um plateia lotada sobre a operação Lava Jato e os desafios de combater a corrupção no Brasil hoje. Falou de suas dificuldades à frente do órgão, da nova procuradora geral, Raquel Dodge, que assume seu posto dentro de três meses, e sobre sua saída. Qual será seu papel até setembro, questionou a entrevistadora do evento, a jornalista Renata Lo Prete. “Enquanto houver bambu, vai ter flecha. Até o dia 17 de setembro estarei lá na PGR, e até lá, a caneta está na minha mão, e vou continuar no mesmo ritmo que estou”, afirmou Janot, para um auditório lotado, num dos debates mais disputados do encontro que aconteceu em São Paulo. Ele comentou sobre outras duas denúncias em curso que chegarão ao presidente Michel Temer, sobre obstrução à Justiça e organização criminosa, mas não deu detalhes. Apenas disse que uma está mais adiantada que outra. Bem à vontade, Janot respondeu a todas as questões em aberto que o perseguem desde o dia 17 de maio, com as delações da JBS, acordadas com o empresário Joesley Batista – chamado a todo instante de “bandido” ao longo da palestra. Admitiu que já foi ameaçado de morte, e que anda com seguranças, mas que lida com essa questão como um assunto profissional.

Continuar lendo “Enquanto houver bambu, vai ter flecha”, diz Janot, sobre ele na PGR até setembro

Janot pede ao STF abertura de novo inquérito para investigar o senador Lobão

Procurador-geral quer apurar suposto envolvimento do senador com holding que opera nas Ilhas Cayman. Lobão nega ter ligação com a empresa. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal abertura de inquérito sobre o suposto envolvimento do senador Edison Lobão (PMDB-MA) com a holding Diamond Mountain, nas Ilhas Cayman. O procurador também pediu a quebra do sigilo bancário do parlamentar entre 1º de janeiro de 2011 e 31 de dezembro de 2012. A suspeita é de crime contra o sistema financeiro e de utilização da holding Diamond Mountain para tentar obter benefícios junto aos fundos de investimentos controlados pelo governo federal, entre os quais o Postalis, dos Correios. A Diamond Mountain divulgou nota na qual afirma que "jamais recebeu recursos de qualquer entidade ligada a órgãos governamentais de qualquer natureza ou espécie" (leia a íntegra da nota ao final desta reportagem). Alvo de quatro inquéritos no Supremo (leia mais informações ao final desta reportagem), Lobão nega as acusações. Segundo a defesa, ele nunca teve ligação com a Diamond Mountain. Os pedidos serão analisados pelo relator, ministro Luís Roberto Barroso, a quem cabe autorizar a investigação. A apuração sobre a Diamond Mountain começou em julho de 2014 na Justiça Federal de São Paulo mas, diante de uma testemunha ter citado possível envolvimento de Lobão, a juíza Fabiana Alves Rodrigues mandou tudo para o Supremo. Nessa decisão, a juíza destacou que o Ministério Público Federal não via indícios para investigar Lobão, mas que, pelo entendimento do Supremo, cabe ao STF decidir o que fazer depois de ouvir a Procuradoria Geral da República. Janot pediu, em setembro de 2015, coleta de mais informações antes de definir se pediria ou não abertura de inquérito.

Continuar lendo Janot pede ao STF abertura de novo inquérito para investigar o senador Lobão

Temer vive inferno astral: TSE, prisão de Henrique Alves e ter que dar respostas a 82 perguntas da PF. Veja!

Temer vive neste dia novo inferno astral, talvez o maior desde o início da sua carreira política. Não bastasse a retomada, hoje (6), do julgamento das irregularidades e crimes eleitorais cometidos pela chapa Dilma-Temer, com o pedido de cassação - no caso de Dilma já inócuo - da ex-presidente Dilma e do seu vice, no caso Michel Temer; a prisão, pela manhã, em Natal-RN, de seu ex-ministro do Turismo, ex-presidente da Câmara e um dos seus principais interlocutores, Henrique Eduardo Alves, a Polícia Federal (PF) entregou a ele uma lista de 82 perguntas sobre a delação de Joesley Batista, dono do frigorífico JBS, e de outros executivos da empresa. O questionário - substituindo a presença de Temer, em carne e osso, no Supremo- , tornou-se necessário depois que o presidente da República passou à condição de "investigado" pelo Supremo Tribunal Federal, por conta do diálogo gravado num encontro entre ele e Joesley Batista, da JBS, supostamente dando apoio à compra do silêncio do ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, já preso. A consequência disso é que o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, acolheu pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e autorizou depoimento do presidente Michel Temer , no caso das gravações da JBS. No áudio, o dono da JBS afirma que está "de bem" com o deputado cassado, preso em Curitiba. Temer responde com um incentivo: "Tem que manter isso, viu?" Por conta desta e outras declarações gravadas, o presidente é investigado no Supremo Tribunal Federal (STF) por corrupção passiva, obstrução à Justiça e organização criminosa. Temer tem 24 horas para prestar os esclarecimentos, mas não é obrigado a responder o questionário que a imprensa já teve acesso. VEJA AS PERGUNTAS, ACESSANDO "LEIA MAIS"...

Continuar lendo Temer vive inferno astral: TSE, prisão de Henrique Alves e ter que dar respostas a 82 perguntas da PF. Veja!

STF levanta sigilo, e conversa de jornalista com irmã de Aécio é divulgada

ABI considera que a PGR violou o sigilo da fonte; PGR diz que ‘não divulgou, não transcreveu, não utilizou como pedido, nem juntou diálogo aos autos’. Uma conversa entre o jornalista Reinaldo Azevedo e Andrea Neves, irmã do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), foi publicada por um site de notícias nesta terça-feira (23). A conversa, sem nenhuma ilegalidade, continha críticas do jornalista à revista "Veja", onde Azevedo trabalhava. O que levou ao pedido de demissão do jornalista. A publicação da conversa provocou protestos de jornalistas e da Associação Brasileira de Imprensa (ABI). Em nota, a ABI disse que “considera que a Procuradoria-Geral da República (PGR) violou o sigilo da fonte, assegurado pelo artigo 5º da Constituição Federal”. A ABI acusa o procurador-geral Rodrigo Janot de praticar “intimidação e retaliações a jornalistas”. E diz que espera que “este episódio não se repita e que as investigações prossigam dentro do ordenamento jurídico do país”. A PGR reagiu às críticas. Em nota, afirmou que “não divulgou, não transcreveu, não utilizou como pedido, nem juntou o referido diálogo aos autos”. A PGR disse ainda que as referidas conversas, gravadas pela Polícia Federal (PF), “ainda não deram entrada na PGR, tendo entrada prevista para o dia 24 de maio” (esta quarta-feira). O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes criticou o que chamou de vazamento. Em nota, disse que “a lei 9296 é clara ao vedar uso de gravação que não esteja relacionada com o objeto da investigação”. Para ele, o vazamento da conversa do jornalista Reinaldo Azevedo “é um ataque à liberdade de imprensa e ao direito constitucional de sigilo da fonte”. A presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, também em nota, disse que “o Supremo tem jurisprudência consolidada de respeitar integralmente o sigilo da fonte”. E que reitera o “seu firme compromisso, de lutar, e agora, como juíza, de garantir o integral respeito a esse direito constitucional”. As conversas gravadas pela PF, dentro da operação Patmos, que investiga crimes praticados por integrantes do grupo J&F, controlador da JBS, foram autorizadas pelo Supremo.

Continuar lendo STF levanta sigilo, e conversa de jornalista com irmã de Aécio é divulgada

Jornalista Reinaldo Azevedo pediu demissão, de uma tacada só, da Revista Veja e da Rádio Jovem Pan

Reinaldo Azevedo não é mais colunista da "Veja", de onde pedira pra sair. O mesmo ocorreu com a RádioJovem Pan, onde apresentava o muito ouvido programa "Pingo nos Is". O jornalista, que ficou conhecido por suas publicações críticas ao Partido dos Trabalhadores (PT) desde o primeiro governo Lula, pediu à direção da revista, nesta terça-feira (23), pelo fim de seu contrato. A decisão foi tomada por causa da divulgação de uma gravação telefônica feita pela Polícia Federal na qual ele conversa com Andrea Neves, irmã do senador afastado Aécio Neves (PSDB). O site "BuzzFeed" foi quem publicou trechos do diálogo. Na conversa, Reinaldo Azevedo chama a "Veja" de “nojenta” por causa de uma reportagem de capa que abordava o pagamento de uma suposta propina a Aécio em Nova York, em uma conta em nome de Andrea. De acordo com o jornal “O Globo”, a conversa entre Reinaldo e Andrea consta do conjunto de áudios disponibilizado pela Procuradoria Geral da República no inquérito que provocou o afastamento de Aécio. O jornalista não é alvo de investigação e as gravações não têm indícios de crime, o que gerou críticas de entidades de imprensa e até de desafetos do ex-colunista da "Veja" contra a PGR e a PF. A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) afirmou, em nota, que vê com preocupação a violação de sigilo de fonte protagonizada pela PGR. “A Lei 9.296/1996, que regula o uso de interceptações telefônicas em processos, é clara: a gravação que não interesse à produção de provas em processo deve ser destruída. O próprio Ministério Público, aliás, é que deveria cuidar para que isso aconteça”, diz o comunicado. No texto, a Abraji destaca ainda que a inclusão das conversas entre Reinaldo e Andrea no inquérito ocorre no momento em que o jornalista tece críticas à atuação da PGR, o que sugere a possibilidade, segundo a associação, de o caso “se tratar de uma forma de retaliação ao seu trabalho”. Diante da repercussão do caso, Reinaldo publicou em seu blog, hospedado no site da "Veja", um comunicado sobre o seu pedido de demissão no qual elucidou que Aécio e Andrea são suas fontes. Ele ressaltou também que “em qualquer democracia do mundo, a divulgação da conversa de um jornalista com sua fonte seria considerada um escândalo”. Conforme o colunista Flávio Ricco, do portal "UOL", Reinaldo Azevedo também vai deixar a rádio Jovem Pan, onde apresentava o programa “Pingos nos Is”. O jornalista continuará o seu trabalho de comentarista no “Rede TV! News”.

Continuar lendo Jornalista Reinaldo Azevedo pediu demissão, de uma tacada só, da Revista Veja e da Rádio Jovem Pan
Rodrigo Janot volta a pedir prisão do senador Aécio Neves e do deputado Rocha Loures
Em recurso ao STF, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pede outra vez a prisão de Aécio, já negada por Fachin

Rodrigo Janot volta a pedir prisão do senador Aécio Neves e do deputado Rocha Loures

Procurador-geral da República recorreu da decisão do ministro Edson Fachin, que negou a prisão dos parlamentares, que foram afastados; recurso deverá ser analisado pelo plenário do STF. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu novamente nesta segunda-feira (22) ao Supremo Tribunal Federal (STF) a prisão do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) e do deputado afastado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR). A PGR recorreu da decisão do ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato, que negou na semana passada, em decisão monocrática, a prisão preventiva (antes da condenação) dos parlamentares. Com o recurso, o pedido deverá agora ser analisado pelo plenário do STF, formado pelos 11 ministros da Corte. O advogado José Luis Oliveira Lima, que faz a defesa de Rodrigo Rocha Loures, afirmou que não há qualquer motivo para a prisão do deputado afastado e disse que aguarda o plenário do Supremo mantenha a decisão que negou o pedido de prisão feito por Janot. "O deputado, no momento oportuno, irá prestar todos os esclarecimentos devidos", disse. O advogado Alberto Toron, que faz a defesa de Aécio Neves, informou que aguarda ser intimado sobre o pedido da PGR "para apresentar suas contrarrazões, oportunidade em que demonstrará a impropriedade" do pedido. Tambem afirmou que ingressará no STF com um pedido para revogar o afastamento do senador do mandato "por falta de base legal e constitucional". O órgão entende que Aécio e Loures foram pegos em “flagrante por crime inafiançável” na tentativa de obstruir as investigações da Operação Lava Jato, com base nas gravações realizadas pelos donos da JBS, entregues na delação premiada da empresa.

Continuar lendo Rodrigo Janot volta a pedir prisão do senador Aécio Neves e do deputado Rocha Loures