Café diminui chance de ataque cardíaco e outras doenças coronarianas, revela nova pesquisa

Uma nova pesquisa trouxe mais uma boa notícia para os amantes de café. A bebida, além de dar aquela disposição extra, diminui a chance de sofrer com insuficiência cardíaca, ataques cardíacos e doenças coronárias. O estudo feito pela Escola de Medicina da Universidade de Colorado, em Aurora, nos Estados Unidos, usou de maneira automática, com um algoritmo, os dados de um amplo estudo epidemiológico de longa duração feito pela Framingham Heart Study e conseguiu associar o consumo da bebida aos benefícios para o coração. Essa pesquisa já acompanhou mais de 15 mil pessoas com doenças cardíacas desde a década de 1940. Em particular, os cientistas revelaram que, a cada xícara de café consumida, o risco de insuficiência cardíaca cai 7%, o de ataque reduz em 8% e o de doenças coronárias cai 5%. Para confirmar as informações, eles repetiram o uso do algoritmo com dados de outras duas pesquisas, feitas pelo Cardiovascular Heart Study e pelo Atherosclerosis Risk In Communities Study, e também identificaram a mesma relação entre consumo e o risco de doenças cardíacas. Com informações da Ansa.

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Brasil sem Lula em 2018: quem ganharia e quem perderia no xadrez político

Especialistas analisam a situação dos potenciais candidatos após a sentença de Sérgio Moro Lula, a maior potencia eleitoral para as eleições de 2018, está a uma decisão judicial de virar pó. Caso o Tribunal Regional da 4ª Região confirme a decisão de Sérgio Moro, que condenou o ex-presidente Lula a 9 anos e meio de prisão, será o fim do sonho do petista de subir novamente – pela terceira vez - a rampa do palácio do Planalto. A condenação pela Corte faria dele ficha suja, e o tornaria inelegível. E de quebra o ex-mandatário ainda pode ser mandado para uma prisão, onde cumpriria pena em regime fechado. Atualmente ele lidera todos os cenários da última pesquisa eleitoral do Datafolha, com 30% das intenções de voto, seguido à distância por Jair Bolsonaro (PSC) e Marina Silva (Rede). Agora o mundo político começa a analisar dois cenários possíveis para as próximas eleições: um com o ex-presidente e líder petista, outro sem ele. Sem o ex-presidente na disputa, o PT teria que articular um plano B. Os nomes do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad e o ex-governador da Bahia Jaques Wagner são os mais cotados para a vaga. Nenhum deles, no entanto, tem o carisma e a força política de Lula. Com a ausência de um candidato petista competitivo “o campo tucano terá, pela primeira vez em muitos anos, que aprender a fazer uma campanha sem o elemento de polarização contra o ex-presidente Lula”, afirma Lavareda. Até o momento o candidato tucano é uma incógnita. O senador Aécio Neves, derrotado em 2014 por Dilma Rousseff, responde a processos no âmbito da Operação Lava Jato – o que pode comprometer suas chances nas urnas. Ele chegou a ser afastado do cargo pelo STF, mas foi reconduzido no início de julho. Sua irmã, Andrea, está em prisão domiciliar. Poucos analistas apostam que ele chegará a 2018 com força política suficiente para disputar. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, seria outro postulante à vaga do PSDB, mas correndo por fora aparece o prefeito paulista, João Doria.

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TSE dá conhecimento às regras para divulgação de pesquisas eleitorais, em 2016

Já está valendo: a partir de 1º de janeiro, entidades ou empresas que realizarem pesquisas de opinião pública sobre as eleições ou sobre os possíveis candidatos, para conhecimento público, ficam obrigadas a registrar cada pesquisa no Juízo Eleitoral ao qual compete fazer o registro dos candidatos, com os dados previstos em lei e nas resoluções expedidas pelo TSE. O registro da pesquisa deve ser feito com antecedência mínima de cinco dias de sua divulgação. Os responsáveis por divulgar pesquisa sem o prévio registro das informações obrigatórias ficam sujeitos a multa, que varia de R$ 53.205,00 a R$ 106.410,00. São esses alguns dos dispositivos da resolução do TSE que trata do assunto. Ao registrar a pesquisa, a entidade ou empresa deve, entre outros dados, informar: nome do contratante da pesquisa e seu número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ); valor e origem dos recursos despendidos no trabalho; metodologia e período de realização da pesquisa; plano amostral e ponderação quanto a sexo, idade, grau de instrução, nível econômico do entrevistado e área física de realização do trabalho a ser executado, nível de confiança e margem de erro, com a indicação da fonte pública dos dados utilizados. As empresas também devem fornecer informações sobre: o sistema interno de controle e verificação, conferência e fiscalização da coleta de dados e do trabalho de campo; questionário completo aplicado ou a ser aplicado; quem pagou pela realização do trabalho e seu número de inscrição no CPF ou no CNPJ; cópia da respectiva nota fiscal; nome do estatístico responsável pela pesquisa e o número de seu registro no Conselho Regional de Estatística competente; e indicação do município abrangido pela pesquisa, bem como dos cargos aos quais se refere. Na hipótese de a pesquisa envolver mais de um município, a entidade ou a empresa deverá realizar um registro para cada município abrangido. Além disso, segundo a norma vigente, durante a campanha eleitoral, é proibido realizar enquetes relativas ao processo eleitoral. Considera-se enquete ou sondagem a pesquisa de opinião pública que não obedece às disposições legais e às determinações previstas na resolução do TSE.

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Eu só quero dizer uma coisa: essa pesquisa Ibope está muito esquisita…
O X que caracteriza o desencantamento com o Ibope...

Eu só quero dizer uma coisa: essa pesquisa Ibope está muito esquisita…

Por Renato Rovai* - setembro, 16 Renato Rovai é jornalista e editor da Revista Fórum. Mestre em Comunicação pela Universidade de São Paulo e doutorando na Universidade Federal do ABC. É professor da Faculdade Cásper Líbero. O Ibope anunciou sua nova pesquisa para as eleições presidenciais. Dilma tem 36%, Marina, 30%, e Aécio, 19%. Na anterior, Dilma tinha 39%, Marina, 31%, e Aécio, 15%. Ou seja, o tucano cresceu quatro pontos, Dilma caiu três e Marina um. Esse resultado contradiz todos os levantamentos que outros institutos têm feito em trackings que são entregues diariamente a candidatos a governos e a partidos. Neles, Marina cai um pouco, Dilma cresce um pouco e Aécio permanece estável. Não importam os números, neste caso, mas a tendência. A tendência do Ibope é diferente. Dilma cai para além da margem de erro, Marina cai na margem e Aécio sobe acima da margem. Esta pesquisa cai como uma luva no discurso aecista de que o jogo ainda não acabou. O candidato pode com ela voltar a arrecadar, requalificar alianças e buscar convencer seu principal partido de que ele ainda é um candidato viável. Não estou falando do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), mas do Partido da Mídia Tradicional ou do PIG, como preferirem. Longe deste blogueiro querer insinuar qualquer coisa. Ainda mais contra o Ibope que acerta todas as pesquisas em todos os lugares onde atua. Que o diga o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que em 1985 sentou na cadeira antes do tempo e que ficou acreditando no Ibope até o último segundo mesmo quando na apuração já estava claro que Jânio Quadros seria eleito. Ou, para pegar um caso mais local, mas também bastante interessante, que o diga a população de Bragança Paulista. Lá o Ibope realizou nos dias 24 e 25 de setembro de 2012, poucos dias antes da eleição. uma pesquisa na cidade encomendada pelo jornal Diário de Bragança, veículo vinculado a um grupo político que tinha interesse naquela eleição. Pelo resultado, que foi imediatamente parar no do programa eleitoral do candidato e virou jornais a serem distribuídos em todos os cantos da cidade, o candidato que acabou derrotado estava disparado na frente com 37%. E o candidato do PT, Fernão Dias, que acabou eleito, tinha apenas 23%. Uma diferença de 14 pontos que a cidade inteira não acreditava existir. Mas que o Ibope cravou como o retrato daquele momento. Pesquisas erram, pesquisas acertam. Isso é parte integrante de qualquer trabalho. Mas eu só quero dizer uma coisa, esse Ibope está muito esquisito.

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Marina diz que PT e PSDB estão desesperados e denuncia perseguição
Marina Silva x Dilma: foi só a ambientalista ameaçar os grandes, e o pau cantou...

Marina diz que PT e PSDB estão desesperados e denuncia perseguição

A candidata à Presidência da República, pelo PSB, Marina Silva, disse que seus adversários estão em “situação de quase desespero” (PSB) diante de seu crescimento nas pesquisas eleitorais. A candidata diz que está tendo sua vida vasculhada pelo PT e pelo PSDB, que estão atrás de algum indício de irregularidade cometido por ela. Nesta sexta-feira ela afirmou que a atitude da campanha da presidente Dilma Rousseff, de abrir investigação sobre a renda que obteve com palestras nos últimos anos, é uma tentativa de criar “factoides”. “Sempre foi uma demanda espontânea, nunca tive tabela (de preços) para as minhas palestras”, disse a candidata ao alegar que já fez palestras por R$ 1 mil. Segundo Marina, depois de ter deixado o cargo de ministra do Meio Ambiente no governo Lula, ela passou a trabalhar com o que sabe, que é a “defesa do desenvolvimento sustentável”. “Está acontecendo uma atitude lamentável, uma verdadeira perseguição”, disse a candidata, que defendeu seu direito a ter uma atividade profissional. A candidata disse que eventuais diferenças de valores se devem ao registro de receita bruta e líquida que ela obteve com os eventos e que não é correta a afirmação de que sua atividade como palestrante tenha sido usada indevidamente em relação à campanha presidencial. Marina também lamentou a crítica do candidato tucano Aécio Neves, de que ela muda de opinião ao sabor do momento. Citou o exemplo da temática de soja transgênica, que tem sido colocada por adversários. Segundo a candidata, ela sempre defendeu um modelo de coexistência entre o plantio da soja transgênica e da soja convencional. “Lamentavelmente, (no passado, quando ministra) eu não tinha tanta audiência como tenho agora.”

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Retrospectos de pesquisas eleitorais para presidente da República até o “pulo” de Marina Silva
Dança nos números e modificação brusca com a morte de Eduardo Campos (PB)

Retrospectos de pesquisas eleitorais para presidente da República até o “pulo” de Marina Silva

Pesquisa Eleitoral para Presidente Atualizado em 19/08/2014 Intenções de Voto para Presidente - Datafolha Na última pesquisa realizada pelo Datafolha, o nome do candidato Eduardo Campos, falecido no dia 13 de agosto, foi substituído pelo da ex-senadora Marina Silva, mesmo que tal alteração ainda não tenha sido oficializada pelo partido até a data de divulgação da pesquisa. Pesquisa Presidencial Datafolha 18/Ago/2014 Na pesquisa Datafolha encomendada pelo jornal "Folha de São Paulo", divulgada dia 18 de agosto, Dilma também aparece na frente, mas agora com Marina Silva e Aécio Neves empatados tecnicamente. Candidato Intenções de Voto (%) Dilma (PT) 36% Marina Silva (PSB) 21% Aécio Neves (PSDB) 20% Pastor Everaldo (PSC) 3% Zé Maria (PSTU) 1% Eduardo Jorge (PV) 1% Luciana Genro (PSOL) 0% Rui Costa Pimenta (PCO) 0% Eymael (PSDC) 0% Levy Fidelix (PRTB) 0% Mauro Iasi (PCB) 0% Branco/Nulo/Nenhum 8% Não Sabe 9% A pesquisa foi realizada entre os dias 14 e 15 de agosto de 2014 com 2.843 entrevistados em 176 municípios brasileiros. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o protocolo nº BR-00386/2014 e foi divulgada no site folha.uol.com.br. Intenções de Voto para Presidente - Ibope Desde o último mês de abril, o Ibope realizou seis pesquisas eleitorais presidenciais, nas quais os quatros primeiros candidatos permaneceram na mesma posição desde o primeiro levantamento.

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Datafolha e Ibope: discrepância sobre o segundo turno da corrida presidencial deixa especialistas encafifados
Daniel Mendes comenta discrepãncias entre pesquisas do Ibope e Data Folha

Datafolha e Ibope: discrepância sobre o segundo turno da corrida presidencial deixa especialistas encafifados

DANIEL MENDES* Sobre Datafolha e Ibope A discrepância nos números para o segundo turno, entre os institutos Datafolha e Ibope, permanece sendo um mistério não decifrado. Vamos meter a colher nesse angu pra ver o que se pode extrair dele. Em primeiro lugar afastar de cara qualquer hipótese de distorção provocada por manipulação de números ou mesmo de campo amostral. Essas suspeitas fazem parte dos “argumentos de combate”, mas não merecem dois neurônios de atenção de quem queira interrogar os fatos. Ambos os institutos são sérios e buscam acertar. Com certeza estão os seus estatísticos debruçados sobre os números para tentar entender a diferença superior às margens de erro projetadas. O estranho é que os resultados para o primeiro turno batem quase na casa decimal, o que retira a suspeita de que possa ter havido um erro amostral. O que explica então a diferença? Uma primeira hipótese seria alguma indução na ordem das perguntas. Uma simples verificação nos dois questionários mostra que não há nada de anormal nesse quesito. Outra possibilidade, que sempre é levantada, é a diferença metodológica entre a coleta de dados domiciliar, do Ibope, e a de fluxo, do Datafolha. Mais uma vez o resultado do primeiro turno elimina essa hipótese. Outra diferença está no tamanho da amostra, o que favoreceria o Datafolha. Mas aí também não procede, uma vez que a amostra muito mais vitaminada do Datafolha (5377 entrevistas) resulta do aproveitamento que fez o Instituto para ampliar o campo visando extrair pesquisas completas para o Rio e São Paulo. Ou seja, boa parte dessa mega amostra foi desconsiderada para efeito de ponderação do resultado. Poderia essa ponderação explicar a diferença? Em tese, sim, considerando que os resultados nesses dois estados passaram por um “refino” amostral muito maior do que seria a amostra parcial natural. Mas por que essa ponderação não afetaria também o primeiro turno? A menos que tenha havido erro na ponderação, o que é difícil acreditar pois esse é um procedimento simples e frequentemente usado por todos os institutos. Resta a hipótese, por exclusão, de que na específica pergunta do segundo turno ambos os institutos encontraram resultados tendendo para os dois campos gravitacionais opostos das margens de erro. No Ibope a favor de Dilma e no Datafolha a favor da oposição. Sempre há essa chance, dentro dos 95% de intervalo de confiança, de que algum resultado caia nos 5% restantes. É improvável, mas acontece. Mais improvável ainda quando atinge dois institutos ao mesmo tempo. Mas quem já furou dois pneus de carro no mesmo dia sabe que a Lei de Murphy tá aí pra isso mesmo. A arbitragem da questão, mais uma vez, acontecerá na série histórica. Há que aguardar as próximas pesquisas para ver quem pisca primeiro, aproximando os números dos do concorrente ou ambas confluindo para um meio termo. Daniel Mendes é jornalista, redator publicitário e moderador de pesquisa qualitativa

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Deputados oposicionistas comentam resultado de recentes pesquisas eleitorais no MA
Deputados destacam números da pesquisa Data-M obtidos por Flávio Dino

Deputados oposicionistas comentam resultado de recentes pesquisas eleitorais no MA

Ribamar Santana / Agência Assembleia Os deputados Rubens Júnior (PCdoB), líder do Bloco de Oposição, Othelino Neto (PCdoB), Bira do Pindaré (PSB) e Marcelo Tavares (PSB), em pronunciamento na sessão desta quarta-feira (18), teceram comentários sobre o resultado das últimas pesquisas eleitorais, que, segundo eles, colocam o presidente da Embratur na liderança das candidaturas de governador, inclusive na Grande São Luís. “A Data-M, na Grande São Luís, constatou com cenários de múltiplos candidatos a liderança de Flávio Dino, com a deputada Eliziane em segundo e o candidato da governadora Roseana Sarney em terceiro”, revelou Rubens Júnior. O deputado César Pires (PMDB), líder do Governo, refutou os dados da pesquisa divulgados pelos deputados da Oposição, questionando a imparcialidade da empresa Data –M que, segundo ele, é de propriedade de um funcionário do vice-prefeito de São Luís, Roberto Rocha, (PSB), e também mostrando que nenhum fato político relevante aconteceu para que os números divulgados pela pesquisa da Data-M mudassem significativamente num intervalo de 15 dias. “O que fez, por exemplo, a deputada Eliziane Gama cair tanto se ela estava lá nos presídios, nas televisões, nos blogs?”, indagou. César Pires disse ficar preocupado com o comportamento dos deputados de Oposição que, segundo ele, parecem mais um manto ao “Véu da Verônica”, isto é, todo mundo quer que exista, mas não se descobre onde é que estão essas pessoas. “É um manto de Verônica ou então o Véu de Isis, separando a verdade e a mentira. Esses indicadores só se encontram na Data-M. Imaginem se essas empresas de pesquisas pertencessem a pessoas ligadas ao meu grupo político. O mundo desabaria aqui”, observou.

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Influência das pesquisas eleitorais e besteirol político
Debate e besteirol: influencia ou não o eleitor?

Influência das pesquisas eleitorais e besteirol político

A Câmara dos Deputados tem na fila, desde o ano passado, proposta de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), de autoria do deputado André Figueiredo (CE), para investigar institutos de pesquisas e “o mal” que possam causar ao processo eleitoral. Como sempre acontece, após a realização de eleições, o assunto volta à baila. Muita discussão séria se junta a um monte de besteirol...

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