Parcela que apoia governo militar no Brasil é maior que a média mundial

Segundo levantamento, 23% dos entrevistados no Brasil dizem não gostar da democracia representativa. Maioria é constituída de pessoas que não chegam ao ensino médio. A parcela de brasileiros que apoia pelo menos uma forma de governo "não democrática" e que mostra simpatia por militares no poder é maior do que a média global, segundo um levantamento realizado pelo americano Centro de Pesquisas Pew em 38 países.   Segundo a pesquisa, 23 % dos entrevistados no Brasil diz não gostar da democracia representativa e apoia ao menos uma das três formas de governo: tecnocrático, militar ou com um "líder forte". Nos 38 países, a média é de 13%, com 23% dizendo descartar formas de governo "não democráticas". Se contabilizados os brasileiros que consideram a democracia representativa "boa" mas também apoiam ao menos uma forma de governo "não democrática", a parcela do país que considera válido um regime militar, tecnocrático ou autoritário sobe para 62%. O levantamento foi feito entre fevereiro e maio com 41.593 pessoas em 38 países de cinco continentes. No Brasil, foram entrevistadas 1.008 pessoas, pessoalmente, entre março e abril, com margem de erro de 4,7 pontos percentuais.

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Queda na avaliação da gestão Doria, em SP: aprovação de 32% e reprovação de 26%, diz o Datafolha

Pesquisa do Datafolha divulgada neste domingo (8) pelo jornal “Folha de S.Paulo” mostrou os seguintes percentuais de avaliação da gestão do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB): - Ótimo/bom: 32% - Regular: 40% - Ruim/péssimo: 26% - Não sabe: 2% O levantamento do Datafolha foi realizado nos dias 4 e 5 de outubro. Foram ouvidas 1.092 pessoas com 16 anos ou mais na cidade de São Paulo. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O percentual de pessoas que rejeitam a sua administração foi de 22% em junho para 26% agora, e os que a aprovam foi de 41% para 32%. Outros 40% consideram que o governo de Doria é regular. Em evento no Ipiranga, na Zona Sul, Doria afirmou na manhã deste domingo que respeita a pesquisa.  "Pesquisa é sempre uma referência. É importante respeitar pesquisa, e eu respeito", disse. "Estamos com nove meses de gestão à frente da Prefeitura de São Paulo, sem recurso, vocês sabem disso. Temos R$ 7,5 bilhões de déficit no orçamento que foi herança do PT, que nos deixou esse rombo", completou. Entre os problemas apontados pelos eleitores na administração de Doria em São Paulo, estão as constantes falhas nos semáforos da cidade. Para 50% dos entrevistados, o sistema é ruim ou péssimo. Na cidade como um todo, outros dados da pesquisa mostram que 64% acreditam que o prefeito fez menos do que poderia, contra 53% em junho e 39% em seu primeiro mês na administração.

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Com aumento de impostos, Governo Temer desce a 5% de aprovação e 70% de reprovação

Índice de entrevistados que consideram governo 'regular' é de 21%. Pesquisa foi encomendada pela CNI e ouviu 2.000 eleitores entre 13 e 16 de julho; margem de erro é de 2 pontos. (G1)  Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (27) mostra os seguintes percentuais de avaliação do governo do presidente da República, Michel Temer (PMDB): Ótimo/bom: 5% Regular: 21% Ruim/péssimo: 70% Não sabe/não respondeu: 3% O levantamento do Ibope, encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi realizado entre os dias 13 e 16 de julho e ouviu 2.000 pessoas em 125 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança da pesquisa divulgada nesta quarta, segundo a CNI, é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. Esta é a segunda pesquisa Ibope encomendada pela CNI divulgada neste ano. No último levantamento, de março, Temer aparecia com aprovação de 10% dos entrevistados, enquanto 55% consideravam o governo "ruim/péssimo" e 31%, "regular" – à época, 4% não souberam opinar ou não responderam.

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