Ex-marido agride e arrasta mulher pelos cabelos e ainda diz que vai passar com o carro sobre ela

Depois de tudo, o homem ainda ameaçou passar com o carro em cima da ex-companheira Uma mulher de 33 anos foi agredida e ameaçada de morte pelo ex-companheiro, na manhã deste sábado (7), na cidade de Nova Andradina- distante 297 quilômetros de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul. A vítima contou aos policiais que estava chegando em sua residência por volta das 6 horas da manhã deste sábado (7), quando se deparou com o autor a esperando na porta. Após entrar, ele a seguiu e quebrou seu aparelho celular. Em seguida, o autor teria derrubado a mulher no chão e a arrastado pelos cabelos ameaçando-a de morte. Ele disse que passaria com o carro em cima dela. Na delegacia, a vítima disse que o homem a persegue em seu trabalho, na escola ou em qualquer lugar em que estiver.

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Bandidos tomam carro de assalto, são perseguidos e presos pela PM, após baterem em poste no Turu
O estado em que ficou a Eco Esporte, após a colisão frontal com o poste de iluminação pública... (flagrante registrado pelos PMs)

Bandidos tomam carro de assalto, são perseguidos e presos pela PM, após baterem em poste no Turu

Quatro assaltantes armados assaltaram um cidadão, e levaram o seu carro, um Eco Esporte, nesta segunda-feira (9), no começo da noite, na Avenida São Luís Rei de França. Uma viatura da Polícia Militar foi acionada, localizou o bando e iniciou uma perseguição com cenas dignas dos filmes de Hollywood, com direito a apostar corrida e promover troca de tiros. Mas quem levou a melhor foram os homens da PM, já que o motorista do carro ocupado pelos bandidos perdeu o controle e bateu, de frente, num poste da rede de iluminação pública, na Avenida General Artur Carvalho, no Turu, em frente ao Motel Oásis. O poste foi ao chão, com toada a fiação, interrompendo o fornecimento de energia elétrica na área e terminou por provocar um grande engarrafamento de veículos, além de atrair dezenas de curiosos ao local. Os quatro homens foram presos e encaminhados para a delegacia do plantão do bairro Cohatrac, onde aguardam a deliberação da Justiça, que deve mandar transferi-los para Pedrinhas. Uma senhora que se dirigia ao Condomímio Vivare, ali perto, presenciou o momento da colisão e quase seu veículo foi atingido pelo porte derrubado pelo Eco Esporte. "Peguei o maior susto, com medo também de ser envolvida no acidente e ficar no meio do fogo cruzado", disse a testemunha, que não quis se identificar.

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Marina diz que PT e PSDB estão desesperados e denuncia perseguição
Marina Silva x Dilma: foi só a ambientalista ameaçar os grandes, e o pau cantou...

Marina diz que PT e PSDB estão desesperados e denuncia perseguição

A candidata à Presidência da República, pelo PSB, Marina Silva, disse que seus adversários estão em “situação de quase desespero” (PSB) diante de seu crescimento nas pesquisas eleitorais. A candidata diz que está tendo sua vida vasculhada pelo PT e pelo PSDB, que estão atrás de algum indício de irregularidade cometido por ela. Nesta sexta-feira ela afirmou que a atitude da campanha da presidente Dilma Rousseff, de abrir investigação sobre a renda que obteve com palestras nos últimos anos, é uma tentativa de criar “factoides”. “Sempre foi uma demanda espontânea, nunca tive tabela (de preços) para as minhas palestras”, disse a candidata ao alegar que já fez palestras por R$ 1 mil. Segundo Marina, depois de ter deixado o cargo de ministra do Meio Ambiente no governo Lula, ela passou a trabalhar com o que sabe, que é a “defesa do desenvolvimento sustentável”. “Está acontecendo uma atitude lamentável, uma verdadeira perseguição”, disse a candidata, que defendeu seu direito a ter uma atividade profissional. A candidata disse que eventuais diferenças de valores se devem ao registro de receita bruta e líquida que ela obteve com os eventos e que não é correta a afirmação de que sua atividade como palestrante tenha sido usada indevidamente em relação à campanha presidencial. Marina também lamentou a crítica do candidato tucano Aécio Neves, de que ela muda de opinião ao sabor do momento. Citou o exemplo da temática de soja transgênica, que tem sido colocada por adversários. Segundo a candidata, ela sempre defendeu um modelo de coexistência entre o plantio da soja transgênica e da soja convencional. “Lamentavelmente, (no passado, quando ministra) eu não tinha tanta audiência como tenho agora.”

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Deputado desafia membros da PM a mostrar imagens da operação contra irmão de Flávio Dino
Marcelo Tavares desafia a PM a mostrar vídeo da "batida" na Estiva

Deputado desafia membros da PM a mostrar imagens da operação contra irmão de Flávio Dino

Coordenador da campanha de Flávio Dino, o deputado Marcelo Tavares desafia os integrantes da Polícia Militar que participaram da operação de espionagem contra familiares de Flávio Dino a divulgar o vídeo gravado pela corporação durante a emboscada montada para intimidar o empresário Saulo Dino, irmão do candidato oposicionista. Segundo Marcelo Tavares, a operação foi filmada pelos integrantes da Polícia Militar e nelas é possível constatar que nenhum outro carro foi parado pela blitz montada na Estiva. “O caso foi direcionado para atacar a família de Flávio Dino, Se agora eles querem mudar a versão, que provem com as filmagens feitas pelos próprios policiais”, disse. O deputado afirmou ainda que as gravações, se cedidas pela PM, vão demonstrar que o único carro abordado foi o de Saulo Dino, o que caracteriza que a ação foi montada apenas para intimidá-lo.

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Gonçalves Dias, nosso poeta maior: “A vida é combate que aos fracos abate…”
O poderio político e financeiro do Grupo Sarney x a honestidade e simplicidade do Instituto Data M...

Gonçalves Dias, nosso poeta maior: “A vida é combate que aos fracos abate…”

Tive de atender ao apelo de um filho, que precisa de mim, para me ausentar de São Luís. Eduardo Augusto, estudante de Relações Internacionais, pela Universidade Federal dos Pampas, termina a sua graduação com 21 anos e necessita operar a sua pós-graduação. Vim ao Rio Grande do Sul fazer o "balanço" de sua estada aqui, onde chegou aos 17 anos, após o vestibular que o aprovara para esse curso. Possivelmente, deixará os gaúchos e se integrará aos paulistas nos seus cursos de pós - mestrado e doutorado. Apesar da sua desenvoltura e independência pessoal, chega uma hora em que precisa do pai por perto para acertar os passos futuros. Não podia lhe faltar. Mas sei que o mais indicado seria permanecer no Maranhão para estar atento às artimanhas do Grupo Sarney que tenta, da maneira mais sórdida e covarde possível, aniquilar com o instituto de pesquisas Data M e seu diretor, este que vos escreve neste blog. Como sabido, o grupo oligárquico que há quase 60 anos manda no Maranhão quer o fígado e o coração do instituto que ousou fazer pesquisas no Estado e divulgar os números estatísticos encontrados no campo. Infelizmente, para eles e para mim, os índices de aceitação do governo estadual e dos pré-candidatos do grupo ao governo e ao senado, por parte da população, não foram os esperados. Por eles. Mas logo estarei de volta ao meu querido e amado Maranhão. Para me defender, como um time em que só a vitória interessa para ganhar o campeonato. Nesse caso, a melhor defesa não teria que ser o ataque?

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Data M – Depois de tomar na marra o mandato de Jackson Lago, o grupo Sarney acha que pode tudo…
Davi contra Golias: O Data M não vai se curvar ao poderio do Grupo Sarney

Data M – Depois de tomar na marra o mandato de Jackson Lago, o grupo Sarney acha que pode tudo…

O mais engraçado nessa campanha sórdida que o Grupo Sarney trava contra o Instituto Data M e o seu diretor, o jornalista José Machado, é constatar que o que vale para eles não vale para os outros. Por exemplo: o Sistema Mirante de Comunicação, de propriedade da família Sarney, complexo rádios, jornal, emissoras televisão e sites na internet, espalhados por todo o Maranhão, contrata e divulga todas as pesquisas que registrou até hoje. Mas os adversários não podem fazê-lo. Assim, o ex-deputado federal e atual vice-prefeito Roberto Rocha, cuja família é sócia da TV Cidade, não pode - pela Lei Sarney - contratar pesquisas e registrar em nome de sua emissora, quando não há nada de ilegal com isso. Ao longo desses 50 anos de mando da família Sarney no Maranhão, muito tem se falado que o grupo costuma “comprar” resultados de pesquisas eleitorais, quando estas se tornaram uma realidade no país e no Estado. Nunca nos esqueçamos que o Ibope dava como certa a vitória de Carlos Guterres, candidato da família, sobre Jackson Lago na disputa para prefeito de São Luís, mas as urnas contrariaram o prognóstico. E este não foi p único caso, se a memória dos maranhenses não falar. Mas muito do que se fala sobre isso, é fruto do calor e da paixão política. O mesmo candidato que elogia um instituto de pesquisa, quando os números não lhe são favoráveis, execra-o quando está atrás. Mas, no caso da campanha que o grupo Sarney move contra o pequeno instituto Data M e seu diretor, há dolo, ódio mesmo. Por que? Eles têm certeza que o Data M adquiriu credibilidade com o seu modesto trabalho, acertando sempre na mosca os resultados de sua pesquisa, e sabem ser verdadeiros os números que divulgamos em nossas últimas pesquisas. Por isso, ao mostrarmos que seus candidatos majoritários patinam nos números de aceitação por parte do eleitor maranhense, querem nos destruir, achando que, com isso, podem confundir e implantar o jogo que mais sabem jogar: o da compra de consciências, através dos conhecidos convênios, obras eleitoreiras, emprego, tudo em ano de eleição. Assim, consideram-se donos de tudo e de todos. Quando alguém os contraria, mesmo estando com a verdade dos fatos, partem para agressão mórbida, insana, tentando aniquilar o que escolheram para adversário. Uma pergunta simples que não quer calar: se os números das pesquisas do Data M não fossem verdadeiros, você, internauta/leitor acha que o Grupo Sarney, poderoso como é, política e financeiramente, não já teria contratado um instituto de fora para “desbancá-lo"? O problema é que ainda não encontraram uma empresa para fazer esse serviço sujo... O que estão querendo, ao processar e publicar uma série de inverdades contra o Data M (que vai se defender na Justiça, no momento oportuno) é tripudiar sobre uma pequena empresa e sobre um cidadão que jamais se curvou aos poderosos. Depois que cassaram o Dr. Jackson Lago, legitimamente eleito, tomando-lhe, na marra, a cadeira do poder; depois que livraram muitos desse clã da cadeia, por crimes sabidamente cometidos, pensam que podem destruir, desmoralizar e levar qualquer um para a sarjeta. Com a verdade e os poderes de Deus, pretendemos mostrar que o Grupo Sarney não pode tudo.

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Ordem no Grupo Sarney é trucidar o Data M e desmoralizar seu diretor
Por que somos pequenos e corajosos devemos ser aniquilados pelo voraz monstro político que domina o Maranhão?

Ordem no Grupo Sarney é trucidar o Data M e desmoralizar seu diretor

O grupo Sarney já teria dado a ordem: o Instituto Data M tem que ser trucidado e o seu diretor, jornalista José Machado, desmoralizado, pelo atrevimento de fazer pesquisas no feudo maranhense e divulgar o resultado desfavorável ao grupo. Assim, jornalistas, blogueiros, marqueteiros, advogados, deputados e especialistas em pesquisa de opinião pública foram chamados. Restam dúvidas de que capangas não tenham participado. Por isso, estou me precavendo, alertando sobre o assunto o Ministério Público do Estado, o Ministério Público Eleitoral, a Polícia Civil, a Polícia Federal, a Justiça Estadual e a Justiça Eleitoral. Na reunião, ficou acertado que um processo será movido contra o Instituto Data M. “Tem que vasculhar tudo. Alguma coisa deve estar errada. Se não houver, é para inventar”, teria, dito um dos participantes, bem ao estilo Sarney de “brindar” os adversários. Noutra decisão ficou claro que a mídia ligada ao grupo não deve deixar o instituto e seu diretor em paz. Ontem um aprendiz de blogueiro já postou que os percentuais da pesquisa em São Luís não batem 100 por cento. Outro menos votado afirmou que a pesquisa foi feita “no quintal do Flávio Dino”. Talvez esse “quintal não seja murado... Em sessão de ontem, o deputado César Pires, líder do governo , fez um contundente discurso na Assembleia Legislativa, tentando desclassificar a pesquisa, a empresa e o jornalista. Principal acusação: vinculação com o vice-prefeito de São Luís, Roberto Rocha. Hoje, o Jornal O Estado do Maranhão estampa matéria com fotos de casa de minha propriedade, no Cohatrac, endereço da sede da empresa. Afirmam que a casa pertence a “parentes”. Terão que provar isso em juízo. Não respeitam nem a privacidade alheia, os filhos, a família. Ou seja: querem me colocar na vala comum. No Maranhão, não pode haver pessoas idôneas... É como em Pedrinhas: o preso que não comungar de todo o tipo de bandidagem, está fadado à morte Tenho a dizer que as duas pesquisas seguiram toda uma metodologia científica para ser realizadas e os trâmites legais para veiculação. Único “defeito”: não deu o primeiro lugar aos pré-candidatos ao governo e ao Senado ligados ao grupo Sarney. O governo estadual, estou seguramente informado, tem resultado de pesquisas tanto estadual quanto em São Luís, realizadas praticamente nos mesmos períodos dos levantamentos do Data M. Por que os números não foram registrados e divulgados? Claro, porque batem com os do Data M... O Data M não faz pesquisa “para a oposição”. O Data M faz pesquisas para quem contratar o instituto. Nunca fez para o Governo do Estado porque nunca foi procurada. Mas devem saber, de pronto, que não negocia o resultado. Estão querendo me intimidar, mas não vão conseguir. Nas eleições municipais de 2012 sofri o mesmo processo de perseguição. As acusações contra o Data M eram as mesmas de hoje. E o que aconteceu? Foi o único a “acertar na mosca” o resultado do pleito, calando a boca dos falseadores da verdade. Por fim, devo dizer que não temo ameaças. Não devo obediência a nenhum grupo político do Maranhão. E todos sabem disso. Minha amizade pessoal com esta ou aquela pessoa não denota nenhum tipo de subserviência a ela. Amigos que conhecem a minha forma de proceder não me pedem que cometa iniquidades. José Machado – diretor do Data M

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Zé Reinaldo diz que acusação de Luis Fernando é “conversa de perdedor”
Zé Reinaldo, sobre Luís Fernando: "Conversa de perdedor"

Zé Reinaldo diz que acusação de Luis Fernando é “conversa de perdedor”

"Conversa de perdedor". Foi como o ex-governador José Reinaldo Tavares (PSB) respondeu à declaração do secretário de Infraestrutura do Governo do Estado, Luís Fernando Silva (PMDB), de que fora perseguição durante a gestão como prefeito de São José de Ribamar. Para o secretário de Roseana Sarney, tanto José Reinaldo como o falecido ex-governador Jackson Lago (PDT) relegaram sua administração a último plano. A queixa de Luís Fernando se dera durante sua passagem pelo município de Santa Inês, semana passada, quando declarou que fora "discriminado do mapa político por não ser do partido de nenhum dos dois governadores."

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