Assassino de Décio Sá teria matado Alan Kardec, líder do “bonde”, neste domingo, numa briga em Pedrinhas

Corre nas redes sociais a informação de que Alan Kardec Dias Mota, preso na Unidade Prisional de Ressocialização de São Luís 4 (UPSL 4), teria morrido, por volta do meio-dia, depois de se envolver, na manhã deste domingo (7), numa briga com o paraense Johnathan de Sousa Silva, assassino do jornalistá Décio Sá, quando os dois participavam do "banho de sol", direito concedido aos detentos. Alan Kardec teria sido vitima de uma barra de ferro no peito, sendo levado gravemenete ferido para o Hospital Socorrão 2 Mas a informação ainda não foi confirmada pelas autoridades policiais nem pela Secretaria de Administração Penitenciária. Alan Kardec seria uma das lideranças principais da facção "Bonde dos 40", como um dos seu fundadores no Maranhão. Essa foto foi divulgada pelas redes sociais

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Advogados tentam evitar transferência de Paulo Marinho para Pedrinhas

Fonte: O Informante (JP) Um grupo de advogados – entre eles, a vice-presidente da seccional de Caxias da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Francisca Meire Silva Sousa – tentou evitar, no sábado (21), a transferência do ex-prefeito e ex-deputado federal Paulo Marinho, 57 anos, da Unidade Prisional de Ressocialização de Caxias para o Complexo Prisional de Pedrinhas, em São Luís. Paulo Marinho foi preso na sexta (20), pela quarta vez em menos de dois anos, por deixar de pagar pensão alimentícia para Caio Felipe Corrêa Marinho, hoje com 27 anos, seu filho com Raimunda Paula de Castro Corrêa, com quem o ex-prefeito manteve um relacionamento amoroso. Mesmo assim, depois de passar mal (pressão alta) e ser medicado, Marinho foi transferido para Pedrinhas, na tarde de sábado.Foi levado pela equipe da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) num carro branco descaracterizado. Francisca Meire chegou a registrar um Boletim de Ocorrência, no Plantão Central de Caxias. Ela afirmou à delegada Karla Simone Saraiva Saraiva que as prerrogativas a que Marinho tem direito, por ser advogado, não estavam sendo respeitadas (cela especial, por exenplo) e que o diretor da UPR de Caxias, Maurício Monteiro Costa Júnior, não autorizou a entrada no presídio da diretora de prerrogativas da OAB, identificada no B.O. como Auleana Lima.

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Polícia recaptura mais dois fugitivos de Pedrinhas, mas não tem pista dos perigosos assaltantes de bancos

Após denúncias anônimas repassadas pelo Grupo de Serviço Avançado (GSA) do 21º Batalhão de Polícia Militar (BPM), foram recapturados, na tarde desta terça-feira (23), mais dois fugitivos da Unidade Prisional de Ressocialização São Luís 6 (UPSL 6), unidade do Complexo Penitenciário de Pedrinhas. Os militares encontraram Alisson Pereira Lima, de 22 anos, e Kássio Gerdel Carvalho Ribeiro, 33, que haviam escapado naquela fuga em massa de detentos ocorrida no domingo (21). O Jornal Pequeno apurou junto ao delegado Tiago Bardal, chefe da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), que os dois presidiários estavam escondidos em uma residência localizada no Quebra Pote, área rural de São Luís, em um trecho repleto de mangue. Assim que as equipes chegaram ao local, na comunidade Santa Helena, avistaram os dois criminosos, embora as denúncias anônimas indicassem que haveria quatro detentos na residência, sendo que um estaria baleado. Alisson e Kássio, disse o delegado Tiago, não estão naquela lista dos sete perigosos assaltantes de banco de quadrilhas interestaduais que eram o alvo do resgate perpetrado pela facção Primeiro Comando da Capital (PCC), que traçou um plano e instalou dinamites no muro do antigo Centro de Detenção Provisória (CDP), na noite de domingo, explodindo parte da parede. Bardal pontuou que esses dois recapturados aproveitaram a oportunidade, isto é, o corre-corre de internos, e passaram pelo buraco, desaparecendo logo em seguida durante o tiroteio. A fuga: na noite de domingo, após uma explosão de dinamites no muro da UPSL 6, 32 detentos correram em direção ao buraco aberto na parede, sendo que dois morreram no confronto entre bandidos armados com fuzis e agentes do Grupo Especial de Operações Penitenciárias (Geop). Sete foram recapturados pouco depois de buscas feitas pelas equipes e por policiais do Batalhão de Choque e da Companhia de Operações Especiais (COE).

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Polícia continua à caça de 20 detentos que fugiram de Pedrinhas.  Até agora, 9 recapturas; 3 morreram
Jefferson Portela: agilidade para identificar e recapturar os fugitivos

Polícia continua à caça de 20 detentos que fugiram de Pedrinhas. Até agora, 9 recapturas; 3 morreram

Desde a fuga registrada na noite desse domingo (21), na Unidade Prisional de Ressocialização de São Luís 6 (UPSL 6), antigo CPD Pedrinhas, policiais civis e militares, além dos serviços de inteligência das Secretarias de Segurança Pública e de Administração Penitenciária, têm atuado de forma integrada para recapturar foragidos e identificar os envolvidos na ação. Até agora, nove detentos foram recapturados, 20 continuam foragidos e 3 morreram em confronto com policiais. De acordo com o secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, a ação para conter mais fugitivos foi rápida e o trabalho de busca se estende também a outros estados. “Foi uma ação rápida e a ordem do Governo do Estado é recapturar e identificar todos os autores do crime. Já foi aberto um inquérito na Superintendência de Investigações Criminais (Seic) e pelo Departamento de Combate ao Crime Organizado (DCCO). Além disso estamos fazendo um trabalho integrado com os estados vizinhos, que já estão todos avisados”, detalhou Portela. Paralelo ao inquérito iniciado na Polícia Civil, a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) também abriu sindicância interna para apurar as responsabilidades. Além dos presos envolvidos, serão ouvidos os servidores que estavam de plantão no dia da fuga. A suspeita de facilitação será investigada com rigor. “As circunstâncias não combinam com nossos procedimentos padrões de rotina, dentre os quais a inspeção de grades, justamente para verificar se estão ou não violadas. O caso será apurado, e os responsáveis punidos no rigor da lei”, garantiu o secretário da Seap, Murilo Andrade de Oliveira. Nos últimos três anos, a Seap já capacitou mais de 4 mil agentes de segurança penitenciária, dentre efetivos, temporários, auxiliares e estagiários. Nesse período, a gestão estadual também formou 235 novos agentes de carreira, aprovados em concurso público, realizado em 2015.

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Já são 9 os recapturados vivos depois da explosão em Pedrinhas; 3 foram mortos em confronto com a polícia

TRÊS DOS FUGITIVOS RECAPTURADOS JÁ ESTAVAM PRATICANDO ASSALTOS QUANDO FORAM PRESOS PELA POLÍCIAS MILITAR Sobe para nove o número de fugitivos recapturados pela Polícia Militar, depois da explosão, na noite de ontem (21) que abriu um rombo no muro da Unidade Prisional de Ressocialização de São Luís , antigo CDP (Centro de Detenção Provisória) do Complexo Penitenciário de Pedrinhas. Seis deles foram presos logo depois da fuga. Mais três foram presos ontem, e um quarto bandido, ainda não identificado, morreu durante troca de tiros com a PM, juntando-se a mais dois que morreram ainda no domingo (21). Os criminosos foram presos no povoado Itapera, na zona Rural de São Luís, fazendo o que mais sabem fazer: pegaram um táxi-lotação próximo a Praça da Bíblia e, nas proximidades do Anjo da Guarda, anunciaram o assalto, segundo relatou a policia Com a prisão de Marcos André Silva, Gleilson dos Anjos Santos e Francisco Walison Moreira da Conceição, sobe para nove o número de detentos de volta ao presídio. Seis foram detidos ainda no domingo. Restam ainda 21 presos foragidos. A Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Sejap) já abriu sindicância para apurar uma possível facilitação na fuga dos detentos, conforme nota divulgada ainda pela manhã:

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Pedrinhas – Nota da Sejap diz que 32 detentos fugiram, 6 foram recapturados e 2 morreram na troca de tiros com a polícia

A Secretaria de Administração Penitenciária divulgou nota fazendo um balanço do que acoantecera, por volta das 20 horas deste domingo (22), em Pedrinhas, quando um dos muros do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pedrinhas sofreu uma explosão, abrindo um rombo que facilitou a fuga de cerca de 32 presos, muito deles considerados de alta periculosidade. A Sejap não se referiu ao assunto, mas foi atribuída à facção criminosa Comando Vermelho a responsabilidade pela operação de fuga dos detentos. A NOTA DA SEJAP A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) informa que na noite deste domingo (21) houve uma fuga da Unidade Prisional de Ressocialização de São Luís 6 (UPSL 6), antigo CDP. Seis detentos foram recapturados, 24 permanecem foragidos e dois internos morreram, após imediata resposta do Grupo Especial de Operações Penitenciárias (Geop), que controlou a situação no local. A fuga se deu depois que parte do muro da unidade prisional foi explodido pelo lado de fora, por pessoas ainda não identificadas, e detentos de duas celas do Pavilhão Gama, que serraram as grades e conseguiram passar pelo buraco causado pela explosão. Após troca de tiros entre bandidos e agentes penitenciários do Geop de plantão, dois internos vieram a óbito, um no local e outro no hospital. Policiais civis e militares também foram acionados, e seguem no encalço dos evadidos. A gestão prisional ressalta que, por estar separada do Complexo Penitenciário de São Luís, a UPSL 6 é a única unidade prisional masculina que ainda não dispõe de Portaria Unificada e inspeção por BodyScan, a exemplo das demais que compõe o complexo carcerário. O caso é investigado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), por meio do Departamento de Combate ao Crime Organizado (DCCO) da Superintendência de Estado de Investigações Criminais (Seic), que terá 30 dias para a conclusão do inquérito policial. Nos últimos dois anos, o Governo do Estado investiu forte na segurança e na revitalização do complexo, e conseguiu zerar o número de homicídios intramuros, tirando o Maranhão do topo para último no ranking que mede a taxa de violência nos presídios do país.

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Bandidos explodem muro em Pedrinhas. Cerca de 30 presos fogem. Alguns morrem

Numa ação rápida, bandidos possivelmente da facção “Comando Vermelho” explodiram um dos muros do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pedrinhas, o que teria facilitado a fuga de cerca de 30 presos, muito deles considerados de alta periculosidade. Há notícias de mortes, em decorrência da própria explosão do muro, também por conta da rápida ação da polícia, quando trocou tiros com os bandidos. Porém, não há informações oficiais quanto a número de fugas, de mortos, feridos ou recapturados. No momento, várias viaturas das polícias militar e civil estão nas ruas e no próprio local da explosão. É esperado para qualquer momento um pronunciamento das secretarias de Segurança Pública e de Administração Judiciária, esta responsável pela guarda dos presos, em Pedrinhas.

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Brasil descumpre medidas da OEA para Complexo de Pedrinhas, diz relatório

Organizações de Direitos Humanos denunciam continuidade de violações. Relatório foi divulgado nessa terça-feira (1º), dois anos após crise. Mais de dois anos após a crise de violência no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís (MA), os governos federal e do Maranhão falharam no cumprimento das medidas aplicadas contra o Brasil em 2013 e 2014 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estado Americanos (OEA). Essa é a constatação do relatório ‘Violação continuada: dois anos da crise em Pedrinhas’, divulgado nessa terça-feira (1º). O relatório – criado com informações obtidas após inspeções realizadas pela Conectas, Justiça Global, Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH) e Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil do Maranhão (OAB-MA) entre os anos de 2014 e 2015 – diz que apesar da redução do número de mortes no Complexo de Pedrinhas, são contínuas as violações de direitos humanos, com presos submetidos a tortura, comida estragada, celas hiperlotadas e higiene precária. “Os ossos quebrados e marcas de espancamento foram substituídos pelo uso do spray de pimenta e pelas bombas de gás lacrimogêneo, frequentemente disparadas para dentro das celas”, ressalta Sandra Carvalho, coordenadora da Justiça Global, sobre métodos de tortura utilizados para punir e castigar detentos.

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Saída de Ribamar Alves de Pedrinhas ganha manifestação de demitidos da Prefeitura de Santa Inês

A esposa Luana Alves, suplente de deputada federal, estava à espera do marido, que deixou a cadeia ao lado de três advogados peso-pesados: Penaldon Jorge, Charles Dias e Roberto Feitosa. Debaixo de chuva, não mais que meia dúzia de funcionários - demitidos da prefeitura de Santa Inês desde que Ribamar Alves foi afastado da prefeitura por decisão do juiz Alessandro Bandeira Figueiredo, no dia 17 de fevereiro - fizeram questão de recepcionar o acusado de estupro na tarde desta quinta-feira (25), na porta do Complexo Penitenciário de Pedrinhas. Ao sair da cadeia, o prefeito afastado de Santa Inês, acusado de estuprar uma jovem de 18 anos, comemorou o relaxamento da prisão; levantou os braços em sinal de vitória e, em seguida, foi carregado por algumas pessoas - num ato sabidamente ensaiado. Ribamar, de 62 anos, foi solto após ter habeas corpus concedido pela 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA). Alves ficou preso preventivamente durante 27 dias. Ele foi preso em flagrante no dia 29 de janeiro, suspeito do estupro de uma jovem missionária da Igreja Adventista, de 18 anos. O crime teria ocorrido na noite anterior, em um motel de Santa Inês.

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Estadão repercute denúncia de que Governo do Maranhão faz concessões a facções criminosas
Pedrinhas, no governo passado: Violência e decapitações de presos...

Estadão repercute denúncia de que Governo do Maranhão faz concessões a facções criminosas

Enquanto isso, como disse Luís Pedrosa, o governo fica dando “piti”, mas não esclarece e nem aponta tomar alguma medida contra as denúncias. O Estadão “Para manter a paz (nos presídios maranhenses), o governo se rendeu à lógica dos criminosos”, denuncia o presidente do Conselho Diretor da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH), Wagner Cabral. A declaração veio após um posicionamento do também membro da SMDH, o advogado Luís Antônio Pedrosa, que revelou existir “concessões a facções criminosas” para controlar mortes no sistema penitenciário do Maranhão. Desde 2013, o principal centro de detenção do Maranhão, o Complexo Penitenciário de Pedrinhas – localizado às margens da BR-135, na capital do Estado -, é destaque na mídia nacional e internacional por causa das mortes, fugas e rebeliões ocorridas. O número de assassinatos registrados nos últimos três anos já chega a 70, mas com considerável redução em 2015. Porém, de acordo com os membros da SMDH, o “controle” do sistema penitenciário está custando um preço alto para a sociedade maranhense. “Ações criminosas, em que facções operam assaltos a ônibus, latrocínios e explosões de banco, estão ocorrendo com maior intensidade”, acusou Pedrosa. Já Cabral explicou que as duas principais facções criminosas do Maranhão, Bonde dos 40 e Primeiro Comando do Maranhão (PCM), acabam sendo as responsáveis pela divisão da população carcerária das unidades prisionais em acordo com administração penitenciária. O governo do Estado contestou as declarações e disse que reduziu em mais de 76% o número de mortes no sistema penitenciário em 2015 e que a ordem estabelecida nos presídio é fruto de um “trabalho sério”, além de estar seguindo o que rege a Lei de Execuções Penais (LEP). Em junho de 2015, SMDH, Ordem dos Advogados do Brasil do Maranhão (OAB-MA), Conectas Direitos Humanos e Justiça Global apontaram em relatório que “a superlotação, práticas abusivas de autoridade, maus-tratos, castigos, desrespeito aos familiares, condições insalubres e indignas continuam presente no cotidiano das unidades”.

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