Megaoperação contra pedofilia prende mais de 100 em 24 Estados e no DF

Criminosos foram presos em flagrante pela posse de material que revela exploração sexual de crianças e adolescentes Pelo menos cem pessoas foram presas nesta sexta-feira, 20, na maior operação de combate à pedofilia na internet já realizada no Brasil e na América Latina . De acordo com o Ministério da Justiça, 178  mandados de prisão foram expedidos em 24 Estados e no Distrito Federal. Foram analisados 151 mil arquivos na investigação, que durou seis meses.  Cerca de 1,1 mil policiais civis foram às na operação Luz na Infância , que foi corrdenada coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) do Ministério da Justiça, em parceria com secretarias de segurança regionais, polícias civis e a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil.

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Trinta pedófilos são presos pela PF em todo o Brasil. Maranhão é parte da operação

Dois funcionários públicos que usavam computadores do órgão pra compartilhar pornografia infantil  estão entre os presos. Segundo a PF, também foi capturado um senhor de 80 anos.  O delegado da Polícia Federal (PF) Flávio Augusto Palma Setti disse que entre os presos da Operação Glasnost, deflagrada nesta terça (25) em 14 estados brasileiros, estão pais que abusavam das próprias filhas, um homem de 80 anos, e dois funcionários públicos que usavam computadores do órgão pra compartilhar pornografia infantil. Pelo menos 15 vítimas já foram identificadas, ainda segundo a PF. "Um dos casos que nos chamou a atenção foi em Praia Grande, em São Paulo, de uma menina que sofreu abusos do pai entre os dois e oito anos de idade", contou o delegado. Os abusos, conforme a PF, ocorriam na casa da avó da menina, sem o conhecimento de mais ninguém. "Os abusos só pararam porque ele ficou com medo que a filha contasse para as amigas". Até as 10h20, 30 pessoas tinham sido presas, sendo 27 em flagrante e três preventivas. Professores, médicos, estudantes, um porteiro, entre outros, também estão entre os presos.

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Pedofilia e rituais em cemitérios, a cara oculta dos curadores do jogo Baleia Azul

Operação da Polícia do Rio prende os cinco supostos responsáveis por guiar adolescentes em um jogo virtual que incita a automutilação e os leva até ao suicídio. Mateus, de 23 anos, foi acordado pela polícia na última terça-feira às seis da manhã. Morador de uma comunidade da Baixada Fluminense, pobre região na área metropolitana do Rio, era o alvo principal de uma operação que procurava os responsáveis pelo Baleia Azul, um macabro jogo virtual que, em 50 desafios, incita jovens à automutilação e ao suicídio. No mesmo dia, mais quatro jovens foram presos em São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A operação, comandada pela Delegacia de Repressão a Crimes de Informática do Rio, revelou ainda as sombras dos supostos líderes do jogo. Além de guiar jovens vulneráveis em processos autodestrutivos e cobrar imagens que provassem a superação de cada etapa, alguns dos curadores estariam usando o material com fins de pedofilia. Os presos, que podem responder por formação de quadrilha, lesão corporal ou até por homicídio, são considerados curadores, figura chave no jogo virtual, cuja origem, cheia de lendas e meias verdades, foi identificada na Rússia. São os curadores quem propõem à vítima o uso de objetos cortantes para escrever códigos, cortar os lábios ou desenhar uma baleia no antebraço usando uma gilete como pincel para, depois, exigir o envio de fotos que provem a realização dos objetivos. No caso das meninas, ainda eram pedidos registros delas em suas roupas íntimas mostrando as lesões. São os curadores quem marcam a data e a forma com a qual o jovem terminará com sua vida, às vezes se atirando de algum lugar, outras ingerindo quantidades absurdas de remédios. Ainda sonolento, Mateus se descreveu para os policiais que entraram na sua casa como “um dos curadores mais conhecidos do Rio”. “Sempre aconselhei eles a não se matarem” disse, ainda sentado na cama. “Mas uma vez que entravam no jogo não tinham alternativa”. Cabia ao curador também ameaçar as vítimas, induzi-las a acreditar que sabiam tudo sobre sua vida após hackear seus computadores, embora não tivessem nenhuma intenção ou poder de atacá-las. Jovens que participaram do jogo relataram que foram ameaçados pelos organizadores quando quiseram sair. "Eu sei como fazer você voltar a jogar, e as pessoas a sua volta é que vão sofrer", recebeu uma das vítimas no Rio, cujo curador ainda não foi preso.

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Polícia Federal prende seis homens por prática de pedofilia, em BH

Prisões aconteceram em flagrante durante a Operação Save, da Polícia Federal, nesta quarta-feira (5). Eles vão responder por posse de imagens contendo sexo explícito entre crianças e adolescentes (G1) Seis homens foram presos em flagrante por posse de imagens contendo sexo explícito entre crianças e adolescentes. As prisões aconteceram em Cariacica, na Serra, em Vitória e em Guarapari, durante uma operação da Polícia Federal (PF) no Espírito Santo, na manhã desta quarta-feira (5). A PF não divulgou o nome, a idade exata ou profissão dos suspeitos, mas informou que tratam de homens de classe média e classe baixa, com idade entre 30 e 40 anos. Um dos detidos fazia parte de um grupo internacional de WhatsApp que espalhava as imagens de sexo explícito envolvendo crianças e adolescentes. Nesse grupo, havia pessoas da Europa, América Central e América do Sul. A operação "SAVE" começou porque a Polícia Federal recebeu a denúncia da atuação do capixaba no grupo através da Interpol. A partir disso, em março, começaram as investigações que levaram a prisão dos seis suspeitos.

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Presa freira que ajudava dois padres a estuprar crianças surdas na “Casinha de Deus”

Durante anos muitos menores foram abusados em um centro da Igreja Católica, na Argentina. Ninguém quis ouvir as denúncias das vítimas ou seus familiares (EL PAÍS) Eram crianças, surdas e muito pobres. As vítimas ideais. Foi fácil convencê-las a não contar nada. E se contassem, como aconteceu com algumas, ninguém iria acreditar nelas. Ainda hoje, com vinte e poucos anos, surpreendem advogados e promotores pelos rostos de terror que fazem em rodadas de reconhecimento quando veem o padre Corradi, de 82 anos. Colocam a mão na boca e fecham o punho. Ainda têm medo mesmo com ele na cadeia. São as crianças do Provolo de Mendoza (oeste da Argentina), um instituto para surdos onde foram cometidos abusos sexuais de todos os tipos durante anos contra menores, inclusive de cinco anos. Realizados principalmente por sacerdotes, às vezes com a ajuda de uma freira que testava meninas e meninos para encontrar os mais fracos e entregá-los aos sacerdotes. Aqueles que resistiam, se salvavam. Os que eram submissos acabavam sendo abusados Há seis pessoas detidas e o centro foi fechado em dezembro. Nem a Igreja tem coragem de negar o que acontecia lá dentro. Os estupros e as humilhações de todo tipo – uma adolescente denuncia que foi acorrentada e abusada por quatro pessoas ao mesmo tempo – quase sempre aconteciam em um sótão, em uma sala que chamavam de “a casinha de Deus”. A polícia encontrou as correntes e material pornográfico. “Ao subir as escadas em uma inspeção, uma vítima apontou uma imagem da Virgem e disse: ‘Sempre que passava por aqui, a freira malvada fazia o sinal da cruz’. Como podia ser tão hipócrita?”, pergunta o promotor do caso, Gustavo Stroppiana, que tem problemas para dormir à noite – tem filhos pequenos – depois das coisas que ouviu na investigação. A freira foi presa esta semana pelas provas encontradas. estupros e as humilhações de todo tipo – uma adolescente denuncia que foi acorrentada e abusada por quatro pessoas ao mesmo tempo – quase sempre aconteciam em um sótão, em uma sala que chamavam de “a casinha de Deus”. A polícia encontrou as correntes e material pornográfico. “Ao subir as escadas em uma inspeção, uma vítima apontou uma imagem da Virgem e disse: ‘Sempre que passava por aqui, a freira malvada fazia o sinal da cruz’. Como podia ser tão hipócrita?”, pergunta o promotor do caso, Gustavo Stroppiana, que tem problemas para dormir à noite – tem filhos pequenos – depois das coisas que ouviu na investigação. A freira foi presa esta semana pelas provas encontradas. “Várias testemunhas concordam. Primeiro, a freira Kumiko Kosaka batia nos menores para testá-los. Aqueles que resistiam, se salvavam. Os que eram submissos acabavam sendo abusados”, explica Sergio Salinas, advogado de várias vítimas e grande incentivador da causa apoiado por sua associação, Xumek. Uma menina de cinco anos, agora adolescente, foi repetidamente estuprada por Corbacho, outro padre do Provolo que está preso. “A freira a levava ao quarto do padre, sabendo o que acontecia, e um dia colocou uma fralda para esconder a hemorragia e levá-la ao refeitório. Doía tanto que não podia se sentar. Ela mostrava pornografia, fazia as meninas se tocarem. Eram crianças muito pobres, com famílias problemáticas, que pouco viam os filhos porque estavam internados. Além disso, os escolhidos eram aqueles que tinham mais dificuldade para se comunicar com os pais, que não conheciam a linguagem de sinais”, diz Salinas.

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Xuxa perde recurso contra Google que exigia remoção de buscas sobre filme erótico

Em 2010 Xuxa entrou com uma ação contra o Google para tentar remover das buscas do site frases relacionadas a ela com a palavra pedofilia e derivadas como “Xuxa pedófila” ou qualquer outra que associeque associe seu nome, “escrito parcial ou integralmente, e independentemente de grafia, se correta ou equivocada, a uma prática criminosa qualquer”. No entanto, nesta terça-feira (2), a apresentadora teve o recurso negado pela 19ª Câmara Cível. As buscas ocorrem porque Xuxa participou do filme “Amor, Estranho Amor”, de 1982, em que, aos 19 anos, ela interpretou uma garota de programa e apareceu nua ao lado de um menino de 12 anos. O texto da decisão diz que “por unanimidade, após rejeitadas as preliminares, no mérito, negou-se provimento ao recurso, nos termos do voto” da desembargadora relatora Valeria Dacheux Nascimento. Em 2013, Xuxa venceu um processo e conseguiu impedir a Cinearte Produções, distribuidora do filme “Amor, Estranho Amor”, de relançar o longa.

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Pedofilia, padastros estupradores: mulheres, vejam bem quem vocês colocam dentro de suas casas…

Interessante este texto de Deborah Bresser, do R7, sobre mulheres que, viúvas ou separadas, sem conhecer direito este ou aquele namorado, na primeira chance, chama-os para dentro de casa, sem se preocupar com os filhos, crianças ou adolescentes. Deborah reconhece que "é direito de todo mundo recomeçar a vida depois de uma separação ou viuvez". Mas é assustador porque, perceber como tantas mulheres são incapazes de detectar naquele novo companheiro o algoz que vai destruir a infância de suas filhas. Todos os dias surgem novos casos de padrastos molestadores. O mais recente e estarrecedor é o do serralheiro Velder Soares de Carvalho, de 54 anos, que está sendo procurado pela polícia por ser suspeito de abusar sexualmente da enteada, de apenas 11 anos. A mãe descobriu o caso no dia em que saiu mais cedo do trabalho e encontrou o companheiro tendo relações sexuais com a filha dela, na cama do casal. A criança, por medo, ocultou que sofria abusos, que já ocorriam há pelo menos sete meses. A mãe da criança revelou sentir ódio, nojo, raiva. Pois é, minha senhora, mas agora é tarde.

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STJ condena Igreja Católica a pagar indenização por pedofilia

G1 Globo Tribunal manteve decisão tomada anteriormente pelo TJ do Paraná. Igreja argumentou que delito foi cometido por padre que era voluntário. A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, por unanimidade, manter decisão que condenou a Diocese de Umuarama, no Paraná, e um padre do local a pagarem indenização de R$ 100 mil a um garoto que sofreu abuso sexual quando tinha 14 anos, em 2002. O fato ocorreu na cidade paranaense de São Tomé, que faz parte da Diocese de Umuarama. A decisão foi tomada em julgamento realizado na terça-feira passada (19) na análise de um recurso da Diocese, que questionou condenação no Tribunal de Justiça do Paraná. O TJ havia reconhecido "ato ilícito" do padre com "responsabilidade civil" da Igreja. Cada um foi condenado a pagar R$ 50 mil "de forma solidária". No processo, a Diocese de Umuarama argumentou que não houve responsabilidade solidária, uma vez que os atos foram "exclusivamente" praticados pelo padre que "desenvolvia trabalho voluntário e vocacional de ordem religiosa". O TJ, porém, entendeu que o fato de ele cumprir funções e horários foram "suficiente para configurar a relação de preposição". A relatora do caso no STJ, ministra Nancy Andrighi, cita que os mesmos fatos são alvos de uma ação penal no Paraná. Para ela, ficou "evidenciado" a subordinação do padre à Igreja. "De sorte que o primeiro recebia ordens, diretrizes e toda uma gama de funções do segundo, e, portanto, estava sob seu poder de direção e vigilância, mesmo que a ele submetido por mero ato gracioso (voto religioso)."

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