De guerras a robôs: Os 7 perigos que podem provocar uma catástrofe global

Da BBC Mundo Milhões de pessoas morreram em meados do primeiro milênio da era cristã, entre os anos de 541 e 542, por causa da Praga de Justiniano, uma doença que afetou o Império Bizantino e várias partes da Europa, Ásia e África. Séculos depois, dezenas de milhões de pessoas morreram devido à peste negra. Essa pandemia se espalhou pelo continente europeu entre os anos de 1347 e 1351 e causou um número de óbitos maior do que qualquer guerra ou epidemia ocorridas até aquele momento. A doença chegou até a China, parte do Oriente Médio e norte da África. Os dois eventos resultaram na morte de mais de 10% da população mundial da época. Segundo a definição usada pela consultoria Global Challenges Foundation (GCF), essas epidemias entrariam na categoria de catástrofe global. A GCF tem sede em Estocolmo, na Suécia, e se dedica a analisar as grandes ameaças mundiais. E, em seu relatório Riscos Catastróficos Globais 2016, afirma que o risco de uma calamidade desse tipo acontecer nos nossos tempos não pode ser menosprezado. "É fácil se deixar confundir pelas aparentemente baixas probabilidades de eventos catastróficos", afirma o relatório, acrescentando que as "pequenas probabilidades se combinam (...) no longo prazo". O documento da fundação faz uma análise dos sete principais riscos de uma catástrofe global. Veja quais são:

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