Especialistas apontam semelhanças entre os 300 de Sara Winter e grupos fascistas europeus

Filme “300”, que inspira acampamento bolsonarista também é referência para grupos racistas e neonazistas; como os europeus, o grupo brasileiro apela à desobediência civil e à violência->->-> Andrea DiP, Niklas Franzen Agência Pública->->-> 1) Movimento Identitário europeu elegeu “300” como símbolo de sua luta contra refugiados 2) Ideal de sacrifício pela pátria e resistência violenta “contra invasores” também aparece no discurso do grupo brasileiro 3) “O que preocupa é o caráter paramilitar” do movimento, diz socióloga->->-> “Olá, nós somos os 300 do Brasil, o maior acampamento contra a corrupção e a esquerda do mundo” diz, de maneira nada modesta, Sara Fernanda Giromini, mais conhecida como Sara Winter. No vídeo, ela convoca “pessoas que tenham a coragem de doar ao Brasil sangue, suor e sono” a fazer parte de seu movimento de extrema direita bolsonarista que, desde o começo de maio, está acampado nos arredores da Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Na semana passada, Sara também teve o celular e o computador apreendidos pela operação da Polícia Federal relacionada ao inquérito das Fake News que é conduzido pelo STF. Em resposta, fez vários vídeos e posts no Twitter desafiando e xingando o ministro Alexandre de Moraes, que conduz o inquérito, e ainda fez ameaças: “A gente vai infernizar a tua vida. A gente vai descobrir os lugares que você frequenta. A gente vai descobrir as empregadas domésticas que trabalham pro senhor. A gente vai descobrir tudo da sua vida. Até o senhor pedir pra sair. Hoje, o senhor tomou a pior decisão da vida do senhor”. Nas redes sociais, o comentário era de que ela fez isso com a intenção de ser presa para se tornar um mártir ou candidata – ou os dois. O “maior acampamento do mundo” também tem recebido atenção nos últimos dias; menos por seu tamanho – não passa de algumas barraquinhas espalhadas pelo gramado – e mais pelas declarações e ações de sua fundadora. Ainda no começo de maio, Sara admitiu em entrevista à BBC News a presença de armas no acampamento “para a proteção dos próprios membros”. O Ministério Público do Distrito Federal chegou a mover uma ação civil pública pedindo que o acampamento fosse desmontado, que houvesse uma revista para busca e apreensão de armas e que o grupo fosse proibido de atuar. O pedido, porém, foi negado pelo juiz Paulo Afonso Carmona da 7ª Vara da Fazenda Pública do DF. O acampamento também é alvo de uma investigação pela PGR: deputados do Psol pediram a abertura de um inquérito para investigar a atuação de Sara Winter em uma “formação de milícia” e o Supremo Tribunal Federal autorizou a abertura do procedimento para apurar quem seriam os financiadores do movimento. A existência de um suposto quartel-general do grupo em uma chácara, com estrutura militar, também está sob investigação. Atualmente, apoiadores do movimento de extrema-direita estão acampados na Esplanada dos Ministérios, e voltaram a fazer protestos na frente do Supremo Tribunal Federal (STF) O nome do grupo de Sara Winter, “300 do Brasil”, assim como algumas imagens e o uso do grito “Ahu” durante manifestações, são inspirados pelo filme 300, do diretor Zack Synder, de 2006, que por sua vez se baseia nos quadrinhos de Frank Miller e Lynn Varley de 1998. O filme mostra a luta heróica de um exército de 300 espartanos, liderado pelo Rei Leónidas, contra um exército de 30 mil soldados persas liderado pelo “deus-rei” Xerxes I da Pérsia querendo invadir Esparta.

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Trinta pedófilos são presos pela PF em todo o Brasil. Maranhão é parte da operação

Dois funcionários públicos que usavam computadores do órgão pra compartilhar pornografia infantil  estão entre os presos. Segundo a PF, também foi capturado um senhor de 80 anos.  O delegado da Polícia Federal (PF) Flávio Augusto Palma Setti disse que entre os presos da Operação Glasnost, deflagrada nesta terça (25) em 14 estados brasileiros, estão pais que abusavam das próprias filhas, um homem de 80 anos, e dois funcionários públicos que usavam computadores do órgão pra compartilhar pornografia infantil. Pelo menos 15 vítimas já foram identificadas, ainda segundo a PF. "Um dos casos que nos chamou a atenção foi em Praia Grande, em São Paulo, de uma menina que sofreu abusos do pai entre os dois e oito anos de idade", contou o delegado. Os abusos, conforme a PF, ocorriam na casa da avó da menina, sem o conhecimento de mais ninguém. "Os abusos só pararam porque ele ficou com medo que a filha contasse para as amigas". Até as 10h20, 30 pessoas tinham sido presas, sendo 27 em flagrante e três preventivas. Professores, médicos, estudantes, um porteiro, entre outros, também estão entre os presos.

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PF prende hackers que invadiam contas bancárias e subtraíam dinheiro dos clientes

Ao invadir as contas dos clientes, o grupo desviava os valores para "laranjas" e, posteriormente, sacava e e "lavava" o dinheiro. A Polícia Federal deflagrou, na manhã de hoje (20), a Operação Stalker para desarticular uma organização criminosa composta por hackers especializados em fraudar contas bancárias da Caixa Econômica Federal pela internet. O grupo invadia as contas dos clientes e desviava os valores para contas em nome de laranjas para posteriormente sacar e lavar o dinheiro. Estão sendo cumpridos oito mandados de busca e apreensão, cinco mandados de prisão temporária e cinco mandados de condução coercitiva expedidos pela 4ª Vara Federal de Belém, especializada em lavagem de dinheiro. Os mandados são nas cidades de Paraupebas/PA e São Luís/MA. Foram apreendidos computadores, mídias, celulares e bens, incluindo um automóvel de luxo. A operação contou com 50 policiais federais e foi desenvolvida pelo Grupo de Repressão a Crimes Cibernéticos da Superintendência Regional do Pará.

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Polícia Federal prende seis homens por prática de pedofilia, em BH

Prisões aconteceram em flagrante durante a Operação Save, da Polícia Federal, nesta quarta-feira (5). Eles vão responder por posse de imagens contendo sexo explícito entre crianças e adolescentes (G1) Seis homens foram presos em flagrante por posse de imagens contendo sexo explícito entre crianças e adolescentes. As prisões aconteceram em Cariacica, na Serra, em Vitória e em Guarapari, durante uma operação da Polícia Federal (PF) no Espírito Santo, na manhã desta quarta-feira (5). A PF não divulgou o nome, a idade exata ou profissão dos suspeitos, mas informou que tratam de homens de classe média e classe baixa, com idade entre 30 e 40 anos. Um dos detidos fazia parte de um grupo internacional de WhatsApp que espalhava as imagens de sexo explícito envolvendo crianças e adolescentes. Nesse grupo, havia pessoas da Europa, América Central e América do Sul. A operação "SAVE" começou porque a Polícia Federal recebeu a denúncia da atuação do capixaba no grupo através da Interpol. A partir disso, em março, começaram as investigações que levaram a prisão dos seis suspeitos.

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PF volta a prender ex-prefeita de Paço do Lumiar quando ela desembarcava no aeroporto

Em 2012, Bia Venâncio já havia sido presa, suspeita de cometer desvio no exercício da função pública Em operação realizada na manhã deste sábado (17), a Polícia Federal prendeu a ex-prefeita de Paço do Lumiar, Bia Venâncio. Bia foi presa quando desembarcava de um avião, procedente de Brasília. A PF não divulgou os motivos da prisão, bem como se há outras pessoas envolvidas na operação A ex-prefeita já havia sido presa pela Polícia Federal, em 2012. Na época, a PF investigava um esquema que teria desviado cerca de R$ 15 milhões da Prefeitura de Paço do Lumiar. Três outras pessoas também foram consideradas suspeitas de atuar junto com a ex-prefeita. Um deles é Thiago Arôso, filho de Bia Venâncio, que, além de secretário da Prefeitura, exercia o mandato de vereador do município.

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Defesa do Consumidor! Procon lacra postos de combustiveis em Chapadinha e Milagres

O Instituto de Promoção e Defesa do Cidadão e Consumidor (Procon/MA), nesta terça-feira (4), fiscalizou todos os postos de combustíveis nos municípios de Chapadinha e Milagres do Maranhão. A terceira etapa da Operação Batismo fiscalizou um total de 18 postos na região por força de convênio com a Agência Nacional de Petróleo (ANP) e Polícia Militar. O posto Jerusalém, localizado no Centro de Chapadinha, na Av. Presidente Vargas, teve duas bombas lacradas por irregularidade com relação à qualidade e erro na medição de quantidade da gasolina comum. Já o posto Jerusalém, também em Chapadinha na Rua Augusto Barbosa, Corrente, foi totalmente interditado por falta de licença da ANP, publicidade enganosa, prática abusiva prevista no artigo 37 e 66 do Código de Defesa do Consumidor, ao vender álcool no lugar de gasolina. O posto, ainda, infringiu o direito à vida, saúde e segurança do consumidor, previsto pelo artigo 6° inciso I do CDC, ao comercializar água e refrigerantes vencidos. Em Milagres do Maranhão, o posto Cardoso (localizado no Centro da cidade, na Av. José Fernandes Oliveira) também foi totalmente interditado por falta de licença ambiental e da ANP. Os postos Pinheirão (Rodovia MA230 e bairro Ataliba) e Alvorada3 (Rodovia MA 230) não apresentaram irregularidades com relação à qualidade dos combustíveis e quantidade medida nas bombas. Também os postos Jerusalém (Recanto dos Pássaros), RR (bairros Novo Castelo, Isamara e Areal), Vemasa (Rodovia 222), Santo Antonio (Centro), Posto Sanção (Bairro Areal), Auto Posto BS (Centro), Chapadinha (Centro) e Alvorada 1 (Terras Duras), todos em Chapadinha, não apresentaram inconformidades, tendo os combustíveis dentro dos padrões de qualidade e quantidade da ANP. Igualmente, os combustíveis do posto Milagrense, no centro de Milagres, estavam em conformidade.

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Governo celebra reabertura dos mercados de China, Egito e Chile à carne brasileira

Ministro da Agricultura destaca "vitória de nossa capacidade exportadora" em nota. Maiores compradores da carne brasileira, chineses ainda não confirmaram reabertura oficialmente. O pesadelo que assombrou o mercado da carne brasileiro após a deflagração da Operação Carne Fraca, há pouco mais de uma semana, parece estar passando. A investigação sobre um esquema de fraude e propina que envolve ao menos 21 frigoríficos jogou sombra sobre todo o setor e levou a Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) a calcular uma queda de 20% nas exportações do setor neste ano. China, Hong Kong, União Europeia, Coreia do Sul e Chile anunciaram a suspensão temporária das compras dois dias após a operação. A Coreia do Sul voltou atrás no dia seguinte e, neste sábado, o Ministério da Agricultura celebra em nota a "reabertura total" do mercado chinês à carne brasileira. Horas depois, o Governo adicionou Chile e Egito ao rol de mercados reabertos. Na nota assinada pelo ministro Blairo Maggi, o Governo diz que a liberação chinesa — o maior mercado para a carne brasileira — "trata-se de atestado categórico da solidez e qualidade do sistema sanitário brasileiro e uma vitória de nossa capacidade exportadora". "Nos últimos dias o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o Itamaraty e a rede de embaixadas do Brasil no exterior trabalharam incansavelmente para o êxito que se anuncia hoje", celebra o ministro. "Tenho mais notícias boas. Egito e Chile também normalizaram a importação de nossa carne", disse.

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Temer diz que fraude da carne é pontual e convida embaixadores para churrascaria
Temer e ministros em reunião neste domingo. ERALDO PERES AP

Temer diz que fraude da carne é pontual e convida embaixadores para churrascaria

Presidente se reuniu com representantes diplomáticos e do setor de carnes no Planalto. Ministro defende sistema e promete lista de carga exportada por empresas suspeitas O presidente Michel Temer tentou tranquilizar países importadores da carne brasileira neste domingo após o escândalo do esquema de propina e fraudes em frigoríficos tornado público na sexta-feira pela Polícia Federal e que afetou até gigantes do setor, como a JBS e a BRF. Em reunião com embaixadores e representantes da indústria da carne, Temer afirmou que se trata de "desvios pontuais" no sistema de vigilância sanitária. Ele prometeu acelerar as auditorias nos estabelecimentos sob suspeita, 21 até agora, entre eles três já interditados, e encerrou convidando os representantes diplomáticos para uma churrascaria em Brasília. O presidente, no encontro de emergência que reuniu representantes de 33 países segundo o Governo, respondia a cobranças de informação da União Europeia, EUA e outros importadores que se seguiram às notícias do escândalo que afeta um setor que movimenta 12 bilhões de dólares anualmente. Temer e o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, prometeram divulgar no mais tardar nesta segunda-feira uma lista de todos os carregamentos exportados por seis das 29 empresas sob suspeita nos últimos 60 dias. "Ressalte-se: o objeto de apuração não é o sistema de defesa agropecuária, cujo rigor é reconhecido, mas alguns poucos desvios de conduta", leu o presidente. "Somente em 2016, foram expedidas 853 mil partidas de produtos de origem animal do Brasil para o exterior e apenas 184 foram consideradas, pelos importadores, fora de conformidade, muitas vezes por causa de temas não sanitários, como rotulagem e preenchimento de certificados", seguiu. Se Temer foi mais formal, lendo um documento preparado para a ocasião, o ministro Maggi fez um apelo. Ele lembrou as dimensões do setor de carnes do Brasil e afirmou que a interrupção das compras internacionais poderia causar um colapso do sistema e pediu aos representantes diplomáticos que ajudem a esclarecer as dimensões do escândalo.

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Em outro grampo, PF flagra conversa de ministro da Justiça com líder de esquema com frigoríficos
Em ligação, Osmar Serraglio demonstra preocupação com atuação de fiscal e possível fechamento de frigorífico em Iporã

Em outro grampo, PF flagra conversa de ministro da Justiça com líder de esquema com frigoríficos

O ex-deputado federal e atual ministro da Justiça, Osmar Serraglio (PMDB), foi flagrado em uma ligação grampeada pela Polícia Federal conversando com um homem apontado como "líder da organização criminosa" envolvendo agentes fiscalizadores e frigoríficos. O esquema é alvo da Operação Carne Fraca, deflagrada na manhã desta sexta-feira (17) em seis estados, além do Distrito Federal. Na ligação grampeada, Osmar Serraglio inicia a chamada exclamando "grande chefe. Tudo bom?". Do outro lado da linha estava Daniel Gonçalves Filho, ex-superintendente regional do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) no Paraná. Os investigadores da Polícia Federal descrevem Daniel como "pessoa de grande poder e influência no âmbito da superintendência regional do Mapa, mantendo contato direto com parlamentares, seus assessores, e com diversos empresários do ramo agropecuário". Na rápida conversa entre Daniel e Serraglio, o peemedebista relata um "problema em Iporã", cidade do Paraná. Daniel diz que não tem conhecimento do assunto, no que Serraglio dá a seguinte explicação: "O cara lá que... O cara que tá fiscalizando lá... Apavorou o Paulo lá. Disse que hoje vai fechar aquele frigorífico... botô [sic] a boca... Deixou o Paulo apavorado! Mas pra fechar tem o rito, num tem? Sei lá. Como que funciona um negócio desse?", pergunta o então deputado. "Paulo", no caso, seria o empresário Paulo Rogério Sposito, dono do frigorífico Larissa e que já foi candidato a deputado federal em São Paulo pelo PPS, em 2010. Daniel responde a Serraglio que vai "tomar pé da situação" e encerra a ligação. Posteriormente, segundo a Polícia Federal, o então superintendente regional do Mapa ligou para uma de suas subordinadas, Maria do Rocio, falando sobre o possível fechamento do frigorífico Larissa em Iporã. Maria do Rocio então averiguou a situação e disse a Daniel que não havia nada de errado em Iporã, informação que foi repassada a Serraglio logo em seguida.

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Em áudio divulgado pela PF, empresários decidem usar cabeça de porco em linguiça
Divulgação/Polícia Federal - Operação Carne Fraca é deflagrada em São Paulo, Paraná, Goiás, Minas, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e DF

Em áudio divulgado pela PF, empresários decidem usar cabeça de porco em linguiça

Operação Carne Fraca tem como alvo empresas como a BRF Brasil, que controla marcas como Sadia e Perdigão, e a JBS, dona da Seara e da Friboi. Operação Carne Fraca é deflagrada em São Paulo, Paraná, Goiás, Minas, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e DF Após a deflagração da Operação Carne Fraca, nesta sexta-feira (17), a Polícia Federal (PF) divulgou gravações telefônicas que apontam o envolvimento direto de diretores e donos das empresas em fraudes de fiscalização em frigoríficos brasileiros. Em uma delas, inclusive, é possível identificar práticas ilegais como a inserção de papelão em lotes de frango e de carne de cabeça de porco na linguiça. A Operação Carne Fraca investiga uma organização criminosa liderada por fiscais agropecuários federais e empresários do agronegócio . De acordo com a PF, os fiscais – que contavam com a ajuda de servidores do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, no Paraná, Goiás e Minas Gerais – se utilizavam dos cargos para, mediante propinas, facilitar a produção de alimentos adulterados por meio de emissão de certificados sanitários sem que a verificação da qualidade do produto fosse feita. A operação envolve grandes empresas, como a BRF Brasil, que controla marcas como Sadia e Perdigão, e também a JBS, dona não só da Seara, da BigFrango e da Friboi, mas também de outras empresas e de frigoríficos menores, como Mastercarnes e Peccin, do Paraná. O delegado Moscardi Grillo confirmou que ao menos três executivos da BRF e dois da JBS foram presos na manhã desta sexta. O delegado explica que, ao longo das investigações, iniciadas em 2015, quase 40 empresas foram autuadas pela PF e os investigadores não encontraram nenhum frigorífico onde não havia "problemas graves". Moscardi Grillo chegou a afirmar que as empresas adulteravam a carne para disfarçar o mau-cheiro do produto.

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