Astrônomo indica que deveremos encontrar vida extraterrestre em no máximo 15 anos

Essa é a uma das grandes dúvidas da humanidade: quando iremos finalmente encontrar vida extraterrestre? Bem, para alguns especialistas a resposta é bastante simples. Quando? Daqui a pouco. Chris Impey, astrônomo e professor da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, é entusiasta dessas previsões otimistas. Tanto que, segundo ele, em no máximo 15 anos deveremos encontrar vida fora do nosso planeta. Mas não pense que Impey é desses que acredita que faremos contato com vida inteligente. Não. Para o especialista norte-americano, em no máximo 15 anos acharemos vidas em forma de micro-organismos. E nada muito distante da Terra. Ele acredita, inclusive, que o foco das pesquisas deve ser em astros do Sistema Solar. Por exemplo, Europa, lua de Júpiter, é um dos corpos celestes preferidos dele para a pesquisa. Impey, no entanto, não descarta que em Marte também seja possível fazer tais descobertas. Segundo ele, os novos recursos de tecnologia farão com que, nos próximos anos, não só organismos das superfícies dos planetas analisados sejam descobertos.

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Nasa anuncia missão para estudar o Sol, de pertinho, já em 2018

Sonda será lançada em 2018 para estudar o Sol a uma proximidade nunca alcançada. A nave entrará na coroa solar, milhares de vezes mais quente que a superfície da estrela Sonda será lançada em 2018 para estudar o Sol a uma proximidade nunca alcançada. A nave entrará na coroa solar, milhares de vezes mais quente que a superfície da estrela Nasa/Divulgação Depois de explorar os mais distantes pontos do Sistema Solar, a Nasa finalmente chegará à "estrela principal" da fascinante dança de corpos celestes do qual a Terra faz parte. A agência espacial norte-americana anunciou nesta quarta-feira (31/5) que lançará, no próximo ano, a primeira sonda que "tocará o Sol". Nenhuma nave chegou tão perto do Astro Rei quanto pretende chegar a Sonda Solar Eugene Parker, batizada com o nome do cientista que propôs, seis décadas atrás, a existência dos ventos solares, jatos supersônicos de radiação emitidos pelo Sol e capazes de afetar todo o Sistema Solar. A descoberta feita por Parker, confirmada anos depois com a observação de telescópios, revolucionou o estudo do Sol e do funcionamento do Universo. No entanto, uma pergunta-chave para entender a interação das estrelas com o ambiente ao redor — logo, sobre como a vida na Terra é possível — permanece: como pode a coroa solar (região de plasma mais externa do Sol) ser centenas de vezes mais quente que a superfície da estrela e, assim, conseguir irradiar regiões tão distantes?

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O estudante de 17 anos que corrigiu dados da Nasa

Miles Soloman descobriu que sensores de estação espacial gravavam dados falsos Miles Soloman descobriu que sensores de estação espacial gravavam dados falsos DA BBC BRASIL Um adolescente britânico entrou em contato com cientistas da Nasa (agência espacial americana) para apontar um erro em seus dados. O estudante Miles Soloman, de 17 anos, descobriu que sensores de radiação na Estação Espacial Internacional estavam gravando dados falsos. O jovem de Sheffield, no norte da Inglaterra, recebeu uma resposta da agência espacial, que, além de agradecer pela correção, convidou o garoto para ajudar a analisar o problema. "Recebi um monte de planilhas, o que é muito mais interessante do que parece", disse Soloman ao programa World at One, da BBC Radio 4. A descoberta do estudante ocorreu como parte do projeto TimPix do Instituto de Pesquisa em Escolas (Iris, na sigla em inglês), que dá aos alunos de todo o Reino Unido a oportunidade de trabalhar em dados da estação espacial, procurando anomalias e padrões que possam levar a novas descobertas. Durante a estadia do astronauta britânico Tim Peake na estação espacial, detectores começaram a registrar os níveis de radiação. "Fui direto para o fundo da lista, para os bits mais baixos de energia que havia", explicou Soloman. "Estávamos todos discutindo os dados, mas ele de repente se animou em uma das sessões e questionou: 'por que há -1 energia aqui?'", contou o professor de física do estudante, James O'Neill. O que Soloman tinha acabado de notar era que, quando nada chegava ao detector, uma leitura negativa era gravada.

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Estrela de luz incomum intriga cientistas e alimenta teoria de vida alienígena

Corpo encontrado pela agência americana Nasa tem hábito de diminuir a intensidade do seu brilho em intervalos irregulares BBC Um foco de luz localizado entre as constelações de Lyra and Cygnus tem intrigado os cientistas por parecer uma estrela, mas comportar-se de modo muito diferente desses corpos celestes. Essa "anomalia" do espaço foi flagrada pela sonda Kepler, da Nasa (agência espacial americana), e identificada por um programa de ciência cidadã que ajuda a filtrar as informações enviadas pelo telescópio. Os pesquisadores perceberam que a estrela encontrada, chamada KIC 8462852, tem o estranho hábito de diminuir a intensidade do seu brilho em intervalos irregulares.

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Vivemos em uma ‘Matrix’ e teremos mundo paralelo até 2065, diz cientista da Nasa

Segundo Richard Terrile, o universo faz parte de um programa de computador controlado por humanoides do futuro E se a realidade fosse uma simulação de computador criada por humanoides que estão no futuro? A ideia, similar à do filme "Matrix", de 1999, deixou de ser encarada como ficção científica e virou uma possibilidade real. Ao menos para Richard Terrile, diretor do centro de computação evolutiva e design automatizado do centro tecnológico da Nasa. Em conversa com o iG, ele diz que a evolução tecnológica está por trás dessa constatação e se propõe a criar outro mundo virtual em cerca de 50 anos. "Quando você vai ao cinema e assiste aos filmes por meio de simuladores de realidade virutal, por exemplo, acaba tentando se desvencilhar de objetos virtuais por achar que eles são reais. É isso que fazemos diariamente. E é um tipo de realidade completamente diferente que queremos oferecer no futuro", diz. Para o cientista, que participou do projeto da sonda Voyager 2, responsável pela descobertas de várias luas de Saturno, Urano e Netuno em 1986, a espécie humana vive em um tipo de universo ainda mais super-realista do que o de jogos que permitem a exploração detalhada da rotina de personagens virtuais. "Até que uma partícula seja observada, ela não apresenta um estado definido. Conforme 'passamos de fases', vamos descobrindo outras realidades", pondera. Leia abaixo a entrevista completa com o físico:

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Foto de possível extraterrestre junto a robô da Nasa pousada em Marte causa furor no mundo científico
A imagem mostra o que seria um ET debruçado sobre o robô Curiosity, dsa Nasa, pousado em Marte.

Foto de possível extraterrestre junto a robô da Nasa pousada em Marte causa furor no mundo científico

A questão que gera polêmica há anos entre cientistas e seguidores da ufologia ganhou, mais uma vez, um ponto de discussão: agora, o alvo é uma imagem recente divulgada pela Nasa do robô Curiosity, que está em Marte para a exploração do planeta e a descoberta da possibilidade de vida no local. As informações são do The Mirror, Nela é possível ver uma sombra que muitas pessoas consideram ser de uma forma de vida extraterrestre. Os defensores de que a imagem mostra um extraterrestre apontam que o ser estaria no lado esquerdo da foto, sem capacete. Em primeiro lugar, afirmam que ele mexe no robô. Em segundo, descartam ser humano justamente por estar sem capacete. Os cientistas da Nasa responsáveis pela divulgação da imagem logo deixaram claro que não se trata de nenhuma forma de vida, apontando apenas “excesso de imaginação”.

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Fim dos Tempos? Humanidade pode entrar em colapso nas próximas décadas, diz Nasa

A humanidade está na iminência de um colapso por conta da instabilidade econômica e do esgotamento dos recursos naturais. Essa foi a conclusão de um estudo financiado pela Nasa, a agência espacial norte-americana. Com o uso de modelos matemáticos a agência norte-americana previu o colapso do planeta Terra mesmo quando eram feitas estimativas otimistas segundo o jornal britânico Independent. Usando como modelo o colapso de antigas civilizações, como Roma, Gupta (indiana) e Han (chinesa), a Nasa concluiu que a elite da atual sociedade elevou o padrão de consumo a níveis preocupantes, disparando um alerta de colapso da nossa civilização baseada em cidades e na industrialização. "Esse ciclo de crescimento-colapso é recorrente na história da humanidade", explica o matemático Safa Motesharri. Motesharri e sua equipe exploraram diversos fatores capazes de causar a extinção da sociedade, como as mudanças climáticas, o crescimento populacional, por exemplo. Os pesquisadores descobriram que a junção desses fatores, aliada à escassez de recursos e a divisão da sociedade entre elite e massas termina por destruir esse arranjo social. Assim aconteceu em todos os impérios da Antiguidade, explica o cientista.

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