Covid-19! “Quem quer dar o golpe jamais vai falar que quer dar”, diz Bolsonaro

Indagado pelo apresentador José Luiz Datena na noite desta sexta-feira se seria capaz de "dar um golpe e fechar o país", o presidente Jair Bolsonaro se limitou a dizer que "quem quer dar o golpe jamais vai falar que quer dar”. Este foi mais um sinal do desprezo do mandatário pelas instituições democráticas, e chega em um momento no qual ele é amplamente criticado pela forma desastrada com que vem minimizando a pandemia do coronavírus. Em entrevista de mais de uma hora, Bolsonaro também minimizou o número de mortes por Covid-19 no país. "Alguns vão morrer, vão morrer, lamento, é a vida. Não pode parar uma fábrica de automóveis porque tem mortes no trânsito", afirmou. Ele também voltou a chamar a crise de "histeria". "Fui muito criticado lá atrás quando falei que era histeria [a pandemia], e agora muita gente tá vendo que era histeria sim", afirmou, sem mencionar os mais de 23.000 mortos pela doença no mundo inteiro.

Continuar lendo Covid-19! “Quem quer dar o golpe jamais vai falar que quer dar”, diz Bolsonaro

89 morreram ou desapareceram após reunião relatada pela CIA em que Geisel autoriza mortes; veja lista

Memorando da CIA revela que ex-presidente permitiu a continuidade de ações contra opositores. Levantamento do G1 com base em dados da Comissão da Verdade identificou quantos foram alvo dessa política. Oitenta e nove pessoas morreram ou desapareceram no Brasil por motivos políticos, a partir de 1º de abril de 1974 e até o fim da ditadura, segundo levantamento do G1 com base nos registros da Comissão Nacional da Verdade (CNV). Foi a partir desta data que o general Ernesto Geisel, então presidente do Brasil, autorizou execução de opositores, segundo documento da CIA tornado público recentemente pelo governo americano. De acordo com o levantamento do G1, além dos 89 casos confirmados, há outras 11 pessoas que podem ter morrido ou desaparecido a partir de 1º de abril de 1974 – a data não foi esclarecida pela CNV. Além disso, pode haver mortes e desaparecimentos durante esse período da ditadura que não foram registrados. Entre as vítimas desse período estão o jornalista Vladimir Herzog, assassinado em 25 de outubro de 1975 após se apresentar voluntariamente ao Centro de Operações de Defesa Interna, um órgão militar da ditadura; o metalúrgico Manoel Fiel Filho, que foi torturado até a morte, em 17 de janeiro de 1976, nas dependências do Destacamento de Operações de Informações (DOI) do II Exército, em São Paulo. Documento é importante para STF reinterpretar lei da anistia, diz Instituto Vladimir Herzog As informações sobre as vítimas do regime militar estão nos relatórios da CNV, que foi criada para apurar violações de diretos humanos entre 1946 e 1988. Embora tenha feito uma extensa pesquisa histórica, não foi essa comissão que revelou o reconhecimento explícito de que decisões sobre morte de opositores foram tomadas pelo Planalto. A confirmação está um memorando da CIA (a agência de inteligência americana), descoberto pelo pesquisador Matias Spektor, da Fundação Getulio Vargas (FGV). Com data de 11 de abril de 1974, ele foi tornado público em 2015 pelo governo americano. Helio Gurovitz: É preciso abrir os arquivos militares O documento foi elaborado pelo então diretor da CIA, William Egan Colby, e endereçado ao secretário de Estado dos EUA Henry Kissinger. Colby relata um encontro que teria acontecido em 30 de março de 1974.

Continuar lendo 89 morreram ou desapareceram após reunião relatada pela CIA em que Geisel autoriza mortes; veja lista

Atirador abre fogo, mata crianças e deixa pessoas feridas na Califórnia

Os tiros foram disparados nos arredores da Escola Primária Rancho Tehama enquanto os pais deixavam as crianças no colégio Um atirador matou quatro pessoas nos arredores de uma escola primária em Corning, no norte da Califórnia, na manhã desta terça-feira. O agressor foi morto pela polícia. Os tiros foram disparados nas ruas no entorno da Escola Primária Rancho Tehama enquanto os pais deixavam as crianças no colégio, por volta das 8h da manhã do horário local (14h em Brasília). As informações ainda não foram confirmadas, mas segundo a emissora Fox News, outras quatro pessoas ficaram feridas, entre elas três crianças. A polícia informou que o homem portava um rifle semiautomático e dois revólveres e que os disparos foram aleatórios.

Continuar lendo Atirador abre fogo, mata crianças e deixa pessoas feridas na Califórnia

Já são 9 os recapturados vivos depois da explosão em Pedrinhas; 3 foram mortos em confronto com a polícia

TRÊS DOS FUGITIVOS RECAPTURADOS JÁ ESTAVAM PRATICANDO ASSALTOS QUANDO FORAM PRESOS PELA POLÍCIAS MILITAR Sobe para nove o número de fugitivos recapturados pela Polícia Militar, depois da explosão, na noite de ontem (21) que abriu um rombo no muro da Unidade Prisional de Ressocialização de São Luís , antigo CDP (Centro de Detenção Provisória) do Complexo Penitenciário de Pedrinhas. Seis deles foram presos logo depois da fuga. Mais três foram presos ontem, e um quarto bandido, ainda não identificado, morreu durante troca de tiros com a PM, juntando-se a mais dois que morreram ainda no domingo (21). Os criminosos foram presos no povoado Itapera, na zona Rural de São Luís, fazendo o que mais sabem fazer: pegaram um táxi-lotação próximo a Praça da Bíblia e, nas proximidades do Anjo da Guarda, anunciaram o assalto, segundo relatou a policia Com a prisão de Marcos André Silva, Gleilson dos Anjos Santos e Francisco Walison Moreira da Conceição, sobe para nove o número de detentos de volta ao presídio. Seis foram detidos ainda no domingo. Restam ainda 21 presos foragidos. A Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Sejap) já abriu sindicância para apurar uma possível facilitação na fuga dos detentos, conforme nota divulgada ainda pela manhã:

Continuar lendo Já são 9 os recapturados vivos depois da explosão em Pedrinhas; 3 foram mortos em confronto com a polícia

Bandidos explodem muro em Pedrinhas. Cerca de 30 presos fogem. Alguns morrem

Numa ação rápida, bandidos possivelmente da facção “Comando Vermelho” explodiram um dos muros do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pedrinhas, o que teria facilitado a fuga de cerca de 30 presos, muito deles considerados de alta periculosidade. Há notícias de mortes, em decorrência da própria explosão do muro, também por conta da rápida ação da polícia, quando trocou tiros com os bandidos. Porém, não há informações oficiais quanto a número de fugas, de mortos, feridos ou recapturados. No momento, várias viaturas das polícias militar e civil estão nas ruas e no próprio local da explosão. É esperado para qualquer momento um pronunciamento das secretarias de Segurança Pública e de Administração Judiciária, esta responsável pela guarda dos presos, em Pedrinhas.

Continuar lendo Bandidos explodem muro em Pedrinhas. Cerca de 30 presos fogem. Alguns morrem

CPT: Maranhão é o segundo colocado no ranking da violência no campo

Com base em um balanço anual, com dados da questão agrária, a Comissão Pastoral da Terra (CPT) no Maranhão divulgou, nesta quarta-feira (10), que o número de assassinatos registrados no campo, no Estado, de janeiro a novembro de 2016, foi o segundo maior no Brasil, com 12 mortes. Segundo o balanço, 54 homicídios foram registrados em 2016, em todo o Brasil, número considerado o maior no campo desde 2003, quando 71 pessoas foram assassinadas. Segundo o levantamento, o Maranhão só está atrás do estado de Rondônia, que registrou 17 mortes em 11 meses de 2016. A Pastoral da Terra também registrou assassinatos na Bahia (4), em Tocantins (3), Alagoas (2), Amazonas (2), Paraná (2), Mato Grosso (1), Mato Grosso do Sul (1), Paraíba (1), Pernambuco (1), Rio de Janeiro (1) e Rio Grande do Sul (1). A maioria das mortes foi motivada por conflitos por água ou terra. As vítimas são, principalmente, camponeses, posseiros, líderes quilombolas, indígenas e pequenos proprietários de terra. Ainda de acordo com a CPT, vários fatores explicam a violência no campo, inclusive a instabilidade política no país. A impunidade é apontada como uma das principais causas das ações violentas.

Continuar lendo CPT: Maranhão é o segundo colocado no ranking da violência no campo

Depois de várias mortes suspeitas, Ministério da Justiça manda PF investigar o jogo “Baleia Azul”

Por determinação do ministro da Justiça, Osmar Serraglio, a Polícia Federal (PF) vai investigar o jogo virtual “Baleia Azul”, que pode estar levando jovens a mutilações corporais e até ao suicídio. O jogo é praticado em comunidades fechadas de redes sociais como Facebook e Whatsapp e instiga os participantes, em maioria adolescentes, a cumprirem 50 tarefas, sendo que a última delas é o suicídio. De acordo com o Ministério da Justiça, a medida foi tomada após apelos feitos a Serraglio pelo prefeito de Curitiba, Rafael Greca, e pelos deputados federais Laudívio Carvalho (SD-MG), Carmem Zanoto (PPS-SC), Pollyana Gama (PPS-SP) e Eliziane Gama (PPS-MA). Segundo a pasta, eles relataram a adesão de adolescentes brasileiros que estão cumprindo os desafios propostos pelo jogo em estados como Paraná, Minas Gerais, Pernambuco, Maranhão e Amazonas. Pelo menos três mortes suspeitas de estarem relacionadas ao suposto jogo já são investigadas pelas autoridades locais de Belo Horizonte, Pará de Minas (MG), Arcoverde (PE). No Rio de Janeiro, a Polícia Civil investiga, pelo menos, quatro casos suspeitos, todos envolvendo adolescentes a prática do jogo no estado.

Continuar lendo Depois de várias mortes suspeitas, Ministério da Justiça manda PF investigar o jogo “Baleia Azul”
Mais uma morte por raios na região do Munim. Em uma semana, 5 pessoas perderam a vida
Raios são frequentes na região do Munim...

Mais uma morte por raios na região do Munim. Em uma semana, 5 pessoas perderam a vida

O Brasil é líder mundial na incidência deste fenômeno, que provocou a morte de 1.790 pessoas entre 2000 e 2014, segundo o Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A cada 50 mortes por raio no mundo, uma acontece no Brasil. Um homem identificado apenas como Izaquiel morreu no início da tarde desta segunda-feira (24) depois de ter sido atingido por descargas elétricas no povoado Santa Izabel, na cidade de Presidente Juscelino, distante 117 km de São Luís. Há três dias, outra queda de raio matou quatro integrantes de uma família num povoado de Cachoeira Gande Segundo informações de moradores vizinhos, a vítima dests sábado estava na sala assistindo televisão quando o raio atingiu a residência. Ele morreu ainda no local, enquanto a casa ficou parcialmente destruída. A tragédia na família fez a cidade de Cachoeira Grande se mobilizar no domingo para o velório e sepultamento das vítimas. O pai e outro filho, de três anos, também estavam na residência e estão hospitalizados no Djalma Marques (Socorrão I), em São Luís. “Ele (Valdir) ia receber alta, mas quando ficou sabendo agora da morte da mulher e dos filhos ficou em choque e o médico preferiu manter ele lá. Estão todos muito abalados com essa tragédia” disse Mauro Silva Alves, irmão de Mariete. Mais quatro mortos Há três dias, a queda de um raio, no povoado Riacho Doce, zona rural do município de Cachoeira Grande, na região do Munim, deixou três pessoas – incluindo uma gestante – mortas e outras duas feridas e encaminhada em estado delicado ao hospital. De acordo com a Secretaria de Saúde de Cachoeira Grande, o município foi atingido por um forte temporal acompanhado de grandes descargas elétricas. O raio que ocasionou a tragédia caiu sobre a casa atingindo todos os moradores que estavam na residencia no momento. Na casa moravam pelo menos cinco pessoas. A dona de casa identificada até o momento como Mariete, que estava grávida de oito meses, e mais dois filhos que estavam deitados na cama morreram no local. Sobreviveram ao acidente o pai da família conhecido como Valdir e uma criança, ambos deitados em uma rede. As vítimas que ficaram em estado grave foram transferidos para o hospital Clementino Moura, o Socorrão II em São Luís. Para o povoado Riacho Doce onde moravam seguiram três urnas funerárias. Os corpos das vítimas foram velados na Vila Lindão, na casa dos avós maternos. Os raios são frequentes na região do Munim. Em Janeiro, um jovem pastor evangélico identificado por David, de 37 anos, morreu após sofrer uma forte descarga elétrica enquanto fazia um trabalho de reparo no teto da igreja onde coordenava os trabalhos. A fatalidade aconteceu no bairro Vila Lindão no município de Cachoeira Grande, região do munim. De acordo com informações preliminares, o líder evangélico estava utilizado um equipamento elétrica para auxiliar na cobertura da igreja com material de alumínio; quando o cabo energizado em precário estado de conservação, tocou na telha gerando a descarga que vitimou o pastor. O Brasil é líder mundial na incidência deste fenômeno, que provocou a morte de 1.790 pessoas entre 2000 e 2014, segundo o Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A cada 50 mortes por raio no mundo, uma acontece no Brasil.

Continuar lendo Mais uma morte por raios na região do Munim. Em uma semana, 5 pessoas perderam a vida
Raio mata 3 pessoas de uma mesma família em Cachoeira Grande. Dois ficam feridos
Raios: alta incidência também no Maranhão

Raio mata 3 pessoas de uma mesma família em Cachoeira Grande. Dois ficam feridos

A queda de um raio, no povoado Riacho Doce, zona rural do município de Cachoeira Grande, na região do Munim, deixou três pessoas - incluindo uma gestante - mortas e outras duas feridas e encaminhada em estado delicado ao hospital. De acordo com a Secretaria de Saúde de Cachoeira Grande, o município foi atingido por um forte temporal acompanhado de grandes descargas elétricas. O raio que ocasionou a tragédia caiu sobre a casa atingindo todos os moradores que estavam na residencia no momento. Na casa moravam pelo menos cinco pessoas. A dona de casa identificada até o momento como Mariete, que estava grávida de oito meses, e mais dois filhos que estavam deitados na cama morreram no local. Sobreviveram ao acidente o pai da família conhecido como Valdir e uma criança, ambos deitados em uma rede. As vítimas que ficaram em estado grave foram transferidos para o hospital Clementino Moura, o Socorrão II em São Luís. Para o povoado Riacho Doce onde moravam foram levados três urnas funerárias. Os corpos das vítimas serão velados na Vila Lindão, na casa dos avós maternos. Os raios são frequentes na região do Munim. Em Janeiro, um jovem pastor evangélico identificado por David, de 37 anos, morreu após sofrer uma forte descarga elétrica enquanto fazia um trabalho de reparo no teto da igreja onde coordenava os trabalhos. A fatalidade aconteceu no bairro Vila Lindão no município de Cachoeira Grande, região do munim. De acordo com informações preliminares, o líder evangélico estava utilizado um equipamento elétrica para auxiliar na cobertura da igreja com material de alumínio; quando o cabo energizado em precário estado de conservação, tocou na telha gerando a descarga que vitimou o pastor. Em março, uma jovem identificada por Vanessa Rafizza, de 23 anos, residente no povoado Santo Antonio, zona rural do município de Cachoeira Grande, foi a óbito ao sofrer uma descarga elétrica no interior de uma residencia. Segundo informações extra-oficiais, chovia durante a tarde, a jovem manuseava um secador de cabelo, quando sofreu a descarga elétrica provocada pelo raio. Raios: alta incidência no Brasil O Beasil é líder mundial na incidência deste fenômeno, que provocou a morte de 1.790 pessoas entre 2000 e 2014, segundo o Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A cada 50 mortes por raio no mundo, uma acontece no Brasil. Para se ter uma ideia, a descarga gerada por um relâmpago tem intensidade mil vezes maior que a corrente elétrica que passa por um fio de chuveiro elétrico. As temperaturas de um raio podem chegar a 30 mil graus Celsius, cinco vezes mais elevada que a da superfície do Sol

Continuar lendo Raio mata 3 pessoas de uma mesma família em Cachoeira Grande. Dois ficam feridos

Guerra na Síria: entenda a escalada do conflito, até que os Estados Unidos resolveram disparar mísseis…

A guerra na Síria, que começou como um levante pacífico contra o presidente Bashar al-Assad, se converteu em um conflito brutal e sangrento que não apenas afeta a população local, mas arrasta potências regionais e internacionais. A ONU estima que a guerra tenha deixado cerca de 400 mil mortos e provocado um êxodo de mais de 4,5 milhões de pessoas do país - o maior da história recente. Na madrugada desta sexta-feira (horário sírio), a guerra ganhou novos contornos. Os Estados Unidos lançaram 59 mísseis contra uma base militar na Síria, em retaliação ao suposto ataque químico, atribuído ao governo de Bashar al-Assad, que matou ao menos 80 pessoas, entre elas 27 crianças na última terça-feira. O bombardeio foi ordenado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, que até então citava Assad como um aliado na guerra contra o terror. Os mísseis Tomahawk foram disparados de dois navios de guerra americanos estacionados no mar Mediterrâneo. Em pronunciamento, o presidente Trump classificou o ocorrido como uma "afronta à humanidade", acrescentando: "Quando você mata crianças inocentes, bebês inocentes, bebês pequenos (...) isso passa dos limites". Questionado pelo jornal The New York Times sobre o papel da Rússia, aliada de Assad, no caso, Trump afirmou que é "muito decepcionante". "Nós temos a informação de que isso (o ataque) foi feito apenas pela Síria. Mas qualquer um alinhado com a Síria... é decepcionante." O governo sírio nega ter usado armas químicas no conflito. A Rússia, por sua vez, diz que um ataque aéreo teria atingido um depósito no qual rebeldes armazenavam tais substâncias. Confira a seguir o que se sabe sobre a tragédia e entenda como a grave situação no país chegou até esse ponto:

Continuar lendo Guerra na Síria: entenda a escalada do conflito, até que os Estados Unidos resolveram disparar mísseis…