Documentos revelam ação militar e de Sarney para abafar crimes pós-ditadura…

Carlos Madeiro - Colaboração para o UOL, em Maceió A retomada da democracia após o fim da ditadura militar, em março de 1985, deu continuidade a um movimento para evitar punição a agentes do Estado acusados de assassinatos, sequestros e torturas no regime. Documentos obtidos pelo UOL junto ao Arquivo Nacional, a pesquisadores e no acervo da CNV (Comissão Nacional da Verdade) revelam que, logo após a posse de José Sarney, integrantes das Forças Armadas e da Polícia Federal expediram relatórios com monitoramento de vítimas, familiares, partidos e políticos que pediam investigação sobre crimes. O ex-presidente teria atuado para orientar o não ataque e conter o que chamavam de "revanchismo" de ambos os lados. O UOL leu documentos produzidos entre os anos de 1985 e 1991 que tratam sobre os pedidos de investigação. Muitos dos relatórios tentaram criar e fortalecer movimentos de autoproteção dos militares e desqualificação das vítimas denunciantes. Um dos principais nomes denunciados nesse período de pós-ditadura era o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra (1932-2015), recentemente classificado pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) como "herói nacional". Ustra foi apontado por vítimas como um dos principais responsáveis por torturar presos. SIGA LENDO ESTA INSTIGANTE MATÉRIA...

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Pressão! Robert Mugabe renuncia à presidência do Zimbábue

O ditador de 93 anos de idade governava o país desde 1980 O presidente do Zimbábue, Robert Mugabe, renunciou ao seu cargo nesta terça-feira. A informação foi divulgada pelo porta-voz do Parlamento local, Jacob Mudenda.  Em uma carta endereçada aos parlamentares, o agora ex-presidente afirmou que sua decisão foi totalmente voluntária. Mugabe também disse que decidiu renunciar para garantir uma transferência de poder sem grandes impactos na política e segurança do país, segundo a agência de notícias Reuters. O anúncio acontece no momento em que os legisladores do país debatiam um pedido de impeachment contra o ditador de 93 anos. Mugabe governava o Zimbábue desde 1980. Ele havia se recusado a deixar a Presidência na semana passada, durante uma série de negociações com as Forças Armadas, que tomaram o poder durante uma intervenção. No último domingo, o próprio partido de Mugabe, a União Nacional Africana do Zimbábue – Frente Patriótica (Zanu-PF, na sigla em inglês), deu-lhe um ultimato, exigindo a renúncia do ditador até o meio-dia de segunda-feira.

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Novas versões da briga e tiros que envolveram dois militares e a mulher do prefeito de Paço do Lumiar

A família do sargento da Polícia Militar, Rubem Ferreira - protagonistas co caso qeue também envolveu a mulher do prefeito Domingos Dutra, de Paço do Lumiar -  informou que seu estado de saúde ainda é grave,  já que ele perdeu parte do intestino.  Ele está em coma no Hospital Dr. Carlos Macieira, em São Luís, já que fora baleado no abdômen, sexta-feira passada (26), no bairro Sítio Grande,  Região Metropolitana de São Luís, num conflito em que estava presente  a primeira-dama do município,  Núbia Feitosa Dutra, que se recupera das lesões, em casa, atingida que fora no rosto, braço e ombro. A confusão também envolveu outro policial militar identificado como Vanilson. Ele teria ido  ao local para atender a um chamado da primeira-dama. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que este militar “ficará preso no Comando Geral da Polícia Militar até que seja apurado o fato”. As armas utilizadas no tiroteio foram apreendidas e serão periciadas para os devidos esclarecimentos. Toda a confusão foi registrada por câmeras de um condomínio que fica na Avenida Principal do bairro Sítio Grande, entre a Estrada da Maioba e o Conjunto Maiobão, em Paço do Lumiar. Nas imagens, é possível ver um carro chegando com o policial Rubem Ferreira na condução e uma acompanhante que desce enfurecida. Agressão à mulher Núbia Feitosa disse que viu o policial agredindo a mulher e, por isso, resolveu interferir. Mas a mulher, que não quis se identificar, disse que não houve agressão em momento algum e que o sargento estava lhe ajudando - ela pode ter contado essa versão para ajudar o militar, depois de vitimado,  mas só a policia poderá esclarecer possíveis contradições  nas suas declarações e no confronto como um todo.

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Militar envolvido na morte dos colegas em Buriticupu se apresenta ao quartel

O soldado da Polícia Militar Gladstone de Sousa, suspeito de participação na morte e ocultação do cadáver de outros dois policiais, apresentou-se ao comando da corporação nesta quinta (1º). Ele estava foragido, mas se entregou acompanhado de um advogado. Os policiais desaparecidos desde novembro de 2016 estariam envolvidos com crimes de extorsão, assaltos e associação criminosa envolvendo outros policiais militares do Maranhão, segundo revelado pela Secretaria de Segurança Pública na manhã de quarta-feira (31). A polícia crê que eles estão mortos, mas os corpos nunca foram encontrados. Vítimas e acusados estavam envolvidos em atividades ilícitas, como extorsão, na região de Buriticupu - conforme o comando da Secretaria de Segurança Púbica do Maranhão; O motivo do desaparecimento do cabo Júlio César da Luz Pereira e do soldado Carlos Alberto Constantino Sousa, não estaria relacionado com o exercício de atividades policiais líticas, mas sim de desentendimentos com outros componentes da quadrilha da qual eram parte. Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA), o tenente Josuel Alves de Aguiar foi preso em São Luís e o soldado Tiago Viana Gonçalves foi preso em Bom Jesus das Selvas.

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Cortando na própria carne! Militares são presos suspeitos de tráfico, homicídios e extorsão

Dois deles estão lotados no município de Imperatriz e outro é da Polícia Militar do estado do Pará.(G1/MA) A ação conjunta da Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa em conjunto com a Delegacia Regional de Imperatriz, desencadeou a operação “Diamante Negro”, que deu cumprimento a este e mais dois mandados de prisão contra os policiais militares Jonh Mike Barros de Sousa, do 3° Batalhão, e Jack Helson Nascimento Assunção, de Paragominas, situado no estado do Pará. O delegado regional, Eduardo Galvão, informou que as investigações irão continuar e outras prisões podem acontecer. “Estamos fazendo várias investigações. Na realidade isso aqui é um fio da meada que se houver a participação deles em outros crimes que a gente consiga fazer prova. Hoje, além das prisões, nós conseguimos alguns mandados de busca cujos materiais foram recolhidos nos endereços pedidos e conseguimos ligar os suspeitos a outros crimes. Outras prisões serão pedidas, não só para esses policiais, mas para quaisquer outras pessoas que possam, por ventura, ser identificadas”, disse. Na casa do policial Jhon Mike, além das armas de uso, a polícia encontrou outras armas de fogo que serão periciadas. Na semana passada, outro policial foi preso, o soldado Hermano da Companhia Independente de Amarante. Ele esteve no quartel do 3º Batalhão de Polícia Militar (3º BPM), mas foi transferido para a capital, por suspeita de corrupção ativa.

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Dos 13 índios atacados por pistoleiros no Maranhão, dois tiveram as mãos decepadas e foram para o Socorrão
Comunidade dos gamela atacada por pistoleiros

Dos 13 índios atacados por pistoleiros no Maranhão, dois tiveram as mãos decepadas e foram para o Socorrão

Um grupo de índios gamelas, do município maranhense de Viana, a 214 quilômetros de São Luís (MA), foi atacado na tarde de domingo por pistoleiros ligados a invasores de terras e fazendeiros. De 13 feridos, três foram levados para o hospital Socorrão (na capital) , sendo que dois índios tiveram as mãos decepadas. O Conselho Missionário Indigenista (CIMI) informou que o gamela Aldeli Ribeiro levou dois tiros na coluna e teve as mãos decepadas. Um irmão dele, José Ribeiro, foi atingido com um projétil no peito. Inaldo Cerejo, uma liderança indígena atuante no Estado, foi baleado no rosto e nas costas. Até a tarde de ontem, o estado dos índios internados era grave. Em nota, o CIMI destacou que dezenas de gamelas deixavam uma área reivindicada pela etnia no povoado de Bahias, interior de Viana, quando foram surpreendidos pelo bando armado. O ataque ocorreu entre 16h30 e 17 horas. Nesse momento, ainda segundo o CIMI, uma patrulha da Polícia Militar estava no local, mas não interveio. As lideranças indígenas cobram uma investigação para descobrir a autoria do atentado. Elas também exigem do governo do Estado e da Fundação Nacional do Índio (Funai) proteção para as famílias gamelas que moram em aldeias no município. O governo do Maranhão disse em comunicado que as polícias Civil e Militar atuaram conjuntamente para inibir os “conflitos”. “Ao chegar ao local, os policiais agiram para dissipar o confronto entre os fazendeiros e os índios gamela, que resultou na lesão de cinco pessoas (três fazendeiros e dois indígenas), todas socorridas pelos militares e encaminhadas para unidades de Saúde de Viana e Matinha”, ressaltou. A nota não informa o nome dos supostos fazendeiros feridos. A Funai e o Ministério da Justiça não se pronunciaram sobre o atentado contra os gamelas.

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Flávio Dino nomeia mais 1.196 policiais e 27 bombeiros. É o maior efetivo da história do Maranhão

O Maranhão passa por um contínuo processo de grandes investimentos na área da segurança pública e, como parte deste progresso, o governador Flávio Dino assinou atos de nomeação de novos 1.196 policiais, de 27 bombeiros e anunciou, na manhã desta segunda-feira (3), em solenidade realizada no Palácio dos Leões, novo concurso para a Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros. Com a incorporação dos novos servidores, a Polícia Militar do Maranhão (PMMA) alcança uma marca histórica e, pela primeira vez em 180 anos de existência, ultrapassa a marca de 10 mil policiais. De acordo com o governador Flávio Dino, o investimento nas Forças de Segurança do Estado é um processo contínuo de recomposição de recursos humanos, de aquisição de novas viaturas, materiais e armamentos. O expressivo número de mais 1.196 policiais militares nomeados no atual quadro de crise fiscal no Brasil e a incorporação de mais 27 bombeiros que irão atuar, prioritariamente, nas recém-inauguradas Companhias de Chapadinha e Santa Inês, colocam o Maranhão na contramão da realidade nacional. “É um esforço muito grande e quero dizer à população que esse trabalho continua”, disse o governador que, desde o início de 2015, já incorporou 2500 novos policiais, resultando no maior contingente da história da PMMA. O secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, ressaltou que os novos policiais irão ser lotados na capital e no interior do Estado e cumprirão papel fundamental para execução do planejamento contra o crime. “O ingresso desses novos policiais possibilita uma intervenção rápida, são jovens recém-formados no Centro de Formação de Praças, que vão se somar aos nossos companheiros que estão na ativa. Além disso, eles receberão novas viaturas e equipamentos. De modo que todos eles logo após a nomeação e posse entram em atividade”, enfatizou.

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Policia nas ruas! Governo adota ações articuladas para garantir mais segurança à capital maranhense
Candidatos convocados se preparam para atuar nas ruas. Foto: Karlos Geromy/Secom

Policia nas ruas! Governo adota ações articuladas para garantir mais segurança à capital maranhense

Para reverter a onda de violência que amedrontava a população de São Luís ao longo das últimas décadas, o Governo do Estado do Maranhão iniciou um ciclo de ações emergenciais: - “Adotamos medidas e ações que valorizam e fazem justiça a todos que compõem e fazem a segurança de nossa população e que representam a base para outras conquistas que virão. Já convocamos novos policiais militares, policiais civis, delegados, escrivães, legistas, bombeiros, além de investirmos na infraestrutura das forças policiais para expandirmos a atuação”, relatou Flávio Dino. Desde o início da atual gestão, o Governo do Estado realizou ações planejadas e articuladas entre a Secretaria de Segurança Pública, a Secretaria de Administração Penitenciária, a Delegacia Geral do Estado e os comandos da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, a fim de diminuir a criminalidade na capital maranhense.

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Mais dois policiais militares são assassinados em São Luís. Um deles já vinha sendo ameaçado
O destemido Sargento Sá anunciou que seria morto, pelas ameaças que recebera...

Mais dois policiais militares são assassinados em São Luís. Um deles já vinha sendo ameaçado

Foi cumprida a sua própria profecia, de que seria morto, caso não tivesse proteção: o sargento da Polícia Militar Carlos Magno Pereira de Sá, conhecido como Sargento Sá, lotado no 9º BPM, foi baleado em uma troca de tiros com criminosos, na noite desse domingo (7), na região da Forquilha, em São Luís. Ele ainda conseguiu matar um dos bandidos que o emboscaram. Foi o segundo policial militar morto durante o fim de semana, na capital maranhense. O primeiro foi o cadete da PM Sebastião Luís Rocha Neto, de 26 anos, ao reagir a um assalto, na tarde de ontem (7). De acordo com informações repassadas por policiais, o sargento chegou a ser socorrido e levado para o Hospital Municipal Dr. Clementino Moura (Socorrão II), mas não resistiu e veio a óbito no local. O Sargento Sá, como era conhecido, chegou a denunciar várias vezes que vinha sendo ameaçado de morte. “Sou um homem marcado para morrer”, disse, recentemente, a veículos de comunicação de São luís

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Policiais fazem buzinaço em frente ao Palácio dos Leões para acordar Roseana
Policiais protestam em frente ao Palácio dos Leões cercado para proteger Roseana da realidade

Policiais fazem buzinaço em frente ao Palácio dos Leões para acordar Roseana

DO BLOG DO Raimundogarrone Os policiais militares e bombeiros do Maranhão fizeram um buzinaço em protesto em frente ao Palácio dos Leões para acordar a governadora do Maranhão, Roseana Sarney, que dorme em berço esplêndido enquanto a população vive refém de bandidos em todo o Estado. Os militares reivindicam a inclusão da categoria no plano de cargos e carreiras anunciado pela governadora. Os policiais dizem que Roseana engana ao confundir o acordo feito em 2011, no qual a categoria conquistou depois de uma greve histórica o aumento de 24% dividido em três anos. Querem agora que seja incluído o aumento de 7% prometido a todo o funcionalismo público. O buzinaço desta noite foi um aviso para uma greve geral marcada para o próximo dia 19 de março. Veja o momento em que os policiais rompem a barreira da polícia dos Leões----->

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