Edivaldo Júnior garante equipamentos sociais a habitações no Maracanã
Edivaldo Júnior: mais uma ação em favor dos necessitados, agora no Maracanã

Edivaldo Júnior garante equipamentos sociais a habitações no Maracanã

Seguindo a determinação do prefeito Edivaldo, a Secretaria de Municipal de Urbanismo e Habitação (Semurh) oficializou a contratação dos equipamentos sociais dos empreendimentos Morada do Sol e Mato Grosso, no Maracanã, pelo Programa Minha Casa, Minha Vida. O contrato assinado entre a Prefeitura de São Luís e a Caixa Econômica Federal beneficiará um total de 5.176 unidades habitacionais do tipo casa. “Essa é mais uma etapa importante deste importante programa habitacional tocado pelo prefeito Edivaldo Holanda Júnior junto ao governo federal, proporcionando aos contemplados pelo Programa Minha Casa Minha Vida a realização do sonho da moradia própria, digna e adequada à construção de uma vida plena”, declarou o secretário de Urbanismo e Habitação, Diogo Diniz Lima. Os equipamentos serão construídos com recursos do Fundo de Arrecadamento (FAR) do governo federal. No empreendimento Morada do Sol, os equipamentos sociais serão uma creche e pré-escola tipo B, uma Unidade Básica de Saúde porte III, uma creche e pré-escola tipo C, e uma escola de ensino fundamental com 12 salas de aula com capacidade de atendimento de 432 alunos por turno. No empreendimento Mato Grosso, serão implantadas uma escola de ensino fundamental, duas creches e pré-escola tipo B, duas creche e pré-escola tipo C, e uma Unidade Básica de Saúde porte IV.

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Interdição da BR-135: mais uma vez quem paga o pato é quem nada tem a ver
É fogo: a interdição na BR castiga quem não tem nada a ver com a causa do protesto.

Interdição da BR-135: mais uma vez quem paga o pato é quem nada tem a ver

A Polícia Rodoviária Federal está no local em que moradores interditaram, no começo da manhã, a BR 135, nas imediações do Maracanã, formando um longo congestionamento. Os moradores protestam contra uma ação de despejo movido por proprietário de terreno ocupado pela comunidade Aguaman/Nova Terra, entre Maracanã e o terminal da Integração. Segundo os comunitários, eles viviam em paz há muitos anos, até que “apareceu um dono” e disse que ia mandar expulsar todo mundo. Não demorou muito chegou um oficial de justiça, dizendo que tinha uma mandado para execução de uma ação de despejo. Ateando fogo em pneus e madeira, nos dois sentidos da pista, eles inciaram o protesto, cedinho. o congestionamento chegou a mais de 10 quilômetros do local da manifestação.

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