Luís Fernando se filia ao PSDB com o aval de Flávio Dino, diz Carlos Brandão

A filiação do ex-prefeito de São José de Ribamar, Luís Fernando Silva, ao PSDB está definida para o dia 25 deste mês, às 10h, no Rio Poty Hotel. O presidente estadual do PSDB e vice-governador, Carlos Brandão, confirmou a filiação com a presença do governador Flávio Dino, que segundo ele, avalizou a filiação. Para o vice-governador, Carlos Brandão, além de quadro técnico, Luís Fernando tem hoje uma boa relação com a classe política, o que melhora as influências da legenda. “O Luís Fernando é um técnico de alto nível e um político que fez um grande trabalho em São José de Ribamar. Quando foi secretário de Infraestrutura melhorou bastante a relação com a classe política”

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Luís Fernando se torna membro do PSDB na próxima semana, de olho na disputa pela prefeitura de Ribamar

O ex-prefeito de São José de Ribamar, Luís Fernando, vai se filiar ao PSDB, nesta sexta-feira (10). Cortejado pelo PSB, PDT e PCdoB, o ex-secretário de Infraestrutura no governo Roseana Sarney escolheu o ninho tucano para ser o seu novo abrigo político, sigla pela qual deverá disputar novamente a prefeitura da cidade de São José de Ribamar. Inicialmente, o ato seria realizado já nesta sexta-feira (10) no Rio Poty Hotel, mas pela proximidade e principalmente pelo fato de que nesta data o evento não contaria com a presença do governador Flávio Dino, foi adiado. Luís Fernando quer a presença de Flávio no ato. O vice-governador, que está em Brasília, só chega amanhã (9) em São Luís, e também teria pouco tempo para a organização.

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Diálogos pelo Maranhão! O prefeito e o asfalto

O telefone toca e um prefeito - quase - amigo meu logo começa: - “Machado, é verdade que Luís Fernando não é mais candidato a governador?” Respondi-lhe: - Pelo menos é o que estão anunciando... – a carta de Luís Fernando comunicando a decisão ainda não havia sido divulgada. E o prefeito: “Olha, se Luís Fernando não sair candidato a governador, não tenho compromisso mais com ninguém...” Perguntei-lhe qual era o alcance do compromisso dele com Luís Fernando, ao que me disse: - “Asfalto para as ruas da minha cidade e dinheiro para as estradas vicinais...” - E já saiu alguma coisa? – pergunto-lhe: - Só o asfalto, que já deram sinal de colocar, lá. As vicinais só quando chegasse mais perto da campanha... Arrisco: “Você já combinou com a população, já havia falado desse acordo? - Não. Estava esperando o asfalto, para criar coragem. Até porque o que vejo é que o meu povo quer votar mesmo é em Flávio Dino... E agora, o que pretende fazer? - “Deixar o povo à vontade, escolher do jeito da sua consciência, já que o que me interessava fugiu da raia...” E assim, sem querer, protagonizei um “diálogo pelo Maranhão”...

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Maranhão 247 – ROSEANA: “MINHA SAÍDA DO GOVERNO É UMA INCÓGNITA”
Roseana e Luís Fernando, em evento político, a la Platão: "Só sei que nada sei..."

Maranhão 247 – ROSEANA: “MINHA SAÍDA DO GOVERNO É UMA INCÓGNITA”

Maranhão 247 - A dez dias do prazo final para deixar ou não o governo, caso queira ser candidata ao Senado, a governadora Roseana Sarney (PMDB) disse que a sua situação é ainda uma incógnita. Ao lado do secretário estadual de Infraestrutura, Luis Fernando Silva – pré-candidato ao governo – a governadora afirmou que não tem decisão tomada sobre sua permanência no cargo ou a candidatura ao Senado nas eleições de outubro. “Isso é uma incógnita [sair ou não do governo para a disputa eleitoral]. Não tem definição, porque em política você tem de pensar um pouco mais. Eu estou pensando e estou vendo as minhas obras que estão aí e eu quero entregar minhas obras todas concluídas”, reiterou. A peemedebista tem até o dia 5 de abril para decidir se sai do cargo para disputar a eleição como candidata a senadora ou se conclui o mandato – passado esse prazo, mesmo com a renúncia Roseana estaria inelegível.

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Eleição de Dilma em 2010 gera onda de ‘candidatos-postes’ no Nordeste
Dilma e Haddad foram indicados por Lula - eram considerados "postes", como Luís Fernando, aqui...

Eleição de Dilma em 2010 gera onda de ‘candidatos-postes’ no Nordeste

Sucessão. Impedidos legalmente de disputar reeleição, governadores de Pernambuco, Bahia, Maranhão e Ceará tentam seguir receita testada por Lula na última corrida presidencial e viabilizar candidaturas de secretários com perfil mais técnico que político LEONENCIO NOSSA/BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo Governadores em ascensão política e oligarquias em declínio adotaram táticas semelhantes para tentar manter o poder nos Estados e lançaram candidatos "postes" para a disputa de outubro. Inspirados no sucesso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que promoveu as estreias nas urnas dos então ministros Dilma Rousseff, em 2010, e Fernando Haddad, em 2012, os caciques estaduais recorreram a nomes de perfil mais técnico que político e agora correm para jogar holofotes sobre os escolhidos. Nos últimos dias, governadores do Nordeste apresentaram como seus candidatos secretários fiéis de suas gestões. Em Pernambuco, Eduardo Campos (PSB) lançou Paulo Câmara (Fazenda). No Maranhão, Roseana Sarney (PMDB) tenta emplacar Luis Fernando Silva (Infraestrutura), o escolhido de seu pai, o senador José Sarney (PMDB-AP). Jaques Wagner (PT) fez valer sua vontade na Bahia e lançou Rui Costa (Casa Civil), contra a vontade de petistas históricos. No Ceará, Cid Gomes (PROS) quer indicar José Albuquerque, que preside a Assembleia Legislativa e pode furar a fila formada por senadores e deputados influentes. Todos os escolhidos são aliados de longa data dos líderes estaduais. Rui Costa acompanha Jaques Wagner desde o tempo de sindicalismo em Camaçari. Paulo Câmara começou a militar na política com Eduardo Campos. Luis Fernando Silva, economista e auditor do Estado, foi secretário estadual oito vezes, em cinco gestões, e é próximo de Roseana e do marido dela, Jorge Murad. José Albuquerque está com Cid desde os anos 1990, quando o hoje governador era deputado estadual.

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Luís Fernando tenta se livrar da grife “Sarney”…  Do bigode, não!
Essa grife, não aceita nas ruas do Brasil, também não é recomendada, internamente, no grupo Sarney...

Luís Fernando tenta se livrar da grife “Sarney”… Do bigode, não!

No período carnavalesco, alguns blogs de São Luís do Maranhão, Brazil, travaram uma certa discussão sobre “Ser ou não ser um Sarney”. Mas o cerne da questão era mesmo tentar mostrar que o secretário de Infraestrutura de Roseana Sarney, Luís Fernando, não seria um Sarney do tipo, digamos, "puro sangue" – estaria mais para um “mestiço”, ou, no jargão caboclo, quando tratam de cavalos, um pangaré. Da minha parte, e antes que me interpretem mal, já vou avisando que considero o aspirante oficial a governador do Estado um ser humano de boa linhagem, pelo seu passado de técnico concursado do Estado, onde prestou relevantes serviços. Dizem até que seu trabalho foi tão bom que, certa vez, entregou ao comando do Estado – numa dessas já costumeiras ocasiões em que Roseana Sarney é a governadora - um relatório de auditoria que descobriu um rolo tão grande, mas tão grande, de um certo político maranhense que, desde então, o dito cujo nunca mais uivou... ficou preso quase ad eternum pelo rabo e, só mais recentemente, andou emitindo certos dissonantes. Pois não é que o excelente burocrata, deixando de lado a lupa de olhar malfeitos da máquina pública estadual, terminou se revelando político, elegendo-se prefeito da religiosa cidade de São José de Ribamar! É certo que teve a turbina pública a ajudá-lo na sua compra demasiada de tinta para pintar tudo que via pela frente, mas, verdade é, até que deixou saudades no seio dos ribamarenses, como revelam as pesquisas... Vocês, leitores meus, hão de convir que “sangue puro”, mesmo são os filhos, netos, bisnetos, irmãos... Cunhado, dizem, não é parente e, juntos com os patos, minha mãe já dizia, são os que mais cagam a casa da gente... Dona Bernarda também costumava dizer, nas suas conversas de fins de tardes e começos de noites com suas vizinhas, que filhos só de pais serão ou não; se de mãe, pode apostar o tostão. Imaginem vocês que os blogueiros simpáticos aos Sarney's cometiam o trabalho de tentar provar que Luís Fernando não é um Sarney legítimo, querendo, acho, livrá-lo da “catinga da oligarquia”, no dizer do deputado Domingos Dutra. Nenhuma novidade nisso. O marketing das campanhas de Roseana Sarney, de um certo "novo tempo" para cá, tem orientado no sentido de que seja "capado" o "Sarney" de seu nome. É a filha do próprio José Sarney, agindo como São Pedro, que negou Jesus Cristo por três vezes,emboraccontinuasse a ser o seu principal apóstolo... Os conselheiros da governadora, há muito, descobriram que o nome "Sarney" dá prestígio em Brasília - no Legislativo, no Executivo e, vixe maria!, no Judiciário -, um certo charme junto a muitos prefeitos, vereadores e demais cabos eleitorais, no Maranhão, mas voto mesmo, daquele espontâneo dentro da urna, aí só com outros quinhentos... milhões!!! Pesquisa do Data M, realizada agora em janeiro e divulgada no comecinho de fevereiro (Reg. MA-00003/2014-TRE), fazendo esta pergunta aos entrevistados: "Você concorda que a família Sarney ainda é necessária para o povo do Maranhão?": 21,6% disseram "concordar" que a família Sarney ainda é necessária para o povo do Maranhão; 72,3% responderam "não concordar" que a família Sarney é necessária para o povo do Maranhão. E 6,1% não quiseram ou não souberam responder. O percentual de respostas negativas dá bem uma ideia do interesse do grupo sessentão em se desfazer da grife "Sarney". Só do nome, claro; do bigode, não... Assim, Luís Fernando, que não avaliara essa situação, mas já está mais comprometido do que noivo diante do pai da moça, as vésperas do casamento, teve de acionar sua assessoria para tentar aplacar, no seu currículo político, os efeitos da grife "Sarney" - a mesma da qual aconselharam Dilma Roussef a se livrar, caso sonhe com a reeleição... O conselho foi respaldado por pesquisas de opinião.

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Luís Fernando reage à matéria de O Estadão e diz que não é organizador de comícios
Luís Fernando não concorda com a matéria...

Luís Fernando reage à matéria de O Estadão e diz que não é organizador de comícios

O secretário de Infraestrutura do Governo do Maranhão,, Luis Fernando Silva, reagiu à matéria do Jornal O Estado de São Paulo, de que estaria sendo favorecido por prefeituras do interior dependentes de convênios. Elas estariam distribuindo combustíveis de graça para proprietários de veículos automotores "seguirem" e fazerem claques para o pré-candidato em suas andanças pelo interior. Nota de esclarecimento Com relação à matéria “Distribuição de gasolina turbina eventos de secretario de Roseana” (5/3) e em respeito aos fatos e à opinião pública, faço as seguintes observações: 1 – Em nenhum dos eventos de assinatura de “ordens de serviço para início de obras” a que esteve presente, o repórter assistiu a qualquer manifestação política de interesse eleitoral. Assim, não há que se falar em “minicomícios”. Estive ali cumprindo a minha atribuição de secretário de Estado da Infraestrutura; 2 – Os eventos presenciados pelo repórter marcam o início das obras e não uma promessa, como ele escreveu. 3 – O programa Viva Maranhão, que contempla, entre outros nove componentes, a pavimentação de vias urbanas em todos os municípios maranhenses, não repassa recursos aos municípios posto que as obras são licitadas, contratadas e pagas diretamente pelo Estado, por meio da Secretaria de Infraesturtura. 4 – Cabe ressaltar aspecto esquecido pelo repórter. Os eventos são atos de transparência da gestão, uma vez que neles se apresenta publicamente o representante da empresa vencedora da licitação, informam-se o valor contratado e o prazo das obras e ainda se estimulam a comunidade, a sociedade civil e as autoridades locais a exercerem o direito de acompanhar e fiscalizar sua execução. 5 – Não cabe a mim ou à Secretaria da Infraestrutura organizar ou coibir manifestações das comunidades locais em reconhecimento à relevância das obras de pavimentação. Luis Fernando Silva Secretário de Estado de Infraestrutura

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Arnaldo Melo x Luís Fernando: o Data M retardou a decisão de Roseana deixar o governo…
Arnaldo Melo e Luis Fernando: com certeza o papo é sobre eleição indireta para governador...

Arnaldo Melo x Luís Fernando: o Data M retardou a decisão de Roseana deixar o governo…

A governadora Roseana Sarney (PMDB) está meio à deriva, politicamente falando. Já estava arrumando as gavetas para deixar o governo quando surgiu a divulgação da pesquisa estadual Data M, mostrando que sua gestão chega aos 68% de reprovação popular e a rejeição ao seu nome, como pré-candidata ao Senado, bate à casa dos 56%. Aí pintou uma dúvida danada... Tanto que, indagada esta semana, disse que só vai decidir o que fazer no início de março... Era quase tudo certo que o deputado-presidente da Assembleia Legislativa, Arnaldo Melo, na falta do vice substituto natural da governadora, Washington Oliveira – defenestrado e tornado conselheiro vitalício do Tribunal de Contas do Estado como prêmio de consolação – seria o governador do Estado com a saída da “branca”. Senão, vejamos. Arnaldo, saindo Roseana Sarney, é governador de fato e de direito por 30 dias. Segundo a Constituição, nesse período, ele opera o processo de eleição biônica, feita pelo plenário da Assembléia, onde deputados podem votar e ser votados. Mas quem não é deputado também pode ser votado. Só não pode votar. Até eu, sendo filiado a um partido político e este me indicando, posso me inscrever como candidato a governador bionicão... Natural, portanto, que o deputado Arnaldo Melo, dono de seis mandatos, correligionário do grupo situacionista, aspire ao posto. Ele, que já vinha se entendendo até mesmo com as bancadas de oposição na casa, tem condições políticas e de comando para quando, terminados os 30 dias que a lei lhe garante no Palácios dos Leões, colocar o seu nome à apreciação dos seus pares, saindo da chefia do Poder Legislativo para a do Poder Executivo Estadual. Com toda a certeza, assumiria, junto a Roseana Sarney e seu grupo político, as obrigações negociadas para que essa transição acontecesse como narrado acima – com o compromisso de apoiá-la para o Senado e também a seu candidato ao governo, Luís Fernando Silva. Mas o grupo Sarney é assim. Desconfia de tudo e de todos. De repente, por causa de um projeto de lei que Arnaldo tentou patrocinar para normatizar o processo eleitoral indireto, o grupo desconfiou... Por isso, Arnaldo Melo teria perdido as condições para continuar governador e, agora, o possível candidato seria mesmo Luís Fernando. Toda essa engenharia só será necessária, é bom que se diga, se Roseana Sarney renunciar ao mandato de governadora. De repente, como ela ainda está pensando, pensando, pode decidir ficar no Palácio dos Leões para que a candidatura Luís Fernando se torne competitiva. Há quem, dentro do grupo Sarney – e não são poucos – advogue por Arnaldo Melo. Quem pugna contra a candidatura indireta de Luis Fernando acha que ele vai herdar todas as “impurezas” do governo Roseana diagnosticadas pelas pesquisas de opinião. Quem pugna por Arnaldo Melo opina que Luís Fernando, não concorrendo agora na eleição indireta, livrar-se-ia da pecha de biônico e de herdeiro do roseanismo rejeitado pelo eleitorado. Eu, aqui da minha parte, pugnaria por Arnaldo, até querendo um certo bem a Luís Fernando, já que ele terá pela frente nada mais nada menos que Flávio Dino (PCdoB) que, hoje, incontestavelmente, tem mais da metade das intenções de voto dos maranhenses. Impossível saber, agora, se sua caneta de chefe do Palácio dos Leões teria tinta suficiente para tornar opaco o favoritismo do comunista. Agora vocês já sabem com maior nitidez porque o Data M entrou em rota de colisão com poderoso e oligárquico Grupo Sarney.

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“Não é preliminar, é de auditoria”, diz Rubens Pereira sobre convênio de Luís Fernando
Deputado Rubens Júnior tirou secretário de Roseana e ex-prefeito de Ribamar, Luís Fernando (foto), pra palito, no plenário da AL.

“Não é preliminar, é de auditoria”, diz Rubens Pereira sobre convênio de Luís Fernando

O plenário da Assembleia Legislativa do Maranhão virou um campo de debate entre as bancadas de oposição e de governo após a bombástica denúncia feita pelo líder da oposição, Rubens Jr. (PCdoB), que apresentou a auditoria no município de São José de Ribamar realizada pelo Tribunal de Contas do Estado entre os dias 10 e 14 de janeiro de 2011, quatorze dias após o fim do mandato do prefeito Luís Fernando. O relatório apontou que, entre outras possíveis irregularidades, o ex-prefeito contratou empresa sem celebrar o convênio. O deputado fez questão de ressaltar que não se trata de um relatório preliminar, como tentaram alegar deputados da base de apoio à governadora Roseana Sarney. “Não é um relatório preliminar, isso aqui é um relatório de auditoria, são duas coisas completamente diferentes. Relatório Preliminar, diz respeito à Prestação de Contas Anual; isso aqui é algo específico de um convênio”, explicou Rubens Jr. Para os deputados governistas, Rubens Júnior quer criar um factoide, de olho única e exclusivamente no palanque eleitoral. Mas o jovem deputado comunista não abriu de sua narrativa, recheada de informações baseadas em documentos.

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Zé Reinaldo diz que acusação de Luis Fernando é “conversa de perdedor”
Zé Reinaldo, sobre Luís Fernando: "Conversa de perdedor"

Zé Reinaldo diz que acusação de Luis Fernando é “conversa de perdedor”

"Conversa de perdedor". Foi como o ex-governador José Reinaldo Tavares (PSB) respondeu à declaração do secretário de Infraestrutura do Governo do Estado, Luís Fernando Silva (PMDB), de que fora perseguição durante a gestão como prefeito de São José de Ribamar. Para o secretário de Roseana Sarney, tanto José Reinaldo como o falecido ex-governador Jackson Lago (PDT) relegaram sua administração a último plano. A queixa de Luís Fernando se dera durante sua passagem pelo município de Santa Inês, semana passada, quando declarou que fora "discriminado do mapa político por não ser do partido de nenhum dos dois governadores."

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