Maconha: ruim para os jovens, “legal” para os adultos, diz estudo sobre a “cannabis sativa”

Não tem nada a ver com ficar chapado: nos jovens, a maconha prejudica a memória e a atenção. Na velhice, parece turbinar ambas, pelo menos em ratos Por Ana Carolina Leonardi, da Superinteressante Homem fuma maconha Maconha: em pesquisa com ratos idosos, o uso do THC trouxe uma melhora cognitiva razoável (Getty Images/Getty Images) No equilíbrio entre os benefícios e os riscos da maconha, a idade parece ser um fator mais importante do que se imaginava. Pelo menos foi o que concluiu uma pesquisa feita com ratos na Universidade de Bonn, na Alemanha. Os cientistas queriam ver qual seria o efeito do THC, a substância responsável pelo “barato” da maconha, se fosse dado aos ratos em doses baixas, mas diárias, por um longo período de tempo. Eles dividiram os ratos em três grupos: um de jovens, outro de ratos na meia idade e um último de idosos. Os animais foram testados com relação à capacidade de aprender e à memória usando pequenos labirintos. Eles observaram quanto tempo os roedores levavam para explorar o trajeto certo e, depois, para perceber quando estavam num caminho já percorrido anteriormente. A próxima etapa foi dar subdoses de THC durante um mês para cada rato. A quantidade era bem baixa, pequena demais até para causar efeitos psicoativos. Mesmo assim, ao fim do teste, o desempenho dos ratos jovens piorou muito dentro do labirinto. O resultado é consistente com pesquisas em humanos, que mostram que a memória de curto prazo fica prejudicada enquanto durar o uso, ainda que os efeitos sejam reversíveis. Mas o grupo de ratos idosos surpreendeu os pesquisadores. Porque, no caso deles, o uso do THC trouxe uma melhora cognitiva razoável, impulsionando a memória e a atenção e trazendo resultados melhores dentro do labirinto.

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Governo, Prefeitura e Unicef discutem formas de combater a violência letal entre jovens e adolescentes

A Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal da Criança e Assistência Social (Semcas), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e governo do Estado, por intermédio da Secretaria de Estado dos Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop), participaram da elaboração do Plano de Redução da Violência Letal durante o I Seminário do Plano de Redução Letal contra Adolescentes e Jovens na Grande Ilha de São Luís. O evento foi realizado nestas segunda (30) e terça-feira (1º), no auditório do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) na Areinha. A titular da Secretaria Municipal da Criança e Assistência Social (Semcas), Andreia Lauande, destacou que os planos municipais, construídos junto com o poder público, sociedade civil e organizações sociais, representam um grande marco para o enfrentamento da violência contra os jovens da Grande Ilha (São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa). "Para o enfrentamento e redução dos homicídios dos nossos adolescentes e jovens é preciso cada vez mais integrar esforços com os poderes públicos, privados e sociedade civil para que todos os atores sociais entendam suas responsabilidades nesta causa. O prefeito Edivaldo defende a infância e a juventude na capital, determinando políticas públicas que garantam a proteção e oportunidades para este público", disse. SEMINÁRIO O seminário faz parte de uma série de ações da Plataforma dos Centros Urbanos, iniciativa do Unicef em parceria coma Prefeitura de São Luís, que é articuladora do Plano no Estado. A programação contou com o painel "Conhecendo a realidade e reduzindo os homicídios: contexto local, conceitos, experiências e diretrizes do enfrentamento", com a participação do representante nacional do Unicef, Fábio Morais, o Major da Polícia Militar, Marcos Silas David Costa e a representante do governo do Espírito Santo, Gabriela Riegert.

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