Em nota, o também ex-presidente José Sarney lamenta prisão de Lula e demonstra solidariedade

O ex-presidente José Sarney (MDB) lamentou a prisão do também ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O decreto de prisão foi expedido ontem, 5, pelo juiz Sérgio Moro, da Justiça Federal em Curitiba, depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) negar habeas corpus ao petista. Sarney avalia que a eleição deste ano, sem Lula, “será uma grande frustração”. “É profundamente lamentável essa a decisão. Penso que a eleição deste ano sem a presença de Lula será uma grande frustração a uma parcela expressiva da população brasileira. Com todo respeito que tenho às decisões do Supremo Tribunal Federal, penso que deveria ter prevalecido o texto da Constituição que prevê que ninguém deve ser considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória", afirmou. O emedebista ressaltou o “tratamento correto e cordial” que sempre recebeu de Lula.

Continuar lendo Em nota, o também ex-presidente José Sarney lamenta prisão de Lula e demonstra solidariedade

Epa! PF conclui inquérito e não vê crime de obstrução de Renan, Jucá e Sarney

PF enviou relatório nesta sexta-feira ao STF. Investigação tinha por base delação de Sérgio Machado. ex-presidente da Transpetro. Para PF, eventual intenção não configura crime - G1 A Polícia Federal enviou nesta sexta-feira (21) ao Supremo Tribunal Federal relatório conclusivo da investigação sobre suposta tentativa de obstrução da Operação Lava Jato pelos senadores Renan Calheiros (PMDB-AL), Romero Jucá (PMDB-RR) e pelo ex-senador e ex-presidente da República José Sarney (PMDB-AP) na Operação Lava Jato. No relatório, a Polícia Federal conclui que não houve crime de obstrução. Para a PF, a simples intenção não pode ser considerada crime, e os políticos não cometeram atos de obstrução. O inquérito foi aberto pelo ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com base na delação de Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro. "Não compreendemos existir elementos indiciários de materialidade do crime (...) haja vista que no espectro cognitivo próprio desta sede indiciaria, o conteúdo dos diálogos gravados e a atividade parlamentar dos envolvidos ou no período em comento não nos pareceu configurar as condutas típicas de impedir ou embaraçar as investigações decorrentes da Lava Jato", diz o texto do relatório. Janot pediu a investigação por entender que houve tentativa de comprometer a operação, em razão de fatos revelados na delação premiada de Sérgio Machado, que gravou conversas com os políticos. Numa das gravações, Jucá sugere um "pacto" para barrar a Lava Jato. Em fevereiro, quando o inquérito foi autorizado, os políticos contestaram a acusação da PGR de que atuaram para obstruir as investigações da Lava Jato

Continuar lendo Epa! PF conclui inquérito e não vê crime de obstrução de Renan, Jucá e Sarney

Sarney volta a ser cobrado pela Justiça para devolver o que ganharia indevidamente com aposentadorias

Segundo a Revista Época, mais uma vez, o ex-senador José Sarney (PMDB) recorre contra uma decisão na Justiça que o condenou a devolver os valores recebidos acima do teto constitucional…

Continuar lendo Sarney volta a ser cobrado pela Justiça para devolver o que ganharia indevidamente com aposentadorias

Fachin autoriza a 1ª investigação contra Sarney na Lava-Jato. Senadores Renan Calheiros e Romero Jucá também serão investigados, além de Sérgio Machado, ex-diretor da Transpetro.

Senadores Renan Calheiros e Romero Jucá também serão investigados, além de Sérgio Machado, ex-diretor da Transpetro. Foi o primeiro inquérito aberto pelo novo relator da Lava Jato no Supremo – ele substituiu Teori. Políticos negam acusação da Procuradoria-Geral da República de que tentaram obstruir operação. G1 - Por Mariana Oliveira, TV Globo, Brasília O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, atendeu a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e autorizou abertura de inquérito para investigar os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Romero Jucá (PMDB-RR), o ex-senador José Sarney (PMDB-AP) e o ex-diretor da Transpetro Sérgio Machado por tentativa de obstrução da Operação Lava Jato. Todos os políticos negam ter cometido crime. Janot pediu aval para investigar os quatro por entender que houve embaraço à investigação de organização criminosa em razão dos fatos revelados na delação premiada de Sérgio Machado, que gravou conversas com os políticos. Numa das gravações, Jucá sugere "pacto" para barrar a Lava Jato. Foi o primeiro inquérito aberto pelo novo relator da Lava Jato após a morte do ministro Teori Zavascki – Fachin substituiu Zavascki na relatoria. Depois da investigação, que não tem prazo para terminar, o procurador-geral tem que decidir se denuncia os suspeitos ou se pede arquivamento do caso. Com a abertura do inquérito desta quinta-feira, Renan Calheiros responde agora a uma ação penal e a 12 inquéritos no Supremo, dos quais nove da Operação Lava Jato. Jucá é investigado em oito inquéritos no Supremo, dos quais três da Lava Jato. Sérgio Machado agora é investigado em dois inquéritos da Lava Jato, e Sarney é alvo de uma apuração (a que foi aberta nesta quinta).

Continuar lendo Fachin autoriza a 1ª investigação contra Sarney na Lava-Jato. Senadores Renan Calheiros e Romero Jucá também serão investigados, além de Sérgio Machado, ex-diretor da Transpetro.
Além do pai, Sarney Filho é citado por Machado e pode ser o quarto ministro de Temer a cair
Sarney Filho: Lava Jato e o efeito bumerangue

Além do pai, Sarney Filho é citado por Machado e pode ser o quarto ministro de Temer a cair

Dos R$ 18 milhões em propina que teriam sido entregues ao ex-presidente da República, José Sarney, segundo o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, em delação premiada, R$ 400 mil foram recebidos pelo deputado federal Sarney Filho, atual ministro do Meio-Ambiente. A revelação torna Sarney Filho candidato a ser o quarto ministro a deixar o Governo interino de Temer, em pouco mais de um mês de instalado, já que o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, com fortes ligações com o presidente interino da República e cardeal do PMDB, pediu demissão hoje, 16, e tornou-se a terceira baixa do novo primeiro escalão da República. José Sarney, Romero Jucá e Edison Lobão Responsável pelas defesas do ex-presidente José Sarney (PMDB-AP) e dos senadores Romero Jucá (PMDB-RR) e Edison Lobão (PMDB-MA), o criminalista Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, afirmou que eles negam "peremptoriamente" terem recebido qualquer valor, "a qualquer título", de Sérgio Machado. "Esta delação tem que ser vista com muita ressalva, dadas as circunstâncias em que foi feita, para impedir a prisão de dois filhos dele [Machado]", declarou o advogado. Em nota divulgada nesta quinta-feira (16), Sarney diz que não há na delação nenhuma afirmação verdadeira sobre ele. "Nunca recebi das mãos desse senhor nenhum centavo. Nunca discuti com os senadores Renan Calheiros e Romero Jucá questão relativa a recursos financeiros", afirma o ex-presidente (leia a íntegra ao fim da reportagem). Sarney Filho Em nota, o ministro Sarney Filho chamou o ex-presidente da Transpetro de "monstro moral", "picareta" e "marginal" que, segundo ele, "chegou ao cúmulo de gravar uma pessoa de 86 anos no leito de hospital".

Continuar lendo Além do pai, Sarney Filho é citado por Machado e pode ser o quarto ministro de Temer a cair

Acesso a toda a delação de Sérgio Machado que revela como os políticos-figurões roubam a Nação

JOSÉ SARNEY, EDISON LOBÃO, RENAN CALHEIROS, ROMERO JUCÁ E MAIS DUAS DEZENAS DE POLÍTICOS SÃO CITADOS COMO PROPINEIROS PELO EX-PRESIDENTE DA TRANSPETRO, SÉRGIO MACHADO, EM DELAÇÃO PREMIADA FEITA À JUSTIÇA. SÃO MAIS DE 100 MILHÕES DE REAIS ROUBADOS DA NAÇÃO SÓ NA SUBSIDIÁRIA DA PETROBRAS. tODOS OS CITADOS NEGAM OS CRIMES. Um dos delatores mais importantes da Lava Jato, o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado não só gravou interlocutores peemedebistas - como o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o senador Romero Jucá (PMDB-RR), o ex-presidente José Sarney e o senador Edison Lobão -, mas também revelou um esquema de corrupção na subsidiária da Petrobras para enriquecer políticos e influir no resultado de eleições por meio de doações oficiais. Em 13 anexos, Machado diz ter repassado propina mais de 20 políticos de 6 partidos (VEJA O MAPA). Além do PMDB, ele cita PT, PP, PC do B, PSDB e DEM. O blog disponibiliza a íntegra da delação, com 400 páginas. É só acessar o link "LEIA MAIS", a seguir e ter paciência para essa laagem de roupa suja qwue é a delação premiada do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado

Continuar lendo Acesso a toda a delação de Sérgio Machado que revela como os políticos-figurões roubam a Nação
Sérgio Machado diz que pagou mais de R$ 70 milhões de reais a Renan, Jucá e Sarney
Sarney: O ex-presidente José Sarney: fazendo de conta que não é com ele...

Sérgio Machado diz que pagou mais de R$ 70 milhões de reais a Renan, Jucá e Sarney

O ex-senador e ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado disse que repassou aproximadamente R$ 20 milhões ao ex-presidente José Sarney O ex-senador e ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado afirmou em seus depoimentos na delação premiada que fechou com a Procuradoria-Geral da República na Lava Jato que arrecadou e pagou mais de R$ 70 milhões desviados da estatal para o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o senador Romero Jucá (PMDB-RR), para o ex-presidente da República José Sarney (PMDB-AP), entre outros líderes do PMDB. As informações foram reveladas pelo jornal "O Globo" nesta sexta-feira, 3. A reportagem afirma ainda que a soma mais expressiva, R$ 30 milhões, foi destinada a Renan, o principal responsável pela indicação de Machado para a presidência da Transpetro, subsidiária da Petrobrás e maior empresa de transporte de combustível do País. A delação foi homologada no dia 24 de maio pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki e, com isso, pode ser utilizada para novas investigações e até complementar as investigações já em curso da Lava Jato. Renan indicou Machado para a presidência da Transpetro em 2003, no início do primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e manteve apoio para a permanência dele no cargo até ano passado, mesmo depois de ter sido acusado por Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás, de receber propina. De acordo com a reportagem, Sarney também recebeu uma soma significativa, conforme a contabilidade do ex-presidente da Transpetro. Machado disse que repassou aproximadamente R$ 20 milhões para o ex-presidente durante o período que esteve à frente da estatal. Romero Jucá, que ficou uma semana como ministro do Planejamento do governo do presidente em exercício Michel Temer, teria sido destinatário de quantia similar a de Sarney, cerca de R$ 20 milhões. Machado disse ainda, segundo a reportagem, que abasteceu também contas dos senadores Edison Lobão (PMDB-MA) e Jader Barbalho (PMDB-PR). O ex-presidente da Transpetro também teria falado sobre as somas repassadas aos padrinhos políticos dele e, como se não bastasse, indicou os contratos e os caminhos percorridos pelo dinheiro até chegar aos destinatários finais.

Continuar lendo Sérgio Machado diz que pagou mais de R$ 70 milhões de reais a Renan, Jucá e Sarney

Artigo de José Reinaldo ressuscita a história de amor e ódio entre ele e Sarney (1)

POR JOSÉ MACHADO O helicóptero corta os ares, tranquilamente. De repente, dá uma guinada para a esquerda e despenca no espaço. O competente piloto termina de desviar a aeronave de um urubu que, não fora a sua habilidade, teria ido direto para as hélices e tudo poderia acontecer. Graças a Deus, estávamos salvos! Testemunhas desse episódio: o piloto, cujo nome me foge da memória; eu, secretário de Imprensa do governo; o então governador do Maranhão, José Reinaldo Tavares, e Flávio Dino, que há pouco trocara a toga de juiz federal pelo paletó de “político” e já pré-candidato a deputado federal. Dirigíamo-nos à cidade de Tuntum para uma inauguração. Após o susto, o primeiro comentário sobre o episódio é do governador José Reinaldo Tavares. Até porque Flávio Dino estava sem cor e sem voz, já que – e também por conta do quase acidente - morre de medo de viajar em qualquer coisa que não esteja com os “pés” fincados no chão. Premonitório, Zé Reinaldo fala: - “Quem iria gostar da queda deste helicóptero era o Sarney. Poderia comemorar a morte do seu atual inimigo político e pessoal e, de quebra, a do Flávio, que ainda vai lhe causar grandes embaraços no futuro... Era assim. Naquele ano de 2005, quando se acirraram os ânimos entre o governador aliado e a família Sarney, chegando ao total rompimento, José Reinaldo não conseguia chegar a uma dezena de palavras sem falar mal de José Sarney. Eram frases carregadas de sentido e adjetivos. Sarney, ex-deputado, ex-governador, ex-senador e ex-presidente da República, pelas generosas mãos do Maranhão, seria o inimigo número 1 do estado onde nasceu, estudou e cresceu, politicamente. O clima da época: Sarney era o diabo em pessoa; José Reinaldo, ex-aliado que rompeu com ele e com a família, o salvador do Maranhão. Isso atraiu muitos políticos com o rótulo de “esquerda” para as hostes do ocupante do Palácio dos Leões. Aqui e alhures. Flávio Dino era um deles. O ex-governador João Capiberibe, que se tornou adversário ferrenho de Sarney, no Amapá, visitou José Reinaldo em São Luís, e este retribuiu a visita indo participar de ato contra Sarney, em Macapá. Já Sarney só se referia a José Reinaldo como “Judas, o traidor”. Isso porque, segundo ele, considerava Tavares um filho político ou um político filho... Mas lembremo-nos de algo importante... José Reinaldo gostava de culpar Roseana Sarney, a quem substituiu como governador, depois de ser seu vice por duas vezes, pelo rompimento. E aí, teríamos que colocar no centro do ringue a ex-mulher do governador, Alexandra Tavares, esta sim, na visão de Sarney, a causadora de toda a briga... Mas essa é outra história... Revejo esses fatos para entender e tentar interpretar o artigo que o ex-governador e atual deputado federal José Reinaldo Tavares (PSB) deu à luz, na última terça-feira, propondo um pacto de sua elite política atual com o sem-mandato José Sarney. Pelo Maranhão... Pouco concordo com a proposta do ex-governador, a quem considero amigo pessoal e por quem tenho muito carinho e respeito. Mas não é uma reflexão para se fazer sozinho, nem de uma tacada só. É um tema público, que José Reinaldo provocou... Por isso, voltarei ao tema.

Continuar lendo Artigo de José Reinaldo ressuscita a história de amor e ódio entre ele e Sarney (1)

Acredite se quiser: José Reinaldo Tavares defende pacto pelo Maranhão. Nele, entraria até José Sarney…

O ex-governador do Estado e atual deputado federal José Reinaldo Tavares (PSB), aliado político de longas datas que, no governo, rompeu com o grupo do ex-presidente José Sarney, e foi peça fundamental para a eleição do Dr. Jackson Lago, em 2006, continuando a ser um crítico ferrenho "da oligarquia", surpreendeu a todos com um artigo, em seu blog - PACTO PELO MARANHÃO - em que defende a união de todos em favor do Maranhão, em cujo pacto caberia nada mais nada menos que o próprio José Sarney (PMDB). O artigo ganha importância quando se sabe que José Reinaldo é aliadíssimo do governador Flávio Dino (PCdoB) e um dos seus principais conselheiros... No artigo, José Reinaldo, diz que Sarney ficou devendo muito em relação ao que poderia ter feito, pelo Maranhão,"considerando o seu poder pessoal e político incontestáveis. Mas, enfim, este não é um artigo para criticá-lo. Isso já fiz muitas vezes ao longo de muitos anos e por isso recebi muitas vezes o peso de sua ira. Contudo, isso ficou para trás e tenho que olhar para a frente e não ficar remoendo o passado". "Mas, enfim, este não é um artigo para criticá-lo. Isso já fiz muitas vezes ao longo de muitos anos e por isso recebi muitas vezes o peso de sua ira. Contudo, isso ficou para trás e tenho que olhar para a frente e não ficar remoendo o passado" - aliviou, mandando o petardo: - O que pretendo é unir todos pelo desenvolvimento do Maranhão. É escolher pelo debate alguns projetos realmente fundamentais para alavancar o crescimento do estado e melhorar a vida sofrida de nossa população. Entre nós temos vários políticos de enor, me prestígio, a começar pelo governador Flávio Dino e pelo ex-presidente José Sarney, juntando senadores, deputados federais e estaduais. Temos força política para, juntos nesse propósito, conseguirmos grandes avanços, desde que todos puxem numa só direção -LEIA O ARTIGO, NA ÍNTEGRA...

Continuar lendo Acredite se quiser: José Reinaldo Tavares defende pacto pelo Maranhão. Nele, entraria até José Sarney…

Sarney sai em defesa da sua filha Roseana: “Injustiça e vingança”

O ex-senador José Sarney saiu em defesa da filha, Roseana, e acusou o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de agir por "vingança" ao listar a ex-governadora entre os envolvidos com suspeitas de desvios da Petrobras. "Como vem fazendo desde a última eleição, quando pediu intervenção federal no Maranhão e perseguiu a governadora Roseana Sarney no episódio de Pedrinhas, resolve vingar-se de mim, atribuindo-me a culpa pela recusa do amigo".

Continuar lendo Sarney sai em defesa da sua filha Roseana: “Injustiça e vingança”