Brasil despenca 19 posições em ranking de desigualdade social da ONU
Desigualdade social cresce no Brasil, aponta a ONU. LALO DE ALMEIDA FOLHAPRESS

Brasil despenca 19 posições em ranking de desigualdade social da ONU

País aparece entre os 10 mais desiguais do mundo. Além da diferença entre ricos e pobres, levantamento ressalta desvalorização e baixa representatividade da mulher na sociedade brasileira As desigualdades social e de gênero se acentuaram no Brasil. Esse é o diagnóstico revelado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento(PNUD), o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), com dados de 2015, divulgado nesta terça-feira. O país ocupa o 79º lugar entre 188 nações no ranking de IDH, que leva em conta indicadores de educação, renda e saúde, mas despencou 19 posições na classificação correspondente à diferença entre ricos e pobres. Enquanto a nota de 0,754 do Brasil se mantém estagnada, preservando-o em um patamar considerado alto pela ONU, o número cai para 0,561 no indicador social. Analisando somente esse fator, o país seria rebaixado para a escala de países com índice médio. O IDH varia entre 0 (valor mínimo) e 1 (valor máximo). Quanto mais próximo de 1, maior é o índice de desenvolvimento do país. Pela primeira vez desde 1990, quando o levantamento começou a ser publicado anualmente, o Brasil não elevou sua nota no ranking. A Noruega permanece na primeira colocação e encabeça a lista das nações com IDH muito alto, com 0,949, seguida por Austrália e Suíça, ambas com 0,939. Ainda no cálculo ajustado pela desigualdade social, o Brasil, empatado com Coreia do Sul e Panamá, só não regrediu mais nesse quesito que Irã e Botsuana, que caíram 40 e 23 posições, respectivamente. Já o Coeficiente de Gini, que mede a concentração renda, aponta o país como o 10º mais desigual do mundo e o quarto da América Latina, à frente apenas de Haiti, Colômbia e Paraguai. Segundo o levantamento da ONU, o percentual de desigualdade de renda no Brasil (37%) é superior à média da América Latina, incluindo os países do Caribe (34,9%).

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Faema presente na assinatura de acordo entre BNB e Governo do Estado para elevar IDH de municípios
Raimundo Coelho da Faema, ao lado da presidente da ACM, Luzia Rezende durante assinatura de acordo nos Leões.

Faema presente na assinatura de acordo entre BNB e Governo do Estado para elevar IDH de municípios

O presidente da Federação de Agricultura e Pecuária, (Faema), Raimundo Coelho participou esta semana do ato de assinatura de acordo de cooperação técnica firmado entre o Governo do Estado e Banco do Nordeste, no Palácio dos Leões. A ação objetiva elevar a qualidade de vida de moradores dos 30 municípios que apresentam menor Índice de Desenvolvimento Humano, (IDH). Além do presidente da Faema, estiveram presentes o presidente do Banco do Nordeste, Marcos Holanda e equipe técnica, governador Flávio Dino e os Secretários da Sagrima, Márcio Honaiser e da Indústria e Comércio, Simplício Araújo. O acordo objetiva integrar ações visando expandir e melhor qualificar o atendimento a produtores rurais por meio de acesso ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), à Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), à Assistência Técnica e Extensão Pesqueira e Aquícola (Atepa) e ao acompanhamento dos empreendimentos. Marcos Holanda destacou que a estratégia do estado tem dois pontos fortes: foco nos municípios mais pobres e integração das ações e dos atores no sentido de levar mais IDH para esses municípios, o que poderá muito em breve tornar-se referência. Já o governador Flávio Dino, afirmou que o Banco do Nordeste é o aliado número 1 do Maranhão, “não apenas pela natureza da instituição, mas também pela vocação e experiência em financiar o desenvolvimento da Região”.

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