Homicídios caem 55% em julho de 2017, em comparação com o ano passado

Texto: Secap Mais policiamento nas ruas em ações de combate aos homicídios resultaram em queda de 55% destes registros na Região Metropolitana de São Luís, em julho. No período de férias foram registradas 30 ocorrências este ano, contra 67 no mesmo período do ano passado, segundo dados da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP-MA). Os homicídios estão no grupo dos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI), parâmetro para medir o nível de violência no país, adotado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp). Considerando o total de CVLIs, que além dos homicídios incluem ainda os latrocínios (roubos seguidos de morte) e as lesões corporais seguidas de morte, totalizaram 34 casos em julho deste ano, contra 69 no mesmo mês do ano passado. Os dados representam uma queda de 51% nestes registros. A utilização de CVLIs como critério para mapear índice de criminalidade é direcionamento aplicado mundialmente, seguindo convenção da Organização das Nações Unidas (ONU). “Os resultados que temos obtido são fruto de ações parceiras entre todos os agentes da Segurança Pública, e contamos com o apoio da sociedade”, diz o secretário de Estado de Segurança Pública, Jefferson Portela. Os investimentos do Governo do Estado na área da Segurança têm garantido as condições para o trabalho policial, pontuou o superintendente de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP), delegado Leonardo Diniz. “Conjuntamente, Polícia Civil e Militar desenvolvem operações de contenção do crime e isso fortalece o sistema e se converte em tranquilidade para o cidadão. É um trabalho contínuo, permanente e focado na redução de índices históricos de criminalidade”, enfatizou.

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Militar envolvido na morte dos colegas em Buriticupu se apresenta ao quartel

O soldado da Polícia Militar Gladstone de Sousa, suspeito de participação na morte e ocultação do cadáver de outros dois policiais, apresentou-se ao comando da corporação nesta quinta (1º). Ele estava foragido, mas se entregou acompanhado de um advogado. Os policiais desaparecidos desde novembro de 2016 estariam envolvidos com crimes de extorsão, assaltos e associação criminosa envolvendo outros policiais militares do Maranhão, segundo revelado pela Secretaria de Segurança Pública na manhã de quarta-feira (31). A polícia crê que eles estão mortos, mas os corpos nunca foram encontrados. Vítimas e acusados estavam envolvidos em atividades ilícitas, como extorsão, na região de Buriticupu - conforme o comando da Secretaria de Segurança Púbica do Maranhão; O motivo do desaparecimento do cabo Júlio César da Luz Pereira e do soldado Carlos Alberto Constantino Sousa, não estaria relacionado com o exercício de atividades policiais líticas, mas sim de desentendimentos com outros componentes da quadrilha da qual eram parte. Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA), o tenente Josuel Alves de Aguiar foi preso em São Luís e o soldado Tiago Viana Gonçalves foi preso em Bom Jesus das Selvas.

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Cortando na própria carne! Militares são presos suspeitos de tráfico, homicídios e extorsão

Dois deles estão lotados no município de Imperatriz e outro é da Polícia Militar do estado do Pará.(G1/MA) A ação conjunta da Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa em conjunto com a Delegacia Regional de Imperatriz, desencadeou a operação “Diamante Negro”, que deu cumprimento a este e mais dois mandados de prisão contra os policiais militares Jonh Mike Barros de Sousa, do 3° Batalhão, e Jack Helson Nascimento Assunção, de Paragominas, situado no estado do Pará. O delegado regional, Eduardo Galvão, informou que as investigações irão continuar e outras prisões podem acontecer. “Estamos fazendo várias investigações. Na realidade isso aqui é um fio da meada que se houver a participação deles em outros crimes que a gente consiga fazer prova. Hoje, além das prisões, nós conseguimos alguns mandados de busca cujos materiais foram recolhidos nos endereços pedidos e conseguimos ligar os suspeitos a outros crimes. Outras prisões serão pedidas, não só para esses policiais, mas para quaisquer outras pessoas que possam, por ventura, ser identificadas”, disse. Na casa do policial Jhon Mike, além das armas de uso, a polícia encontrou outras armas de fogo que serão periciadas. Na semana passada, outro policial foi preso, o soldado Hermano da Companhia Independente de Amarante. Ele esteve no quartel do 3º Batalhão de Polícia Militar (3º BPM), mas foi transferido para a capital, por suspeita de corrupção ativa.

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Número de estupros no país supera o de homicídios dolosos, diz estudo. Por que?
Por que tantos estupros num mundo onde a permissividade facilitou o acesso à atividade sexuas entre homens e mulheres?

Número de estupros no país supera o de homicídios dolosos, diz estudo. Por que?

O número de estupros registrados no Brasil em 2012 foi maior que o de homicídios dolosos (quando há intenção de matar), segundo dados da 7ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. O Anuário é produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que se baseia em informações do IBGE e do Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública (Sinesp), gerido pela Secretaria Nacional de Segurança Pública, ligada ao Ministério da Justiça. De acordo com o Anuário, o país registrou 50.617 casos de estupro em 2012, o que equivale a 26,1 estupros por grupo de 100 mil habitantes. Um avanço de 18,17% em relação a 2011, quando a taxa foi de 22,1 por grupo de 100 mil. O número de homicídios dolosos registrados em 2012 foi de 47.136. Os estados que mais registraram casos de estupro por 100 mil habitantes em 2012 foram Roraima (52,2), Rondônia (49) e Santa Catarina (45,8). No entanto, o Fórum ressalva que esses três estados estão no chamado "grupo 2" de qualidade de informação, o que significa que os índices de fato podem ser ainda piores.

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