Suspeito de matar sobrinho do ex-presidente Sarney apresenta-se à polícia, nega o crime, mas fica preso

Suspeito de matar o publicitário Diogo Adriano Costa Campos, 41 anos,  sobrinho do ex-presidente José Sarney,  apresentou-se à polícia, ainda à noite de ontem,   mas negou o crime. Trata-se de Airton Campos Pestana. Acompanhado de advogado e do pai, dono de uma oficina na Venceslau Brás, na Camboa, e verdadeiro dono do Fiat Argo vermelho, Airton  garantiu ao delegado que passou a manhã na oficina e que ao meio dia foi almoçar com o pai, no Monte Castelo. Disse, ainda, que soube do caso depois que já estava sendo acusado pelo crime. E informou que desconfia de que o carro do pai teve as placas clonadas Antes mesmo do suspeito ir à Superintendência de Homicídios, Katia Campos, tia dele, procurou o blog do jornalista Gilberto Leda para dizer que o sobrinho era inocente, e que tudo seria esclarecido. Mesmo assim, ele ficou preso.

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Julgamento dos assassinos de Bruno Matos deve acabar só  amanhã, sexta
Bruno Matos, jovem e promissor advogado, morto covardemente...

Julgamento dos assassinos de Bruno Matos deve acabar só amanhã, sexta

Desde a manhã de hoje (02), está acontecendo, no Fórum Desembargador Sarney Costa, no Calhau, o julgamento dos três envolvidos na morte do advogado Brunno Eduardo Matos Soares, da tentativa de homicídio do irmão dele, Alexandre Matos, e do amigo Kelvin Kim Chiang, crimes ocorridos na madrugada do dia 06 de outubro de 2014, no bairro do Olho d'Água, em São Luís. Estão sendo julgados pelo 2º Tribunal do Júri os acusados Carlos Humberto Marão Filho, Diego Henrique Marão Polary e João José Nascimento Gomes. Consta na denúncia do Ministério Público que o homicídio e as duas tentativas de homicídio foram resultado de uma discussão, decorrente de quebra de retrovisores de alguns veículos que estariam obstruindo o acesso à garagem da residência do acusado Marão Filho, localizada na Rua dos Magistrados, no bairro do Olho d’Água. Brunno Matos foi morto a golpe de faca. Alexandre Matos e Klevin Chiang também foram feridos com arma branca. Carlos Marão Filho foi pronunciado pela suposta participação na morte do advogado Brunno Matos; o vigilante João José Nascimento Gomes, pela suposta prática de homicídio do advogado e tentativa de homicídio contra Kelvin Chiang; e Diego Polary, pela suposta prática de crime de homicídio de Brunno Matos e tentativa de homicídio contra Alexandre Matos. A sessão de julgamento é presidida pelo juiz titular da 2ª Vara do Tribunal do Júri de São Luís, Gilberto de Moura Lima, no auditório do Fórum Desembargador Sarney Costa, que ficou completamente lotado por parentes das vítimas e acusados, universitários de Direito, advogados e curiosos. Atuam na acusação o promotor de justiça Rodolfo Soares dos Reis, com os assistentes da acusação advogados Meihem Ibrahim Saad Neto e Rafael Moreira Sauaia. A defesa dos acusados ficará com o defensor público Marcus Patrício Soares Monteiro e os advogados Ítalo Leite e Benevenuto Serejo. O julgamento começou às 8 horas e 30 minutos, sem previsão de horário para terminar. Estão sendo ouvidas as duas vítimas e 13 testemunhas de defesa e de acusação e interrogados os três réus. Ouvidos também serão o delegado Márcio Fábio Dominici, responsável pelo inquérito policial do caso; os médicos legistas do Instituto Médico Legal (IML), Fábio Antônio Costa Alves Magalhães e Giuliano Peixoto Campelo; a perita criminal Michelle Rose Santos Almeida (Icrim); o perito em criminalística forense, Sérgio Andrés Hernandéz Saldias; além dos policiais militares Júlio César Sousa Pereira e Maikon Fontes da Silva.

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