Já são 9 os recapturados vivos depois da explosão em Pedrinhas; 3 foram mortos em confronto com a polícia

TRÊS DOS FUGITIVOS RECAPTURADOS JÁ ESTAVAM PRATICANDO ASSALTOS QUANDO FORAM PRESOS PELA POLÍCIAS MILITAR Sobe para nove o número de fugitivos recapturados pela Polícia Militar, depois da explosão, na noite de ontem (21) que abriu um rombo no muro da Unidade Prisional de Ressocialização de São Luís , antigo CDP (Centro de Detenção Provisória) do Complexo Penitenciário de Pedrinhas. Seis deles foram presos logo depois da fuga. Mais três foram presos ontem, e um quarto bandido, ainda não identificado, morreu durante troca de tiros com a PM, juntando-se a mais dois que morreram ainda no domingo (21). Os criminosos foram presos no povoado Itapera, na zona Rural de São Luís, fazendo o que mais sabem fazer: pegaram um táxi-lotação próximo a Praça da Bíblia e, nas proximidades do Anjo da Guarda, anunciaram o assalto, segundo relatou a policia Com a prisão de Marcos André Silva, Gleilson dos Anjos Santos e Francisco Walison Moreira da Conceição, sobe para nove o número de detentos de volta ao presídio. Seis foram detidos ainda no domingo. Restam ainda 21 presos foragidos. A Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Sejap) já abriu sindicância para apurar uma possível facilitação na fuga dos detentos, conforme nota divulgada ainda pela manhã:

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Deu na VEJA! Presídio de Pedrinhas: quem pode, foge — e volta ao crime
Quadrilha do Bonde dos 40 acusada de fuzilar em São Luís (MA) dois parentes de presos que haviam sido decapitados em Pedrinhas, em 2013 - Divulgação/Gilson Teixeira/Polícia Civil

Deu na VEJA! Presídio de Pedrinhas: quem pode, foge — e volta ao crime

A série de assassinatos brutais no Complexo Penitenciário de Pedrinhas ao longo do ano passado deixou um rastro de medo que ainda perdura no Maranhão, dentro e fora dos presídios, quatro meses depois do ápice da crise. A situação de emergência fez a Polícia Militar e a Força Nacional assumirem o patrulhamento em Pedrinhas a pedido do governo do Estado. Mesmo assim, os detentos voltaram a tentar fugas em massa nas últimas semanas. Ao menos dezessete conseguiram escapar neste ano – dez de uma só vez. A eles se somam os presos de “bom comportamento” que ludibriaram a Justiça no saídão de Páscoa e não voltaram mais. Só em Pedrinhas foram quarenta, além de sete internos de outras unidades prisionais da capital maranhense. Entre os foragidos há criminosos especializados em assalto a banco, segundo a Polícia Civil, instituição responsável por recapturá-los. Eles estavam na lista de 240 presos da Região Metropolitana de São Luís beneficiados com o indulto na Semana Santa. A juíza Ana Maria Almeida Vieira, da 1ª Vara de Execuções Penais, disse já ter providenciado novos mandados de prisão. Entre os dias 8 e 14 de maio, comemoração do Dia das Mães, outra leva de detentos terá a oportunidade de escapar da lei sem escalar paredes e grades com cordas feitas de lençol nem rastejar por túneis cavados de dentro das celas. Desde março, eles já abriram cinco passagens subterrâneas para fugas em massa do complexo prisional. Nada leva a crer que os 47 fugitivos vão se distanciar do crime. O cenário que eles encontram nas ruas da Grande São Luís é assustador. O número de homicídios no primeiro trimestre chegou a 234, alta de 45% ante os 161 dos três primeiros meses do ano passado. A guerra do tráfico é o motor das mortes, que agora também atingem parentes dos criminosos.

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Registro para arquivo… + 24 detentos fogem da cadeia
Fugir é um direito do preso. Segurá-lo é problema da adminsitração do presídio...

Registro para arquivo… + 24 detentos fogem da cadeia

Vamos registrar para arquivo, mas esse tipo de notícia já virou rotina, pois as cadeias no Maranhão, de cheias, começam a esvaziar. Não foi em São Luís: na última quinta-feira (7), 24 detentos fugiram do presídio de Bacabal (MA). A fuga aconteceu durante uma rebelião, em que colchões foram queimados e grades arrancadas. A direção do presídio informa que o motim começou no Pavilhão II, quando um dos presos fingiu que estava passando mal. Quando funcionários do presídio foram socorrer o detento, uma monitora foi feita refém. Seis presos passaram mal por ter inalado fumaça e receberam atendimento médico no local. Dos que conseguiram fugir, três já foram recapturados e serão transferidos para São Luís.

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