Fique de olho! Golpe no WhatsApp promete CNH de graça!

A fraude promete que há uma nova seleção de candidatos à CNH Social e pede que o usuário faça o preenchimento de seus dados pessoais Milhões de usuários do WhatsApp estão caindo em um novo golpe que usa o programa da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) Social como isca. O alerta foi dado pela empresa de segurança e tecnologia PSafe. A empresa explica que hackers estão atacando pessoas que recebem menos de 2 salários mínimos ou que estão desempregadas há mais de um ano. Como destaca o jornal Extra, essa é a população que tem direito a participar do programa CNH Social, que possibilita se habilitar na categoria ‘B’, de forma gratuita. A fraude promete que há uma nova seleção de candidatos à CNH Social e pede que o usuário faça o preenchimento de seus dados pessoais (nome completo, data de aniversário e estado no qual reside). Em seguida, o usuário é induzido a compartilhar a falsa promessa com dez amigos ou em cinco grupos do WhatsApp. Depois disso, ao clicar três vezes no botão compartilhar, a vítima é redirecionada para uma página no Facebook que contém posts sobre outros programas governamentais, como Bolsa Família e Minha Casa Minha Vida, com intuito de dar credibilidade ao anúncio. A publicação refere que a página já tem mais de 4,5 mil seguidores e o post da promessa já tem mais de 10 mil compartilhamentos.

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Contraditório! Perícia contratada pela FolhaSP aponta mais de 50 cortes em áudio Joesley-Temer

Avaliação técnica encomendada pela Folha aponta que que o áudio sofreu mais de 50 intervenções. Estamos diante de lixo! Por Reinaldo Azevedo Uma perícia contratada pela Folha concluiu que a gravação da conversa entre o empresário Joesley Batista e o presidente Michel Temer sofreu mais de 50 edições. O laudo foi feito por Ricardo Caires dos Santos, perito judicial pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Segundo ele, o áudio divulgado pela Procuradoria-Geral da República tem indícios claros de manipulação, mas “não dá para falar com que propósito”. Afirma ainda que a gravação divulgada tem “vícios, processualmente falando”, o que a invalidaria como prova jurídica. “É como um documento impresso que tem uma rasura ou uma parte adulterada. O conjunto pode até fazer sentido, mas ele facilmente seria rejeitado como prova”, disse Santos. Segundo disse à Folha a Procuradoria, a gravação divulgada é “exatamente a entregue pelo colaborador e sua autenticidade poderá ser verificada no processo”. “Foi feita uma avaliação técnica da gravação que concluiu que o áudio revela uma conversa lógica e coerente”, declarou a Procuradoria na noite desta sexta (19). A gravação não passou pela Polícia Federal, que só entrou no caso no dia 10 de abril. O áudio, feito pelo empresário na noite de 7 de março, foi entregue diretamente à PGR e é anterior à fase das ações controladas. Em um dos trechos editados, o empresário pergunta ao peemedebista sobre sua relação naquele momento com o ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso pela Lava Jato. As duas respostas de Temer sofreram cortes. O trecho na gravação divulgada permite o seguinte entendimento: “Tá.. Ele veio [corte] tá esperando [corte] dar ouvido à defesa.. O Moro indeferiu 21 perguntas dele… que não tem nada a ver com a defesa dele” “Era pra me trucar, eu não fiz nada [corte]… No Supremo Tribunal totalidade só um ou dois [corte]… aí, rapaz mas temos [corte] 11 ministros” Em depoimento posterior à PGR, Joesley disse que nesse momento o presidente dizia ter influência sobre ministros do STF. “Ele me fez um comentário curioso que foi o seguinte: ‘Eduardo quer que eu ajude ele no Supremo, poxa. Eu posso ajudar com um ou dois, com 11 não dá’. Também fiquei calado, ouvindo. Não sei como o presidente poderia ajudá-lo”, afirmou. Em outro trecho cortado, o empresário, enquanto explica a Temer que “deu conta” de um juiz, um juiz substituto e um procurador da República, declara: “…eu consegui [corte] me ajude dentro da força-tarefa, que tá”.

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Preso policial rodoviário suspeito de chefiar esquema de fraude no Enem e outros concursos

Ele era procurado pela Polícia Civil desde sexta-feira, quando foi deflagrada a Operação Gabarito 2. Numa das fraudes, fez a filha passar em Medicina numa universidade federal Um policial rodoviário federal que era procurado pela Polícia Civil desde sexta-feira (12), ocasião da deflagração da Operação Gabarito 2, se apresentou à Justiça nesta terça-feira (16) e foi preso por uma equipe da Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF) de João Pessoa. Segundo o delegado Lucas Sá, ele é suspeito de ser um dos chefes do esquema de fraudes a concursos públicos. O delegado explicou que o suspeito chegou ao Fórum Criminal acompanhado de três advogados. No local, ele foi detido por uma equipe da DDF e foi encaminhado à Central de Polícia. Em seguida, ele vai ser levado ao 5º Batalhão de Polícia Militar, onde deve ficar detido. O esquema lucrou pelo menos R$ 18 milhões e aprovou mais de 500 pessoas em pelo menos 70 concursos e vestibulares, segundo a Polícia Civil. Até a sexta-feira (13), 25 pessoas foram presas, sendo 19 no dia 7 e outras seis na sexta-feira, além de 11 veículos apreendidos e muitos documentos e equipamentos eletrônicos. De acordo com Lucas Sá, o policial rodoviário é apontado como segundo o terceiro na “linha de comando” do esquema fraudulento e ficaria com 25% do que fosse arrecadado. O irmão dele foi preso na primeira fase da Operação Gabarito. Segundo as investigações, ele conseguiu fraudar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e aprovar a filha no em primeiro lugar para o curso de medicina. Além dela, ele teria conseguido a aprovação de outras pessoas próximas em diversos cargos públicos.

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Ministério Público Federal denuncia por fraude participante de concurso do TRE do Maranhão
Equipamentos que a Polícia Federal encontrou com o acusado de fraude

Ministério Público Federal denuncia por fraude participante de concurso do TRE do Maranhão

Tyago Cabral Gomes Lima, natural de Alagoas, foi preso em flagrante utilizando cola eletrônica O Ministério Público Federal no Maranhão (MPF/MA) denunciou Tyago Cabral Gomes Lima à Justiça Federal por tentativa de fraude no concurso público para o cargo de técnico administrativo do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE/MA). Tyago foi preso em flagrante após revista realizada por meio de detector de metais que constatou a presença de vários aparelhos transmissores colados ao seu corpo. Segundo a denúncia, entre os equipamentos encontrados com Tyago Cabral estavam: três receptores/transmissores fixados com esparadrapo, um ponto eletrônico auricular e dois aparelhos celulares. Assim, ele conseguiria se comunicar secretamente via rede de telefonia móvel e poderia receber chamadas de forma automática através do aparelho auditivo. Em interrogatório, o participante confessou o crime. De acordo com o procurador da República Juraci Guimarães Júnior, autor da ação penal, o concurso público representa uma conquista democrática de acesso aos cargos públicos. “Assim, qualquer tentativa de fraude merece uma forte atuação repressora do Ministério Público e do Judiciário”, afirmou o procurador. Diante dos fatos, o MPF/MA pediu a condenação de Tyago Cabral por utilização indevida de conteúdo sigiloso de exame público, com pena prevista de um a quatro anos de reclusão e pagamento de multa.

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Justiça aceita denúncia contra Roseana Sarney e mais 15 por fraude na saúde do Maranhão
Roseana Sarney e Ricardo Murad, seu cunhado, alvos de processo por suspeitas de fraude

Justiça aceita denúncia contra Roseana Sarney e mais 15 por fraude na saúde do Maranhão

A Justiça do Maranhão aceitou denúncia contra a ex-senadora e ex-governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB); contra o cunhado dela, Ricardo Murad (PMDB); e mais 14 pessoas. Todos se tornaram réus de ação proposta pelo MPE (Ministério Público Estadual), em fevereiro, denunciando organização criminosa para fraude em licitação e desvio de recursos para construção e reforma de hospitais no Maranhão. Além de possível enriquecimento ilícito, Sarney e aliados teriam recebido doações generosas das empresas vencedoras da licitação em campanhas eleitorais. Segundo a denúncia --aceita segunda-feira (2) pelo juiz Fernando Luiz Mendes Cruz, da 7ª Vara Criminal de São Luís--, houve superfaturamento no preço de obras em 64 hospitais. Cinco empreiteiras e seus proprietários foram alvo da denúncia. As fraudes teriam ocorrido em 2009 e 2010. A concorrência para as obras dos hospitais ocorreu por meio edital de dispensa de licitação publicado em setembro de 2009. O cunhado de Roseana, Ricardo Jorge Murad, era secretário de saúde e ordenador de despesa. O promotor cita que os valores iniciais das obras, de R$ 115 milhões, ganharam oito aditivos aos contratos, alcançando o valor de R$ 151 milhões. "É evidente o superfaturamento dos preços das obras, pois os aditivos não tiveram nenhuma justificativa, senão expandir artificialmente as despesas com as obras dos hospitais", afirmou.

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Combate à corrupção! Depois do Detran, o IML foi a bola da vez, fraudando o DPVAT

Visando combater supostas fraudes na concessão do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT), a Polícia Civil, por meio das Superintendências Estaduais de Investigações Criminais (Seic) e de Prevenção e Combate a Corrupção (Secor), deflagrou, na manhã desta quarta-feira (7), a operação ‘Asclépio’, em todo o estado do Maranhão. O resultado da ação policial foi divulgado, em uma entrevista coletiva, realizada na sede da Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP), presidida pelo gestor da pasta, na Vila Palmeira, em São Luís. O seguro é concedido às vítimas de acidente de trânsito e, segundo as apurações, médicos legistas falsificavam laudos para liberação dos valores. Durante a primeira fase da operação foi preso o funcionário do IML, médico legista Iomar Ferreira Santos, por força de um mandado de prisão preventiva. Contra Hugo Djalma Costa Segundo, que também exerce a função de médico legista, foi decretado o afastamento judicial do cargo, ficando, assim, proibido de executar as suas funções. Há, ainda, uma terceira pessoa que está sendo investigada. Foram cumpridos, também, três mandados de busca e apreensão nas residências dos suspeitos. A ‘Asclépio’ teve como objetivo investigar fraudes na emissão de laudos no Instituto Médico Legal de São Luís para autorização do seguro DPVAT, além de crimes de corrupção ativa e passiva, falsidade ideológica e material. Durante a ação policial, foram descobertos documentos que iriam servir para o ajuizamento de ações para o recebimento do benefício. Para o secretário da SSP, Jefferson Portela, a corrupção é um mal que assola toda a sociedade, por isso deve ser combatida de maneira firme e segura. “A corrupção, assim como as drogas, desnaturam a qualidade de vida do meio social. No Maranhão, o governo Flávio Dino tem a postura firme de combater a corrupção e é a meta central do nosso trabalho. A fraude do seguro DPVAT é um problema gravíssimo que vem se arrastando por vários anos, mas isso acabou. Nós, gestores do Sistema de Segurança, iremos investigar todos os casos de fraude desse benefício no âmbito estadual e municipal. Não vamos aceitar corruptos dentro e nem fora do sistema. A corrupção é um inimigo da sociedade que atinge a todos”, assegurou.

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Justiça condena Castelo por emergência e licitação fraudulentas e a devolver R$ 115 milhões
Condenação deve tirar o sono do ex-governador, ex-senador, ex-prefeito e deputado federal João Castelo, já que terá que recorrer da decisão para tentar se livrar dda condenação...

Justiça condena Castelo por emergência e licitação fraudulentas e a devolver R$ 115 milhões

DE ACORDO COM DECISÃO DA JUÍZA LUZIA MEDEIROS NEPOMUCENA, DA 1a. VARA DA FAZENDA PÚBLICA DE SÃO LUÍS, O EX-PREFEITO E, ATUALMEN TE, DEPUTADO FEDERAL, AINDA DEVERÁ PERDER OS DIREITOS POLÍTICOS - O QUE SIGNIFICARIA A CASSAÇAO DO MANDATO. MAS ELE PODE RECORRER... A juíza titular da 1ª Vara da Fazenda Pública de São Luís, Luzia Madeiro Neponucena, condenou, por improbidade administrativa, o ex-prefeito da capital, João Castelo, à perda da função pública e dos bens. Também ficam suspensos, por oito anos, os direitos políticos do condenado que deverá ressarcir ao erário o valor do dano de R$ 115,1 milhões, devidamente atualizado. A decisão é referente ao processo 41458/2011 e determina, ainda, o pagamento de multa e a proibição de contratar com o poder público pelo prazo de oito anos. De acordo com informações do processo, a improbidade ocorreu na condução de contratos de recuperação, reconstrução e revitalização de pavimentação asfáltica de ruas e avenidas de São Luís, sem licitação, bem como fraude no procedimento licitatório e ocorrência de danos lesivos ao patrimônio público. Também foram condenados o ex-secretário municipal de Obras e Serviços Públicos de São Luís, Cláudio Castelo de Carvalho; e os sócios da empresa Pavetec Construções, Gustavo José Melo Fonseca e Daniel França dos Santos. Eles receberam as mesmas penas aplicadas ao ex-prefeito João Castelo, com exceção da perda da função pública, já que não ocupam cargo público. A sentença da juíza Luzia Neponucena, titular da 1ª Vara da Fazenda Pública da capital, refere-se aos embargos de declaração, com efeitos infringentes, proposto pelo Ministério Público do Maranhão, em face de sentença que havia julgado improcedente os pedidos contidos na ação civil pública também proposta pelo órgão ministerial contra os quatro réus.

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Homem que mantinha 17 namoradas ao mesmo tempo é preso por fraude
'Don Juan' chinês mantinha relacionamento com 17 namoradas - Reprodução/BBC

Homem que mantinha 17 namoradas ao mesmo tempo é preso por fraude

Homem identificado como Yuan ganhou as manchetes quando as mulheres foram visitá-lo no hospital após acidente de carro BBC Autoridades prenderam chinês que estava traindo 17 namoradas ao mesmo tempo. O homem, identificado apenas como Yuan, ganhou as manchetes no mês passado, quando todas as 17 mulheres foram visitá-lo no hospital após um acidente de carro. Ele foi preso por fraude, por conta de valores em dinheiro que ele tomava emprestado das mulheres enganadas havia nove anos, segundo o jornal South China Morning Post (SCMP). As (ex-)namoradas estão articuladas em um grupo online chamado "aliança da vingança". Segundo reportagens, Yuan, de Changsha, província de Hunan, no centro-sul da China, teria uma criança com uma das mulheres e estaria planejando um casamento com outras.

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Demitida servidora do TJ que havia sido presa por desvios de R$ 400 mil

O Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) julgou, nessa quarta-feira (18), Processo Administrativo Disciplinar (PAD) contra a auxiliar judiciária Cláudia Maria da Rocha Rosa, por falta grave, e determinou, por unanimidade, a demissão da servidora do cargo efetivo. A presidente do TJMA, desembargadora Cleonice Freire, relatora do processo, votou pela aplicação da pena de demissão, em acordo com o parecer da comissão processante que investigou denúncia de irregularidade na folha de pagamento do Tribunal e concluiu que houve falta grave cometida pela servidora no cargo comissionado de chefe da Divisão de Pagamento, em benefício próprio.

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Por suspeita de fraude em licitação, Justiça determina bloqueio de bens do prefeito Gil Cutrim
Suspeita de fraude: Gil Cutrim é cobrado pelo MP, que pediu e conseguiu que a Justiça bloqueasse seus bens

Por suspeita de fraude em licitação, Justiça determina bloqueio de bens do prefeito Gil Cutrim

Empresa beneficiada pelo esquema e outros cinco envolvidos em fraude de licitação também tiveram bens bloqueados A pedido do Ministério Público do Maranhão, o Poder Judiciário determinou, no dia 12 de fevereiro, o bloqueio dos bens do prefeito de São José de Ribamar, Gil Cutrim. A decisão liminar atinge, ainda, o secretário municipal de Obras, Habitação e Serviços Públicos (Semosp), André Franklin Duailibe da Costa; os membros da Comissão Central de Licitação, Freud Norton Moreira dos Santos (presidente), Cláudia Regina Furtado Vieira e Gissele Chaves Baluz; além da Blume Engenharia LTDA e dos proprietários da empresa, Rafael Blume de Almeida e Antônio Blume de Almeida. Os bens de cada um dos acusados foram bloqueados até atingir o valor de R$ 1.887.985,86. O montante é referente ao prejuízo causado aos cofres públicos pela fraude na contratação da construtora Blume Engenharia LTDA, em dezembro de 2013, para a execução das obras da arquibancada coberta e área de apoio do Estádio Dário Santos. Segundo a promotora de justiça Elisabeth Albuquerque de Sousa Mendonça, autora da Ação Civil Pública por atos de improbidade administrativa, o Município de São José de Ribamar firmou convênio com a Secretaria de Estado do Esporte e Lazer (Sedel) visando à realização da obra. O edital da concorrência foi publicado no dia 1º de novembro de 2013, por meio de um periódico de baixa circulação, o jornal A Tarde, e em letra com corpo 5, que é bastante reduzida e só pode ser lida com o uso de lupa.

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