DESTINO: Mulher sobrevive a 32 facadas de noivo e vai se casar com o homem que a salvou

Parece até história de filme, mas é a realidade. A americana Melissa Dohme tinha apenas 20 anos quando viveu um de seus piores pesadelos. Ela foi esfaqueada pelo ex-noivo, Robert Vurton, com mais de 30 golpes e foi deixada sozinha para morrer. “Tínhamos nos conhecido no colégio e ele era encantador e muito engraçado, além de extremamente gentil”, contou à BBC. O namoro engatou e o comportamento de Robert começou a mudar assim que Melissa decidiu se candidatar para universidades. “Ele ficou muito ciumento. Ele me diminuía e não queria que eu tivesse sucesso”, relembra. Ao tentar terminar o relacionamento, Melissa foi ameaçada pelo namorado que dizia que se mataria se ela o deixasse. Tudo piorou quando ele começou a agredi-la e em um dia de 2011, Robert havia bebido e após se irritar com uma atitude da namorada, ele começou a espanca-la. Ela chamou a polícia e ele chegou a ficar preso durante 10 horas. Quando achou que finalmente havia se livrado, Melissa recebeu uma ligação de Robert, em 2012, pedindo para encontrá-la. Mesmo sabendo que era errado, ela compareceu ao encontro com um spray de pimenta na esperança de ser capaz de se defender. Assim que o viu, ela percebeu que ele possuía nas mãos um canivete. “Ele começou a me esfaquear várias vezes. Lembro da dor dos primeiros golpes, mas, depois, tentei reagir e mordi sua mão. Estava dando socos nele, gritando e fazendo todo o possível, mas sempre acabava perdendo o equilíbrio e caindo no chão, porque estava perdendo muito sangue”.

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Não tem ninguém? Sete motivos pelos quais você não consegue um parceiro (segundo a ciência)

E foram felizes para sempre... É assim que nos ensinam que acabam as histórias de casais com final feliz, com um casamento dos sonhos, com todo o garbo e os dois amantes se pegando como dois passarinhos. Queremos acreditar que toda essa felicidade romântica nos chega como que do nada, derivada do nosso código genético, e que nos alcançará cedo ou tarde. Pois bem, não é assim que acontece. Pode até ser que você esteja sabotando sem querer as suas próprias oportunidades de provar do mel do amor por conta de sua incompetência em se ligar com os outros. Psicólogos e antropólogos lhe dão uma mãozinha, aqui, para evitar este fracasso. A linguagem especializada nisso é chamada de isopraxis. Se o seu potencial parceiro gosta de correr, calce tênis; se ele gosta de futebol, esforce-se para se informar sobre o campeonato em curso. Ficar só na sua é o prenúncio de uma longa e solitária vida de solteiro. VEJA AS DICAS

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