De volta à cadeia amigo de Sarney que comandou a Valec, empresa que administrou construção da Norte-SUL

Ele é suspeito de lavagem de dinheiro em obras na Ferrovia Norte-Sul. Prisão está relacionada a operação feita há uma semana, quando o filho dele e um advogado foram presos. Em Brasília e Goiânia, ao se falar de Juquinha, muitos o ligam ao ex-presidente Sarney Toda vez que José Fernando das Neves, o "Juquinh das Neves" é chamado pela PF, dizem as más línguas que o ãnico se instala na Ilha de Curupu, no bairro do Calhau, em São Luís do Maranhão ou no Sítio São José de Pericumã, em Brasília. Tudo porque esse personagem também é conhecido como "homem do Sarney" Assim, esse locais devem estar tremendo, hoje, quando o ex-presidente da estatal Valec, Juquinha das Neves, foi preso preventivamente pela Polícia Federal em Goiânia. Segundo o G1, em Goiânia, o advogado de defesa diz que acompanha o caso, mas não tem informações do motivo da detenção. O pedido de prisão foi feito pelo Ministério Público Federal e está relacionado à Operação De Volta aos Trilhos. No último dia 25, Juquinha das Neves chegou a ser conduzido coercitivamente à PF. Na mesma data, o filho dele, o empresário Jader Ferreira das Neves, e o advogado Leandro de Melo Ribeiro foram presos. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), Juquinha e Jader "continuaram a lavar dinheiro da propina" mesmo depois de condenados à prisão, "produzindo provas falsas no processo para ludibriar o juízo e assegurar impunidade, além de custearem parte de sua defesa técnica (advogados) com dinheiro de propina".

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Lula, provocante: “Se eles não me prenderem logo, quem sabe um dia eu mando prendê-los”

Ex-presidente discursou durante congresso do PT em São Paulo. 'Se não me prenderem logo, quem sabe um dia eu mando prendê-los.' (G1) O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta sexta-feira (5) que os investigadores da Lava Jato “já têm a tese pronta” em relação a ele e ao Partido dos Trabalhadores. “Eu já prestei seis depoimentos e eles não querem a verdade”, disse Lula durante a abertura do 6º Congresso Estadual do PT em São Paulo. Lula destacou ainda que, “se eles não me prenderem logo, quem sabe um dia eu mando prendê-los”. "Amanhã prenderão tal empresário ele vai delatar o Lula. Amanhã o Lula vai ser preso. Faz 2 anos que eu estou ouvindo isso. Dois anos que eu estou escutando. E se eles não me prenderem logo, quem sabe um dia eu mando prendê-los por mentira que estão falando", disse. O discurso foi feito ao lado do ex-presidente do Uruguai José Mujica. Também participaram a senadora Gleisi Hoffman, o senador Lindbergh Farias, o presidente do PT Rui Falcão e o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad. "Eu tenho ficado quieto. Tenho ficado quieto porque vai ter um momento de falar, porque no fundo, no fundo, eu já prestei seis depoimentos e eles não querem a verdade. Eles criaram um conceito neste país, que eu não vou dizer para vocês porque eu quero dizer no meu depoimento, em que não tem argumento. Eles já estão com a tese pronta: 'o PT é uma organização criminosa, o Lula montou um governo para roubar até depois que ele saísse'. Portanto, se o Lula é o Lula, o Lula era o chefe. Então ele tem que saber de tudo", disse o ex-presidente. Lula disse que as acusações de que ele seria dono do tríplex no Guarujá são feitas para impressionar.

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Nos EUA, Dilma diz temer prisão de Lula, enquanto Moro critica caixa 2
Dilma fala na Brazil Conference. DIVULGAÇÃO

Nos EUA, Dilma diz temer prisão de Lula, enquanto Moro critica caixa 2

Ex-presidenta e juiz que comanda a Lava Jato participaram de conferência em Cambridge para discutir os rumos do Brasil Foi apontando o dedo para o passado, mas de olho no futuro, que a ex-presidenta Dilma Rousseff falou neste sábado à audiência do segundo e último dia da Brazil Conference, evento organizado em Cambridge (EUA) para discutir os rumos do país. Na palestra feita na Universidade Harvard, Dilma deu sequência à série de intervenções públicas que tem feito para defender que seu processo de impeachment foi um "golpe" e se disse preocupada com que "prendam o Lula, porque ele tem 38% dos votos", em referência a pesquisas de intenção de voto. “Ele pode até perder as eleições. Não há vergonha alguma em disputar e perder uma eleição para quem tem valores democráticos. O que não pode é impedir que ele concorra”, discursou. Horas depois da fala de Dilma, o juiz Sérgio Moro, aquele que pode ser o responsável por mandar prender o ex-presidente petista, daria a sua própria palestra no evento. Dilma Rousseff e Sérgio Moro, o juiz que comanda a Operação Lava Jato, não foram colocados frente a frente, mas, a partir de seus discursos, fica claro por que compartilharam o mesmo dia de uma conferência intitulada "Diálogos que Conectam". Enquanto a ex-presidenta dirigiu suas baterias contra as reformas do Governo Michel Temer e criticou o "uso político e ideológico" da Lava Jato, o juiz titular da 13ª Vara de Curitiba defendeu a "criminalização mais adequada do crime de caixa dois" e o projeto de 10 Medidas contra a Corrupção, apresentado ao Congresso Nacional pelo Ministério Público Federal. Dilma abriu sua participação no evento organizado por estudantes brasileiros de Harvard com uma longa defesa de seu Governo e do PT. Afirmou ter sofrido "dois golpes na vida": a ditadura militar (1964-1985) e o processo de impeachment. A ex-presidenta utilizou trechos da Constituição norte-americana para embasar sua defesa jurídica, mas, em pouco tempo, a defesa deu lugar ao discurso político-eleitoral com vistas a 2018. Segundo a petista, o Brasil tem um encontro marcado com a democracia em 2018. "Nenhuma das medidas adotadas pelo atual Governo foi aprovada nas urnas", criticou. Quando falou na Lava Jato, a ex-presidenta evitou mencionar diretamente os responsáveis pela investigação, mas disse que "não é admissível juiz falar fora de processo". "O juiz não pode ser amigo do julgado, não é possível qualquer foco de violação do direito de defesa”, completou. “Não concordo com nenhum uso de law fare [usar a lei com intenções políticas], porque compromete o direito de defesa. Não podemos, em nome das vantagens desse combate, que é reduzir a distorção do gasto público brasileiro destinado à corrupção, comprometer o sistema democrático no Brasil”, discursou a ex-presidenta.

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Juiz ordena prisão preventiva de ex-presidente do Peru no caso Odebrecht

Um juiz peruano emitiu nesta quinta-feira (9) uma ordem de prisão preventiva de 18 meses contra o ex-presidente Alejandro Toledo, por supostamente ter recebido US$ 20 milhões em propinas da construtora Odebrecht. O juiz Richard Concepción, titular do Primeiro Tribunal de Investigação Preparatória da Sala Penal Nacional, confirmou a ordem de prisão preventiva solicitada pelo promotor anticorrupção Hamilton Castro, quem acusa o ex-presidente dos crimes de tráfico de influência e lavagem de dinheiro. Toledo se encontra fora do Peru, e aparentemente esteve no último fim de semana em Paris (França), embora sua residência seja nos Estados Unidos, onde trabalha como pesquisador na Universidade de Stanford. Este fato foi um dos motivos que levou o juiz a ordenar a prisão de Toledo, outras razões para mandado foram a gravidade dos crimes de que ele é acusado, com penas de pelo menos quatro anos de prisão. Além disso, indicou que os "elementos de provas" existentes são suficientes e "respaldam com alto grau de confiabilidade" as acusações contra o ex-presidente. Portanto, o juiz rejeitou a solicitação feita pelo advogado de Toledo, Heriberto Jiménez, para que o ex-presidente tivesse aparições regulares no tribunal, ao invés de permanecer preso enquanto continua a investigação. Segundo o promotor Hamilton Castro, Odebrecht e Toledo acordaram com o pagamento de US$ 20 milhões em favor do ex-presidente, para favorecer a construtora na licitação da Estrada Interoceânica do Sul, que atravessa o território peruano, a partir da costa do Oceano Pacífico até a fronteira com o Brasil.

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Lula vira réu pela 3ª vez na Lava Jato. Moro aceita mais uma denúncia contra o ex-presidente
Apesar da nova denúncia, Lula continua leve e solto...

Lula vira réu pela 3ª vez na Lava Jato. Moro aceita mais uma denúncia contra o ex-presidente

O juiz Sérgio Moro, que conduz os processos da Operação Lava Jato, aceitou nova denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva e mais oito pessoas, tornando-os réus no processo. A denúncia é relativa à compra de um terreno para a construção da nova sede do Instituto Lula e um imóvel vizinho ao apartamento do ex-presidente, em São Bernardo do Campo (SP). Está é quinta ação penal aberta contra Lula, a terceira em processos relacionados à Lava Jato. Além disso, ele também é réu nas Operações Zelotes e Janus. Lula foi indiciado pelo crime de corrupção passiva, enquanto as demais pessoas citadas foram indiciadas por lavagem de dinheiro. As investigações são um desdobramento das apurações envolvendo a atuação de Palocci como um dos responsáveis por intermediar os interesses da Odebrecht no governo federal e distribuir propinas ao PT. Para a PF, o imóvel ao lado do apartamento do ex-presidente e o terreno onde seria construído a nova sede do Instituto Lula envolvem pagamentos de propina da Odebrecht para o ex-presidente e, por isso, foram unificados. Além do petista, viraram réus também o empresário Marcelo Odebrecht, acusado da prática dos crimes de corrupção ativa e lavagem de dinheiro; Antonio Palocci e Branislav Kontic, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro e Demerval Gusmão, Glaucos da Costamarques, Roberto Teixeira e Marisa Letícia Lula da Silva – mulher de Lula – acusados da prática de lavagem de dinheiro. Segundo a denúncia do MPF, constam dois valores registrados um de “7,2 milhões de reais relativo a um compromisso de compra e venda e outro de 15 milhões de reais relativo a uma cessão”. Segundo laudo da PF, a planilha “posição Italiano”, referente aos acertos ilícitos da Odebrecht com Palocci, há uma rubrica específica onde consta a observação “Prédio (IL) seguido dos valores de R$ 12.422.000,00 dividida em três parcelas de R$ 1.057.000,00, uma de R$ 8.217.000,00 e outra de R$ 1.034.000,00.”

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Com futuro político incerto, Lula faz 71 anos e militância é quem faz ‘festa’
Lula corre o risco de ir para a prisão e, ao mesmo tempo, é o favorito para assumir a Presidência do Brasil

Com futuro político incerto, Lula faz 71 anos e militância é quem faz ‘festa’

Amado e odiado, o petista foi saudado nas redes sociais por admiradores e políticos, que até criaram as hashtags #LulaEterno e #LulaDay no Twitter O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) completa, nesta quinta-feira (27), 71 anos de idade. Em um momento complicado de sua carreira política, nenhuma comemoração oficial foi agendada. Mesmo assim, eleitores petistas programam uma série de homenagens. Réu em três processos na Operação Lava Jato, Lula corre o risco de ir para a prisão por crimes relacionados à corrupção. No entanto, ao mesmo tempo, segundo pesquisas eleitorais, ele é o favorito para assumir pela terceira vez a Presidência do Brasil. Amado e odiado, o petista foi saudado nas redes sociais por admiradores e políticos, que até criaram as hashtags #LulaEterno e #LulaDay no Twitter. A primeira está nos Trending Topics (TTs) do Twitter desde o início do dia. Em sua página no Facebook, Lula publicou fotos da cerimônia de posse em que assumiu a Presidência do País, em 2003, lembrando que sua eleição aconteceu exatamente no dia 27 de outubro de 2002, há 14 anos.

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Para fugir do cajado do juiz Sérgio Moro, Lula pode virar ministro de Dilma a qualquer hora
Dilma e Lula acertam o ministério da "salvação". para o ex-presidente

Para fugir do cajado do juiz Sérgio Moro, Lula pode virar ministro de Dilma a qualquer hora

Dilma recebe Lula no Alvorada para tratar de nomeação para ministério. Como articulador político, Lula poderia barrar impeachment, aposta Planalto. Nos últimos dias, pressão para que Dilma nomeie ex-presidente aumentou. (G1) A presidente Dilma Roussef e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciaram, por volta das 18h55 desta terça-feira (15) no Palácio da Alvorada, uma reunião para discutir a possível nomeação de Lula para um ministério. Também participaram do encontro os ministros Ricardo Barzoini (Secretaria de Governo) e Jaques Wagner (Casa Civil). A tese vem sendo defendida desde as últimas semanas por Dilma, auxiliares dela, como Jaques, Berzoini e Edinho Silva (Comunicação Social), além de parlamentares, como o líder do governo na Câmara dos Deputados, José Guimarães (PT-CE). Na semana passada, os dois se encontraram em Brasília para avaliar a conjuntura política e discutir o assunto. Segundo o G1 apurou, tanto Jaques Wagner quanto Ricardo Berzoini ofereceram a Lula seus postos no Palácio do Planalto. Na ocasião, Lula teria recusado a oferta.

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Época: Documentos revelam que Lula e família viajaram 111 vezes a sítio de Atibaia.

Reportagem da Revista Época, basada em documentos, revela que seguranças receberam quase mil diárias do Planalto para ficar 283 dias em imóvel que ex-presidente afirma ser de "amigos" - embora a Odebrecht, empreiteira do petrolão próxima do petista, tenha custeado R$ 700 mil em reformas no local. FILIPE COUTINHO Relatórios de viagem produzidos pelo Palácio do Planalto revelam que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva contou com sua segurança pessoal por 111 vezes em Atibaia, entre 2012 e 11 de janeiro deste ano. É nas matas de Atibaia, no interior de São Paulo, que fica o sítio Santa Bárbara, no qual a Odebrecht gastou R$ 700 mil em reformas. No papel, o sítio está em nome de um amigo de Lula e do sócio de um dos filhos dele - Fábio Luís, aquele que enriqueceu graças à parceria empresarial com a telefônica Oi. Lula nega ser dono do sítio e disse, por meio de assessoria, frequentar o local somente em “dias de descanso”. As evidências obtidas por ÉPOCA, porém, confrontam fortemente a versão do ex-presidente. A cada cinco dias, um segurança de Lula era deslocado para Atibaia. Quem visita sítio de amigos com tamanha frequência?

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Epa! Grampo mostra conversa entre executivo da Odebrecht e Lula sobre BNDES

A Polícia Federal citou o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos autos da Operação Lava jato sobre a empreiteira Odebrecht. Em relatório final de interceptação telefônica da Operação Erga Omnes, 14ª fase da Lava Jato, a PF informa ao juiz federal Sérgio Moro que o ex-presidente conversou com o executivo Alexandrino de Salles Ramos Alencar, da empreiteira Odebrecht no dia 15 de junho de 2015. Quatro dias depois do telefonema, Alexandrino Alencar foi preso com o presidente da maior empreiteira do País, Marcelo Bahia Odebrecht. Segundo o relatório, Lula estaria preocupado com 'assuntos do BNDES'. A PF não grampeou o ex-presidente. Os investigadores monitoravam os contatos do executivo, por isso a conversa foi gravada. "Outro contato considerado relevante ocorreu em 15 de junho de 2015 às 20:06, entre Alexandrino Alencar e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nele ambos demonstram preocupação em relação aos assuntos do BNDES referindo-se também a um artigo assinado por Delfim Netto que seria publicado no dia seguinte sobre o tema. Alexandrino disse também que Emilio (Emilio Odebrecht) teria gostado da nota que o Instituto Lula ( … " criado pelo ex-presidente em 2011, depois que ele deixou o governo, para trabalhar pela erradicação da fome no mundo, aprofundar a cooperação com os países africanos e promover a integração latino-americana, entre outros objetivos") teria lançado depois da divulgação do laudo pericial acerca da contabilidade da empresa Camargo Corrêa, que teria doado três milhões de reais ao Instituto entre 2011 e 2013 e efetuado pagamentos a Lils Palestras Eventos e Publicidade LTDA na ordem de R$ 1,5 milhão no mesmo período", assinalou o delegado federal Eduardo Mauat da Silva, que integra a força-tarefa da Lava Jato. O Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é alvo de uma CPI no Congresso, que investiga suspeitas de empréstimos contrários ao interesse público feitos durante as gestões de Lula e da presidente Dilma Rousseff - 2003 a 2015.

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Governistas tentam blindar ex-presidente Lula na CPI do BNDES
Lula, que estaria envolvido até o talo com as falcatruas no BNDES, seria brlindado pelos 'companheiros", na CPI ue vai apurar o escândalo...

Governistas tentam blindar ex-presidente Lula na CPI do BNDES

A CPI do BNDES, iniciada ontem, 11,já caracteriza seus trabalhos com uma operação de blindagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e uma frustrada tentativa de estender as investigações do banco de fomento para o período do governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Em contraponto aos requerimentos de convocação de Lula, seu filho Fábio Luís, e empresários ligados ao petista, como Marcelo Odebrecht e Eike Batista, apresentados na semana passada logo após a abertura da CPI, o relator, deputado José Rocha (PR-BA), tentou retroagir a investigação para a gestão FHC, mesmo com o objeto da CPI ser apurar supostas irregularidades em contratos de financiamento do banco de fomento entre 2003 e 2015. Ao apresentar seu plano de trabalho, Rocha propôs que a comissão convocasse Eleazar de Carvalho, que presidiu o BNDES até janeiro de 2003, e Luiz Carlos Mendonça de Barros, que foi presidente do banco entre os anos de 1995 e 1998. A proposta foi imediatamente questionada pelo deputado Alexandre Baldy (PSDB-GO). O tucano argumentou que os pedidos transbordam o escopo da CPI. "Eleazar ficou no banco até janeiro de 2003 e pode ter assinado alguns empréstimos, mas Luiz Carlos Mendonça de Barros está fora do período de trabalho", disse. A convocação foi defendida apenas pelo deputado petista Carlos Zarattini (SP).

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