Sem esmolas! Senado dos Estados Unidos aprova 2 trilhões de dólares para combate ao Corona Vírus

O Senado dos Estados Unidos aprovou na madrugada de hoje um plano "histórico" de US$ 2 trilhões para dar oxigênio à maior economia do mundo, asfixiada pela pandemia de coronavírus, que já provocou mais de mil mortes no país. Estimulado pelo governo de Donald Trump e resultado de longas negociações entre os senadores e a Casa Branca, o texto "histórico", segundo os negociadores, foi aprovado com o apoio dos 96 democratas e republicanos presentes na votação. O plano ainda precisa da aprovação da Câmara de Representantes, controlada pelos democratas, que votará na sexta-feira, antes da promulgação pelo presidente. "Peço à Câmara de Representantes que aprove este texto vital e me envie o projeto de lei sem demora para que seja promulgado. Vou assinar imediatamente", disse Trump "Precisamos injetar este dinheiro na economia americana e enviá-lo aos trabalhadores americanos", afirmou o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin. O pacote de ajudas contempla a entrega de dinheiro aos cidadãos - até US$ 1.200 para solteiros, US$ 2.400 para casados e US$ 500 por menor de idade - nas residências com renda anual inferior a US$ 150 mil (no caso dos casados) e US$ 75 mil (solteiros). No Brasil, o governo federal estuda dar 200 reais aos trabalhadores desempregados e os informais, quantia que está longe de ser chamada de esmola.

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Acordo com EUA em Alcântara pode causar “tragédia sem precedente”, diz quilombola

Assessor jurídico dos quilombolas fala sobre os impactos do acordo aprovado nesta semana pela Câmara sem consulta às comunidades, como prevê a Convenção 169 da OIT A Câmara dos Deputados aprovou na semana passada o acordo assinado em março por Donald Trump e Jair Bolsonaro que permite aos Estados Unidos a utilização comercial da Base de Lançamento de Alcântara, no Maranhão. O Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST) teve o voto favorável de 329 deputados (contra 86) e agora vai passar pelo Senado antes de ir para a sanção presidencial. Segundo estimativas do governo brasileiro, o aluguel da base pode gerar até 10 bilhões de dólares anuais para o Brasil. Inaugurado pela ditadura militar em 1983, o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) ocupa uma área historicamente habitada por populações quilombolas; já na época da construção da base, mais de 300 famílias foram removidas de seu território. Desde 2008, o processo de titulação das terras quilombolas está parado; além disso, as comunidades não foram consultadas pelo governo federal em relação ao acordo como determina a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), ratificada em 2002 pelo Brasil. O governo brasileiro vem negando sistematicamente que novas famílias tenham que ser deslocadas do litoral de Alcântara para a reativação da base e seu aluguel para utilização por outros países. Uma reportagem da Folha de S. Paulo, porém, revelou em 11 de outubro a existência de documentos que demonstram que existe um plano avançado para a remoção de pelo menos 350 famílias da região. Discutido por representantes de 11 ministérios em um grupo de trabalho, o plano inclui até mesmo uma campanha de marketing para convencer moradores sobre a remoção. Para o quilombola Danilo Serejo, assessor jurídico das comunidades e integrante do Movimento dos Atingidos pela Base Espacial de Alcântara (Mabe), a remoção das famílias quilombolas vai causar uma “tragédia sem precedentes”. “Nós vamos conhecer a fome em seu grau mais elevado em Alcântara, isso é uma coisa que não temos dúvida”, diz o assessor jurídico, que acusa o governo estadual de Flávio Dino (PCdoB) de “aderir à lógica bolsonarista”. Serejo também questiona a falta de licença ambiental do Centro de Lançamento e diz que o acordo aprovado pela Câmara na semana passada fere a soberania nacional. Segundo ele, “não existe plano B” e as comunidades quilombolas — maioria da população de Alcântara — vão resistir. “Se o governo insistir nessa discussão, nós vamos instalar em Alcântara um cenário de guerra, porque não vamos ceder um centímetro do nosso território aos interesses do programa espacial e muito menos aos interesses dos EUA”, promete, em entrevista à Agência Pública.

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EUA aprovam primeiro medicamento desenvolvido para prevenir enxaquecas crônicas
This May 10, 2018, image provided by Amgen Inc. shows an artist's rendering of the packaging for the drug Aimovig, the first in a new class of long-acting drugs designed to prevent chronic migraines. On Thursday, May 17, 2018, the Food and Drug Administration approved the medication, clearing the monthly shot for sale. (Amgen Inc. via AP)

EUA aprovam primeiro medicamento desenvolvido para prevenir enxaquecas crônicas

TRENTON, EUA - O primeiro medicamento criado para prevenir enxaquecas crônicas foi aprovado pela Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA, na sigla em inglês) na quinta-feira, 17, dando início ao que muitos especialistas acreditam que seja uma nova era no tratamento de pessoas que sofrem da forma mais severa de dor de cabeça. O Aimovig bloqueia a ação do fragmento de uma proteína, a CGRP, que instiga e perpetua as dores de cabeça. “Os remédios terão um grande impacto”, afirmou o dr. Amaal Starling, neurologista e especialista em enxaquecas na Mayo Clinic, em Phoenix. Um estudo mostrou que os pacientes que receberam Aimovig perceberam uma redução no número de dias que sofriam de enxaqueca de oito para quatro vezes ao mês. Além disso, eles apresentaram efeitos colaterais semelhantes, a maioria resfriados ou infecções respiratórias. Alguns pacientes chegaram inclusive a se livrar por completo da dor de cabeça, disse Sean Harper, diretor de pesquisa da Amgen. O Aimovig bloqueia a ação do fragmento de uma proteína, a CGRP, que instiga e perpetua as dores de cabeça. “Os remédios terão um grande impacto”, afirmou o dr. Amaal Starling, neurologista e especialista em enxaquecas na Mayo Clinic, em Phoenix. As novas drogas não são capazes de prevenir todas as crises de enxaqueca, mas podem torná-las menos severas e reduzir a sua frequência em 50% ou mais, de acordo com os especialistas.

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William Waack é acusado de racismo em vídeo vazado pelo pessoal do PT: ‘Coisa de preto’

O jornalista William Waack ganhou as redes sociais nesta quarta-feira (8)  com um vídeo em que aparece, no intervalo do Jornal da Globo, dirigindo ofensas racistas a um dos funcionários. No vídeo, Waack está à frente da Casa Branca, nos Estados Unidos, ao lado de um comentarista, quando um carro começa a buzinar na rua. Supostamente, sem saber que era gravado, o jornalista se irrita e começa a xingar. "Tá buzinando por que, seu merda do cacete? Não vou nem falar, porque eu sei quem é... é preto. É coisa de preto!", diz o âncora da Globo, rindo para o homem ao lado.

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Atirador faz ao menos 27 mortos em igreja batista no Texas, EUA

Homem realizou ataque sozinho a igreja batista em Sutherland Springs e também morreu no ataque; motivações são desconhecidas até o momento Ao menos 27 pessoas morreram após um atirador disparar contra pessoas que estavam em uma igreja batista neste domingo (5) em Sutherland Springs, no Texas, região leste dos Estados Unidos. Um policial que está no local do ataque informou à rede CBS News que há ainda "entre 20 e 25 feridos" que foram encaminhados a hospitais da região. Segundo as autoridades, os disparos foram realizados por apenas um homem, que também morreu no incidente. Ainda não se sabe as causas do tiroteio e não ficou claro se o autor dos disparos foi morto pela polícia ou se tirou a própria vida. "Deus esteja com o povo de Sutherland Springs, Texas. O FBI e as forças de segurança estão no local. Eu monitoro a situação a partir do Japão", escreveu no Twitter o presidente dos Estados Unidos

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Como o bloqueio dos Estados Unidos à carne fresca pode impactar o mercado brasileiro

Produto de origem bovina se recuperava da última crise, mas sofre novo abalo com embargo do maior país importador no mundo A decisão do governo americano de suspender a importação da carne fresca brasileira terá leve impacto econômico imediato no mercado, mas poderia abalar a já frágil relação com os Estados Unidos, que é o maior produtor e consumidor de carne bovina do mundo. Entre janeiro e maio de 2017, importações de carne brasileira in natura pelos americanos somavam 11,7 mil toneladas, num total de US$ 49 milhões (R$ 163 milhões), segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec). Isso representa apenas 2,7% do total de exportações brasileiras de carne fresca. Considerando tudo o que o Brasil vende ao exterior, a fatia americana que sofreu a sanção representa 2,2% das exportações, já que a carne fresca abrange mais de 80% das vendas brasileiras. Mas apesar do montante não tão expressivo, a abertura do mercado americano ao Brasil era um fato inédito. "Os EUA nunca tinham se aberto para importações in natura brasileiras. Isso aconteceu ano passado depois de anos de negociações e já está sendo revertido", comenta o presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro. "São duas péssimas notícias juntas, porque recentemente a China, nosso principal mercado, anunciou que abrirá as portas para os EUA. Então além de perder nos EUA, vamos também ter maior competição na China", acrescentou.

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O que acontece com o Acordo de Paris após o abandono dos EUA

Revisamos as consequências da decisão de Trump tanto para o país como para o resto do mundo CRISTINA F Donald Trump manteve sua promessa e anunciou na quinta-feira a saída dos EUA do Acordo de Paris sobre Mudança do Clima. Revisamos qual era o compromisso ratificado por seu antecessor, Barack Obama, em 2015 e as possíveis consequências tanto para o país quanto para o resto do mundo. O que é o Acordo de Paris contra a Mudança Climática? É o primeiro pacto internacional para reduzir a emissão de gases poluentes de efeito estufa na atmosfera. Foi ratificado em Paris no final de 2015, por quase 200 nações, entre as quais os EUA e a China, os dois maiores poluidores do mundo. Apenas Síria e Nicarágua estão fora do acordo, aos quais agora se junta os EUA. Como funciona? Os especialistas afirmam que o sucesso do acordo é que não impõe uma legislação a cada um dos países que depois deveria ser ratificada pelos parlamentos nacionais. As nações participantes no pacto devem simplesmente anunciar qual porcentagem de emissões se comprometem a reduzir e em que prazo, e também participam nas negociações posteriores – a próxima será realizada em 2018 e, posteriormente, a cada cinco anos. Quais os compromissos assumidos pelo Governo dos EUA? Como país membro do Acordo de Paris, os EUA pretendiam conseguir uma redução das emissões de poluentes entre 26% e 28% até 2025 em comparação com os níveis de 2005. Os especialistas dizem que ao cancelar as políticas energéticas de Obama, os EUA só vão reduzir 14%, de acordo com estimativas da consultora Rhodium Group. Como os Estados Unidos podem abandonar o Acordo? Trump já adiantava desde que era candidato à Casa Branca que se ganhasse a eleição presidencial, retiraria os EUA do Acordo. O processo, no entanto, não é nem rápido nem automático. O pacto de Paris estabeleceu que os países não podem abandoná-lo durante os primeiros três anos e, se isso fosse decidido, só seria efetivo um ano depois. Isto é, em teoria, os EUA continuarão a fazer parte do acordo climático até 2020. Na prática, porém, a situação é diferente. Trump aprovou uma série de normas que já desmantelaram a política de Obama na luta contra a mudança climática e isso vai impedir a redução das emissões. Na ausência destas proteções, os EUA não iriam conseguir cumprir seu compromisso com Paris. O presidente republicano eliminou planos energéticos que proibiam novas explorações de energias fósseis e permitiu a extração em áreas costeiras dos EUA que Obama havia protegido.

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Filho da… Donald Trump enterra esforço global para deter mudança climática!!!

Retirada dos EUA do Acordo de Paris foi anunciado nesta quinta-feira na Casa Branca Os Estados Unidos deixaram de ser um aliado do planeta. Donald Trump deu rédea solta hoje aos seus impulsos mais radicais e decidiu romper com o “debilitante, desvantajoso e injusto” Acordo de Paris contra as alterações climáticas. A saída do pacto assinado por 195 países assinala uma linha divisória histórica. Com o ato, o presidente da nação mais poderosa do mundo não apenas vira as costas à ciência, aprofunda a fratura com a Europa e menospreza sua própria liderança como também, diante de um dos desafios mais inquietantes da humanidade, abandona a luta. A era Trump, obscura e vertiginosa, já começou. O sinal é inequívoco. Depois de ter rejeitado o Aliança do Pacífico (TPP) e imposto uma negociação rude com o México e o Canadá no Acordo de Livre Comércio, o presidente abriu a porta que muitos temiam. De nada serviu a pressão das Nações Unidas, da União Europeia ou de gigantes da energia como Exxon, General Electric e Chevron. Nem sequer o grito unânime da comunidade científica foi ouvido. Trump colocou a lupa nos “interesses nacionais” e consumou a virada isolacionista a um acordo referendado por todo o planeta, exceto por Nicarágua e Síria. “Cumpri minhas promessas uma após a outra. A economia cresceu e isso está apenas começando. Vamos crescer e não vamos perder empregos. Pela gente deste país saímos do acordo. Estou disposto a renegociar outro favorável aos Estados Unidos, mas que seja justo para os trabalhadores, contribuintes e empresas. É hora de colocar Youngstown, Detroit e Pittsburgh à frente de Paris”, bradou Trump. É a doutrina America First (América Primeiro). Essa mensagem, mistura de patriotismo econômico e xenofobia, o levou à Casa Branca – contra todas as previsões. Trump apela para esse amálgama sempre que vê sua estabilidade ameaçada. Como agora. Acossado pelo escândalo da trama russa, submetido à pressão das pesquisas de opinião, fustigado pelos grandes meios de comunicação progressistas, desferiu um direto no mundo com a esperança de encontrar o aplauso de seus eleitores mais fiéis, essa massa branca e empobrecida que culpa a globalização por todos os seus males. “Fui eleito para representar os cidadãos de Pittsburgh, não de Paris. Não se pode colocar os trabalhadores em risco de perder seus empregos. Não podemos estar em desvantagem permanente”, disse Trump.

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CBF peita TV Globo e transmissões dos próximos amistosos da Seleção Brasileira estão suspensas
A parceria CBF-TV Globo sofreu arranhões e contratos estão na marca do penalty...

CBF peita TV Globo e transmissões dos próximos amistosos da Seleção Brasileira estão suspensas

Estadão Conteúdo Principal emissora do País e parceira histórica da CBF, a Rede Globo não irá transmitir os dois amistosos do Brasil diante de Argentina e Austrália, respectivamente nos dias 9 e 13 de junho, em Melbourne. As duas partes não chegaram a um acordo e a entidade decidiu gerar as imagens por conta própria, comprando espaço na TV Brasil para transmitir os jogos em canal aberto. Pelé será o comentarista nas duas partidas. A informação foi publicada na edição desta segunda-feira do jornal Folha de S. Paulo, e confirmada pela reportagem do Estado. A CBF ainda não havia se manifestado oficialmente sobre o assunto até as 16h30 desta segunda-feira, mas a Rede Globo confirmou que não irá transmitir as partidas. Por meio de nota, o departamento de comunicação da emissora informou que deixará de transmitir os amistosos do próximo mês e não deixou claro se voltará a fazê-lo nas demais partidas preparatórias à Copa do Mundo do próximo ano – a emissora detém os direitos das atuais Eliminatórias. “A CBF tinha planos de negociar os direitos dos amistosos e das Eliminatórias da Copa de 2022 na forma de bid (leilão fechado). Recentemente decidiu vender os dois jogos amistosos de junho de forma avulsa e, embora não acreditemos que esta seja a melhor solução para todas as partes, tentamos negociar, mas não chegamos a um acordo”, declarou a emissora, em trecho da nota divulgada nesta segunda-feira. Até o ano passado, a Rede Globo transmitia com exclusividade os amistosos da seleção principal do Brasil. Na história recente, a emissora só deixou de transmitir uma partida, diante dos Estados Unidos em 2010, em jogo que marcou a estreia de Mano Menezes como técnico do Brasil.

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Segundo a Europol, o ataque cibernético tem um nível de alcance inédito

Site do Tribunal de Justiça do Maranhão também foi a nocaute, nesta sexta-feira, 12 O ciberataque global de ransomware, um tipo de programa malicioso que codifica os arquivos de computador, tornando-os reféns para pedir resgate financeiro, já atinge quase uma centena de países, 99, segundo a empresa de segurança computacional Avast. O vírus infectou desde os equipamentos de 16 hospitais e centros de saúde no Reino Unido, sites de tribunais no Brasil, até os da Renault, que foi obrigada a interromper a produção de várias fábricas na França. Também afetou máquinas do Ministério do Interior na Rússia. O serviço europeu de polícia Europol declarou neste sábado que o ataque cibernético tem “nível inédito”. Os especialistas apontam centenas de milhares de ocorrências. Os portais de internet de várias instituições brasileiras foram desconectados ontem, sexta-feira (12)m como medida de prevenção ao ciberataque. “Não temos informações de que a segurança de nossa rede tenha sido comprometida”, informou a assessoria do Ministério Público. Mas, alguns Tribunais de Justiça e o Ministério do Trabalho e do Planejamento confirmaram que alguns de seus equipamentos foram afetados. O Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) precisou desligar seus servidores após o ataque e suspendeu o atendimento ao público na tarde da sexta-feira, segundo o jornal O Globo. A empresa de telecomunicações Vivo, do grupo da Telefônica anunciou ter ativado o protocolo de segurança, mesmo não tendo sido atingida. Algumas empresas, como Petrobras, também trabalharam uma política de prevenção para evitar danos do ciberataque.

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