Onze candidatos vão disputar as duas vagas de senador pelo Maranhão nas eleições de 2018
Brasília - Corredores do Congresso Nacional vazio, sinal verde para parlamentares entrarem em recesso (Antonio Cruz/Agência Brasil)

Onze candidatos vão disputar as duas vagas de senador pelo Maranhão nas eleições de 2018

Registro das candidaturas, escolhidas nas convenções partidárias , deve ser feito até o dia 15. Até lá, poderão haver desistências ou substituições Este ano, o Senado Federal será renovado em dois terços dos seus membros. Assim, os eleitores do Maranhão vão poder escolher dois senadores no dia 7 de outubro vindouro. Para isso,  11 nomes vão estar à disposição dos eleitores na urna eletrônica. São eles: Alexandre Almeida, José Reinaldo Tavares (PSDB), Edison Lobão (MDB), Eliziane Gama (PPS), Iêgo Bruno (PCB), Preta Lu, Saulo Arganceli (PSTU), Samuel Campelo (PRTB), Sarney Filho (PV), Saulo Pinho (PSOL), e Weverton Rocha (PDT). Pela coligação do governador Flávio Dino (PCdoB), que busca a reeleição, concorrem os candidatos a senador os deputados federais Weverton Rocha e Eliziane Gama. Já  pela coligação liderada pelo candidato a governador Roberto Rocha (PSDB), disputam uma cadeira no Senado o deputado estadual Alexandre Almeida e o deputado federal e ex-governador do Estado, José Reinaldo Tavares. A coligação liderada pela ex-governadora Roseana Sarney (MDB),  que tenta voltar ao comando do Estado pela quinta vez, tem como candidatos o irmão deputadoi federal Sarney Filho e o senador Edison Lobão, que tentará se reeleger. Para governador, os eleitores terão como opção para votar: Flavio Dino (PCdoB), Roseana Sarney (MDB), Roberto Rocha (PSDB),  Ramon Zapata (PSTU), Maura Jorge (PSL) e Ovídio Neto (PSOL).

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A seis meses do 1º turno, eleitor tem 30 dias para transferir, atualizar ou emitir título eleitoral

A seis meses do 1º turno, eleitor tem 30 dias para transferir, atualizar ou emitir título eleitoral Os eleitores podem transferir, atualizar ou emitir o título eleitoral até 9 de maio para participar das eleições de 2018. O 1º turno ocorre em seis meses, no dia 7 de outubro. Se nenhum dos candidatos a presidente ou governador tiver mais da metade dos votos válidos, o 2º turno deve ocorrer em 28 de outub Os eleitores votam neste ano para presidente, governador, senador, deputado federal e deputado estadual ou distrital. O voto é obrigatório no Brasil. Apenas eleitores que têm menos de 18 anos ou mais de 70 anos não precisam votar. O voto também é facultativo para analfabetos. O eleitor que completa 18 anos até 7 de outubro, dia do 1º turno, também precisa emitir o título eleitoral até 9 de maio. Esse também é o prazo para quem mudou de endereço e deseja transferir o título eleitoral. O procedimento exige a apresentação do comprovante de residência e de um documento oficial com foto em uma unidade do cartório eleitoral. Para transferir o título, o eleitor deve residir a pelo menos três meses no novo município. Ainda é necessário, no mínimo, um ano da data do alistamento eleitoral ou da última transferência do título. Consulte o site do Tribunal Regional Eleitoral do seu estado. Neste ano, a biometria será obrigatória em cerca de 2.800 cidades de todos os estados.

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Luciano Huck desiste de candidatura à presidência da República. Seu negócio é mesmo televisão

Após voltar a se movimentar entre líderes políticos e econômicos, apresentador da Globo descarta candidatura; recusa leva em conta aspecto profissional e receio de exposição O apresentador Luciano Huck manteve a decisão de não se candidatar à Presidência da República na eleição deste ano. Huck optou pela carreira de sucesso na televisão em vez de se aventurar em uma disputa presidencial. Ele vinha sendo cobrado pela TV Globo a se definir sobre o assunto, o que fez nesta quinta-feira, 15. “Não serei candidato, mas não quero falar mais sobre o assunto agora. Preciso digerir a decisão”, afirmou Huck à coluna Direto da Fonte. O apresentador chegou a anunciar que não seria candidato em artigo publicado no jornal Folha de S.Paulo, em novembro, mas voltou a se movimentar em janeiro, se reunindo com líderes políticos, entre eles o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), e representantes do setor econômico. A informação sobre a desistência de Huck foi revelada pelo site O Antagonista.

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Ibope: Lula e Bolsonaro liderariam eleição presidencial em 2018
Lula discursa durante manifestação contrária ao impeachment

Ibope: Lula e Bolsonaro liderariam eleição presidencial em 2018

Primeira pesquisa de intenção de voto para corrida presidencial de 2018 do Ibope mostra como está o cenário da disputa. Veja aqui os principais resultados O ex-presidente, Luiz Inácio Lula da Silva: se candidato, petista lideraria corrida eleitoral com 35% das intenções de voto (./Agência Brasil) São Paulo – Em sua primeira pesquisa de avaliação da corrida presidencial de 2018, o instituto de pesquisas Ibope avalia que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estaria na frente com um mínimo de 35% das intenções de voto. O resultado dessa consulta, que traz, ainda, outros cenários para a disputa, foi divulgado na manhã deste domingo, 29, pela coluna do jornalista Lauro Jardim, de O Globo. Neste caso, o deputado Jair Bolsonaro (PP) teria 15% da preferência dos eleitores.

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Diretor do Datafolha: “60% dos que indicam voto em Bolsonaro são jovens”

A mais recente pesquisa Datafolha sobre as eleições presidenciais brasileiras mostrou, na última semana, que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto, mesmo condenado pelo juiz Sérgio Moro e sendo réu em outras processos da Operação Lava Jato. Lula está na frente em diferentes cenários com ao menos 35% das intenções de voto. Em segundo lugar, aparecem em empate técnico o candidato de extrema direita Jair Bolsonaro (PSC) e a ambientalista  Marina Silva (Rede) - ele tem entre 16% e 17%, e ela, 13% a 14%. Na conversa, feita ao vivo na página do Facebook do EL PAÍS na quinta-feira, o diretor do Datafolha, Mauro Paulino, comenta o levantamento. "Há uma tolerância com a corrupção, mas uma tolerância pragmática, desde que se entregue benefícios sociais", disse ele, ao falar sobre a boa performance de Lula entre os eleitores mais pobres. Paulino lembrou que cerca de 70% do eleitorado tem renda familiar até três salários mínimos e defendeu uma reflexão sobre jovens e conservadorismo no Brasil. "Cerca de 60% dos eleitores que indicam voto em Bolsonaro neste momento são jovens, com menos de 34 anos. Bolsonaro conseguiu conquistar uma parcela de jovens. Essa parcela de jovens, e a gente vem estudando isso há algum tempo, tem uma tendência ao conservadorismo. Isso é algo que tem que ser estudado no Brasil. Por que tantos jovens tem partido para esse caminho?"

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Por 2018, governistas e oposição se unem para aprovar fundo eleitoral bilionário

Três comissões da Câmara começam a votar reforma política. Coligações e distritão são temas Até então separados pela denúncia contra Michel Temer, a maior parte da oposição e dos governistas na Câmara dos Deputados deve dar as mãos nos próximos dias numa corrida para aprovar uma série de mudanças nas regras eleitorais a tempo de que sejam aplicadas já no ano que vem. Enquanto na semana passada os dois lados se digladiavam para salvar ou derrubar Michel Temer (PMDB), agora, passaram a debater uma estratégia conjunta de sobrevivência às urnas em 2018, tudo sob a sombra da Operação Lava Jato e sem o financiamento empresarial das campanhas eleitorais que perduraram até 2015 e foram uma das principais fontes de recursos ilícitos para políticos. Três comissões especiais da Casa discutem o tema e entre as alterações que começam a tramitar nesta terça-feira estão a criação de um bilionário fundo de financiamento público de eleições, uma possível mudança no sistema de eleição proporcional para deputados federais, estaduais e vereadores, além da redução do número de candidaturas e o fim das coligações partidárias – esta última medida com potencial para ferir de morte os pequenos partidos Duas propostas de emendas constitucional e um projeto de lei ordinário que abordam essas mudanças deverão entrar em votação entre terça e quinta-feira em comissões especiais que tratam especificamente da reforma política. O Congresso corre contra o tempo para até o dia 7 de outubro aprovar as novas regras para o pleito. A legislação brasileira prevê que essas alterações devem ocorrer com pelo menos 12 meses de antecedência. Apesar de algumas das mudanças estarem sendo discutidas há 14 anos, só agora, elas estão próximas de serem votadas. A principal preocupação dos deputados neste momento é o de aprovar um fundo público de financiamento. Desde 2015, as principais financiadoras de campanhas eleitorais, as empresas, foram proibidas de fazer qualquer doação.

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Brasil sem Lula em 2018: quem ganharia e quem perderia no xadrez político

Especialistas analisam a situação dos potenciais candidatos após a sentença de Sérgio Moro Lula, a maior potencia eleitoral para as eleições de 2018, está a uma decisão judicial de virar pó. Caso o Tribunal Regional da 4ª Região confirme a decisão de Sérgio Moro, que condenou o ex-presidente Lula a 9 anos e meio de prisão, será o fim do sonho do petista de subir novamente – pela terceira vez - a rampa do palácio do Planalto. A condenação pela Corte faria dele ficha suja, e o tornaria inelegível. E de quebra o ex-mandatário ainda pode ser mandado para uma prisão, onde cumpriria pena em regime fechado. Atualmente ele lidera todos os cenários da última pesquisa eleitoral do Datafolha, com 30% das intenções de voto, seguido à distância por Jair Bolsonaro (PSC) e Marina Silva (Rede). Agora o mundo político começa a analisar dois cenários possíveis para as próximas eleições: um com o ex-presidente e líder petista, outro sem ele. Sem o ex-presidente na disputa, o PT teria que articular um plano B. Os nomes do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad e o ex-governador da Bahia Jaques Wagner são os mais cotados para a vaga. Nenhum deles, no entanto, tem o carisma e a força política de Lula. Com a ausência de um candidato petista competitivo “o campo tucano terá, pela primeira vez em muitos anos, que aprender a fazer uma campanha sem o elemento de polarização contra o ex-presidente Lula”, afirma Lavareda. Até o momento o candidato tucano é uma incógnita. O senador Aécio Neves, derrotado em 2014 por Dilma Rousseff, responde a processos no âmbito da Operação Lava Jato – o que pode comprometer suas chances nas urnas. Ele chegou a ser afastado do cargo pelo STF, mas foi reconduzido no início de julho. Sua irmã, Andrea, está em prisão domiciliar. Poucos analistas apostam que ele chegará a 2018 com força política suficiente para disputar. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, seria outro postulante à vaga do PSDB, mas correndo por fora aparece o prefeito paulista, João Doria.

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Qual o impacto da condenação de Lula por Moro nas eleições de 2018?

Para especialistas, sentença não mancha a imagem do ex-presidente ante a eleitores do PT. Sem Lula na corrida, Marina e Bolsonaro largam na frente. A condenação de Lula pelo juiz federal Sergio Moro não deve diminuir a vantagem que o ex-presidente, hoje líder nas pesquisas de intenção de voto, tem na corrida eleitoral de 2018, segundo especialistas ouvidos pela BBC Brasil. Eles acreditam que os eleitores do petista são indiferentes a notícias negativas sobre ele - e citam a corrida de 2008, quando Lula se reelegeu mesmo após as denúncias do Mensalão. Caso os desembargadores do Tribunal Federal da 4ª Região (TRF-4), que julgarão o recurso do ex-presidente, o condenem em segunda instância nos próximos meses, entretanto, Lula se tornaria inelegível e abriria espaço para candidatos menos ligados à política tradicional - como Marina Silva (Rede-AC), Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e João Doria (PSDB-SP). Em qualquer situação, dizem os analistas, o PT adotará um discurso emocional na campanha, de vitimização do ex-presidente. "O impacto da notícia [da condenação] sobre a imagem de Lula não é forte. Ele já passou por episódios como o do mensalão e ainda assim conseguiu se eleger", diz o diretor do Instituto Datafolha, Mauro Paulino. Para ele, mesmo que Lula fique fora da disputa do próximo ano, seu "poder de influência" continuaria forte e sua imagem seria explorada pelo partido para alavancar o candidato substituto. A força desse capital político não é a mesma que elegeu Dilma Rousseff, ele pondera, mais segue expressiva. "Lula não é carta fora do baralho", comenta. "Quem já decidiu o voto, decidiu a despeito das denúncias. Se ele fosse inocentado, também não haveria mudança", afirma o cientista político e professor do Insper Carlos Melo. A sentença de nove anos e meio de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro divulgada na quarta-feira, ele avalia, não mancha a imagem do petista e será combustível para que o PT "dramatize" a condenação durante a campanha, "vitimizando" o ex-presidente. A reação, ele acrescenta, seria semelhante à de qualquer outro candidato na mesma situação. "É algo parecido com o que Temer vem fazendo em relação à PGR [Procuradoria Geral da República, autora das denúncias contra o atual presidente]".

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Presidente da FAMEM ratifica apoio à pré-candidatura de Zé Reinaldo ao Senado
Tema reafirma que Zé Reinaldo é o seu candidato ao Senado...

Presidente da FAMEM ratifica apoio à pré-candidatura de Zé Reinaldo ao Senado

O prefeito de Tuntum e presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM), Cleomar Tema, voltou a ratificar, neste último fim de semana, total apoio a pré-candidatura ao Senado do ex-governador e deputado federal, José Reinaldo Tavares (PSB). “Sou amigo pessoal e aliado político de Zé Reinaldo há mais de uma década. Sempre estive com ele em vários momentos decisivos e ano que vem, na eleição para o Senado, não será diferente. Apoio o governador Flávio Dino, mas meu candidato ao Senado é José Reinaldo”, afirmou o presidente da entidade municipalista. Zé Reinaldo lançará sua pré-candidatura à Câmara Alta no dia 06 de maio na cidade de Tuntum. O evento está sendo organizado pelo próprio Cleomar Tema e contará com as participações de dezenas de prefeitos e outras lideranças políticas. Tema declarou apoio ao ex-governador ainda em janeiro, quando elegeu-se para seu terceiro mandato à frente da Federação. O prefeito de Tuntum também já afirmou que seu outro candidato será o também deputado federal e presidente do PDT no Maranhão, Weverton Rocha

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