Tragédia em Goiânia – Atirador sofreu bullying antes de ataque, diz pai de aluno ferido

De acordo com ele, o autor dos disparos era chamado de ‘fedorento’ e havia ganhado dos colegas um desodorante momentos antes de pegar a arma e atacar Um tiroteio na manhã desta sexta-feira (20) no Colégio Goyases, no Conjunto Riviera, em Goiânia, deixou dois mortos, dois meninos entre 10 e 12 anos, e mais quatro feridos, segundo informações do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar. (MARCOS SOUZA/VEJA.com) O suspeito de ter atirado contra colegas no Colégio Goyases, um escola particular de Goiânia, era considerado tímido e reservado, permanecia quase sempre afastado dos colegas, sendo que parte destes faziam bullying com ele por conta de um suposto mau-cheiro. O relato é de Thiago Barbosa, pai de Hyago Marques Barbosa, de 13 anos, um dos feridos pelos disparos que teriam vindo de um estudante de 14 anos, contou ter ouvido de colegas do filho que o atirador passou por uma situação de tensão no ambiente escolar. PUBLICIDADE Momentos antes do episódio, alunos entregaram jocosamente ao atirador um desodorante, como forma de ironizá-lo por conta do apelido de “fedorento” que haviam atribuído a ele. “Meu filho me conta tudo, ele já tinha me dito que tinha esse menino na sala, que era mais reservado, ficava na dele”, contou.

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