Por 2018, governistas e oposição se unem para aprovar fundo eleitoral bilionário

Três comissões da Câmara começam a votar reforma política. Coligações e distritão são temas Até então separados pela denúncia contra Michel Temer, a maior parte da oposição e dos governistas na Câmara dos Deputados deve dar as mãos nos próximos dias numa corrida para aprovar uma série de mudanças nas regras eleitorais a tempo de que sejam aplicadas já no ano que vem. Enquanto na semana passada os dois lados se digladiavam para salvar ou derrubar Michel Temer (PMDB), agora, passaram a debater uma estratégia conjunta de sobrevivência às urnas em 2018, tudo sob a sombra da Operação Lava Jato e sem o financiamento empresarial das campanhas eleitorais que perduraram até 2015 e foram uma das principais fontes de recursos ilícitos para políticos. Três comissões especiais da Casa discutem o tema e entre as alterações que começam a tramitar nesta terça-feira estão a criação de um bilionário fundo de financiamento público de eleições, uma possível mudança no sistema de eleição proporcional para deputados federais, estaduais e vereadores, além da redução do número de candidaturas e o fim das coligações partidárias – esta última medida com potencial para ferir de morte os pequenos partidos Duas propostas de emendas constitucional e um projeto de lei ordinário que abordam essas mudanças deverão entrar em votação entre terça e quinta-feira em comissões especiais que tratam especificamente da reforma política. O Congresso corre contra o tempo para até o dia 7 de outubro aprovar as novas regras para o pleito. A legislação brasileira prevê que essas alterações devem ocorrer com pelo menos 12 meses de antecedência. Apesar de algumas das mudanças estarem sendo discutidas há 14 anos, só agora, elas estão próximas de serem votadas. A principal preocupação dos deputados neste momento é o de aprovar um fundo público de financiamento. Desde 2015, as principais financiadoras de campanhas eleitorais, as empresas, foram proibidas de fazer qualquer doação.

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Suspeito de matar delegados da PF é dono de um trailer de cachorro quente

A Polícia Civil trata como um desentendimento pontual a troca de tiros que terminou com a morte de dois delegados da Polícia Federal na madrugada desta quarta-feira, em Florianópolis. Suspeito, dono de um trailer de cachorro quente, também foi baleado e está internado. O homem baleado durante uma briga que resultou na morte de dois delegados da Policia Federal, na madrugada desta quarta-feira (31) em Florianópolis, é o principal suspeito de atirar contra eles, segundo a Polícia Civil. A troca de tiros entre o homem, que é dono de um trailer de cachorro-quente, e os dois policiais ocorreu em uma casa de prostituição na rua Fúlvio Aducci, bairro Estreito, na área continental, por volta das 2h. “A discussão ocorreu no corredor de acesso às quitinetes, só os três. Foi uma discussão trivial que resultou nisso aí”, afirma o delegado Ênio de Matos, da Delegacia de Homicídios da capital. Ele não detalhou a motivação da discussão. Os policiais federais não estavam em serviço. Segundo Matos, a briga envolveu os delegados Adriano Antonio Soares e Elias Escobar e o suspeito, que estaria acompanhado de outro homem. Este não havia sido localizado pela polícia até as 12h30 desta quarta-feira. No entanto, entre os policiais circula a informação que o homem e os dois delegados brigaram no andar de cima no local, que é conhecido pelos moradores como uma casa de prostituição. Quando desceram as escadas para ir embora, foram recebidos a tiros por outros dois homens que estavam na rua, como mostrou o Jornal do Almoço. Escobar morreu no local e Soares no hospital. Suspeito internado O suspeito de atirar nos dois delegados foi internado. Segundo a Delegacia de Homicídios, ele teria efetuado o disparo com a própria arma e é dono de um comércio de cachorro-quente localizado próximo à casa. Até as 13h, o delegado averiguava se o suspeito tinha passagens e porte de arma. Os delegados também atiraram, conforme Matos.

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Eduardo Cunha: próxima “polêmica” será a redução da maioridade penal
Essa tarja preta vai cair?

Eduardo Cunha: próxima “polêmica” será a redução da maioridade penal

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), utilizou uma rede social neste domingo, 31, para anunciar que depois da aprovação da PEC da Reforma Política, da qual ainda faltam emendas para apreciação em plenário, a Casa vai decidir sobre a "polêmica" representada pela redução da idade penal de 18 para 16 anos. "A próxima polêmica após a conclusão da reforma política será a redução da maioridade penal, que votaremos até o fim de junho em plenário", indicou. Cunha utilizou sua conta no Twitter para rebater críticas recebidas nos últimos dias sobre a condução da votação da Reforma Política, que culminou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) protocolada ontem por 61 deputados do PT (36 parlamentares), PPS (8), PSB (6), PCdoB (6), PSOL (4) e PROS (1). "Esses mesmo já foram ao STF tentando impedir a continuação da discussão (da maioridade), após a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) aprovar a admissibilidade (da matéria). A comissão especial da redução da maioridade penal deve concluir seu trabalho até dia 15 de junho e levaremos imediatamente ao plenário", afirmou.

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Na Câmara, vereadores destacam proposta de parcerias institucionais feita por Edivaldo
Ainda repercute pronunciamento de Edivaldo Júnior sobre estragos das chuvas e proposta de parcerias institucionais

Na Câmara, vereadores destacam proposta de parcerias institucionais feita por Edivaldo

Os vereadores de São Luís discutiram nesta segunda-feira (26) a necessidade da parceria institucional entre a Prefeitura de São Luís e os governos estadual e federal. Representantes do Legislativo Municipal enalteceram a atitude do prefeito Edivaldo em propor a ação conjunta dos entes federados para resolver problemas de drenagem e pavimentação da cidade. O líder do governo, vereador Osmar Filho (PSB), destacou a declaração pública do prefeito de que busca uma nova conversa com as instâncias executivas estadual e federal para ajudar São Luís, duramente castigada pelas chuvas de maio. “O que se quer é a sintonia, não ações isoladas da Prefeitura e do governo do Estado. O prefeito foi à televisão e solicitou uma agenda com a governadora Roseana e com a presidente Dilma. Devemos valorizar a ação do prefeito, que coloca o interesse da população acima de tudo. A governadora também sinalizou que quer, então, acredito que agora a parceria sairá do papel”, afirmou. Pedro Lucas Fernandes (PTB) também solicitou a efetivação da parceria. “Nós sabemos das dificuldades, principalmente financeiras, enfrentadas pela Prefeitura, e entendemos que devemos dar as mãos sem cunho político, arregaçar as mangas para encarar a situação que se encontra a cidade”, disse. Os vereadores Beto Castro (PRTB), Nato (PRP) e Roberto Rocha Júnior (PSB) também se manifestaram no sentido de convocar o governo do Estado a estabelecer convênios, para que São Luís suplante o momento de dificuldades.

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Encontro de mulheres dirigentes para discutir a violência no Maranhão
PGJ Regina Luna: preocupação com os números crescentes da criminalidade no MA

Encontro de mulheres dirigentes para discutir a violência no Maranhão

A procuradora-geral de Justiça, Regina Lúcia de Almeida Rocha, reuniu-se na manhã ontem (31), com as presidentes da Associação Comercial do Maranhão, Luzia Resende, e da Câmara de Dirigentes Lojistas de São Luís, Socorro Noronha. O tema central da reunião foi o crescente índice de violência que atinge São Luís. As líderes empresariais manifestaram preocupação das classes que dirigem com a questão da segurança pública e, ao mesmo tempo, com os baixos investimentos em políticas públicas na área. Também participaram da reunião a subprocuradora-geral para Assuntos Administrativos, Terezinha Guerreiro, e a diretora da Secretaria para Assuntos Institucionais, Fabíola Faheína Ferreira. Foram discutidos ainda temas como a necessidade de ampliação do efetivo policial do Estado e do orçamento para a segurança pública, além do caos do sistema carcerário.

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