Lula diz que não respeitará decisão da Justiça ao formalizar pré-candidatura à Presidência

Ex-presidente conclama militância a defendê-lo nas ruas porque vai disputar para 'ganhar e governar' Um dia depois de ser condenado pelo Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4) a 12 anos e um mês de prisão, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que não respeitará a decisão da Justiça. Em ato político que aprovou sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto, nesta quinta-feira, Lula conclamou os militantes a uma ofensiva nas ruas para defendê-lo e pregou o enfrentamento político. "Esse ser humano simpático que está falando com vocês não tem nenhuma razão para respeitar a decisão de ontem", afirmou o ex-presidente, em reunião da Executiva Nacional do PT. "Quando as pessoas se comportam como juízes, sempre respeitei , mas quando se comportam como dirigentes de partido político, contando inverdades, realmente não posso respeitar. Senão perderei o respeito da minha neta de 6 meses, dos meus filhos e perderei o respeito de vocês." Lula chegou a se comparar a Jesus Cristo, ao afirmar que o filho de Maria e José foi condenado à morte sem provas. "Jesus Cristo foi condenado à morte sem dizer uma palavra, recém-nascido. E, se o José não corre, ele tinha sido morto. E olhe que não tinha empreiteira naquele tempo, não tinha Lava Jato", disse. Logo em seguida, porém, o ex-presidente se corrigiu: "Eu sei que a imprensa vai dizer 'Lula se compara a Jesus Cristo'. Longe disso". Com a voz que ficou embargada algumas vezes, o ex-presidente fez questão de destacar que retomará as caravanas pelo Brasil, depois do Carnaval, mas conclamou o PT e os movimentos sociais a ajudá-lo no embate nas ruas. "Espero que a candidatura não dependa do Lula. Que vocês sejam capazes de fazê-la, mesmo se acontecer alguma coisa indesejável, e colocar o povo brasileiro em movimento", insistiu.

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Flávio Dino esculachado: uma tentativa de retirar “o pingo dos Is”…

JOSÉ MACHADO* Os apresentadores Joice Hasselmann, Augusto Nunes e Felipe Moura Brasil, que apresentam o programa "Pingo nos Is", da rede de rádio Jovem Pan, não pouparam agressões verbais ao governador Flávio Dino pelas declarações dadas à Folha de S.Paulo defendendo um terceiro mandato ao presidente Lula. (Entrevista publicada neste blog) Na verdade. não foram apenas críticas comuns a um governador de Estado e homem público, com um curriculum invejável que inclui os cargos de juiz federal, por concurso público, presidente eleito da associação nacional da classe, um mandato de deputado federal e outro de governador do Maranhão, pelo voto democrático e popular. “Malandro”, “sem vergonha”, “mentiroso” e “perigo público”. Estes foram apenas alguns dos adjetivos dados ao governador Flávio Dino (PCdoB), no programa “Os Pingos nos Is” que é transmitido em rede nacional pela Rádio Jovem Pan. (VIDEO) Vejam que os apresentadores foram muito além do compromisso profissional de bem informar e emitir suas opiniões sobre um fato ou outra opinião, que não souberam respeitar. Foram irresponsáveis, levianos. reles, banais, aéticos. Nem de longe lembraram a Constituição Federal, a Carta Magna, mãe de todas as leis, que reza em seu artigo 5º e alguns de seus parágrafos: "Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: "ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante... "é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato... "é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem... Diz ainda a Constituição, nesse artigo, que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos... que "ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política... que "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença... que "são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação..." Assim, Flávio Dino teve desrespeitados, pelos apresentadores de "Os Pingos nos Is", os seus direitos fundamentais de cidadão, de pai de família, de político e de governador de um Estado da Federação brasileira. Tudo por expor suas convicções filosóficas ou políticas e religiosas, no momento em que essa tortura verbal é praticada numa rede de comunicação nacional... Deve-se reconhecer que esse tipo de escracho e deboche dos apresentadores é mais comum quando se trata de personalidades do Norte e Nordeste do Brasil, denotando o preconceito para com a população dessas regiões mais pobres do Brasil. Não ouço e não vejo essa "coragem" toda, por exemplo, contra um Geraldo Alckmin, governador de São Paulo. Nem mesmo contra os ex-governadores do Rio Antony Garotinho e Sérgio Cabral... O próprio Lula, por ser pernambucano, sempre foi vítima desse "racismo ideológico" dos sulistas em relação ao Nordeste. O escracho já foi feito, o dano consumado, o direito desrespeitado. Cabe a Flávio Dino reagir na mesma proporção, exigir a reparação do estrago causado à sua imagem de cidadão e de homem público. Vale destacar aqui que discordo frontalmente das opiniões emitidas por Flávio Dino ao defender uma nova candidatura de Lula a presidente da República, pela opinião que tenho de que o ex-mandatário da Nação não soube honrar, em sua inteireza, os dois mandatos que o povo brasileiro lhe concedera. Mas isso não me confere o direito de, como cidadão e jornalista, armar-me de uma navalha verbal e desferir contra ele os duros golpes proferidos pela trinca de apresentadores da Jovem Pan. Estou tirando, assim, os pingos dos "Is"... * José Machado é jornalista, editor deste blog e diretor do Instituto de Pesquisas DATA M VEJA O VÍDEO. Acesse LEIA MAIS...

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Família é expulsa de voo da Delta por se recusar a ceder assento de criança

Casal havia comprado assento para seu filho, mas a companhia aérea queria que outro passageiro ocupasse seu lugar A Delta Airlines expulsou de um avião um casal e seu filho de dois anos porque o menino ocupava um assento pelo qual pagaram. A tripulação informou ao pai, Brian Schear, que outro passageiro deveria ocupar o lugar, comprado inicialmente para outro filho do casal. Diante da insistência de Schear em permanecer com todos os assentos ocupados por sua família, uma agente aeroportuária chegou a ameaçá-lo de prisão se não cumprisse as ordens. “Comprei o assento”, dizia Schear repetidamente, minutos depois de embarcar em Maui (Havaí) com destino a Los Angeles. Ele e sua mulher, Brittany, haviam preferido mandar o filho mais velho em um voo anterior e usar a passagem dele para o filho menor, a fim de evitar o desconforto de carregar o bebê nos braços durante as mais de seis horas de viagem. “Ele não dormirá se não estiver na sua cadeirinha”, disse Schear sobre seu filho. “Se não, ele ficaria sentado no colo da minha mulher e se movimentando por todo lado, o que não é seguro”, acrescentou o pai, frustrado. O casal, que também viajava com um terceiro filho, de um ano, insistiu em não sair. Os agentes aeroportuários os pressionavam, ameaçando retirar todos do avião se não atendessem às ordens. “Será um crime federal. Você e sua mulher irão para a prisão”, ameaçou um dos agentes. “Eu comprei este assento e me dizem que vão dá-lo outra pessoa, sendo que eu paguei por ele. Não está certo”, sentenciou Schear. Mais tarde, as autoridades da companhia recorreram à mentira ao argumentar que as crianças de dois anos ou menos devem, por lei, viajar no assento com seus pais. A Administração de Aviação Federal (FAA, na sigla em inglês), entretanto, afirma que “as crianças devem ir em uma cadeirinha ou poltrona durante todo o voo, por razões de segurança”. As regras também indicam que “os braços [de um adulto] não são capazes de segurar uma criança com segurança, especialmente durante as turbulências”. Inclusive a Delta, em seu regulamento, recomenda às famílias que comprem assentos para crianças de dois anos ou mais.

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Greve geral: Desrespeito completo ao direito constitucional do cidadão ir e vir.

Quem exige que respeitem os seus direitos, a primeira coisa a fazer é respeitar o direito de outrem! Constitucionalmente você tem o direito de ir e vir. O direito de manifestação, também é legal e legítimo. Mas, nos últimos movimentos políticos ocorridos no Brasil, como o de hoje (28 de abril), os manifestantes que vão às ruas para defender causas e/ou direitos, a primeira coisa que esquecem -é o respeito ao fundamental e universal direito de todos nós, como o de ir e vir Assim, a violência começa com o corte do transporte público, que impedem as pessoas de chegar aos seus locais de trabalho. Seguem-se o bloqueio, muitas vezes com violência, de rodovias, avenidas, ruas e outros logradouros públicos. Imagine o seu filho sofrer um acidente em casa ou na rua e, para sobreviver, tenha que ser levado a um hospital de emergência. Ou um médico que se dirige a um hospital para operar um paciente de UTI. Então encontra pelo caminhos as vias bloqueadas ou barreiras de pessoas cuja insensibilidade ou intolerância não permitem distinguir a água do vinho. Aí acontecem as tragédias. Um pai desesperado para salvar um filho, a esposa, ou um amigo, é capaz de tudo. Com um médico que corre para cumprir o seu dever de salvar uma vida ocorre o mesmo. De vez em quando, alguém não respeita a ordem de parar e avança, levando tudo pela frente... Na paralisação de hoje, por conta desse desrespeito, pessoas não chegam ao trabalho ou à escola; médicos deixam de atender seus pacientes. A intolerância das ruas bloqueia trajetos, objetivos e sonhos. Tudo é um direito de cada um de nós. Uma lástima para a civilização humana. Dessa forma, está na hora dos líderes desse movimentos entenderem e repassarem a seus liderados que, ao se reivindicar um direito ou defender uma causa, deve-se, primeiro, respeitar o direito do outro. O direito de ir e vir é sagrado: necessário, constitucional e universal. Pensem nisso, senhores manifestantes!

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Até a ONU pede apuração de vandalismos e desrespeito aos direitos humanos no Maranhão
ONU quer apuração da violação dos direitos humanos no Maranhão

Até a ONU pede apuração de vandalismos e desrespeito aos direitos humanos no Maranhão

A Organização das Nações Unidas (ONU) pediu que o Brasil apure as recentes violações de direitos humanos e os atos de violência que ocorreram nos presídios do Maranhão, em especial no Complexo de Pedrinhas. Em comentário sobre a situação, o Alto-Comissariado de Direitos Humanos da ONU expressou preocupação com imagens divulgadas pelo jornal "Folha de S.Paulo" que mostram presos decapitados dentro da penitenciária, localizada na capital São Luís. "Pedimos às autoridades brasileiras que realizem imediata, imparcial e efetiva investigação dos eventos, para apurar e encontrar os responsáveis", disse o Alto-Comissariado da ONU. "Pedimos às autoridades que façam imediatamente ações buscando restaurar a ordem" no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, acrescentou o órgão. A assessoria do Alto-Comissariado de Direitos Humanos diz que não divulgou nota sobre o tema, apenas respondeu a um questionamento feito pelo jornal "Folha de S.Paulo" sobre a violência em Pedrinhas. A ONU acrescentou que ficou "perturbada" com o relatório do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) divulgado em dezembro de 2013, que apontou que, no ano passado, 59 presos foram mortos dentro desse presídio, devido a uma série de rebeliões e confrontos entre facções criminosas.

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Preço da gasolina e perversidade para com o consumidor
Tubarões a postos: sobe e desce do preço da gasolina.

Preço da gasolina e perversidade para com o consumidor

Estão sendo divulgadas informações de que a Petrobrás pretende autorizar dois reajustes, na faixa dos 5 por cento: um no final do ano e outro lá para o mês de fevereiro de 2014. No âmbito do governo federal e da Petrobrás, aumento no preço dos combustíveis é uma questão tão séria que qualquer decisão é seriamente discutida pelos técnicos do governo e submetida à apreciação da presidente Dilma Roussef. Mas, aqui no Maranhão...

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